Marcelo Rebelo de Sousa é um caso freudiano

Marcelo Rebelo de Sousa não é de Direita; nem coisa que se pareça. Nenhum político de Direita faria uma visita privada a Fidel Castro, poucos meses antes da morte deste.

Marcelo Rebelo de Sousa é um esquerdalho que não saiu do armário; é um caso freudiano.

O povo português está a ser enganado há 50 anos, com uma pseudo-direita que nada mais é do que uma facção da Esquerda, uma quinta-coluna da desgraça.

marcelo e fidel web

O Anselmo Borges é um individuo desprezível, inqualificável, sem nome possível

O Anselmo Borges faz aqui (ver ficheiro PDF) o elogio de uma sacerdotisa anglicana lésbica que criticou directa- e pessoalmente o Donald Trump por este acabar com a política LGBTQPBBQ+ de castração dos jovens.

Ou seja, o Anselmo Borges concorda com a castração (“woke” e “transgénera”) dos jovens.

Isto, vindo de alguém que se diz “católico”, é execrável. Nem o papa Chiquinho foi tão longe no endosso da Ideologia de Género.

O Anselmo Borges está espiritualmente morto; é um cadáver espiritual. Uma besta. Não vai fazer falta nem deixar boa memória. Que se f*da. A morte dele não irá deixar lembrança. Que a terra lhe pese como chumbo!

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O Pedro Arroja não faz falta: pode ir à vidinha dele!

“Se, no prazo de uma semana, o Presidente da Direcção do CHEGA, André Ventura, não apresentar um pedido de desculpa aos militantes, na segunda-feira seguinte seguirá a minha carta de desfiliação”.

Pedro Arroja

Ontem já era tarde. Faz tanta falta como um cão na missa católica.


O Pedro Arroja parece saber muito de economia; mas, sendo assim, sabe pouco, com excepção de economia.

As “análises históricas” do Pedro Arroja são de bradar aos céus — por exemplo, quando ele critica a Igreja Católica por (alegadamente) ser “anti-capitalista”.

Os franciscanos (católicos) da Alta Idade Média foram os primeiros teóricos da riqueza.

Foram os franciscanos que em nome do justo uso e da liberdade de contratar, justificam as práticas de enriquecimento da sociedade do início do século XIV (estamos no tempo de Filipe, o Belo, em França, da sua querela política com o Papa Bonifácio, e da extinção da Ordem dos Templários).

O prémio de seguro de risco (aplicado no comércio, por exemplo, mas também nas propriedades privadas) foi “inventado” pelos frades menores franciscanos no século XIII (os “Fratelli”), e os templários utilizavam taxas de juro na suas transacções financeiras na Europa do mesmo século.

A defesa da proibição da taxa de juro era apenas uma corrente ideológica mais radical (desde Santo Ambrósio, no século V, até S. Bernardo, no século XV) da Igreja Católica, que não era unânime e nem sequer maioritária.

No século XV, os frades católicos italianos fundaram uma instituição bancária de nome Monti di Pietá, que abriu várias sucursais em cidades italianas. É desta instituição italiana Monti di Pietá que adveio o nome do Banco Montepio.

O espírito de livre comércio, do “laissez faire laissez passer”, nasceu na França católica do século XVII com Boisguilbert e com os fisiocratas.

O liberalismo económico nasceu na França profundamente católica — só mais tarde surgiu a escola escocesa de Smith e apaniguados.

O Pedro Arroja é um burro com alvará de inteligência em economia. Não faz falta.

O histriónico João Távora, ou quando o centro político é de esquerda

Escreveu o histriónico João Távora:

“Enganam-se os simpatizantes do Chega que reclamam para si o feito do discurso da imigração descontrolada estar a alcançar o espaço político do centro-esquerda. Na realidade julgo que a estratégia histriónica de André Ventura foi contraproducente. As causas políticas e as grandes reformas alcançam-se na conquista do centro político, não há outra forma.”

daniel-oliveira-be-pcp-webTalvez seja necessário que alguém explique ao João Távora o que é a Janela de Overton. Uma das grandes realizações do CHEGA foi a de reorientar a Janela de Overton, ou seja, mudar o centro político.

Ora, para o João Távora e compagnons do Corta-Fitas, o centro político só pode ser o que existia antes do CHEGA no parlamento: não pode ser outro, ou será heresia!.

Ou seja, o Corta-Fitas faz parte do problema que transforma o Partido Socialista, radical da Alexandra Leitão e Isabel Moreira, em “centro político”. Ou, como diria o Daniel Oliveira, “o Bloco de Esquerda é um partido social-democrata”; e o histriónico João Távora parece concordar.

Razão tinha o Eric Voegelin:

“Quando a episteme está destruída, as pessoas não páram de falar de política; mas agora só se expressam em forma de doxa”.

O “muro da vergonha” segundo o Pedro Arroja, ou a mentalidade cripto-comunista dos liberais de merda

“The faster the population grows, the more we see the falling of living standards, and wealth per head falling. And for the last two and an half years, seven consecutive quarters, we have seen average wealth of the individual fall as the population exploded. This isn’t working.”

Nigel Farage, acerca das fronteiras abertas à bandalheira liberal da imigração