O satanismo, os globalistas do Grupo dos Trezentos (os judeus Rothschild, Rockefeller, Jeffrey Epstein, entre muitos outros), o Grupo de Bilderberg, e a pedofilia institucionalizada

Desde Sócrates, o ateniense, que sabemos que ninguém faz o mal pelo mal: as pessoas querem sempre um qualquer bem, nem que seja o seu bem exclusivo e egoísta. Mas uma escolha desviante não é o “bem devido”: o bem devido é o que respeita a “regra de ouro”: não faças aos outros o que não queres que te façam.

O problema do Mal, na cultura, é o de que o Mal é, na maior parte das vezes, feito aos outros por alguém que sofreu previamente, na pele e na sua experiência, o mesmo tipo de Mal. E este problema é de tal forma profundo que até a epigenética confirma a sua complexidade: por exemplo, um neto ou bisneto biológico de um pedófilo pode tornar-se pedófilo, quando atinja a sua adultez, sem que tenha sido abusado sexualmente enquanto criança.

Jesus Cristo compreendeu muito bem o problema do Mal, neste caso concreto, o Mal da pedofilia:

«E tomando um menino, colocou-o no meio deles, abraçou-o e disse aos seus discípulos: “Quem receber um destes meninos em meu nome, é a mim que recebe; e quem me receber, não me recebe a mim mas Àquele que me enviou” ». (S. Marcos, 9, 36 – 37)

« Disse, depois, aos discípulos: “ É inevitável que haja escândalos, mas ai daquele que os causa! Melhor seria para ele que lhe atassem ao pescoço uma pedra de moinho e o lançassem ao mar, do que escandalizar um só destes pequeninos.” » — (S. Lucas, 17, 1 – 2).

Carlo Cipolla, através d’ “As Leis Fundamentais da Estupidez Humana”, escreveu que “a probabilidade de uma pessoa ser estúpida é independente de qualquer outra característica dessa pessoa” (um estúpido pode ser um eminente professor catedrático, por exemplo); e por outro lado escreveu que os estúpidos ocupam uma percentagem média da população que é aproximadamente constante em todas as sociedades (cerca de 2% do total).

É neste sentido, desta percentagem constante, que Jesus Cristo disse que “é inevitável que haja escândalos”; por entre a liberdade humana que Jesus Cristo defendeu, afirmou Ele também um certo determinismo (isto foi estudado por Durkheim em relação ao fenómeno social do suicídio: “é inevitável que haja escândalos”).

O determinismo aplica-se à condição humana, mas não à vontade do ser humano enquanto indivíduo. O livre-arbítrio pode contrariar o determinismo inerente à condição humana.

As elites sempre foram maioritária- e moralmente corruptas. Sempre. Quando falo em elites, incluo tudo aquilo que os ingleses referem como sendo a “ruling class”. O Poder corrompe.

“O poder tende a corromper, e o poder absoluto corrompe absolutamente, de modo que os grandes homens são quase sempre homens maus.”

→ Lord John Dalberg-Acton

Há dias soube que, por exemplo, o general Patton, herói da II Guerra Mundial, andou muitos anos, e já entrado na idade, a f*der uma sua (dele) sobrinha — ignorando que existem dois escolhos da realidade que são intransponíveis: a diferença entre os sexos e a diferença entre gerações. O general Patton acresceu-lhe a displicência em relação a um escolho primordial: o incesto.


É absolutamente necessário que a sociedade alimente e promova a existência de um escol que fiscalize e controle as elites (ruling class).

Mais vídeos acerca da Anneke Lucas:

https://www.youtube.com/watch?v=H8sTdGdSQ2k

https://www.youtube.com/watch?v=jgE0qdMYJXc

https://www.youtube.com/watch?v=Nw6uJYNcf9Y

https://www.youtube.com/watch?v=-HrYmcXqviw

A Direita "Woke"

Existe a Esquerda “Woke” importada essencialmente dos Estados Unidos — que substituiu o marxismo clássico pelo Pós-modernismo resultante da “decepção marxista” francesa (Michel Foucault, Jean Baudrillard, Jean François Lyotard, Jacques Derrida, Richard Rorty, Douglas Kellner, etc.).

Esta esquerda “Woke” é responsável nomeadamente pela Ideologia de Género, pelo relativismo absolutista, pelo ressurgimento da Teoria Crítica e da tolerância repressiva de Marcuse.

Agora temos a Direita “Woke”, também importada dos Estados Unidos, que segue a mundividência de Donald Trump e dos seus apaniguados, que defende, nomeadamente, a ideia de que Putin é uma vítima da União Europeia e que a invasão da Ucrânia pela Rússia é legítima.

Em Portugal, alguns desses adeptos da Direita “”Woke””, que acham Putin como a última bolacha do pacote (“em nome da paz e do fim da violência”), estão no partido CHEGA, como por exemplo o deputado Bruno Nunes.

A Esquerda portuguesa e os me®dia globalistas foram, mais uma vez, derrotados.

A Miss Universo (Victoria Kjaer) é branca, elegante, com cromossomas XX, loura e de olhos azuis.

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Não se deve misturar ciência e ética

1/ O Ludwig Krippahl escreve aqui um texto em que defende a ideia segundo a qual o progresso é uma lei da natureza. Escreve (ele):

“Como é mais difícil testar hipóteses acerca de valores do que acerca de factos, a ética parece avançar menos que a ciência mas, ainda assim, tem dado bons resultados.

Houve muito progresso em questões acerca de escravatura, igualdade de direitos, legitimidade dos governos, processos judiciais e outros. É uma abordagem claramente melhor do que autos de fé, ditaduras caprichosas ou tapar a cara às mulheres só porque é costume.”

Bastaria uma geração de bárbaros actuais para botar o “progresso” do Ludwig Krippahl  pela retrete abaixo.

2/ Ademais, o Ludwig Krippahl considera o “mito” como uma espécie de “mentira”, ou Teoria da Conspiração. Porém, em filosofia, o mito é uma narrativa didáctica que exprime uma concepção ou uma ideia abstracta (por exemplo, o mito de Prometeu, na obra de Platão, é sobre a origem da civilização e sobre a condição humana). Neste caso, mito pode ser sinónimo de metáfora.

Por outras palavras: o mito é uma formação noológica, quer seja principalmente imaginária e simbólica, quer seja principalmente ideológico-abstracta, que, embora podendo ser uma construção do espírito, adquire valor de realidade e/ou verdade.

A definição de “mito” comporta várias componentes e o mito pode tomar diversas formas, desde o relato fabuloso, à ideia-força da ideologia política. Ademais, o mito não pode entrar pura e simplesmente na alternativa verdadeiro / falso. Apesar de imaginário ou ideal, o mito não pode ser reduzido à ilusão, ao erro, à mentira.

3/ Para o Ludwig Krippahl, o filósofo é avesso às matemáticas, por exemplo:

«A marca “filosofia” tornou-se propriedade das humanidades, a quem desagrada a experimentação, a matemática, a estatística e a análise de dados. Com isto ficou mais permeável a tretas como religião, floreados, demagogias pós-modernas e afins.»

Por isso é que um dos grandes professores universitários de matemática em Oxford é filosofo e católico confesso (John Lennox). Poderia dar aqui dezenas de exemplos de cientistas de nomeada que não tratam a religião como “tretas” — mas não vale a pena: o Ludwig Krippahl é duro de ouvido. Há pessoas que não gostam de música (por exemplo, Freud era duro de ouvido) porque são duros de ouvido; não têm culpa disso.

4/ O Ludwig Krippahl confunde “técnicos”, por um lado, e “cientistas”, por outro lado:

«E a ciência, para a maioria dos seus praticantes, relegou para segundo plano a compreensão da realidade e tornou-se numa linha de montagem onde cada um só conhece a sua tarefa, maximiza a “produtividade” e é avaliado por coisas como indicadores bibliométricos de desempenho.»

Em ciência, existem os trabalhadores e os pensadores.

Para os trabalhadores (os técnicos) existem “livros de receitas”: até mesmo um físico medíocre, por exemplo, pode fazer um trabalho de primeira qualidade no laboratório, aplicando fórmulas sem ter em consideração toda a problemática científica e filosófica do seu campo de trabalho.

No manual de Metodologia das Ciências da Natureza de Herbert Pietschmann, distingue-se entre o físico trabalhador, por um lado, e o físico pensador, por outro lado:

“Os físicos trabalhadores que aplicam os métodos da física não têm quaisquer dificuldades em mecânica quântica. Porém, acontece frequentemente que nem sequer têm consciência das suas consequências de longo alcance para a questão da reprodução de uma ‘realidade’. Os conflitos só surgem na tentativa de interpretação da forma como o método utilizado, sem qualquer problema na prática, descreve uma ‘realidade’.”

Gribbin escreveu [John Gribbin (1984) “In Search of Schrödinger’s Cat: Quantum Physics And Reality”]: “

(…) é precisamente por causa do grande êxito da equação de Schrödinger, como instrumento prático, que muitas pessoas foram impedidas de reflectir [filosoficamente] profundamente sobre a forma e a razão do funcionamento desde instrumento”.

5/ Voltando ao “progresso” [da ética], segundo o Ludwig Krippahl. Escreve (ele):

«Entender a filosofia como a procura racional por respostas, e a ética e a ciência como filosofia aplicada a questões acerca de como saber e agir, não só dá uma ideia mais completa do que é procurar a sabedoria como ajuda a resistir a muitos disparates.

Entre outros, a tese de que a ciência pode substituir a ética; que afirmações acerca da realidade ficam imunes à crítica científica se as rotularmos de filosóficas, metafísicas ou teológicas; que há diferentes níveis de realidade estudados pela fé, ciências ocultas, medicinas alternativas e outras confusões. Não é defesa garantida porque temos sempre de decidir sob incerteza. Mas, perante qualquer alegação acerca do que é ou deve ser, podemos sempre questionar se foi obtida por essa via racional.»

Num artigo que escrevi há anos, destruo completamente a argumentação do Ludwig Krippahl:

« A ética e a moral não podem ser definidas ou determinadas pela ciência.

A ideia de responsabilidade moral reside na experiência subjectiva, enquanto que a ciência só concebe acções determinadas pelas leis da natureza, e não concebe autonomia, nem sujeito, nem consciência e nem responsabilidade. A noção de “responsabilidade” é não-científica. A ética e a moral pertencem ao domínio da metafísica que se caracteriza pela falta de “bases objectivas” — aqui entendidas no sentido naturalista [naturalismo ≡ cientificismo metodológico].

Para tentar contornar esta realidade objectiva e insofismável que consiste no facto de a ciência não poder determinar a ética, a ciência transformou-se, ela própria, em uma forma de metafísica pura, para assim poder obter a legitimidade para opinar sobre a ética e sobre a moral. É assim que surgem as “teorias científicas” não refutáveis na sua essência, como por exemplo, a teoria do Multiverso, ou as teorias evolucionistas em geral [por exemplo, a teoria do epifenomenalismo de Thomas Huxley, que ainda hoje subsiste entre os darwinistas, evolucionistas e naturalistas].

Entrando pela metafísica adentro, a ciência — feita por cientistas que são, eles próprios, sujeitos — pretendeu redefinir a ética e a moral segundo princípios deterministas que “varriam” o sujeito, e estabelecendo apenas determinações, leis e estruturas [estruturalismo]. Neste sentido, a ciência pretende ser uma espécie de nova religião [imanente e política], cuja classe dos novos sacerdotes é composta principalmente pela classe dos cientistas. »

Ler o resto do artigo.

O Islamismo é alheio à civilização e cultura portuguesas

Queremos que Portugal volte a ser um país onde as mulheres possam andar nas ruas das nossas cidades, depois do pôr-do-sol, sem serem acossadas por grupos de homens oriundos de culturas islâmicas, e correndo mesmo o risco de serem sexualmente violadas.

Estamos a importar massivamente homens em idade militar, de culturas islâmicas, e desprovidos de “civilização” digna desse nome.

A Comunicação Social portuguesa — vulgo “me®dia” — esconde (criminosamente) as estatísticas: é aquilo a que chamamos de “sub-informação”. Porém, na Europa, a informação é muito mais livre do que em Portugal:

Poderia mencionar aqui dezenas de artigos da imprensa livre europeia, de que Portugal não faz parte. A imprensa portuguesa nega a verdade do que se passa na Europa. A imprensa portuguesa é criminosa.

Queremos voltar a uma época civilizada que já tivemos: a uma sociedade em que a inteligência não era exclusivamente reservada às actividades profissionais. Essa reserva exclusiva da inteligência para o utilitarismo destrói a civilização — que é produto de actividades deliberadas — e degrada a cultura — que resulta de actuações involuntárias.

Se a civilização é o propósito do intelecto, e a cultura é a expressão da alma — a importação de cerca de 1,5 milhões de imigrantes (mais de 10% da população total portuguesa) veio baixar o nível intelectual do país (que caracteriza a civilização), e degradar profundamente a alma colectiva e a cultura antropológica da nação.

A imigração islâmica é incompatível com a alma portuguesa, que é de raiz cristã.

A civilização — propriamente dita — é o pão da pousada de Emaús (Lucas, 24:13-32); a cultura (cristã) é o inimitável gesto que o parte.

Polícia bom é polícia morto

O Ludwig Krippahl escreveu o seguinte:

“A lei obriga a obedecer à autoridade da polícia e proíbe a polícia de disparar sobre pessoas desarmadas.”

(…)

“A defesa [do agente da polícia] só é legítima se for proporcional, não se pode matar a tiro uma pessoa desarmada…”.


O Código Penal, no seu Art.º 40 § 3, diz o seguinte:

“A medida de segurança só pode ser aplicada se for proporcionada à gravidade do facto e à perigosidade do agente” [meliante].

Vem daqui o tal “princípio da proporcionalidade” invocado pelo Ludwig Krippahl.

Só que o Ludwig Krippahl não sabe interpretar a lei (se calhar, nem a conhece): a agressão a um polícia, mesmo que só através de murros na tola, depois de uma perseguição automóvel e destruição de propriedade privada de outrem, revela em si mesma a “gravidade do facto e à perigosidade do agente”.

O Odair tinha cerca de 1,90 de altura, e uma compleição física assustadora; mas o Ludwig Krippahl pensa que o Odair tinha o direito de arrebentar o focinho ao polícia e ficar sem resposta — em nome da “proporcionalidade”.


O que o Ludwig Krippahl quer dizer é o seguinte:

Se um meliante utilizar os punhos para reduzir a cabeça do polícia a um molho de brócolos, o polícia tem que levar porrada e não reagir — porque 1/ o pretinho tem sempre razão, e porque 2/ se o polícia utilizar a arma em legítima defesa para não ficar com a cabeça num 8, não é “proporcional”.

Em suma, segundo Ludwig Krippahl, nestes casos, o polícia deveria deixar o Odair enfardá-lo no focinho e ficar quietinho — para ser “proporcional”.

Só falta ao Ludwig Krippahl dizer que “polícia bom é polícia morto”. É caso para dizer: “quem te manda a ti, sapateiro, tocar tão mal rabecão”. Ó Krippahl!: mais valia estares calado.