Miguel Sousa Tavares envelheceu amargo

Miguel Sousa Tavares é de opinião de que os portugueses são malandros e preguiçosos (exactamente a mesma opinião que o falecido Belmiro de Azevedo — que a terra lhe pese como chumbo! — tinha dos portugueses), e que os imigrantes (ao contrário dos portugueses) são trabalhadores.

Perante o facto de Miguel Sousa Tavares me ter chamado de “malandro” e de “preguiçoso”, manifesto aqui o meu interesse de que ele vá para a grande Puta-que-o-pariu!

A opinião de Miguel Sousa Tavares acerca dos portugueses coincide exactamente com a opinião de Joana Mortágua, e com a de Belmiro de Azevedo. Les bons esprits se rencontrent…

Grande filho-de-puta!

O Partido Socialista de Isabel Moreira não volta ao Poder

Enquanto Isabel Moreira tiver preponderância no Partido Socialista, este partido não será governo em Portugal; enquanto o Partido Socialista não “empurrar” Isabel Moreira para o partido LIVRE, os socialistas não ganharão jamais o centro político e não ganharão eleições.

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isabel-moreira-85210-webNeste sentido, eu percebo a candidatura de António José Seguro à presidência da república, porque é alguém que causa incómodo à ala radical-esquerdista do Partido Socialista coordenada pela psicótica Isabel Moreira.

Os Vikings, por exemplo, não eram — nem são — “raça pura”: eram uma mistura de povos vindos do Leste (cultura Yamna, ou Yamnaia), do sul da Europa (celtas, Cultura do Vaso Campaniforme, ou “Bell Beaker culture”), e até da Ásia ocidental (mongóis), embora em percentagem muito menor.

Porém, a mescla de ADN ‘s de várias origens formam um padrão genético maioritário a que se convencionou chamar de “raça”.

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Dou outro exemplo: hoje, não é possível falar em “raça brasileira” — porque o Brasil é independente há 200 anos; mas, dentro de 200 anos, certamente que existirá um padrão de características genéticas maioritárias no Brasil que justificarão a utilização do conceito de “raça brasileira”.

É neste sentido que é legítimo falar em “raça”, ou no dia 10 de Junho como o “Dia da Raça”.

O Partido Socialista com Isabel Moreira é uma espécie de Bloco de Esquerda com mais deputados; é um partido a eliminar.

Ademais, a existência de uma determinada “raça” — no sentido supracitado — não significa que essa “raça” seja uma “raça superior às outras raças”: a Esquerda extrapola o conceito de “raça” — no sentido supracitado, de padrão genético maioritário em uma determinada sociedade, — para o sentido hitleriano de Übermensch, como é o caso da Isabel Moreira:

“Isabel Moreira, deputada do PS: “‘Raça lusitana’. Eis Luís Montenegro a dar tudo para superar o outro” – nova referência ao presidente do Chega.”

Essa extrapolação estapafúrdia de “raça lusitana” para o conceito nazi de Übermenschen (conceito nazi que, tal como Isabel Moreira, nega a Natureza Humana) — praticado por gente radical-extremista, como por exemplo a Isabel Moreira — não acontece por acaso: pretende-se alienar a cultura antropológica ocidental, de origem cristã, tentando rebaixar e mesmo diabolizar os valores culturais ocidentais, segundo a cartilha gramsciana (Gramsci).

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Hoje, a guerra cultural ocidental não é entre o capitalismo e o comunismo: é entre o comunismo e o Cristianismo.

O Partido Socialista com Isabel Moreira (e com Ascenso Simões, por exemplo) é uma espécie de Bloco de Esquerda com mais deputados; é um partido a eliminar.

O Emplastro de Lisboa tem opinião

«Sobre a fase aguda do conflito entre o Irão e Israel que ocorre por estes dias, Pedro Gomes Sanches faz uma pequena e lúcida crónica no Expresso, que acaba assim: “Sobre isto, o Presidente da República Portuguesa disse que, na ausência de posição oficial do Governo, ia dar uma “opinião pessoal“: o ataque ao Irão foi para “desviar a atenção da Palestina”. Corei de vergonha. Espero que o próximo presidente não diga estas barbaridades”.»

Corar de vergonha

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Inocência da Mata e a afirmação do Privilégio da Negritude

“A professora Inocência Mata, pós-doutorada em Estudos Pós-Coloniais, conversa com a Catarina Marques Rodrigues sobre o racismo na Faculdade de Letras e os casos em tribunal, o desprezo pela literatura africana, a visão eurocêntrica da cultura, a descolonização dos manuais escolares, o erro com os Descobrimentos e a reparação histórica.”

Inocência Mata, professora e pós-doutorada em Estudos Pós-Coloniais


Verificamos, na citação supra, a expressão típica do racismo negro, que não é apenas uma questão de afirmação da diferença de cor da pele: é sobretudo a procura persistente da legitimação do privilégio da negritude. Ou seja, ser negro deve ser considerado um privilégio (o excepcionalismo negro), pelos próprios negros e por toda a gente que não pertença à negritude.

Quando a cultura portuguesa (e/ou europeia) diferencia as obras de arte utilizando um critério de valorização do mérito, essa diferenciação é apodada de “racismo” pelos ideólogos da afirmação do privilégio da negritude (como é o caso de Inocência da Mata).

“O mundo moderno não distingue as questões de opinião, por um lado, das questões de princípio, por outro lado; e acaba por tratar ambas como questões de gosto.”

→ G. K. Chesterton (‘New Witness’, 22-08-1919)

inocencia que mata webQuando a Cultura se baseia em princípios, que são destinados a afirmar criticamente os valores da arte, os defensores do Privilégio da Negritude questionam a legitimidade desses princípios e reduzem a crítica cultural a uma questão de “gosto”.

E quando o “gosto” não coincide com o preconizado pelos legionários do Privilégio da Negritude, então segue-se que a ilação retirada é a de que se trata de “racismo”. Há dois tipos de “gostos”: o “gosto racista”, e/ou o “gosto” que se coaduna com a afirmação do Privilégio da Negritude. Não há terceiro excluído.

Todos os conceitos exarados no trecho — “desprezo pela literatura africana”, “visão eurocêntrica da cultura”, “descolonização dos manuais escolares”, “erro dos Descobrimentos”, “reparação histórica [de Portugal]” — decorrem de um preconceito ideológico subjacente ao Privilégio da Negritude, chegando-se ao ponto de se considerar como um “erro” a aventura dos Descobrimentos, mesmo sabendo-se que, sem os Descobrimentos, não existiria actualmente a “literatura africana” que é uma das condições da afirmação do Privilégio da Negritude.

Por exemplo, Luís de Camões escreveu os Lusíadas em dez Cantos, compostos por Estâncias (num total de 1102), que, por sua vez, são formadas por Oitavas com versos decassilábicos.

Porém, nunca ninguém, no seu juízo pleno, se lembrou de dizer que Camões escreveu sob “uma visão heleno-cêntrica da cultura”. Camões limitou-se a adoptar determinados princípios que regem a arte poética, princípios esses aplicados no Renascimento e provenientes da cultura da antiga Grécia.

Se Inocência da Mata vivesse no tempo de Camões, diria que os Lusíadas seriam um caso de “colonização grega da cultura portuguesa”.

A “descolonização dos manuais escolares” significa “doutrinação das crianças portuguesas” na ideologia do Privilégio da Negritude — ou seja, a recusa e negação do mérito na área da crítica literária, em nome da afirmação da veemência discursiva como única forma de expressão da Verdade. Como escreveu Theodore Dalrymple: “Num mundo em que impera o princípio da auto-expressão, a veemência no discurso é o único critério da Verdade”.

Inocência da Mata pretende afirmar a superioridade ontológica do Negro através do Privilégio da Negritude, independentemente de qualquer critério racional que justifique essa superioridade. Trata-se de uma espécie de “nazismo invertido”.

Trata-se da pior forma de racismo, porque é dissimulada, altamente destrutiva e decorre de uma auto-vitimização que condena a Europa a uma pena perpétua ajuizada apenas por uma parte mais controversa da História.

E, através desta “pena perpétua” lançada nomeadamente sobre o povo português, o Privilégio da Negritude vai-se afirmando paulatinamente na cultura vitimista e pusilânime das actuais “elites” políticas portuguesas.

O idiota Marcelo, a psicótica Lídia Jorge, e o niilismo romântico

Os discursos do idiota Marcelo e da psicótica Lídia Jorge nas cerimónias oficiais do dia 10 de Junho recente, revelam a grande clivagem entre as pseudo-elites — que não pertencem a um escol —, por um lado, e o povo português, por outro lado. Esta clivagem é irreconciliável, é irredimível, e pode ter, num futuro que pode não ser longínquo, consequências terríveis para o país.

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As elites políticas portuguesas convidam o povo português a abraçar o suicídio — seja o suicídio individual (através da evolução permanente e revolucionária do conceito de “eutanásia”, que conduzirá inexoravelmente à valorização moral do suicídio assistido a pedido do utente sem doença terminal), seja o suicídio colectivo (através da aceitação resignada da auto-extinção étnica).

É o radicalismo da elite política actual que justifica os grupos políticos como, por exemplo, o grupo chamado de “1143”, e outros quejandos românticos.

É a própria elite política portuguesa que está, deliberadamente, a provocar e incentivar a violência política.

Os discursos dos dois idiotas supracitados é prenhe de contradições. Por exemplo, por um lado dizem que o povo português não constitui, em si mesmo, uma etnia; mas, por outro lado, dizem que que “a auto-preservação étnica [portuguesa] não é moralmente aceitável”. Estamos a lidar com dois chapados idiotas que, em conjunto com um Imbecil Colectivo, controlam politicamente este país.

É o radicalismo da elite política actual que justifica os grupos políticos como, por exemplo, o grupo chamado de “1143”, e outros quejandos românticos. É a própria elite política portuguesa que está, deliberadamente, a provocar e incentivar a violência política. Isto não vai dar bom resultado.

Há um conjunto de razões que explicam este niilismo romântico das elites políticas.

Uma delas, e não é a menos importante, é a ideologia subjacente à maçonaria actual que controla o acesso dos indivíduos ao grupo da alta elite política. O niilismo romântico é parte integrante da essência ideológica maçónica. O idiota Marcelo não chegaria a presidente, nem a psicótica Lídia Jorge discursaria num 10 de Junho, sem a anuência explícita da maçonaria (pelo menos, a maçonaria “não-regular” e jacobina). Por exemplo, Luís Montenegro nunca chegaria a primeiro-ministro sem o crivo da maçonaria.

Outra razão é o alastramento dos ventos radioactivos do marxismo, que se espalham mesmo depois de comprovada a incongruência da ideologia que lhes deu origem. Estes ventos dos resquícios ideológicos do marxismo assumem diversas formas: no caso do idiota Marcelo, que se diz católico, é a Nova Teologia, por um lado, e a Teologia da Libertação, por outro lado, que, através das deliberações do Concílio do Vaticano II, introduziam o niilismo romântico no seio mais profundo da Igreja Católica.

O problema intrínseco do idiota Marcelo agrava-se com a senilidade, que é evidente. O homem está senil.

No caso da psicótica Lídia Jorge, estamos em presença de um caso típico de delírio interpretativo que se manifesta abundantemente mediante uma “poesia” de desconstrução pós-modernista (influência de Derrida) e de muito mau gosto. O pior da ambiguidade “poética” que vemos em Lídia Jorge é a subversão e a inversão (por via da absoluta subjectividade interpretativa) não só da racionalidade, mas principalmente dos valores. Por exemplo, podemos ver num poema da dita cuja, que alegadamente exalta a tolerância, um convite à permissividade. Ou podemos ver num poema de exaltação da vida, uma ode à morte.

Lídia Jorge é doente mental. E com o avançar da idade, a situação dela irá piorar.

Quando os românticos se confrontam com a impossibilidade da utopia, então adoptam o niilismo, ou seja, adoptam a destruição da Realidade. O mote do romântico é: “se não é possível a utopia, então teremos que destruir tudo o que existe!” Ou, como gritou Adolfo Hitler: “Alles Muss Anders Sein!” — como bom esquerdista, Hitler foi sem dúvida um utopista.

Através da destruição da realidade existente (porque a utopia é impossível), o romântico utopista identifica-se com o puro Mal — como por exemplo, Byron (o rebelde aristocrático que, como escreveu Bertrand Russell, “o amor do Poder é a origem profunda do seu descontentamento, mas no seu pensamento consciente há a crítica ao governo do mundo” e que “conserva algum satanismo”.

O romantismo é eminentemente satânico. É puro Mal.

Nietzsche foi outro caso de um romântico doente mental e satânico. Sobre Nietzsche, escreve Bertrand Russell: “Embora [Nietzsche] criticasse os românticos, a sua mundividência deve-lhes muito: é o anarquismo aristocrático, como o de Byron, a quem não nos surpreende que ele admire”.

Este anarquismo dito “aristocrático”, ou esta rebeldia “aristocrática”, essencialmente proveniente de um romantismo niilista desiludido com a utopia irrealizável, prevalece nas elite política romântica portuguesa que se divorciou (por iniciativa própria) radicalmente do povo.

Temos hoje, pela primeira vez na História de Portugal, uma classe política dirigente portuguesa que se coloca clara- e explicitamente contra a existência do povo português.

O jogo de palavras de Peter Singer e dos defensores da validade moral da eutanásia

Peter Singer escreve aqui (mutatis mutandis): « não existe diferença (moral) entre “matar”, por um lado, e “deixar morrer”, por outro lado».

Ou seja, para o Peter Singer e para a Esquerda radical — que inclui o Partido Socialista da Isabel Moreira —, quando um médico recusa tratamento (ortotanásia) para manter artificialmente a vida de um doente terminal, para ele (Peter Singer), do ponto de vista moral, a ortotanásia é a mesma coisa que “matar o doente” (eutanásia).

Naturalmente que o Peter Singer joga com as palavras: em vez de ortotanásia, fala em em “eutanásia passiva” que pode ser definida assim:

«Eutanásia passiva ou indirecta, verifica-se quando a morte do paciente ocorre, dentro de uma situação terminal, ou porque não se inicia uma acção médica ou pela interrupção de uma medida extraordinária, com o objectivo de minorar o sofrimento.»

Vejamos, agora, a definição de “ortotanásia”:

«Ortotanásia é o termo utilizado pelos médicos para definir a morte natural, sem interferência da ciência, permitindo ao paciente morte digna, sem sofrimento, deixando a evolução e percurso da doença.»

Segundo as definições respectivas, “ortotanásia” é a mesma coisa que “eutanásia passiva”. “Eutanásia passiva” é um sofisma.

Tanto uma como a outra pressupõem os cuidados paliativos que reduzam ou eliminem a dor.

eutanasia-velhariasO que Peter Singer faz é distinguir ou diferenciar acções que são iguais ou têm efeito semelhante — e por isso classifica uma determinada forma de eutanásia de “eutanásia passiva” que, segundo ele, é diferente da eutanásia propriamente dita.

Por exemplo, uma pessoa que está em um estado de coma prolongado no tempo, e a quem é retirado o apoio vital ao estado de coma, é vítima de eutanásia. Porém, a essa forma de eutanásia, o Peter Singer chama de “eutanásia passiva” — induzindo o leitor incauto em erro.

A concessão do apoio vital ao doente em estado de coma não é distanásia, porque o doente vive sem a necessidade de acções médicas agressivas: por exemplo, dar água a beber (intravenosa) a um doente em estado de coma não é distanásia; mas retirar-lhe a água de beber é eutanásia, embora o Peter Singer lhe chame (alegadamente sendo coisa distinta) de “eutanásia passiva”.

Ou seja, Peter Singer parte de um sofisma baseado em palavras que significam o mesmo mas em relação às quais ele faz uma distinção artificial.

Já não é a primeira vez que a professora Helena Serrão cita textos de Peter Singer — o que significa que falta massa cinzenta à primeira para avaliar criticamente os textos do segundo.

Quando Peter Singer, defende a opinião (utilitarismo) segundo a qual os seres humanos com deficiências físicas graves não têm qualquer direito à vida, justifica a sua opinião, por um lado, com a situação real de um deficiente grave —“uma vida que não vale a pena” (diz ele, sic); mas, por outro lado, também com a utilidade que representa, para a sociedade, não ter encargos materiais com essas pessoas deficientes.

Assim, em primeiro lugar, o referido utilitarista incorre em um Sofisma Naturalista — dado que não podemos tirar conclusões morais a partir de um facto. E depois, ele pressupõe a existência de um consenso acerca do valor e dos custos convenientes de uma vida humana — consenso esse que não existe, de facto.

A incoerência da teoria ética de Peter Singer

Quando analisamos uma teoria ética, devemos ter em atenção três problemas:

1/ a consistência ou coerência interna da teoria ética;
2/ a consistência ou coerência da teoria ética em relação a outras concepções do autor da dita;
3/ a resposta da teoria ética de acordo com os nossos sentimentos éticos, ou de acordo com os sentimentos éticos do senso-comum.

Se, em relação aos pontos 1 e 2, a conclusão é negativa, ou a teoria ética não é válida, na medida em que existe um qualquer erro intelectual; mas se for negativa em relação ao ponto 3., não podemos dizer que o autor errou mas apenas que não estamos de acordo com a teoria.

Peter Singer baseia a sua teoria ética na oposição ao conceito de “especismo”.

O termo “especismo” foi cunhado pelo psicólogo inglês Richard Ryder e adoptado pelo “eticista” australiano Peter Singer. Neste contexto, o especismo é (alegadamente) uma doutrina ética segundo a qual o ser humano, ou seja, o homo sapiens, é superior aos outros animais do ponto de vista ontológico, do ponto de vista biológico, e do ponto de vista moral.

O argumento de Peter Singer contra o “especismo” – a que podemos chamar “animalismo”, porque não encontramos até agora qualquer terminologia nesse sentido –, é o de que a pertença a uma determinada espécie biológica não tem qualquer importância moral, biológica e ontológica.

Contudo, a teoria ética de Peter Singer — o “animalismo” — , como antítese do “especismo”, é incompatível com o darwinismo que considera o homo sapiens como o produto último da evolução biológica (ponto 2). Mas Peter Singer adopta também o darwinismo (ponto 1) na sua concepção ética. Ou seja, existe uma incoerência ou um inconsistência interna entre a teoria ética de Peter Singer (contra o especismo), por um lado, e outras concepções filosóficas dele (a favor da evolução darwinista).

Portanto, Peter Singer incorre em um erro intelectual grave e a sua teoria Ética não é válida. E a professora Helena Serrão tinha a absoluta obrigação de saber disto.

Donald Trump: o pederasta amigo do defunto Jeffrey Epstein

Não sei a razão por que a Esquerda critica Donald Trump: trata-se de um pederasta; e pedófilos e pederastas têm um estatuto superior por entre o esquerdalho.

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