A única forma de lidar com a comunidade cigana é utilizando força letal

Vejam o vídeo abaixo acerca da violência extrema praticada pela comunidade cigana em Ermesinde — sendo que toda a gente tem medo de os afrontar, incluindo a polícia.

A única forma útil de lidar com a ciganada é abatendo os Machos Alfa da comunidade, de uma forma praticamente discricionária e com luz verde dada por um juiz, utilizando, por exemplo, os COE (Operações Especiais) com licença para matar.

Os políticos portugueses terão que se convencer de que não há outra forma de lidar com os “Lelos”: é abatê-los quando não cumprem a lei.

Com a polícia já não vamos lá: a polícia tem medo dos ciganos. Só uma tropa especial bem treinada pode lidar eficazmente com a ciganada.

¿A comunidade católica ganha alguma coisa com a idolatrização do Chico?

A idolatrização totalitária do Chico, por parte dos me®dia (jornais, televisão, jornaleiros, comentadeiros, intelectualóides de urinol, políticos, cantores de vão-de-escada, cagões LGBTQPBBQ+, etc.), é a recompensa que a revolução esquerdopata reserva para os seus servos fiéis.

E, a contra-revolução permanente consiste em raspar recorrentemente o verniz de inteligibilidade do Mistério, com que sistematicamente tentam escondê-Lo.

A idolatrização totalitária do Chico faz parte do ideário de lavagem cerebral das massas, para transformá-las em escravos obedientes.

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O “luto” público e estatal pela morte do Chico é a medida do seu (dele) mérito subversivo, de como a ruling class mundana serviu a mentira prevalecente e o mal desenfreado em que vivemos.

Com o Bergoglio, em todos os jornais e em todas as estações de televisão, todas as formas historicamente anteriores de idolatria foram ultrapassadas de uma forma absolutamente hipertrófica — o que significa que o serviço do Chico aos senhores da sociedade e donos do mundo tem sido excelente.

O Bergoglio está a receber o seu último triunfo terreno de uma forma absolutamente totalitária e acrítica — como merece um verdadeiro servo do mundo.

Porém, só Deus sabe qual será a sua recompensa eterna pelas suas acções, ideias, decisões, comportamento e papel na vida da Igreja.

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Morreu o pior Papa desde o fim da Idade Média

Um Papa deve ser, em primeiro lugar, um teólogo; ou, pelo menos, deve ser  alguém que respeita a tradição teológica da Igreja Católica. O Bergoglio não foi nem uma coisa nem outra: foi, essencialmente, um político radical.

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Foi um papa que abraçou, sem escrúpulos e sem hesitar, a agenda política da extrema-esquerda radical.

O Bergoglio poderia perfeitamente votar no Bloco de Esquerda ou no Partido Comunista.

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Os Estados Unidos são hoje um inimigo dos países da União Europeia

Eu fui contra a entrada de Portugal no Euro (2000); assim como fui contra o chamado Acordo Multifibras que meteu a China, um país totalitário e de mão-de-obra escrava, na Organização Mundial de Comércio (OMC), destruindo a economia portuguesa de antanho.

Recordo que a construção do Euro e a entrada da China na OMC é obra da administração americana de Bill Clinton. Quem diz hoje o contrário disto, mente.

Ou seja, Donald Trump mente quando diz que “o Euro foi criado para f*der os Estados Unidos”. Foram os americanos que criaram o Euro (no seguimento da queda do muro de Berlim) e normalizaram o totalitarismo chinês com a entrada deste país na OMC.

Hoje, sou a favor do Euro e da União Europeia, porque os Estados Unidos mudaram de lado: os Estados Unidos de Donald Trump são hoje claramente a favor do regime de Putin e contra as democracias europeias.

Hoje, a Ucrânia e a Europa têm três inimigos formidáveis: a Rússia de Putin, os Estados Unidos de Donald Trump e a China.

Neste contexto, seria estúpido não defender a unidade dos países da União Europeia e o Euro. Donald Trump pretende a nossa miséria e mesmo destruição existencial.

O partido CHEGA e o apoio ideológico a Donald Trump

Eu estou seriamente a ponderar o meu voto no partido CHEGA: parece-me que André Ventura e os seus amigos mais próximos pretendem transformar o CHEGA no novo “partido do táxi”.

Por exemplo, temos aqui (em baixo) o deputado do CHEGA, Bruno Nunes (ex-CDS), a branquear a política de tarifas aduaneiras de Donald Trump — quando até os políticos americanos republicanos mais empedernidos já colocam reservas em relação a essa política trumpista.

O Bruno Nunes é mais trumpista do que os próprios senadores republicanos. Ou seja, o Bruno Nunes é um parolo.

Estas cenas da elite do CHEGA a bajular Donald Trump irão envelhecer dramaticamente.


A política de tarifas deve ser conduzida (metaforicamente) como um ataque teleguiado de um míssil de cruzeiro, e não como um ataque bruto e demolidor de uma bomba nuclear. Ora, Donald Trump comporta-se como um elefante em uma loja de porcelanas: utiliza as tarifas como uma bomba nuclear que destrói tudo à sua volta, por um lado, e por outro lado acaba por destruir o seu próprio país.

A ideia — propalada pela elite do CHEGA — segundo a qual Donald Trump é um “soberanista” (ou seja, um político que se preocupa com a afirmação da soberania dos Estados Unidos), é absolutamente falsa: nenhum regime soberanista preconiza invadir militarmente os países vizinhos, como aconteceu com a ameaça de Donald Trump em anexar territorialmente o Canadá, ocupar militarmente o canal do Panamá, e/ou invadir militarmente a Gronelândia.

Isto são factos: não estou a inventar nada.

Donald Trump não é um simples “soberanista”; Donald Trump é um proto-fascista. E não pode ser um fascista inteiro porque a Constituição dos Estados Unidos não o permite.

Seria bom que o CHEGA voltasse ao compromisso do Conservadorismo, em vez de apoiar corruptos proto-fascistas como Viktor Órban ou Donald Trump, e, lógica- e consequentemente, acaba por apoiar cripto-comunistas corruptos como Vladimir Putin.

O partido CHEGA e o apoio ideológico a Donald Trump

Eu estou seriamente a ponderar o meu voto no partido CHEGA: parece-me que André Ventura e os seus amigos mais próximos pretendem transformar o CHEGA no novo “partido do táxi”.

Por exemplo, temos aqui (em baixo) o deputado do CHEGA, Bruno Nunes (ex-CDS), a branquear a política de tarifas aduaneiras de Donald Trump — quando até os políticos americanos republicanos mais empedernidos já colocam reservas em relação a essa política trumpista.

O Bruno Nunes é mais trumpista do que os próprios senadores republicanos. Ou seja, o Bruno Nunes é um parolo.

Estas cenas da elite do CHEGA a bajular Donald Trump irão envelhecer dramaticamente.


A política de tarifas deve ser conduzida (metaforicamente) como um ataque teleguiado de um míssil de cruzeiro, e não como um ataque bruto e demolidor de uma bomba nuclear. Ora, Donald Trump comporta-se como um elefante em uma loja de porcelanas: utiliza as tarifas como uma bomba nuclear que destrói tudo à sua volta, por um lado, e por outro lado acaba por destruir o seu próprio país.

A ideia — propalada pela elite do CHEGA — segundo a qual Donald Trump é um “soberanista” (ou seja, um político que se preocupa com a afirmação da soberania dos Estados Unidos), é absolutamente falsa: nenhum regime soberanista preconiza invadir militarmente os países vizinhos, como aconteceu com a ameaça de Donald Trump em anexar territorialmente o Canadá, ocupar militarmente o canal do Panamá, e/ou invadir militarmente a Gronelândia.

Isto são factos: não estou a inventar nada.

Donald Trump não é um simples “soberanista”; Donald Trump é um proto-fascista. E não pode ser um fascista inteiro porque a Constituição dos Estados Unidos não o permite.

Seria bom que o CHEGA voltasse ao compromisso do Conservadorismo, em vez de apoiar corruptos proto-fascistas como Viktor Órban ou Donald Trump, e, lógica- e consequentemente, acaba por apoiar cripto-comunistas corruptos como Vladimir Putin.

A táctica do “Pedro Mourinho a falar por cima”

Na entrevista a André Ventura no canal NOW (ver vídeo em baixo), Pedro Mourinho inventou uma nova táctica para lidar com André Ventura: é a táctica do “Pedro Mourinho a falar por cima”, que consiste em uma lengalenga monocórdica em que o Pedro Mourinho faz as perguntas e depois interrompe as respostas do André Ventura com longos comentários da sua própria lavra.

É uma espécie de ruído de fundo permanente com que o Pedro Mourinho pretende confundir André Ventura.

Contudo, André Ventura responde a Pedro Mourinho com a táctica “Álvaro Cunhal”: sejam quais forem as perguntas de Pedro Mourinho, André Ventura responde o que quer, independentemente da pergunta.

De qualquer modo, a táctica “Pedro Mourinho a falar por cima” deveria ser seguida pelos outros canais de televisão; penso mesmo que a CMTV deveria organizar um seminário e convidar a CNN, a SICn, e a RTP3, para disseminar o novo conceito jornalístico revolucionário do “Pedro Mourinho a falar por cima”.