Marcelo, filho de mulher de alcouce, a chular o povo português

“Em menos de quatro anos, Marcelo Rebelo de Sousa autorizou a despesa de 1,75 milhões de euros em viaturas para o parque automóvel da Presidência da República — mas nenhum desses veículos pertence ou pertencerá ao Estado.

De acordo com uma análise do PÁGINA UM, desde Setembro de 2021, todos os contratos para viaturas da Presidência têm sido feitos em regime de aluguer operacional de (suposta) longa duração, porque duram geralmente apenas três anos, o que significa que os veículos são devolvidos às empresas no final do prazo, sem qualquer entrada no património público. São carros que custam como se fossem do Estado, mas que acabam por ser apenas emprestados — a preço de ouro.”

Em quatro anos, Marcelo derrete 1,75 milhões a alugar carros

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Mariana Mortágua, a queixa e a revolta constantes

Vejam este vídeo de Mariana Mortágua no Twitter.

A Mariana Mortágua está sempre à espreita de apanhar qualquer coisa para se revoltar. “Se não é do cu, é das calças”, o que lhe provoca revolta. Ela está sempre atenta, à espera de uma qualquer razão para uma boa “revoltazinha”. Não há nada nem ninguém que possa apaziguar a Mariana Mortágua na sua constante demanda por uma revolta quentinha ou fresquinha, ad infinitum. A constante revolta é a razão de ser da Mariana Mortágua.

Sem uma boa revolta, a Mariana morre psicologicamente.

A revolta da Mariana Mortágua aumenta à medida que alguém pretende apaziguá-la. No mencionado vídeo, vemos toda a gente (na mesa) caladinha e em modo de apaziguamento, a escutar a douta senhora revoltada. E quanto maior é o apaziguamento à volta dela, mais se revolta e se exalta a criatura, quase entrando em um êxtase de indignação.

Em uma época em que está na moda a auto-vitimização, a revolta é a própria justificação da vitimização.

Por vezes, o sentimento de revolta é prazenteiro (a Mariana Mortágua quase entra em orgasmo, no seu discurso). O sentimento de revolta certifica que a pessoa revoltada tem uma moral superior, e que se preocupa com o estado do mundo.

A revolta da Mariana Mortágua concede-lhe uma vantagem psicológica sobre as outras pessoas em torno daquela mesa. As pessoas que escutam a Mariana Mortágua revoltada ficam com a ideia de alguma coisa de muito mal se passa no mundo e que esse mal lhes têm escapado; começam a experienciar um complexo de culpa, que é irracional por natureza.

A Mariana Mortágua revoltada assume-se mais sensibilizada em relação aos males e injustiças do mundo, em contraposição às outras pessoas na mesa que supostamente não estão sensibilizadas para tal.

Fica implícito, mediante o discurso revoltado da Mariana Mortágua, que as outras pessoas na mesa são complacentes em relação aos males do mundo, ou que são mesmo cúmplices desses males do mundo.

A Mariana Mortágua convida toda a gente a revoltar-se também, para que as pessoas não vivam numa atmosfera de constante acusação. O corolário da acção revoltada da Mariana Mortágua é a revolta geral, em que as pessoas acabam por seguir os tiques, os pensamentos, os sentimentos, os modos de expressão da Mariana Mortágua revoltada.

Isabel Moreira e a censura prescritiva do Partido Socialista e da Esquerda radical

A censura do Estado Novo apenas proscrevia determinados discursos no espaço público.

Contudo, o chamado “politicamente correcto”, encabeçado pelo Partido Socialista da Isabel Moreira (e da Alexandra Leitão), e coadjuvado pelo LIVRE, Bloco de Esquerda, PAN, e pelo Partido Comunista — para além de proscrever um determinado tipo de discurso público, prescreve também outro tipo de discurso público.

A censura praticada pelo politicamente correcto, identificada claramente pela acção política da Isabel Moreira (Partido Socialista), tem vislumbres da censura praticada na Coreia do Norte: é uma censura que não só proscreve, mas também prescreve.

A censura prescritiva — a do Partido Socialista da Isabel Moreira e da Esquerda radical, à moda da Coreia do Norte —, que é a exigência segundo a qual algumas coisas não podem ser ditas (censura proscritiva), mas também a exigência de que outras coisas têm que ser (obrigatoriamente) ditas (censura prescritiva), é a pior forma de censura que podemos conceber — porque nos conduz (a sociedade inteira) não só ao tédio cultural e político, mas a um senso de violência contra as nossas mentes, porque as coisas que devem ser obrigatoriamente ditas e que não podem ser compulsoriamente negadas, são normalmente falsidades óbvias e grosseiras.

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Ser obrigado a aceitar e repetir falsidades grosseiras é muito pior do ser meramente proibido de dizer qualquer coisa.

Quando comparado com Isabel Moreira, Salazar era um menino de coro.

Isabel Moreira & compagnons de route

isabel moreira e cia lda

Ou o Partido Socialista acaba com a Isabel Moreira, ou a Isabel Moreira acaba com o Partido Socialista.

O tempo do Sampaio e do Partido Comunista já passou, e não volta mais.

A História não se repete; ou melhor, e como dizia Karl Marx: “A História repete-se: primeiro como uma tragédia (Napoleão), e depois como uma farsa (Napoleão III)”.

Jorge Sampaio foi uma tragédia, e Mariana Mortágua (e Alexandra Leitão) é uma farsa claramente apoiada por Isabel Moreira.

Torna-se cada vez mais difícil votar no Partido Socialista da Isabel Moreira. Carlos Moedas tem razão.

Kodachrome: as fotos que são mesmo para recordar

Vemos aqui em baixo, em primeiro lugar, uma foto tirada na praça de S. Pedro, em Roma, provavelmente na década de 1960 com uma máquina Kodak, com filme Kodachrome. As fotografias em Kodachrome tinham (já não existem!) duas características inconfundíveis: o realce das cores (muito vivas) e a nitidez dos contornos e das formas.

kodachrome in rome web

Não consegui nenhuma foto actual e digital semelhante, tirada na praça de S. Pedro, mas encontrei uma foto tirada em 2004 na Praça de Sacre Coeur, em Paris, que depois de “trabalhada” resultou na foto aqui em baixo.

sacre coeur paris kodachrome

Foi uma pena terem acabado com o Kodachrome.

O novo conceito comunista da “Aldeia de Potemkin” em Cuba

A Ministra do Trabalho e da Segurança Social de Cuba, Marta Elena Feitó, afirmou, no parlamento de Cuba, que “no país não existem mendigos, mas antes apenas pessoas que estão disfarçadas de mendigos”:

“Cuando usted les mira las manos, la ropa que llevan esas personas, están disfrazadas de mendigos. No son mendigos”afirmou a Ministra cubana, que acabou por se demitir do cargo devido à pressão da sociedade civil.

Tal como a “Aldeia de Potemkin” original tentava disfarçar a realidade do século XVIII da Crimeia destruída pela guerra, a Aldeia de Potemkin cubana pretende afirmar que a miséria social não existe na Cuba comunista.

Alguém que diga ao Marcelo para não confundir o rei “Nabucodonosor” com “Nabo no Cu do Sôr”.

O facto de um cão nascer num estábulo não faz dele um cavalo.

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