A tirania da inversão do ónus da prova, ou o absurdo do passaporte de vacinação

A existência de um “passaporte da vacinação” (ou de um “certificado de vacinação”) revela a tirania de um sistema político que considera que todas as pessoas estão doentes, salvo apresentem provas do contrário — da mesma forma que é tirânico um sistema político e judicial (inquisitorial, ou marxista) que considera que todas as pessoas são culpadas, salvo provem o contrário.

O liberalismo gerou a sua própria antítese política.

Mais grave ainda: está cientificamente demonstrado que a vacinação não impede a infecção e a propagação do COVID-19. Ou seja: isto tudo tem pouco a ver com o vírus.

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“Isto aqui é uma orquestra, e quem diz contrário é tolo…” (Zeca Afonso, Os Índios da Meia-Praia”).

O Ministério da Imigração e quotas de trabalho para imigrantes

O partido político alemão “Die Gruenen” (Os Verdes) é classificado, pela Wikipédia, de “centro-esquerda” — trata-se da mesma teoria política que o (comissário político do Totalitarismo de Veludo) Daniel Oliveira defende quando diz que “o Partido Comunista é um partido social-democrata”.

Um dia destes, o Daniel Oliveira virá dizer que a Al Qaeda é composta por gente ideologicamente moderada que quer o bem da sociedade — o Daniel Oliveira traduz a definição de “politicamente correcto”: é a tentativa de pegar em um cagalhão pela sua parte mais limpa.

Ora, esse partido político alemão, alegadamente de “centro-esquerda”, defende a criação de um Ministério da Imigração; e defende a criação de quotas de trabalho para imigrantes.

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Pergunto-me:

¿por que razão as elites ocidentais se viraram contra os seus próprios povos?!

Não vai tardar muito, e o Bloco de Esquerda (outro partido “social-democrata”, segundo o Daniel Oliveira) virá secundar os Die Gruenen para se criar um Ministério da Imigração em Portugal; a Esquerda actua como um vírus.

A agenda política da Esquerda (apoiada pelos ditos “liberais”, que de liberais já não têm nada) é contraditória nos seus próprios termos: por um lado, pretendem a abertura de fronteiras à imigração livre (ver o João Bidé nos Estados Unidos, que já importou mais de 1 milhão de imigrantes em apenas seis meses de 2021); ou seja, colocam deliberadamente em causa a própria noção de Estado-Nação; — mas, por outro lado, dizem-se “defensores da democracia representativa”.

Ora, a verdade, verdadinha, é que não é possível a existência de democracia representativa sem a prévia existência do Estado-Nação — foi, talvez, o único legado político positivo de Napoleão: a afirmação política do Estado-Nação.

Caro leitor: os filhos-de-puta de Esquerda (apoiados pelos liberais) estão a enganar os povos!

Por um lado, dizem que são os “democratas por excelência”; e por outro lado, pretendem abolir o Estado-Nação. O que eles pretendem é transformar o mundo à imagem da China — em uma aliança fascista entre a plutocracia globalista e a Esquerda autóctone e indígena de cada zona do globo.

Os filhos-de-puta (não têm outro nome!) estão a tentar acabar com a democracia representativa afirmando que “não há ninguém mais democrata” do que eles.

O CEO da PFIZER não é tolinho

O maioral da PFIZER não entrou em Israel porque não estava vacinado. Por alguma razão ele chegou a CEO: de burro, ele não tem nada.

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Aquilo que os médicos não nos dizem porque são coniventes com a maior fraude política das últimas décadas

Nenhuma das actuais vacinas contra o COVID-19 é imunizável. Nem uma!

Estamos em presença da maior fraude política das últimas décadas, que transformou a ciência em um mero instrumento de absolutização do Poder político e manipulação de massas.

Para ser imunizável, a vacina deve impedir ou prevenir a infecção da doença na pessoa que a tomou. Por exemplo, as vacinas contra a varíola, papeira, rubéola, varicela, etc., são vacinas imunizáveis; quando uma vacina não imuniza, ou falha (em casos muito excepcionais) a sua função, ou então não é uma vacina propriamente dita.

Não sendo imunizáveis, as ditas “vacinas” contra o COVID-19 não passam de instrumentos de terapia profiláctica que eliminam os sintomas da doença (COVID-19), mas não impedem a infecção e/ou a contaminação / propagação da doença.

As “vacinas” contra o COVID-19 não são vacinas: em vez disso, são meios de terapia profiláctica.

Vejamos o exemplo das “vacinas” contra a poliomielite: existe uma vacina injectável e uma outra vacina oral.

Porém a “vacina” (contra a pólio) injectável não imuniza, e por isso não é uma vacina propriamente dita. Mas já a vacina oral imuniza, mas tem a desvantagem de provocar reacções adversas em um rácio de risco de 1 em 1 milhão (seja como for, a vacina oral contra a poliomielite pode matar).

Por isso é que a “vacina” injectável contra a polio é aplicada às crianças em primeiro lugar, desempenhando a função de terapia profiláctica (o que não acontece com a vacina oral, que não desempenha a função de terapia profiláctica).

Ao aplicar primeiro a “vacina” injectável, previne-se a infecção sistémica, embora não seja imunizável — e só depois é ministrada a vacina oral de uma forma segura (porque passa a haver garantia de que a carga viral da vacina oral não danifica o organismo), porque é de facto imunizável.

Estamos em presença da maior fraude política das últimas décadas, que transformou a ciência em um mero instrumento de absolutização do Poder e manipulação de massas.

As taxas e taxinhas do governo do Monhé das Cobras

Fui à farmácia e levaram-me 10 cêntimos por um pequeno saco de papel.

Repito: saco de papel foleiro, daquele papel caqui que os marçanos utilizavam no tempo do fassismo para embrulhar o sabão-macaco. Agora, o monhé institui uma nova taxa de 10 cêntimos por um embrulho de papel foleirote.

E dou comigo a pensar: “que grande filho-de-puta! Monhé de merda!” — e não é pelos 10 cêntimos; mas é pelo chico-espertismo do monhé manhoso que nos vai comendo de cebolada com taxas e taxinhas.

Em nome da “protecção do ambiente”, o Monhé das Cobras vai f*dendo o povo de mansinho!, como quem não quer a coisa… Uma taxinha aqui, outra acolá, o monhé vai chulando o povo para dar de mamar aos xuxalistas e sibaritas do Terreiro do Paço.

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