O histrião espertalhão

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Primeiro, e em conluio com Marcelo Rebelo de Sousa (o palhaço-mor da república), combinam (pela calada da noite política, como bons ladrões que são) o chumbo da Lei dos Estrangeiros no Tribunal Constitucional.

Depois, face ao chumbo do Tribunal Constitucional, o histrião concorda publicamente com o CHEGA acerca da importância de manter os princípios e os valores da lei chumbada, e procurar reformular o texto da dita lei no sentido de a tornar politicamente palatável — tudo isto para o Zé Povinho ver e ser enganado.

Finalmente, o espertalhão histrião adoptou a atitude do Groucho Marx: se a Esquerda não gosta dos nossos princípios, temos outros para apresentar — renunciando ao espírito da lei formulada em conjunto com o CHEGA e cedendo em toda a linha à Esquerda, ao palhaço-mor da república (e à maçonaria).

E o mais grave foi a atitude professoral do bobo hipócrita que pretendeu dar lições de moral política a quem não concorda com o histrionismo da criatura, recomendando “respeitar o presidente da república” com quem combinou previamente o chumbo da lei previamente acordada com o CHEGA.

É (também) por isto que lhes está reservada a inexorável tumba política quando ainda pensam que o povo português é o mesmo de há 50 anos. O povo já atopou os palhaços do sistema.

O genocídio dos europeus programado pela Esquerda

Na primeira imagem (de Londres), aqui em baixo, vemos um convite público do governo britânico aos cidadãos brancos: “esterilizem-se, para que as cidades fiquem menos apinhadas de gente”.

Esta mensagem é passada como sendo virtuosa, e utiliza até, cinicamente, figuras de crianças brancas no cartaz.

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Porém, ao mesmo tempo que os governos europeus controlados pela Esquerda ("World Economic Forum", alguns magnatas como George Soros, Bill Gates, etc) pediam aos brancos para se suicidarem como etnia, importavam pretos aos magotes — como podemos ver na segunda imagem.

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Ou seja, para a Esquerda, os brancos são para eliminar, e os pretos são para entrar em barda.

O racismo da Esquerda é radical, no sentido em que defende o genocídio dos europeus como política de Estado.

Esta política demográfica genocida e anti-europeia é basicamente irracional: o único critério inteligível e lógico é o de quequalquer coisa é melhor do que a actual demografia com brancos em maioria”.

Para a Esquerda, e por razões puramente ideológicas, os brancos europeus representam o demónio; e, portanto, é preferível, até, a existência de marcianos em circulação do que de brancos.

A Mariana Mortágua vê o mundo ao contrário

A bandeira de Portugal tem os sete castelos e as cinco quinas.

A islamofilia e a estaurofobia da Mariana Mortágua impedem que ela empunhe a bandeira portuguesa porque esta causa-lhe repugnância. Para a Mariana Mortágua, a bandeira nacional portuguesa é nojenta.

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Porém, para a Mariana Mortágua, a bandeira de um Estado falhado, anti-semita e terrorista, como é a Palestina, já tem o seu amor. A Mariana Mortágua tem amor pelo feio: tudo o que é esteticamente defeituoso merece-lhe respeito, e até devoção.

Dêmos todos graças a Deus por a Mariana Mortágua ser lésbica e não procriar, porque de outro modo a sociedade corria o risco de ter uma segunda edição da Aurora Rodríguez que educou a sua filha para ser a revolucionária perfeita, mas quando a filha se rebelou contra a mãe, esta assassinou-a. A Mariana Mortágua tem o perfil psicológico de uma psicótica infanticida.

A mundividência da Mariana Mortágua é invertida — aliás, em linha com a visão invertida do moderno liberal que nunca percebe que os horrores que o espantam são o lado do avesso das falácias que admira.

A Mariana Mortágua é a manifestação epifenomenológica de uma sociedade profundamente doente.

Portugal vai reconhecer a existência de algo que não existe

A noção de “Estado Palestiniano” é metafísica; pertence à dimensão religiosa.

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Mesmo que concebamos a ideia de “Estado Palestiniano em construção”, é difícil aceitar um Estado em que o Hamas impere, por um lado, e por outro lado é impossível que se aceite a chamada “Autoridade Palestiniana” que paga reformas vitalícias a quem mate israelitas.

Só em 2018, a reforma vitalícia que a “Autoridade Palestiniana” dá aos assassinos de judeus totalizou 330 milhões de US Dollars — dinheiro este que vem dos contribuintes europeus para alimentar o ódio islâmico em relação aos judeus e cristãos.

A Autoridade Palestiniana será a única instituição, em todo o mundo e com excepção dos nazis de Hitler, que paga recompensas vitalícias a quem mate judeus.

É a esta gente que o PSD de Luís Montenegro vai reconhecer o estatuto jurídico e legal de “Estado Palestiniano”.

O actor Javier Bardem embarcou na “flotilha” anti-semita da Mariana Mortágua

Vemos aqui em baixo uma fotografia do prestigiado hospital judeu Cedars-Sinai, em Los Angeles, considerado como o segundo melhor hospital da Califórnia, onde nasceu o filho primogénito do Javier Bardem.

Tal como o Rui Tavares que diz que é a favor da exclusividade da escola pública mas tem os filhos em escola privada.

A hipocrisia da extrema-esquerda.

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Clara Pinto Correia e o apoio a Mariana Mortágua

Caiu a máscara. A Clarinha é fã de Mariana Mortágua. O que me surpreende é que o Página Um se disponha a “revolucionarices” desta índole.

O problema não está na crítica a Israel, que a Clarinha faz com afã; tudo é susceptível de ser criticado, incluindo Israel e a Mariana Mortágua.

O problema está na defesa das motivações políticas e ideológicas da Mariana Mortágua e do Bloco de Esquerda. A Clarinha assume as dores da extrema-esquerda. Caiu-lhe a máscara. Que vá morrer longe; que vá para Gaza.

O inimigo do comunismo não é o capitalismo: é o Cristianismo

O Judaísmo (religião) representa (símbolo) a génese do Cristianismo, entendido, este último, como religião e cultura.

O Cristianismo surgiu em ambiente cultural judaico; e a ponto de os discípulos de Jesus Cristo se considerarem a si próprios partes de uma vergôntea do Judaísmo. A ideia de Cristianismo como religião independente do Judaísmo só se afirmou e fundamentou com a Patrística, já no segundo século depois de Jesus.

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Quando a Esquerda ataca os judeus (por exemplo, quando o Bloco de Esquerda e a Mariana Mortágua defendem abertamente o terrorismo do Hamas), pretende atacar a génese do Cristianismo.

A Esquerda, aqui, é “radical”, no sentido em que pretende ir às “raízes” do “problema cristão”. Por outro lado, na sua sanha contra o “problema cristão”, a Esquerda alia-se (escandalosamente) ao inimigo fidagal, civilizacional e histórico do Judaísmo e do Cristianismo: o Islamismo.

Quando me dizem que “há uma Direita que alinha com a Esquerda no ataque aos judeus”, eu respondo que “com a verdade me enganas”. Quando uma certa dita “direita” alinha com a Esquerda em aspectos civilizacionais e culturais, estamos em presença de uma deriva de esquerda, e não de uma Direita propriamente dita.

Nenhuma Direita digna desse nome faz o jogo anti-civilização próprio da Esquerda.

Isto não significa que tudo o que Israel faz é correcto, e que os judeus são perfeitos (ver: Grupo dos Trezentos); significa que a alternativa a Israel (enquanto génese civilizacional) é muito pior, totalitária e tenebrosa até, e está fora de questão.

Quando, em princípios do século XX, teóricos marxistas (por exemplo, Lukács ou Gramsci, Escola de Frankfurt e o marxismo cultural) chegaram à conclusão de que o grande inimigo da expansão do comunismo na Europa era o Cristianismo, abriu-se uma “época de caça” ao Judaísmo e ao Cristianismo que dura até hoje. O bastião do Cristianismo (enquanto religião) e o seu último reduto deslocou-se da Europa para os Estados Unidos, e é neste contexto que o cristão Charles Kirk foi assassinado.

Na Europa, até o Vaticano já foi neutralizado pela tripla aliança constituída pelo marxismo / maçonaria irregular / Islamismo.

Em Inglaterra, a igreja anglicana é uma palhaçada em que os edifícios das igrejas cristãs são cedidas aos imigrantes muçulmanos locais para as cinco rezas diárias do Islão — no mesmo país onde o actual rei se diz apologético do Islamismo. Pior do que isto é impossível. A Inglaterra está a cair de podre, a começar pelas elites.

A Esquerda começou por ser “Rousseau” (Revolução Francesa, socialismo utópico do século XIX); depois passou a ser “Hegel” (Karl Marx, Mussolini e Hitler); actualmente, a Esquerda mudou de táctica: adoptou a imoralidade e o incesto (Nietzsche e o Islamismo).

Assistimos hoje ao fim da Esquerda. Charles Kirk foi um mártir.

Da república das bananas do Brasil, podemos esperar tudo

bolsonaro condenado webJair Bolsonaro foi condenado a 27 anos de prisão por um tribunal politicamente comprometido com a Esquerda radical marxista, e sem qualquer possibilidade de recurso judicial para a neutralidade de um tribunal superior — uma vez que o Supremo Tribunal brasileiro, que condenou Jair Bolsonaro, é a instância máxima judicial brasileira e está comprovada- e ideologicamente ligada a Lula da Silva.

Por aqui verificamos que o Brasil de Lula da Silva é uma república das bananas.

O que é também preocupante é o facto de a imprensa portuguesa — neste caso, a Agência Lusa — não perceber que os tribunais de recurso são essenciais para uma Justiça saudável.

No caso de Jair Bolsonaro, não houve justiça, mas uma decisão arbitrária de um tribunal desautorizado.

A Esquerda brasileira está a pôr-se a jeito. E depois berram que “a culpa é da Direita”.

A Esquerda americana já perdeu a guerra ideológica e cultural

Com o assassinato de Charlie Kirk, a Esquerda americana perdeu a guerra ideológica e cultural. O próprio senador americano e esquerdista Adam Schiff já o reconheceu publicamente.

Uma vez que o movimento político “Woke” foi “processado” nos Estados Unidos (nas universidades privadas) a partir de elementos ideológicos do marxismo cultural  (da Escola de Frankfurt até à década de 1960, e depois com Marcuse e Wilhelm Reich nos Estados Unidos na década de 1960), por um lado, e do Pós-estruturalismo francês (Derrida, Foucault, Deleuze, etc) por outro lado, e estruturado ideologicamente com uma determinada práxis a partir da década de 1980 — a derrota da Esquerda americana significa o prenúncio de decadência acelerada da Esquerda europeia, salvo se esta se reestruturar ideologicamente (mudar de rumo ideológico), o que não vejo acontecer.

No dia em que foi anunciado a morte de um mártir (Charlie Kirk) às mãos da Esquerda “Woke”, a presidente da União Europeia, Ursula von der Leyen, vem anunciar o fim da agenda política da Esquerda europeia na área da energia e, implicitamente, na área da indústria automóvel: é uma questão de tempo até que os dogmas aquecimentistas se desmoronem na cultura ocidental.