Alguns dados da Carta Astral do Papa Leão XIV

A hora de nascimento do Papa Leão XIV (Robert Prevost) não está disponível online — pelo menos, eu não encontrei essa informação —, o que significa que não é possível estabelecer o Ascendente e o Meio-céu, assim como não é possível estabelecer as relações entre os planetas e as casas.

Ora, este elemento (a hora de nascimento) é muito importante; e sem ele, apenas podemos dar alguma informação geral.

Não tendo a exacta hora de nascimento, optei pelas 12 horas (meio-dia) do dia de nascimento.

robert prevost leo xiv

O Papa Leo XIV terá nascido em uma conjuntura de Algol Mínima.

3 elementos de fogo, 4 elementos de terra, 2 elementos de ar, e 1 elemento de água.

Tem 1 Stellium, quatro planetas (Sol, Vénus, Marte e Lua) no signo de Virgem (o que é excepcional); tem três planetas em Leão (Plutão, Júpiter e Urano), o que é assinalável; e tem dois planetas (Neptuno e Mercúrio) em Balança — revelando, assim, uma forte tendência para a especialização em determinadas áreas. Infelizmente, e sem os dados da hora de nascimento, não podemos determinar quais são essas áreas.

É de relevar, positivamente, Júpiter em Leão, Mercúrio em Balança, e Exaltação de Plutão em Leão.

Aspectos negativos:

1/ Vénus em Virgem, decai.
2/ Urano em Leão, está em detrimento.
3/ Quadratura Júpiter / Saturno.
4/ Quadratura Urano / Neptuno.

Mesmo sem termos a hora de nascimento, podemos afirmar que, do ponto de vista astrológico, este Papa tem mais e melhores qualidades específicas para o cargo do que o papa Chico.

O conceito utilitarista de “igualdade” segundo John Stuart Mill, e o papa Chico

Escreve a professora Helena Serrão, citando o maluco John Stuart Mill:

“A associação entre iguais só pode existir baseada no entendimento de que os interesses de todos têm de ser encarados de modo igual.”

O século XIX foi terrível para o pensamento europeu. Ortega y Gasset referiu-se ao século XIX como o “século da ditadura dos físicos”.

Por exemplo, o utilitarista (Marginalismo) Carl Menger escreveu o seguinte:

“É tão útil a oração para o homem santo, como é útil o crime para o homem criminoso”.

A “inclusividade”, propalada pela Esquerda, vem na esteira do utilitarismo de John Stuart Mill, assim como foi utilitarista a “inclusividade” do defunto papa Chico. O Chico foi o primeiro papa utilitarista da História; e como bom esquerdista, viveu de joelhos perante as suas próprias (e putativas) virtudes.

A nossa civilização parece um palácio barroco ocupado por uma multidão desgrenhada — e o utilitarismo foi essencial para o desgrenhar moral das massas. É o mesmo utilitarismo que abriu as portas à actual imigração em massa dos novos desgrenhados morais.

“Civilização” é o que morre com o fim do século XVIII. O que se extingue, ao longo do século XIX, é a dignidade dos humildes. Coube ao utilitarismo o privilégio de corromper os humildes.

O utilitarismo do século XIX cilindrou os valores promotores da dignidade humana, ao mesmo tempo que transformou o conceito de “progresso” em uma lei da natureza — por exemplo, com Herbert Spencer, segundo a qual a “evolução social” consiste na diferenciação funcional individuante, ou seja, a ideia segundo a qual o “progresso” consiste na atomização do indivíduo, ao ponto de se encontrar só e isolado, face ao Estado, como aconteceu com todos os totalitarismos do século XX: para os utilitaristas, o “processo histórico” é concebido como um organismo biológico que “evolui”.

A luta, contra o papado esquerdista e apóstata, continua.

Correm rumores sobre dois nomes papáveis: Jean-Marc Noël Aveline (francês), e Matteo Zuppi (italiano).

Os dois são maus. São ambos claramente apoiados pela Esquerda europeia.

De acordo com as respectivas cartas astrais, o francês (Capricórnio) é um político puro e duro, sem grande potencialidade e vocação teológicas, por um lado, e por outro lado é uma personalidade muito complexa (à semelhança do papa Chico), ou seja, não é simples de propósitos nem minimamente previsível. Aliás, Aveline é apenas previsível no que respeita à imprevisibilidade, como era o caso do Chico.

O francês é o pior dos dois.

O italiano (Balança) é mais cerebral, mais teológico e mais espiritual — embora não deixe de ser um apaniguado do Chico. Entre os dois, venha o diabo e escolha. Mas, ainda assim, o mal menor é o Zuppi porque tem uma linha de coerência racional que o caótico Aveline (à semelhança do caótico Chico) não tem.

A luta, contra o papado esquerdista e apóstata, continua.

O primeiro-ministro Luís Mente-ao-negro mentiu descaradamente aos portugueses

O governo socialista espanhol (pressionado pela Esquerda mais radical) decidiu que, a partir de 16 de Abril passado, toda a energia produzida em Espanha seria “renovável”. E o resultado disto foi o apagão de ontem (porque Portugal importa energia eléctrica de Espanha).

Ora, foi isto que o filho-de-puta do Mente-ao-negro não disse aos portugueses.

A Europa tem vindo a empobrecer gradualmente para gáudio da Esquerda das Mortáguas: quanto pior estiver Portugal e a Europa, melhor será sempre para o ideário das Mortáguas, dos Raimundos, dos Tavares e das Thunbergs.

Carlos Moedas corre sérios riscos

Ontem foram presos (pelo menos), na via pública e em Lisboa, dois cidadãos portugueses que estariam em pleno gozo dos seus direitos constitucionais. Ou seja, o poder político incumpriu o estipulado pela Constituição no que diz respeito à liberdade de expressão e de circulação dos cidadãos portugueses.

O problema é o de que o incumprimento — por parte da classe política dominante (Esquerda) — da Constituição torna-se sistémico, usual, arbitrário.

A classe política dominante (Esquerda) desrespeita a Constituição em assomos sistémicos de actos gratuitos.

E a única forma de combater a actual arbitrariedade política que retira direitos constitucionais básicos aos cidadãos (liberdade de expressão e de circulação) é através da violência organizada. Não há outra forma.

Carlos Moedas não irá ser sempre presidente da Câmara Municipal de Lisboa. E será impossível ter sempre um polícia atrás dele.

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