Não é possível imaginarmos o Islão sem a violência da Jihad

Podem ver aqui um texto da Helena Matos (em PDF): “¿Quem vai ajoelhar diante das vítimas do terrorismo islâmico?”.

A Helena Matos trata (de certa forma) a maleita do Islamismo na Europa, mas ela não entra no âmago do problema: ¿é possível a religião islâmica sem o conceito de “Jihad”?

A Jihad faz parte da essência do Islamismo.

Isto significa que é praticamente impossível conviver pacificamente com o Islão. A essência do Islão é a submissão.

E enquanto não chegarmos todos a esta conclusão, continuará a haver gente degolada na Europa, e a Helena Matos continuará a escrever textos comedidos de crítica ao politicamente correcto.

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O José Pacheco Pereira, o Islamismo “moderado”, e a Direita “moderada”

“O principal inimigo do Chega não é a esquerda, mas sim a direita moderada, o centro-direita e o centro-esquerda e em particular a social-democracia. O erro de uma aliança com o Chega é juntar dentro da mesma casa Abel e Caim”.

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maomerdas-moderado-400-web1/ Não me esquecerei dos remoques públicos e publicados da Isabel Moreira dirigidos à Assunção Cristas, e a obediência canina desta última em relação aos cânones ideológicos radicais da referida socialista. Ora, é esta “Direita moderada” — a do CDS da Assunção Cristas — que o radical marxista José Pacheco Pereira gosta.

Para o José Pacheco Pereira, a “Direita moderada” faz parte da Grande Esquerda — assim como no partido social democrata russo existiam várias facções (dentro do mesmo movimento político), nomeadamente os mencheviques e os bolcheviques.

Para o José Pacheco Pereira, a “Direita moderada” faz parte da estratégia de dialéctica política de radicalização da sociedade.

2/ Desta “Direita moderada” faz parte, por exemplo, o Macron francês — uma Direita disciplinada pela Esquerda. É esta “Direita moderada” que diz que existe um “Islamismo moderado” e um outro “Islamismo radical”, e pretende que acreditemos nisso.

A verdade é que um “islamita moderado” não é muçulmano; pode sê-lo de nome, mas não o é de facto — assim como a “Direita moderada” do José Pacheco Pereira não é a Direita propriamente dito: essa “Direita moderada” é apenas um apêndice da Esquerda.


A ler: Lei de O’Sullivan

Manuel Linda: este homem é muito perigoso

Chama-se a isto “inversão da culpa” ou “inversão do sujeito-objecto”. Olavo de Carvalho falou nisto: segundo a mente revolucionária, a culpa não é do carrasco sanguinário: em vez disso, a culpa é das vítimas dos actos sanguinários.

manuel linda islao webMesmo quando o islamita entra numa igreja católica, mata três fiéis e fere muitos outros, a besta diz que essa violência não é do Islão contra o Cristianismo.

A mentalidade do Manuel Linda não difere muito da do assassino islâmico: as vítimas da violência islâmica não foram assassinadas: em vez disso, suicidaram-se, porque pertencem a um estrato da população com determinadas características.

Ou seja, a acção violenta do Islamismo é impessoal, isenta de culpa ou de quaisquer responsabilidades morais ou legais nos actos criminosos que comete.

Este homem é perigoso por causa da posição social que ocupa (Bispo do Porto). É tempo de o povo católico começar a expulsar estes vendilhões do templo. É preciso refazer a Igreja Católica.

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José Pacheco Pereira, o idiota espertalhão

burro-doutorado-webMarxistas da laia do José Pacheco Pereira, entraram de mansinho na política de grande influência; devagar, devagarinho, ao longo do tempo foram minando a cultura e as instituições centenárias portuguesas, chegados ao ponto de que quem defenda hoje a independência nacional é por ele considerado de “extrema-direita”.

Sobre a corrupção descarada (e consentida pela elite de Esquerda) da família do candidato Joseph Biden, o palhaço não diz uma palavra — o que revela o idiota espertalhão em todo o seu esplendor. Para o referido asno, o problema da política portuguesa é o patriotismo americano de Donald Trump que, alegadamente, estará a influenciar “os pequenos Trumps que querem imitar o chefe”.

Sobre a inconstitucionalidade das recentes “medidas COVID-19” de António Costa, o paspalhão anda calado; para disfarçar o seu silêncio emasculado em relação ao Poder instalado, o chico-esperto prefere falar de Donald Trump.

O estafermo é o exemplo acabado do actual sincretismo político que une os interesses da plutocracia globalista, por um lado, e o internacionalismo militante dos neomarxistas, por outro lado — contra o Estado-Nação, e por isso, contra a democracia (o idiota chapado terá, um dia, que explicar como é possível a democracia sem  o Estado-Nação).

E vem aquela avantesma afirmar a defesa da democracia! Grande besta!

O patriota Donald Trump é considerado o diabo em pessoa

Eu estou de acordo, no essencial, com o que foi escrito aqui acerca de Donald Trump.

trump-cancro-webIronizando, diria que agora sei por que razão o Rui Tavares (o tal que era do Bloco de Esquerda e passou para o Livre da Joacine “Vai-te Katar” Moreira) foi viver para os Estados Unidos: um dia destes, os Estados Unidos de Donald Trump expulsam o diabrete Tavares para que este possa ir fazer inferno para outro lado.

Uma das razões por que os me®dia diabolizam Donald Trump tem a ver com a propriedade da esmagadora maioria dos meios de Comunicação Social, não só nos Estados Unidos mas também na Europa.

Os me®dia propalam “a voz do dono” (utilizando uma expressão da Mariana Mortágua). E os donos dos meios de Comunicação Social são maioritariamente plutocratas globalistas (literalmente no sentido de “governo global”, através de um processo de sinificação política dos continentes).
Ora, Donald Trump não simpatiza com a ideia globalista, e por isso merece a hostilidade dos “donos da voz” me®diática.

Este globalismo plutocrata apoia e sustenta o chamado Complexo Militar-industrial — e por isso é que nem o Obama, que se dizia de Esquerda, conseguiu acabar com as guerras americanas inglórias e intermináveis.

Este globalismo plutocrata é a base da Comunicação Social privada portuguesa, também — por exemplo através do Bilderberger Pinto Balsemão (um dia destes saberemos com que dinheiro emprestado o Pinto Balsemão montou a SIC).

Ademais, existe a afinidade entre a ideia globalista plutocrata, por um lado, e o internacionalismo militante (trotskista, também) de uma certa Esquerda caviar, por outro lado (PSD, Partido Socialista, Bloco de Esquerda, Livre, PAN, etc. — e o CDS que fecha a Esquerda, à direita).

Juntaram-se a fome (a plutocracia globalista) e a vontade de comer (o internacionalismo neo-marxista) contra o Estado-Nação e contra a democracia: e o patriota Donald Trump é que paga o pato.

O vírus COVID-19 é um produto laboratorial chinês

Segundo a médica e bióloga investigadora chinesa Li-Meng Yan (que conseguiu fugir da China comunista e vive hoje nos Estados Unidos), o COVID-19 é um produto do laboratório biológico da cidade chinesa de Wuhan — o que, aliás, eu já tinha defendido aqui em Março p.p..

O vírus COVID-19 não existia na Natureza antes de ser criado laboratorialmente pela China.

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A ler :

Uma figueira que não dá frutos tem que ser cortada

No Evangelho de hoje, a Parábola da Figueira (Lucas 13, 6 – 9) aplica-se à actual Igreja Católica do papa Chico. É uma igreja que não dá frutos, mesmo que lhe deitemos adubo.

À semelhança da figueira que não dá frutos, a igreja privada do Chico terá que ser cortada.

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Vou deixar a Igreja Católica

Aquilo que o Henrique Raposo escreve, ou/e as opiniões dele, valem zero absoluto. O que me surpreende é que o sítio da Rádio Renascença, dita “católica”, dê eco a opiniões de autênticos mentecaptos.

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Ontem o cardeal Müller afirmou (mutatis mutandis) o seguinte:

“Quando um papa tem uma opinião, e um cardeal (ou mais gente) tem opinião diferente, então aplica-se o princípio “in dubio pro Deo”: devemos então seguir as escrituras”.

E as escrituras contradizem a opinião da pessoa que ocupa o trono pontifício. Só nos resta agora deixar a Igreja Católica e abraçar a Igreja Ortodoxa.

O papa Chicuzinho está errado, e tem que ser impedido

“(sendo homem), não coabitarás sexualmente com um varão; é uma abominação”.

– Levítico 18, 22



Este papa tem que ser impedido; é um herege.

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