Fugiu à guerra na Ucrânia para ser assassinada nos Estados Unidos.
A Mariana Mortágua e os amigos estavam a fumar umas “ganzas” e pegaram fogo ao barco
What Marcus Tullius Cicero told us about Donald Trump
“A nation can survive its fools, and even the ambitious. But it cannot survive treason from within. An enemy at the gates is less formidable, for he is known and he carries his banners openly.
But the traitor moves among those within the gate freely, his sly whispers rustling through all the alleys, heard in the very halls of government itself. For the traitor appears not traitor, he speaks in the accents familiar to his victims, and he wears their face and their garments, and he appeals to the baseness that lies deep in the hearts of his fellowmen.
He rots the soul of a nation, he works secretly and unknown in the night to undermine the pillars of a city, he infects the body politic so that it can no longer resist.
A murderer is less to be feared.”
— Marcus Tullius Cicero (Roman orator and statesman, circa 45 B.C.)
Aconselho a leitura: AUTOCRACIA, INC. — de Anne Applebaum
Um livro editado pela Bertrand, de autoria de Anne Applebaum, essencial para se entender a actualidade política internacional, e principalmente para que se entenda o fenómeno político “Donald Trump”.

A imbecilização voluntária das elites ocidentais
O comediante e escritor irlandês Graham Linehan (na foto) foi detido à chegada a um aeroporto em Londres, e apresentado a um tribunal londrino a 4 de Setembro de 2025, por ter escrito no Twitter que “se um transgénero entrar num espaço feminino, as mulheres devem dar-lhe um pontapé dos colhões” (sic).

A pergunta que se impõe é a seguinte: ¿como é que gente dita “inteligente” — incluindo legisladores e magistrados — alinham ou condescendem com a Ideologia de Género?
A resposta é simples, e foi dada por Olavo de Carvalho através da noção de “Imbecil Colectivo”:
“O ‘imbecil colectivo’ é uma comunidade de pessoas de inteligência normal ou superior que se reúnem com o propósito de imbecilizar-se umas às outras”.
O que se passa no Ocidente é uma tentativa, por parte das elites, de se tornarem imbecis por acordo mútuo.
O Partido Socialista e o Bloco de Esquerda : “Les bons esprits se rencontrent…”
“O ex-secretário-geral do PS, Pedro Nuno Santos, e a eurodeputada Marta Temido são dois dos apoiantes da flotilha humanitária que está a caminho de Gaza, na qual seguem três portugueses: a bloquista Mariana Mortágua, o activista Miguel Duarte e a actriz Sofia Aparício.
No PS, os deputados Isabel Moreira, Marina Gonçalves, Miguel Costa Matos, Tiago Barbosa Ribeiro, Jamila Madeira e Eva Cruzeiro também são apoiantes da flotilha da Liberdade, assim como a eurodeputada Ana Catarina Mendes e a ex-deputada Ana Isabel Santos.”
O Partido Socialista e o Bloco de Esquerda estão cada vez mais próximos, mais iguais. Praticamente já não se distinguem um do outro.
Votar no Partido Socialista é votar no Bloco de Esquerda. São dois partidos extremistas e anti-Ocidente, duas faces da mesma moeda radical.
A flotilha de pacotilha voltou novamente ao porto de Barcelona
Primeiro, as meninas rabinas anunciaram que eram 37 barcos que compunham a flotilha de pacotilha, quando, em boa verdade, eram apenas 24 barcos. As meninas rabinas mentiram. Dos 24 barcos iniciais, restam agora 19, depois do segundo retorno à base.
A primeira largada de Barcelona da flotilha de pacotilha no passado Domingo foi uma encenação para os me®dia manipularem a opinião pública, sendo que uma maioria de barquinhos da flotilha de pacotilha saiu do molhe e voltou a entrar nele.
Triste figura: as escuteiras foram acampar para Gaza mas voltaram à base com medo de uma marejada

A ideia da flotilha de pacotilha não é ajudar a população de Gaza: em vez disso, é diminuir e destruir a imagem de Israel.
É disto que se trata. Não é uma flotilha humanitária; é uma flotilha ideológica.
Nota: ¿já repararam que a Mariana Mortágua tem uma testa pequena e simiesca?
O Bloco de Esquerda faz parte de uma religião anticósmica
Das duas, uma: ou Mariana Mortágua é uma hipócrita de alto coturno, ou a Esquerda radical transformou-se em uma espécie de religião.
Não é uma religião no sentido tradicional do termo, porque tem uma forte componente anticósmica na medida em que a sua mundividência “religiosa” reflecte apenas a realidade do que se passa para cá da órbita dos satélites artificiais terrestres — tudo o que se passa para além dos satélites artificiais é ignorado pela “religião” da Esquerda radical: o universo está limitado ao mundo sub-lunar das órbitas dos satélites artificiais; para a Esquerda radical, o universo é hoje reduzido a uma espécie de rede de Internet.
Nesta frase da Mariana Mortágua — “O mundo e a humanidade estão a ser salvos pelo povo palestiniano” — podemos ver claramente uma corruptela do Milenarismo herdado do marxismo clássico, que anuncia o “fim-dos tempos” e/ou os “amanhãs que cantam”, e que reflecte a evolução das religiões gnósticas da Antiguidade Tardia ao longo dos séculos — desde o “Evangelho da Verdade” de Valentino, passando pelo medievo Joaquim de Fiore, e até ao moderno Adolfo Hitler.
O verbo “salvar”, utilizado pela Mariana Mortágua neste contexto, induz um significado soteriológico à mensagem política que pretende transformar a ideologia em religião — o que, de certo modo, identifica a Esquerda radical com o Islamismo, constituindo, ambas as ideologias, princípios de ordem política de índole religiosa.
No Japão não há imigrantes
Entretanto, no Japão…


Muita gente não sabe que o Japão não importa imigrantes. Não há imigrantes no Japão. No entanto, tudo funciona bem no país. E não só, o Japão: na Coreia do Sul também não há imigrantes. E que eu saiba, não são países pobres.
Como é possível que haja o Uber Eats no Japão, sem imigrantes do Terceiro Mundo com salários de merda?!!!!
Que coisa estranha!, senhor Carlos Leal!
Segundo consta, um estafeta japonês do Uber Eats tem uma salário de “engenheiro português”.
É este o mistério do senhor Carlos Leal: pagar salários de merda a imigrantes desqualificados. E depois, vem pedir ajuda ao Estado, na boa lógica do “capitalismo” fascistóide que se “encosta” ao Estado.




