


Temos aqui um texto publicado pela professora Helena Serrão que pretende demonstrar que quando uma vitrola toca música, essa música é de autoria da própria vitrola.
Olhamos para a vitrola a tocar música, e pensamos:
“É a vitrola que produz a música; não há razão nenhuma para que pensemos que a criação da música possa ser produzida de outra forma senão pela vitrola”.
Ou seja, segundo o referido texto, o ser humano não é mais do que o seu cadáver.
Porém, pelo menos desde Kant que sabemos que sem a autoconsciência de que a consciência se pensa, não é possível qualquer conteúdo dessa consciência.
Vivemos hoje num mundo em que é legítimo dar, a uma pessoa estúpida, uma resposta estúpida a uma pergunta estúpida — porque o pensamento e as crenças não coincidem.


Chateia-me que alguém publique um texto num blogue, e não o comente — como quem diz: “não confirmo, nem desminto”; “com um vestido preto, não me comprometo!”, como dizia a saudosa Ivone Silva.
Não há dúvidas (absolutamente nenhumas!) de que Hitler era socialista — embora não fosse marxista.
Quem estudou a História do século XIX sabe que o marxismo é um forma tardia de socialismo: o socialismo francês do século XIX teve várias tendências — por exemplo, com Jean Jaurés, ou com Proudhon, ou Saint-Simon — e uma delas foi a de Fourier ou também a de Cabet.
Adolfo Hitler foi, stricto sensu, um revolucionário (ver “mente revolucionária”); ficou célebre a fase dele, proferida num comício: “Alles muss Anderes sein !” (Tudo tem que ser diferente!). Neste aspecto, Hitler não se distingue de Lenine, por exemplo: pretendiam ambos a alteração do fundamento da Natureza Humana, que é imutável.
Todo o revolucionário pretende mudar a Natureza Humana, num sentido ou noutro. Afirmar que “Hitler foi um conservador”, é um absurdo!
Nesta outra posta, o escriba escreveu acerca de Donald Trump:
“Politicamente é um conservador nacionalista; economicamente um proteccionista; Não respeita a Ordem Internacional Liberal, nem tem consideração pela globalização, defendendo abertamente políticas expansionistas (quasi imperialistas) que desrespeitam a soberania e as fronteiras de outros países;” — e as asneiras continuam prolixamente.
Victor Davis Hanson explica aqui a motivação de Trump: “Trump and ‘The Art’ of the ‘Troll’”. Donald Trump é um troller. A ideia de que “Donald Trump pretende engordar o Estado”, só pode vir de uma mente liberal.
Um liberal é pior do que um comunista: pelo menos, este último não engana ninguém.
No próximo dia 25 de Janeiro, acontecerá um alinhamento planetário (em relação à Terra) raro de Mercúrio, Vénus, Marte, Júpiter, Saturno, Urano e Neptuno, visível depois do pôr-do-sol. A próxima vez que estes oito planetas (incluindo a Terra) apresentarão um alinhamento deste tipo (de 180 graus) será no dia 6 de Maio de 2492, aproximadamente daqui a cerca de 450 anos.
No mesmo dia 25 de Janeiro, terá lugar o início de uma Algol Mínima — que durará até ao dia 28 de Janeiro.
Tenho a certeza que todas as crianças que nascerem na Europa, no dia 25 de Janeiro de 2025, serão monitorizadas pelas tropas herodianas maçónicas que controlam o mundo: “Há que seguir a tradição de Herodes e continuar a matança de inocentes”.

«O PS de hoje tem muito pouco a ver com aquele partido fundador da democracia que muitos portugueses da minha geração se habituaram a respeitar e a estimar, em campos políticos e ideológicos muito diferentes. Hoje, o PS surge principalmente como instrumento da extrema-esquerda e, em especial, do BE. Vê-se facilmente na agenda, no tom, na linguagem. É muito difícil distinguir.
No tempo do PREC, passámos semanas a fio, com o PS à frente, a gritar “É preciso respeitar a vontade popular! É preciso respeitar a vontade popular!” Hoje, quem manda no PS foge disso como o diabo da Cruz.»



Tomaram conta da máquina do Poder, e torna-se difícil passar qualquer mensagem que a máfia não controle.
O Brasil não tem um futuro auspicioso.
Do ponto de vista económico, o Brasil “entrou pelo cano”: com taxas de juros na ordem dos 12%, um défice orçamental de 10%, a moeda (o Real) na retrete com o valor mais baixo face ao US Dollar da sua história; mas, nos me®dia portugueses, ninguém fala deste assunto, porque qualquer menção da realidade da economia brasileira seria criticar o São Lula e bendizer o “malvado” Jair Bolsonaro.
Do ponto de vista da organização administrativa e política do país, o Brasil necessita de uma reforma profunda sem a qual o país está condenado a entrar paulatinamente por uma via autoritarista que inibirá a criatividade dos cidadãos em geral, e o progresso da sociedade como um todo.
O Brasil é o único país do chamado “Ocidente” em que um Supremo Tribunal de Justiça, ou um único juiz desse tribunal (por exemplo, Alexandre de Moraes), dá ordens directas de prisão a um cidadão. O Brasil é o único país do mundo em que um juiz do Supremo Tribunal de Justiça é chamado de “ministro”, quando deveria ser chamado de “magistrado”.
O Brasil confunde o magistério e o ministério.
Por exemplo, nos Estados Unidos, o Supremo Tribunal de Justiça é um órgão de consulta e de decisão em matéria legislativa. O Supremo Tribunal dos Estados Unidos não dá directamente ordem de prisão a um qualquer cidadão.

No Brasil, o Supremo Tribunal de Justiça é um órgão de acção política.
No Brasil, não existe a separação clara entre o poder judicial, por um lado, e o poder executivo e o poder legislativo, por outro lado.
O Brasil tem uma Constituição suicida.
No final do seu mandato, o presidente do Brasil Jair Bolsonaro (com o apoio do Congresso) concedeu um indulto presidencial ao ex-deputado federal Daniel Silveira.
O “ministro” do Supremo Tribunal brasileiro, Alexandre de Moraes, anulou arbitrariamente o indulto presidencial por motivos políticos. E, segundo parece, a Constituição brasileira prevê que um “ministro” do Supremo Tribunal possa anular arbitrariamente uma decisão do presidente do país.
O Brasil está f*d*do! Não vejo lura por onde saia coelho.