A estaurofobia anticatólica doentia da maçonaria

O professor Alberto Bárcena, especialista crítico na área da maçonaria, dá uma entrevista (ver vídeo, em baixo) que ainda não foi censurada pelo YouTube.

Da entrevista, ressalto duas ideias do professor Alberto Bárcena :

1/ quando o Estado espanhol transferiu os restos mortais do Gen. Franco, do Vale dos Caídos para uma campa rasa no cemitério de Mingorrubio em Madrid (2017) — a Maçonaria realizou um Ritual de Castigo maçónico, em que estiveram presentes 9 maçons ligados ao corrupto Partido Socialista espanhol de Pedro Sánchez . Para tal efeito, a Maçonaria aproveitou a exumação do corpo, mas não conseguiu abrir o caixão porque uma das netas de Franco não autorizou a abertura.

2/ Ademais, a maçonaria luta agora pelo derrube da maior cruz do mundo — a que está no Vale dos Caídos: a estaurofobia maçónica não conhece limites.

Cito a seguinte frase: se alguém achar, em determinado momento, que algo é impossível de acontecer e depois venha a acontecer — é porque a maçonaria esteve por detrás do acontecimento.

A Esquerda nutre um ódio existencial e de estimação em relação aos portugueses

Os Portugueses começam a ser estrangeiros no seu próprio país:

  • Quando há rusgas policiais nos bairros dos brancos (portugueses), no pasa nada!
  • Quando há rusgas policiais nos bairros dos pretinhos (coitadinhos!),  no pasarán!

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O Estado do Luís Monta-o-negro recusa pagar a minha reforma

Pedi a minha reforma há cerca de 1 ano e o Estado recusou pagar-me a reforma devido a uma alegada dívida minha à Segurança Social do ano de 1993, no valor de 50 Euros.

Informei a Segurança Social — por 4 vezes! — de que eu não reconhecia essa dívida de 50 Euros, de 1993, como sendo válida; e mesmo que fosse válida, a dívida está prescrita.

O Estado do Luís Monta-o-negro não deu qualquer resposta à minha reclamação, por um lado, e por outro lado recusou o pagamento da reforma a que eu tenho direito.

O que é sobremaneira desagradável, no Estado do Luís Monta-o-negro, é o silêncio: o silêncio é utilizado como arma de arremesso contra o cidadão português autóctone que reclama. Já lá vai um ano.

Se eu fosse imigrante ilegal, já tinha o meu problema resolvido.

O paradoxo da tolerância, de Karl Popper

O paradoxo da tolerância, de Karl Popper — exposto aqui pela professora Helena Serrão — pode ser interpretado ipsis verbis como o princípio da “tolerância repressiva” do marxista Marcuse e da Escola de Frankfurt: tudo o que vem da Esquerda deve ser tolerado, e tudo o que vem da Direita não deve ser tolerado.

Por isso é que o paradoxo da tolerância de Karl Popper é extremamente perigoso, e está na génese do Wokismo actual e dos puritanos actuais.

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A tolerância é um princípio da razão que assenta sobre a ideia do exame livre tendo em vista a procura da verdade.

O que acontece é que o exame livre (da realidade) tendo em vista a procura da verdade está a ser colocado em causa por uma elite, e em nome da “tolerância” — muitas vezes, os que reivindicam para si mesmos o epíteto de “tolerantes” são os que proíbem ou inibem a procura racional da verdade: são os novos puritanos.

A repressão política arbitrária em nome da “tolerância” é extremamente perigosa, e liga Karl Popper à Escola de Frankfurt e/ou a George Soros.

Isto deveria ser ensinado na disciplina de filosofia.

Se não existisse, o Henrique Pereira dos Santos teria que ser inventado

Montesquieu escreveu que “se Deus não existisse, teria que ser inventado”; só Deus sabe por que razão o Montesquieu escreveu aquilo. Porém, há pessoas que, se não existissem, teriam que ser inventadas — como, por exemplo, a Lili Caneças, ou o Henrique Pereira dos Santos — porque nos animam a alma com truísmos histriónicos.

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O Henrique Pereira dos Santos, que se diz da Não-Esquerda, desata a defender a descolonização soarista de uma forma ilógica — porque a única forma de defender logicamente a descolonização soarista é adoptando princípios de valorização marxista.

O que [André Ventura] disse é duplamente injusto porque está a aplicar a um tempo passado pontos de vista do presente (nisso se aproximando da lógica woke) e a concentrar em Mário Soares aquilo que foi uma opção colectiva: a de sacrificar a liberdade de guineenses, angolanos e moçambicanos à defesa da liberdade de portugueses.”

Em primeiro lugar, é impossível sacrificar a liberdade (básica) de outrem para obtermos a nossa liberdade (básica): uma liberdade obtida por intermédio da opressão de outrem, está condenada ao fracasso.

Hannah Arendt (“A Crise da Cultura”) demonstrou como, sem uma vida pública politicamente garantida, a liberdade, sob qualquer forma que a perspectivemos, não pode ter qualquer realidade mundana. Sacrificar a liberdade de outrem para, por esse facto, sermos nós livres, é uma contradição em termos.

Ora, a ideia (do Henrique Pereira dos Santos) segundo a qual os portugueses conscientemente escolheram sacrificar a liberdade de outros povos para poderem ser livres, só pode vir de uma mente formatada com os valores da Lili Caneças. É deste tipo de mentalidade histriónica que é feita a “Direitinha” fofinha: não me admiraria que o Henrique Pereira dos Santos criticasse a celebração, no parlamento, do 25 de Novembro.

Ademais, o pensamento do Henrique Pereira dos Santos está (¿inconscientemente?) imbuído de princípios rosseaunianos (que caracterizaram a Esquerda): aquilo a que ele chama de “opção colectiva” do povo português — que é diferente de “vontade da maioria” — é uma tradução, para a linguagem comum, da “vontade geral” de Rousseau. Rousseau baseou-se na filosofia política de Hobbes que considerou a sociedade civil com uma “pessoa” — com tudo o que isso implica: personalidade, carácter, vontade, etc. E a vontade dessa pessoa colectiva (segundo Rousseau) é o resultante da soma das diferenças existentes entre os cidadãos.

«Se quando o povo, bem informado, toma deliberações, os cidadãos não comunicam entre si, a soma das pequenas diferenças daria sempre a “vontade geral” e a decisão seria boa.»

— “Contrato Social”, Livro III, cap. I

Rousseau parte do princípio de que, em um povo bem informado, os cidadãos não comunicam entre si (!).

Acrescenta, Rousseau:

“Isto [a obediência à “vontade geral”] significa nada menos do que obrigá-lo [ao cidadão] a ser livre”.

Foi o que, mutatis mutandis, aconteceu em Portugal: o povo português foi obrigado a ser livre através da “vontade colectiva” de que nos fala o Henrique Pereira dos Santos. E, para que o povo português fosse obrigado a ser livre, teve que se sacrificar a liberdade de outros povos mediante a imposição política de uma “vontade colectiva” que nada mais é do que um eufemismo de “Vontade Geral“.

Se isto é liberdade, “vou ali e venho já”.

Finalmente, o Henrique Pereira dos Santos diz que a interpretação, com lentes actuais, do que se passou há 40 anos, é uma expressão da falácia de Parménides. Esta posição é, em si mesma, uma falácia — porque quatro décadas não são séculos.
A esmagadora maioria das pessoas vive mais do que 40 anos.

Mário Machado preso por três anos por causa de uma piada no Twitter

É necessário saber o nome da juíza que condenou Mário Machado a 3 anos de prisão por este ter exercido o seu direito à liberdade de expressão — neste caso de uma simples expressão irónica.

Essa juíza tem que ser “marcada”.

O que se está a passar em Portugal é uma tentativa de copiar o absurdo brasileiro que judicializou a política de tal maneira que a liberdade de expressão se encontra seriamente comprometida. Por isso é que essa juíza tem que ser afastada compulsivamente. Vá para casa lavar a loiça.

Queremos juízes imbuídos de senso-comum, que saibam distinguir uma opinião irónica — que foi por toda a gente, no Twitter, entendida ironicamente —, por um lado, de um apelo à violência, por outro lado. Se a juíza em causa não sabe (ou não quer saber) fazer essa distinção, terá que ser afastada do sistema judicial. Nem que a vaca tussa!

“Como assim?” é um brasileirismo

Ao contrário do que diz o senhor Pedro Mateus, no sítio do Ciberdúvidas da Língua Portuguesa, a interjeição interrogativa ¿Como assim? é um brasileirismo, e por isso não é uma expressão alfacinha, e nem é português propriamente correCto.

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Um dia destes, o senhor Pedro Mateus irá dizer que a interjeição brasileira “Oi?” é portuguesíssima.

E como o senhor Pedro Mateus é “licenciado em Línguas e Literaturas Modernas, Estudos Portugueses e Franceses, pela Faculdade de Letras da Universidade Clássica de Lisboa; mestrado em Literaturas Românicas, na área de especialização Literatura Portuguesa Moderna e Contemporânea pela mesma Faculdade”qualquer merda que lhe saia pela boca fora, é ouro.

Em português correcto, por exemplo:

A ― Perdi o comboio.
B ― ¿E porquê? Ou: ¿o que se passou?

A expressão “como assim?” reflecte uma mente preguiçosa — porque indaga sempre da mesma forma qualquer ou toda afirmação que lhe é colocada. É uma forma preguiçosa (e brasileira) de perguntar.
“Como assim?” é pau para toda a colher.

Por exemplo:

A — O senhor Pedro Mateus tem um alvará de inteligência.

Em brasileiro: “como assim?”

Em português: “¿o que é isso?” Ou então: ¿porquê? Ou ainda: “¿por que dizes isso?”

Ontem ouvi a deputada do CHEGA, Rita Matias, a utilizar o brasileirismo “Como assim?”. Um dia destes iremos ouvir-lhe a interjeição “Oi?”