O esquerdista é, intrinsecamente, um grande filho-de-p*ta

A Esquerda dá duas razões principais para votar em Kamala Harris:

1/ porque ela é negra;

2/ porque ela é mulher.

Teríamos, assim, na perspectiva de Esquerda, pela primeira vez, uma mulher negra como “presidenta” dos Estados Unidos.


Mas a mesma Esquerda diz-nos que não há diferença entre uma mulher e um homem, e diz-nos que não devemos julgar as pessoas pela cor da pele.

Esta contradição é assumida racionalmente e com orgulho pela Esquerda — causando, na populaça, Estimulação Contraditória e Dissonância Cognitiva em massa.

O esquerdista é, intrinsecamente, um grande filho-de-puta. Não há FDP maior.

A Esquerda está a matar a democracia, em nome da democracia. A Esquerda é liberticida, alegando a defesa da liberdade

“Onde houver culto e veneração dos animais, haverá sempre sacrifícios humanos.

E por detrás do ideal de tratar os animais como se fossem seres humanos, esconde-se o secreto anseio de tratar os seres humanos como se fossem animais.”

(G. K. Chesterton)


Quando uma “larga maioria”, no povo português, é (ainda) contra a eutanásia de seres humanos, a Esquerda proíbe o referendo acerca da eutanásia (ao mesmo tempo que impõe a lei da eutanásia ao povo); quando, alegadamente, há uma “larga maioria” contra as touradas, a Esquerda defende a realização de um referendo a favor da proibição das touradas.

A isto chamamos de “democracia de Esquerda”: é repugnante, ou porque nega a autonomia dos valores (realismo de Platão), e porque viola propositadamente a concreta diferença entre as pessoas (Edmund Burke).

Ao mesmo tempo que a Esquerda defende o isolamento social e cultural dos moribundos humanos, advogando para eles a morte prematura — perpetrada por quem deveria curar, tratar, paliar, em vez de matar —, também defende a proibição legal das touradas. E esta contradição flagrante, absurda, é assumida com pompa e circunstância, com um orgulho solene e reverencial.

Esta é a grande contradição do Utilitarismo da Esquerda:

  • aplica invariavelmente uma proposição positiva, que diz que os homens devem ser considerados como indivíduos egoístas, calculadores e racionais, e que tudo deve ser pensado e elaborado a partir do seu ponto de vista;

— ao mesmo tempo que

  • aplica e uma proposição normativa, que afirma que os interesses dos indivíduos, a começar pelo meu próprio, devem ser subordinados e mesmo sacrificados à felicidade geral ou à da maioria.

Ora, esta contradição (a utilização simultânea destas duas proposições contraditórias, ou estimulação contraditória), quando não é detectada pelo cidadão, é impossível de rebater — porque assenta da Dissonância Cognitiva que cria no cidadão: quando uma determinada autoridade de direito, reconhecida como tal, comporta-se de forma irracional, fazendo com que o cidadão tente conciliar mentalmente essa autoridade de direito, por um lado, e a irracionalidade que se lhe reconhece no seu comportamento, por outro lado, o cidadão assume uma, de duas posições:

  • ou baixa os braços e desinteressa-se da política, aceitando toda a prepotência do Poder da autoridade e sem protestar [1984, George Orwell];
  • ou constrói uma mundividência que tente conciliar o contraditório implícito na acção da autoridade, mediante a obliteração da lógica e/ou através do branqueamento do discurso político, por forma a que a contradição da autoridade seja relegada para um plano invisível [ideologia].

A Esquerda está a matar a democracia, em nome da democracia. A Esquerda é liberticida, alegando a defesa da liberdade.

A Europa continua a ser um farol de liberdade

O Joaquim, do Portugal Contemporâneo, faz aqui uma descrição apocalíptica da Europa.

Hoje temos uma Direita pessimista e uma Esquerda romanticamente optimista. É difícil encontrar o meio-termo.

O esquerdista actual comporta-se como o devoto católico que continua a venerar a relíquia do santo depois de ter a prova da impostura do milagre. O esquerdista substitui a realidade por uma visão romântica do mundo que, por intermédio de uma Fé Metastática, cria uma realidade paralela psicótica.

Por outro lado, existe um “Wokismo” de Direita, que caracteriza um determinado pessimismo romântico direitista. São os “wokes” de Direita. É um Wokismo que partilha, com a Esquerda, uma certa Oikofobia — que não percebe que, se é verdade que a Europa actual não vai bem, o resto do mundo vai de mal a pior.

Só falta ao Joaquim sugerir que os europeus emigrem para a Rússia, onde 1/3 dos russos não têm cagadeiras dentro de casa. É o pessimismo romântico da Direita, que se contrapõe ao optimismo romântico da Esquerda.

Morreu Caterina Valente

Eu ainda não era nascido quando cantora Caterina Valente atingiu a fama, mas ela marcou a cultura da geração dos meus pais, e devido a estes (e à rádio), eu fui ouvindo as canções dela durante a minha infância.

Na canção ligeira, já não há vozes como a de Caterina Valente.

O Brasil é uma proto-ditadura — mas o Daniel Oliveira não sabe

Assistimos recentemente, na televisão do Chico dos Porsches (nunca mais morre!), o cabrão Daniel Oliveira a defender o regime do Lula da Silva, e a diabolizar o Elon Musk por este defender a liberdade de imprensa.

Vejamos as cinco características básicas que indiciam a existência de uma ditadura:

  1. perseguição política aos jornalistas e censura da imprensa (check);
  2. existência de exilados políticos no estrangeiro (check);
  3. existência de presos políticos (check);
  4. renúncia ao Estado de Direito democrático (check);
  5. processo judicial deficitário e/ou arbitrário (check).

O Brasil já é uma ditadura. E comuna Daniel Oliveira gosta.

Quando é o Estado chinês a violar os preceitos “liberais” e “humanitários”, os “liberais” metem a viola no saco

Eu não sou apologista de um Estado forte — embora por razões diferentes das invocadas pelo Telmo A. Fernandes. A política sábia é a arte de fortalecer a sociedade civil, e (por isso) de debilitar o Estado.

O Telmo A. Fernandes sustém a narrativa do “pensamento mágico” (a fé metastática) da “mão invisível”. A habilidade do Homem-de-Estado liberal, considerado “inteligente”, reduz-se à aproximação, o mais lentamente possível, da previsível catástrofe social. Enquanto a catástrofe, que se adivinha, se vai adiando, o liberal vai defendendo o conceito da “mão invisível” na economia — até que a merda atinja a ventoinha.

A China impõe tarifas aduaneiras ao Ocidente, mas eu nunca vi o Telmo A. Fernandes comentar este assunto; o Donald Trump impõe tarifas aduaneiras à China, e o Telmo rasga as vestes. O défice comercial entre os Estados Unidos e a China foi negativo, para os americanos, em cerca de 400 mil milhões de Euros em 2017.

O critério “liberal” do Telmo não é biunívoco; quando é a China a violar os preceitos “liberais” e humanitários, o Telmo mete a viola no saco. Por isso é que a criatura “liberal” é intrinsecamente de Esquerda.

Aliás, todo o mundo hoje é de Esquerda (que alívio !!!!!).

A “Direita” liberal do nosso tempo não é mais do que uma Esquerda de outro tempo, mas desejosa de digerir em paz.

Tal como acontece com a Esquerda, a “Direita” liberal nunca atribui o seu fracasso a erros de diagnóstico, mas antes à (alegada) perversidade dos factos — e o esquerdista típico nega-se, peremptória- e obviamente, a reconhecer que as conclusões do pensamento burguês-liberal são os princípios do próprio pensamento da Esquerda.

A elite “liberal” — a tal dos negócios contratualizados sem ética — escreve hoje as partituras musicais da sua propaganda baseando-se em temas da Esquerda.

Afinal, a Esquerda não é moralmente superior

Quando vejo “historiadores” brasileiros progressistas a chamar o D. Pedro (o filho d’El Rei D. João VI) de “grosseiro” (sic, Paulo Rezzutti, no YouTube), machista, sexista, assediador de mulheres — lembrei-me de colocar aqui a fotografia do ministro preto progressista e lulista Sílvio Almeida.

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O comissário do Totalitarismo de Veludo diz que “Elon Musk é o homem mais perigoso do mundo”

daniel_oliveira-web-150Daniel Oliveira é um dos mais proeminentes comissários do Totalitarismo de Veludo, ou seja, é um dos personagens mais perigosos que existem em Portugal — e com o beneplácito e protecção do Chico dos Porsches (este filho-de-puta nunca mais morre!).
Os globalistas “Bilderbergers” tratam diferentemente os seus inimigos: vomitam nos da direita (por exemplo, André Ventura) e absorvem os da esquerda (como é o caso do Daniel Oliveira).

Existem outros comissários do Totalitarismo de Veludo, como por exemplo Ana Drago, Rui Tavares, Isabel Moreira, Alexandra Leitão (ainda não foi promovida), as manas Mortágua, Raquel Varela, Ana Sá Lopes (a Madame Frankenstein), a comunista confessa Carmo Afonso — entre outras criaturas pantanosas.

De todos os comissários do Totalitarismo de Veludo, o mais perigoso é o Daniel Oliveira, porque é o mais dissimulado; é uma espécie de “camaleão ideológico” — o tal que escreveu no Twitter que o Bloco de Esquerda e o PCP são partidos social-democratas clássicos”.

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Quando qualquer destas criaturas diz que “defende a liberdade”, esta posição política é instrumental, inserida em uma estratégica de erradicação paulatina e progressiva da própria  liberdade que dizem defender. A defesa da liberdade é, para eles, um mal necessário, um obstáculo a transpôr rumo aos “amanhãs totalitários que cantam”.

Daniel Oliveira disse ontem, em um programinha da televisão do Chico dos Porsches, que “Elon Musk é a pessoa mais perigosa do mundo”   porque defende a liberdade de expressão no Brasil. Podíamos atar todos os comissários do Totalitarismo de Veludo e enviá-los para o Brasil, para junto do Lula da Silva. Seria um alívio para os portugueses.

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