Aproxima-se a Singularidade Islâmica, na Europa

mulher islamica em inglaterra kodachrome webO que se está a passar neste momento na localidade de Torre Pacheco e na cidade de Barcelona, em Espanha; em Paris, França; em Londres e em Birmingham, no Reino Unido; e em Dublin, na Irlanda — é o prenúncio da prevalência da Singularidade Islâmica na Europa.


Em matemática, uma “singularidade” é o ponto em um determinado domínio de uma função (matemática) no qual o valor da função se torna indefinido. Em uma singularidade típica, a função “aponta para o infinito”, ou seja, na área em torno da singularidade, o valor da função aumenta à medida em que este se aproxima daquela ― quanto mais próximo da singularidade, maior é o valor; quando o valor chega à singularidade, torna-se infinito.

Em lógica, a singularidade aponta para o absurdo de uma função.

Na astrofísica, o buraco-negro é também referido como uma “singularidade”. Quando a matéria de uma estrela em fim de vida é comprimida para além de um terminado ponto ― conhecido como “raio (radius) de Schwarzchild”―, torna-se impossível a alguma coisa escapar à sua gravidade, produzindo um ponto de massa de uma “densidade infinita”.

Na singularidade, as leis da Física deixam de ser aplicáveis.


Quando a comunidade islâmica imigrante, em um país europeu de tradição cristã, chega a uma determinada percentagem da população total desse país — por exemplo, 10% da população total — surge um fenómeno a que podemos chamar de “singularidade islâmica”, e torna-se impossível a sociedade escapar à sua força centrífuga, produzindo um ponto de massa social e cultural de densidade infinita.

A Singularidade Islâmica aproxima-se da Europa. Quem não quer ver, é cegueta.

Os amigos do Carlos Fiolhais , do Galopim, e do Eugénio Lisboa

gay-pride-criança-webA Helena Damião (amiga do Carlos Fiolhais ) diz que ler uma lista de nomes de crianças duma turma, em redes sociais e nessa Assembleia”, “é um acto bárbaro e, por isso mesmo, condenável. E sob o ponto de vista educativo, é absolutamente reprovável por referência aos valores (éticos) que definem a cidadania”.

Mas quando crianças são introduzidas na marcha gay de Lisboa, junto com emasculados semi-nus ou mesmo com as partes pudibundas ao léu, não vi nunca qualquer tipo de indignação da parte do Carlos Fiolhais e seus compagnons de route.

A indignação da Helena Damião é selectiva: baseia-se no conceito de “tolerância repressiva” do marxista Marcuse: “tudo o que vem da Esquerda é sempre bom, e tudo o que vem da Direita é sempre mau”.

Vamos ter que acabar com a influência que esta tropa tem tido na nossa cultura. Nem que a vaca tussa.

Jaime Nogueira Pinto vendeu-se ao sistema globalista

É com alguma perplexidade que eu vejo o Jaime Nogueira Pinto vendido ao sistema globalista, denunciando “ignorantes”, como é o meu caso, que alegadamente “não sabem distinguir entre o Islamismo e o Jihadismo”.

Existe uma certa Direita que acredita ainda no conceito de  “excepcionalidade do povo português” no contexto soberano actual da União Europeia, conceito esse emanado do Estado Novo, e que até uma certa Esquerda (por exemplo, Agostinho da Silva) actual perfilhou ou ainda adopta: a ideia segundo a qual a invasão islâmica na Europa terá consequências diferentes em Portugal do que está a ter no resto da Europa — transformando o cidadão português em uma espécie de “super-homem”, imune às consequências da imigração islâmica em massa. Pura estupidez.

Atrevo-me a dizer que o Jaime Nogueira Pinto não leu o Alcorão; ou então é mentiroso, ou está comprado pelo sistema político actual. Quiçá, está a proteger interesses familiares inconfessos (a família tem muito peso).

Eu li o Alcorão, da frente para trás e vice versa (em língua inglesa); portanto, parece-me que é o Jaime Nogueira Pinto que é o “ignorante”. E li também alguma coisa dos Hadiths. Jaime Nogueira Pinto não resistiria 5 minutos a uma discussão comigo sobre o tema do Islão.

Se o Jaime Nogueira Pinto diz que “não existe Jihadismo no Alcorão”, então ele é ignorante.

É uma pena que estejamos a assistir à emasculação politicamente correcta de alguém que foi uma referência da Direita em Portugal.

Um preto e branco especial

Vemos, aqui em baixo, uma foto original, e logo a seguir a mesma foto a preto e branco com uma tonalidade sobreposta entre o cinzento e o sépia (#93867b).

Por último, uma outra foto com o mesmo efeito. Torna-se em um preto e branco agradável, que não é “deslavado”.

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Hoje, quem defende a liberdade do indivíduo é “fassista”

“Numa altura em que em Portugal são silenciadas as magníficas notícias da notável trajectória de estabilização económica que a Argentina está a operar por intermédio de Javier Milei, o livro escrito por Philipp Bagus e editado agora em Português em parceria com o grupo LeYa, tem potencial para ser uma obra maldita para a esmagadora maioria dos comentadores, especialistas e políticos portugueses que ainda há bem pouco tempo classificavam de “louco” o Presidente da Argentina e consideravam o seu projecto uma deriva fascista daquele país sul-americano.”

Enquanto o presidente do Brasil, Lula da Silva, defende a expulsão de todos os portugueses do Brasil, o presidente da Argentina, Javier Milei, escreveu o seguinte acerca de Portugal:

“Portugal enquadra-se perfeitamente no campo da liberdade como um país que sempre foi um farol da Civilização Ocidental. Portugal é um país orgulhoso e com um povo extraordinário. Merece ser livre.”

Hoje, quem defende a liberdade do indivíduo, é considerado “fassista” pela classe política e pelos jornaleiros do regime. É a completa inversão da moral e da lógica.

Carro-a-pilhas: não se trata de “ecologia”; é, em vez disso, um ataque político à liberdade individual

carros a diesel espanha webNão se trata de “ecologia”: trata-se de eliminação gradual das liberdades individuais. A União Europeia está a construir paulatinamente um novo tipo de totalitarismo e de controlo social seguindo o modelo chinês (sinificação).

Aconselho a leitura do livro de Mattias Desmet, “The Psychology of Totalitarianism”. Infelizmente este livro não foi traduzido para a língua portuguesa — penso eu que a tradução não foi realizada propositadamente. Este livro é considerado perigoso pelas actuais elites políticas, e atentatório contra a construção do leviatão esquerdopata europeu.

Para o reforço desmedido do Poder político, a União Europeia conta (entre outros meios) com a eliminação gradual do automóvel individual, com a consequente socialização comunistóide e massiva dos transportes públicos obrigatórios, por um lado, e com a cidade 15 minutos, por outro lado.

cidade 15 minutos web

Dizer que um carro-a-pilhas é mais “ecológico” do que um carro a diesel moderno, é pura demagogia. Você está a ser enganado!

Aliás, e melhor dizendo: o carro-a-pilhas só é mais “ecológico” porque não será jamais possível dar um auto-a-pilhas a cada cidadão: as classes baixas e médias-baixas serão desprovidas de transporte individual, e por isso perderão mobilidade e liberdade; apenas as classes mais altas e ricas terão direito a um automóvel individual (a pilhas) – o que já está a acontecer na China.

Se, em vez de termos 1 milhão de automóveis a circular numa cidade, tivermos apenas 200 mil carros a pilhas em circulação, então, e só neste caso, poderemos dizer que o carro-a-pilhas é mais ecológico do que o carro a diesel. O carro-a-pilhas será mais “ecológico” porque será objecto de privilégio social na posse.

O automóvel está a ser atacado pelas elites políticas de Esquerda porque é um símbolo de liberdade individual.

No meu condomínio existem apenas 15 carro-a-pilhas numa garagem com várias dezenas de automóveis, e a electricidade do condomínio é interrompida / cortada sistematicamente por incapacidade de abastecimento eléctrico; e, embora a lei diga o contrário, as obras de aumento de potência eléctrica do condomínio irão ser pagas por todos os condóminos.

O automóvel está a ser atacado pelas elites políticas de Esquerda porque é um símbolo de liberdade individual (embora não seja o único símbolo de liberdade). Todos os símbolos de liberdade individual serão inexoravelmente atacados na União Europeia, seguindo o modelo político chinês.

Concomitantemente, a limitação de acesso do povo ao automóvel individual será complementada pela cidade 15 minutos que transformará o cidadão das classes mais baixas em uma espécie de habitante de um zoológico. Se juntarmos, ao carro-a-pilhas, a cidade 15 minutos, e as milhares de câmaras de vídeo-vigilância públicas, teremos uma hipostasia do modelo político chinês na Europa.

Nietzsche, o “Untermensch” raquítico, enfezado, apoucado, mesquinho, que criou o “Super-homem”

Nietzsche foi um homem franzino e raquítico que só “admirava homens militares” (sic, Bertrand Russell). Para Nietzsche, quem não fosse militar e guerreiro não lhe merecia respeito.

nietzsche webOra, foi este Nietzsche, que teve um caso incestuoso com a própria irmã, que critica a defesa da existência do livre-arbítrio no ser humano: naturalmente que, para ele, fornicar com a própria irmã não dependia da sua própria vontade, mas de uma espécie de determinismo que ele não podia controlar. É o mesmo argumento dos “gays já nasceram assim”: há muito de Nietzsche no movimento político LGBTQPBBQ+

Nietzsche começa a mixórdia literária com um plural majestático — “Nós somos indulgentes” — e acaba por se contradizer orgulhosamente, quando pretende julgar e castigar os “teólogos” que, segundo ele, julgam e castigam: alegadamente, os teólogos são culpados (segundo Nietzsche) porque querem encontrar culpados na Humanidade.

A ausência de livre-arbítrio dá muito jeito a quem defende, por exemplo, a prática da pedofilia e, no caso de Nietzsche, do incesto. Faz lembrar aquele pedófilo que argumenta perante o juiz:

“Sr. Dr Juiz! Eu não tenho culpa! A culpa de eu ter “comido” a criancinha é dos meus genes!”

Com Nietzsche, a situação é semelhante: a culpa de ele ter “comido” a própria irmã é dos seus (dele) genes! O livre-arbítrio (no ser humano) não é para aqui chamado; é mentira de “teólogos”.

Faço minhas as palavras de Bertrand Russell acerca de Nietzsche :

“Detesto Nietzsche … porque os homens a quem admira são conquistadores cuja glória é a perícia de matar homens. (…) Nietzsche despreza o amor universal”.

E foi este “Untermensch” raquítico, enfezado, apoucado, mesquinho, quase anão, que criou o “Super-homem” que ajudou a formar o nazismo…


Se olharmos para o nosso passado e reflectirmos sobre ele, parece-nos que existiu um determinismo na nossa acção, na medida em que esse passado não pode ser mudado; mas se olharmos exclusivamente para o nosso presente e para o que queremos fazer a partir de agora, verificamos que de facto somos providos de livre-arbítrio [liberdade].

O ser humano não está totalmente submetido ao determinismo das leis da natureza; e por isso é que as ciências sociais falham invariavelmente.

Os “impostos verdes” da União Europeia

impostos verdes webOs impostos não justificados pelos políticos — os impostos ideologicamente “cegos”, como por exemplo, os “impostos verdes” — são a consequência de uma forma de trabalho que não é livre, um trabalho forçado que é imposto à população.

Há quem diga que caminhamos para uma forma de neo-feudalismo, mas isso está a acontecer apenas nos Estados Unidos de Donald Trump — com a privatização de todas as áreas da economia e dos serviços: até as Forças Armadas dos Estados Unidos estão a ser totalmente privatizadas.

Na Europa, caminhamos para a construção de um leviatão, um totalitarismo de “falinhas mansas” que nos suga a alma.

A diferença entre a Rússia de Putin e a Europa do leviatão de Ursula von der Leyen, é a de que a Rússia “já é”, e a Europa “pretende ser”.

O Luís André continua a arrebentar afanosamente o FC Porto

Depois de ter contratado e despedido dois treinadores em apenas um ano, o Luís André pretende agora despachar nove jogadores da equipa principal do FC Porto. O processo de demolição do FC Porto, conduzido pelo Luís André e seus acólitos, continua a passo estugado.

O FC Porto nunca mais será campeão nacional enquanto lá estiver o Luís André: é a maldição de Pinto da Costa. E pelo andar da carruagem, o FC Porto não irá ficar entre os cinco primeiros da 1ª Liga, na próxima época.