A cumplicidade das democracias ocidentais em relação ao totalitarismo chinês

O putedo de Esquerda

Christina Alexandra Freeland, a Vice e Ministra das Finanças do governo esquerdiota do filho do Fidel Castro.

Uma vaca esquerdopata.

Chrystia Freeland

A linguagem globalista (do Fórum Económico de Davos) do papa fantoche

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O termo “build back better” foi referido, pela primeira vez, pelo globalista e trans-humanista Klaus Schwab no seu livro ‘Shaping the Future of The Fourth Industrial Revolution’.

Recentemente, o João Bidé adoptou o slogan “build back better” para a sua campanha eleitoral. E, depois, o papa usurpador adoptou o slogan no intuito de destruir o que resta da Igreja Católica.

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“OMO lava mais branco”: alegadamente, o Partido Comunista e o Bloco de Esquerda são agora “social-democratas”

O Daniel Oliveira diz que o Partido Comunista e o Bloco de Esquerda são partidos social-democratas.

daniel-oliveira-be-pcp-webAliás, esta tese é compartilhada pelo José Pacheco Pereira, que (em 2015) defendeu publicamente a aliança (oficiosa) entre o Partido Socialista, por um lado, e o Partido Comunista e Bloco de Esquerda, por outro lado — a chamada “Geringonça”.

Um dia destes, se Deus quiser, o Daniel Oliveira irá dizer que o MRPP pertence a uma “direita moderada”.
Seguindo o “raciocínio” do Daniel Oliveira, agora percebo por que razão o CHEGA é classificado (pela Esquerda) de “nazi”!

Chama-se a isto: “baralhar e tornar a dar”.

Baralhando a opinião pública, os agentes do neomarxismo (ou do Totalitarismo de Veludo) vão tornando a ideologia marxista agradável ao paladar ideológico da populaça — desta vez, não através das ideias (entendidas em si mesmas), mas sim pela normalização (na cultura antropológica) de conceitos vagos e genéricos que sirvam a causa neomarxista.

Pessoas como o José Pacheco Pereira, Daniel Oliveira, Isabel Moreira, ou Fernanda Câncio, são exemplos de “comissários políticos” do Totalitarismo de Veludo que se faz sentir em Portugal.

Por exemplo: ¿alguma destas “comissariadas” criaturas se pronunciou contra a ilegalidade do confinamento obrigatório? Claro que não! Desde que seja para proteger o Totalitarismo de Veludo, o silêncio é de ouro! Esta gente é muito perigosa!

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O filho-de-puta do monhé pretende cancelar o Natal dos portugueses

¿Não há ninguém que lhe dê um tirinho na moleirinha?!

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Recebo a notícia de que o emblemático Café Majestic, no Porto, fechou as portas — depois de 98 anos consecutivos de funcionamento. Só o filho-de-puta do monhé poderia conseguir um feito destes….

Em contraponto ao Toque de Midas: em tudo o que o monhé toca, transforma-se em merda. Temos o Toque de Midas, por um lado, e o Toque do Merdas, por outro lado.

Esta coisa de um filho-de-puta de um monhé qualquer pretender proibir a celebração do Natal a uma nação de tradição católica, faz com que seja legítimo arrancarmos o mal pela raiz.

Quando a opinião dos me®dia pretende fazer a realidade

Não interessa saber se existiu fraude massiva nas eleições recentes nos Estados Unidos: o que interessa é que a opinião — a propaganda — dos me®dia pretende fazer a realidade. E se a propaganda me®diática diz que não houve fraude eleitoral, então segue-se que o Joe Bidé ganhou “limpinho” as eleições.

“Não é quem vota que conta, mas quem conta os votos” (Estaline)

globalismo-davos-webEstaline volta a estar na moda: ele sabia bem o que dizia: o que interessa é quem conta os votos; a democracia que vá à bardamerda!

E, entretanto, o sistema democrático nos Estados Unidos está ferido de morte; não sei se será possível, à democracia representativa americana, recuperar da fraude globalista que assola os Estados Unidos.

A partir do momento em que a fraude eleitoral é promovida pela Esquerda — aliada à plutocracia globalista — como um meio de anular qualquer tipo de oposição (e até é justificada pela Esquerda como um meio “legítimo” para afastar Donald Trump do Poder), a força bruta e arbitrária do Estado contra os cidadãos passa a ser também “legítima”.

Esta força bruta pode ser praticada pelo Estado socialista contra os “deploráveis” dos povos do mundo; mas, em contraponto, também pode passar a ser legítima a utilização da força bruta em actos de terror, por parte do povo organizado, contra o Estado socialista (sinificação), por um lado, e contra os agentes da propaganda socialista e suas famílias (por exemplo, jornalistas), por outro lado.

O jornalismo tomou partido a favor dos plutocratas globalistas, e contra os povos. Os jornalistas irão certamente pagar a factura dos actos que cometem.


Nota: não seja estúpido: não confunda “globalismo”, por um lado, e “globalização”, por outro lado. São coisas diferentes.