A estratégia da Isabel Moreira: atacar a forma, e ocultar a substância

Neste artigo, Isabel Moreira ataca a posição de quem não concorda com a declaração de inconstitucionalidade da Lei dos Estrangeiros por parte do Tribunal Constitucional; mas ela ataca a forma como essa não concordância se manifesta, sem se ater minimamente à substância que subjaz a essa não concordância.

A Isabel Moreira segue uma estratégia própria de advogado de vão-de-escada.

Isabel Moreira sabe que, do ponto de vista substancial do Direito, ela não pode vencer por argumentos. E por isso opta por atacar a forma como a “Não-esquerda” (o PSD não é Direita) lidou com a situação do chumbo de uma maioria do Tribunal Constitucional.

É um absurdo que se diga, explicita- ou implicitamente, que a Constituição de uma determinada nação se aplica igualmente a todos os cidadãos de todos os países do mundo — e foi isto que a maioria do Tribunal Constitucional fez passar como sendo legal.

Quando uma determinação judicial / jurídica é absurda — no sentido em que o espírito da lei é colocado em causa por imperativos ideológicos —, só deitando a mão à ideologia política será possível argumentar em sua defesa.

O que uma maioria de membros do Tribunal Constitucional disse foi o seguinte:

um imigrante ilegal qualquer tem tantos direitos de cidadania (face à lei portuguesa) como um cidadão autóctone português

— o que vem, aliás, na linha da posição do corrupto Marcelo Rebelo de Sousa sobre esta matéria.

Esta foi a mensagem “jurídica” que a decisão maioritária do Tribunal Constitucional quis fazer passar na opinião pública, e que de “jurídica” tem quase nada e não pode fazer jurisprudência. A mensagem é eminentemente política e ideológica.

O corolário da incongruência jurídica da Isabel Moreira e compagnons de route é a seguinte: “não há qualquer vantagem em ser cidadão português: é a própria Constituição que o diz”.

A política de imigração da Esquerda resume-se a esta merda, com o beneplácito do globalista corrupto Marcelo Rebelo de Sousa.

A judicialização da política: os tribunais assumem-se claramente contra o voto do povo

politica judicial web

Quando o jornaleiro José Gabriel Quaresma pretende criminalizar e ilegalizar um jornal por razões ideológicas, sabe perfeitamente que isso é possível: as actuais clivagens políticas e ideológicas são de tal monta, que o Poder instalado tende a minar as estruturas do Estado de Direito e em nome de uma alegada defesa do próprio Estado de Direito.

rtp vota chega 500 web

Quando o Ministério Público pretende criminalizar os actos políticos de André Ventura e de Rita Matias — no caso da menção de nomes próprios de crianças imigrantes, no parlamento —, e ao mesmo tempo faz vista grossa da menção dos nomes completos de crianças imigrantes em uma emissão da RTP, estamos em presença de uma inqualificável intrusão do sistema judiciário na política corriqueira.

Portanto, o jornaleiro Quaresma sabe que o Ministério Público pode, efectivamente, fechar um jornal por motivos ideológicos — e nem precisa de um juiz imparcial porque a judicatura está comprometida, e Portugal aproxima-se a passos largos do Brasil do Lula, com o beneplácito sabujo e corrupto de Marcelo Rebelo de Sousa.

A pressão política sobre o partido CHEGA irá passar quase totalmente pelo Poder judicial controlado pela Esquerda, que se transformará em um instrumento de combate ideológico contra a Direita (contra o CHEGA), por um lado, e que será protagonista, por outro lado, de um sistema judicial de dois níveis, em que a justiça se aplica de modo diferente em relação à Esquerda e em relação à Direita — na esteira do conceito de “tolerância repressiva” do marxista Herbert Marcuse.

A Ministra Maria da Graça Carvalho ou tem um défice cognitivo, ou é desonesta

Durante o último e recente apagão eléctrico e “ecológico”, eu tomei banho com água quente e cozinhei — porque tenho gás canalizado em casa.


ministra do carvalho web

Diz a Ministra (Maria da Graça Carvalho) que “os equipamentos eléctricos são mais eficientes”. Eu não vejo mais “eficiência”, coisa nenhuma: o défice tarifário (por conta das “renováveis”) já vai em mais de dois mil milhões de Euros, e a subir.

Se isto é “eficiência energética”, vou ali e já venho!

A “elite” política está a enganar o povo. Vou mais longe: a “elite” (entre aspas, porque, de elite, tem nada) política está a roubar o povo. Estamos em presença de roubo descarado e à má-fila.

Ao mesmo tempo que a Ministra defende o fim do gás canalizado (o gás não convém ao lóbi político dito “ecológico”), e em nome da “eficiência energética”, a Ministra intelijumenta vai assinar um acordo de ligação energética com Marrocos — país este onde a energia é maioritariamente gerada a partir do carvão.

carvao de marrocos web

Caro leitor: a Ministra está a fazer de si um estúpido!

Por um lado, fecham as centrais de carvão portuguesas, alegadamente em nome da “eficiência energética” e da “ecologia”; por outro lado, pretendem importar energia gerada a partir do carvão marroquino — tudo isto em nome da “eficiência energética” e da “ecologia”!.

Puta que os pariu!

Em Inglaterra, quem critica publicamente o governo socialista vai parar à prisão

A figura jurídica criada pelo primeiro-ministro socialista, Keir Starmer (também conhecido por Keir Stalin), é a da “Comunicação Maliciosa”.

Vemos aqui em baixo um vídeo em que sete polícias (7 policias !) prenderam um cidadão inglês por causa de uma eventual “Comunicação Maliciosa”, por este ter publicado um vídeo no YouTube, no qual criticava o facto de o governo socialista albergar imigrantes ilegais em hotéis de luxo e a expensas dos contribuintes britânicos.

O governo do Reino Unido não tem legitimidade para criticar, por exemplo, o “cabeção” brasileiro que mandou prender o Bolsonaro. E a União Europeia vai pelo mesmo caminho.

Henrique Raposo, um porco

Aqui no norte, a pior classificação ontológica que podemos atribuir a alguém é a de “porco” — já que “filho-de-puta”, por exemplo, é uma categorização corriqueira e de tal forma vulgarizada que se pode aplicar ao próprio que a utiliza; mas “porco” é epíteto ominoso; e pior do que “porco” é “grande porco” que corresponde ao estatuto ontológico do patrão do porco Henrique Raposo.

henrique raposo porco web

Comparar cerca de 5 mil nómadas digitais (no máximo) residentes em Portugal, por um lado, com cerca de 1 milhão de imigrantes ilegais, desqualificados e sem especialização (1 milhão no mínimo, porque há quem diga que são mais), por outro lado, só pode vir de um porco, sancionado por um grande porco.


Durante o século XVIII e todo o século XIX, principalmente, estabeleceu-se na cidade do Porto uma pequena comunidade inglesa que se dedicava principalmente à produção, armazenamento e comércio do vinho do Porto. Era uma comunidade que “vivia à margem — no sentido em que o porco Henrique Raposo classificou os nómadas digitais.

Os ingleses no Porto deram uma grande visibilidade internacional à cidade e a Portugal; porém, à comunidade inglesa foram concedidos alguns privilégios por parte do Poder político português, como, por exemplo, a possibilidade de os ingleses residentes elegerem um Juiz Conservador, pago pela Feitoria inglesa, que actuava como árbitro nas questões e disputas da comunidade inglesa. Ou seja, os ingleses tinham até uma justiça civil “à margem”. Este Juiz Conservador da Feitoria inglesa só desapareceu em 1848, por decreto do governo de Lisboa, mas manteve a presença de cidadãos ingleses no tribunal de júri.

Devemos julgar as pessoas pela sua produtividade e pela sua contribuição para o bem-comum: não devemos nivelar por baixo, como faz o porco Henrique Raposo apoiado pelo grande porco que é o patrão dele.

A prática da medicina deu um salto qualitativo com a presença da Feitoria inglesa no Porto, nomeadamente através da construção de um hospital inglês gerido com fundos privados, funcionando com as melhores práticas científicas da Europa de antanho, e que se colocou ao serviço da população portuense em geral, no tratamento das maleitas mais difíceis e complicadas. Médicos ingleses especializados, como por exemplo o dr Henry Jebb, foram cruciais no desenvolvimento da prática médica na cidade.

O escritor Júlio Dinis, que era médico e descendente de ingleses, escreveu, entre muitas outras, uma obra intitulada “Uma Família Inglesa”. O escritor Ramalho Ortigão que escreveu a obra “John Bull”, na “Epístola a Mister John Bull”, e nas “Farpas”, fala da comunidade inglesa no Porto.

O escritor Camilo Castelo Branco nunca escreveria a sua excelente obra sem a inspiração e presença da pequena comunidade inglesa no Porto. Tanto Camilo como Almeida Garrett abordaram a temática da comunidade inglesa no Porto, embora fossem ambos anti-britânicos.

Durante as invasões napoleónicas, a comunidade inglesa foi essencial, nomeadamente financiando o governador militar da cidade do Porto, o General Nicholas Trant (também este, inglês).

A Associação Comercial do Porto foi fundada pela Feitoria inglesa; o Banco Comercial do Porto, idem; a Companhia de Seguros Segurança foi uma das primeiras companhias de seguros do Porto, também fundada pelos ingleses.

Nos seus tempos livres, os ingleses dedicavam-se às artes, em especial à música, frequentavam as Óperas da cidade. No Verão, participavam em convívios informais depois do jantar, bem como em bailes e jantares mais formais. Os ingleses foram os pioneiros das excursões de barco no rio Douro.

Os ingleses criaram o Cricket and Lawn Tennis Club, o Oporto Boat Club, o Oporto Golf Club, o Sailor’s Rest — e a Oporto British School que só podia ser frequentada por jovens com mais de seis anos filhos de pais britânicos, que também aprendiam a língua portuguesa. Se este exclusivismo acontecesse hoje, o porco Henrique Raposo tinha um chelique.

Esta pequena comunidade de ingleses na cidade do Porto foi de extrema importância para a internacionalização da economia local e nacional — por exemplo, fundando a filial portuense do London and Brazilian Bank Ltd e do Bank of London and South América. O barão Joseph James Forrester (que tem nome de rua na cidade) foi um dos grandes dinamizadores da economia do Porto.


Devemos julgar as pessoas pela sua produtividade e pela sua contribuição para o bem-comum: não devemos nivelar por baixo, como faz o porco Henrique Raposo apoiado pelo grande porco que é o patrão dele.

A inveja da Isabel Moreira

Há uma pobreza maldita: a daquela pessoa que sofre, não por ser pobre, mas por não ser rica; a daquela pessoa que tolera, satisfeita e até feliz, todo o infortúnio que é partilhado e comum a outras pessoas; a daquela pessoa que não anseia por abolir esse infortúnio alheio, mas por abolir o bem que ela inveja.


A inveja é a lucidez da alma vil.


isabel-moreira alma vil web 607x230 607x230

Em Portugal, “terrorismo” é aquilo que polícia quiser: não é preciso um juiz para ajuizar

Se o CHEGA concorda com isto, não terá o meu voto.

censura encapotada web

Não posso votar num partido que apoia indirectamente a censura indiscriminada alegadamente “em nome da lei”, e que acaba por combater a liberdade de expressão dando cobertura à censura policial.

Temos aqui uma nova PIDE em construção, com o apoio da União Europeia. Qualquer dia, fecham os tribunais, e a polícia trata dos julgamentos.

O Luís Mente-ao-Negro quer vender a TAP aos espanhóis

«Segundo a empresa [TAP], representantes do grupo [International Airlines Group] já participaram de reuniões com o governo português ao longo do último ano para discutir a operação.

“A IAG apoia o processo de privatização. Acreditamos que a TAP prosperaria dentro do modelo distintivo e comprovado da IAG — um modelo que prioriza o investimento em companhias aéreas e a expansão de HUBS estratégicos”, declarou um porta-voz da empresa à agência Reuters.»

Grupo IAG, dono da British Airways e Iberia, anuncia planos para adquirir a portuguesa TAP

Vender a TAP aos espanhóis é transferir o HUB de Lisboa para Madrid — e o Luís Monta-o-negro sabe bem disso; mas há aqui negociata socratina envolvida.

Do ponto de vista estratégico, a única possibilidade de garantir um futuro razoável para a TAP será um acordo com a Lufthansa.