A existência de pessoas de raça branca personifica o próprio “Mal”

A maioria da população de Londres (e de Birmingham!) já não é inglesa — a maioria já é composta pelos chamados “britânicos” imigrantes, mas que não são ingleses autóctones.

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Porém, os globalistas (apoiados pela extrema-esquerda marxista!) ainda não estão satisfeitos: querem estender o processo político de Vernichtung do povo autóctone, a todo o território inglês.

A grande inimiga do globalismo Neocon e do internacionalismo da extrema-esquerda, é a existência das culturas autóctones da Europa. Os brancos serão erradicados da Terra e a sua cultura de origem cristã será destruída — como preconizou o comunista Gramsci, com a bênção de George Soros.

O chamado “crime-de-ódio” é uma contribuição política para a transformação paulatina da União Europeia em uma espécie de “China” (sinificação)

gay-police-webNa Suécia, uma jornalista vai a tribunal por ter publicado na sua página da Internet um artigo de outra pessoa que questionava a probidade profissional dos muçulmanos proprietários de farmácias.

Em resumo: 1/ uma grande percentagem dos proprietários de farmácias na Suécia é constituída por muçulmanos; 2/ os muçulmanos, por princípio, obedecem à lei da Sharia que dá prioridade aos outros muçulmanos no fornecimento de medicamentos em caso de escassez no mercado; 3/ portanto, a pergunta é pertinente: em caso de escassez de medicamentos, ¿será que os proprietários muçulmanos das farmácias irão dar prioridade de fornecimento a outros muçulmanos?

Ora, a referida jornalista apenas publicou um artigo (que não era da autoria dela) que colocou em questão o problema da fidelidade dos muitos farmacêuticos muçulmanos em relação à lei da Sharia. E apenas por ter publicado esse artigo, foi acusada de “crime-de-ódio” e sujeita agora a dois anos de prisão.


É neste contexto de criminalização da opinião e restrição neomarxista da liberdade de expressão na União Europeia que se situa a escolha de Ursula von der Leyen para líder da União Europeia — eu assumo o meu enorme preconceito em relação às mulheres na política: a Margaret Thatcher foi uma excepção à regra, mas ainda assim foi uma defensora acérrima do aborto.

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A Ursula von der Leyen vem agora com uma putativa campanha contra os “crimes-de-ódio”, à moda da Suécia. Mas ela própria não sabe bem o que é um “crime-de-ódio”, nem interessa saber: o conceito de “crime-de-ódio” é apenas um pretexto para impôr condicionalismos culturais e tiques totalitários aos povos da Europa.

Graças a Deus, ainda há pessoas despertas (nem tudo está perdido)

Aconselho a leitura de uma série de apostilas do Henrique Pereira dos Santos :

Só falta agora que a União Europeia venha decretar o estado-de-sítio, para que o cenário político actual comece a fazer sentido.

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Eu não estou disposto a perder a minha liberdade individual

O que me separa da chamada “extrema-direita” (seja o que for que isso signifique, por exemplo, Juan Manuel de Prada, em Espanha) é a ideia (de Prada, nomeadamente) segundo a qual é necessário alienar a nossa liberdade individual em prol de alguma coisa que chamam de “bem-comum”.

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Eu não estou disposto a perder um milímetro da minha liberdade individual senão por um tempo limitado (Notrecht)— por exemplo, devido a uma possível guerra; mas, do que esta gente (da dita “extrema-direita”) fala, é de perda permanente de liberdade individual em prol de um alegado e chamado “bem-comum”, o que vai de encontro a uma certa mundividência de Esquerda que também sacrifica a liberdade do indivíduo em função de um putativo “superior interesse” colectivista.

Esta é uma das razões por que eu não me considero de “extrema-direita”, mas antes considero-me um “reaccionário” (não são sinónimos).

O reaccionário não procura a glória imanente: em vez disso, procura a ética dos valores e a ordem metapolítica — aquela ordem que está para além da política de cada época ou de cada “espírito do tempo”.

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“O reaccionário é aquele que não só tem um sentido apurado para detectar o absurdo, mas também tem um palato adequado para o saborear.”

→ Nicolás Gómez Dávila

O filósofo alemão Peter Sloterdijk, em uma entrevista recente ao jornal francês “Le Point”, declarou que — devido (nomeadamente) às medidas securitárias tomadas por quase todos os governos dos países da União Europeia face à epidemia do Coronavirus — “o sistema ocidental irá revelar-se tão autoritário quanto o da China”; e eu concordo que a tendência do leviatão da União Europeia para um autoritarismo de tipo chinês (a que eu chamei de sinificação) é clara e evidente, e é própria da agenda política do globalismo que une a Esquerda internacionalista/ trotskista, por um lado, e a plutocracia anglo-saxónica, por outro lado.

Dois exemplos desta síntese ideológica e política (a sinificação, ou a aliança entre globalistas e trotskistas) são o António Guterres e o papa Chicozinho.

A manutenção da liberdade individual — defendida, por exemplo, por Santo Agostinho, S. Tomás de Aquino, e Kant — não é incompatível com a hierarquização da sociedade: pelo contrário, e dentro da tradição cristã, só pode haver verdadeira hierarquia se for garantida a liberdade do indivíduo (o livre-arbítrio) — a liberdade individual serve de contra-poder em relação à hierarquia (de dominação), porque a hierarquia, per se, não é sinónimo automático de “superioridade moral” e/ou legitimidade política (vide S. Tomás de Aquino).

Estas medidas securitárias — na sequência do Coronavirus — têm-se mostrado muito “convenientes” para uma certa elite política globalista nos países da União Europeia.

Estamos f*d*d*s! : a União Europeia está a ser governada pelo mulherio

« La decisión del BCE de no bajar más los tipos de interés, aunque inyectará 120.000 millones de euros, no ha convencido al Ibex 35, que tras conocerse esta decisión, se ha desplomado un 10% y se ha acercado a los 6.000 puntos. Los mercados esperaban un movimiento en el mismo sentido que los realizados de emergencia por la Reserva Federal (Fed) y el Banco de Inglaterra que paliara en parte el impacto del coronavirus en la economía. »

Sigue el crash: el Ibex se hunde un 10% defraudado por las medidas del BCE ante el coronavirus


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É preciso rever urgentemente a relação do Ocidente com a China

O regime chinês é hermético e estanque. É impossível qualquer tipo de controlo ou simples monitorização eficaz do regime chinês a partir de fora dele.

Em fim de Novembro do ano passado, quando se registaram oficiosamente os primeiros casos do chamado “vírus da China”, os Estados Unidos disponibilizaram-se para ajudar a rastrear e a estudar cientificamente o referido vírus; o regime chinês recusou a oferta americana, e o resultado está à vista.

Para o regime comunista chinês, a morte de uns poucos milhões de cidadãos — por exemplo, com um epidemia viral construída em um qualquer laboratório chinês — pode ser considerada (pelas elites do Partido Comunista chinês) um dano colateral inserido em uma qualquer estratégia política global.

A ideia propalada pelos me®dia, segundo a qual o vírus da China é originário de um mercado de animais vivos da cidade chinesa de Wuhan, não passa de uma narrativa (de uma estória) semelhante a qualquer outra. A verdade é que, na referida cidade, existe o único laboratório biológico de segurança de nível 4 (BSL–4) em toda a China.

A probabilidade de o vírus da China ter tido origem no laboratório da cidade Wuhan é (pelo menos) tão credível como a narrativa jornaleira da probabilidade do mercado de animais.

Eu não tenho dúvidas nenhumas acerca do seguinte: o regime comunista chinês — ao contrário do regime russo, construído sobre uma sociedade de tradição cristã — não tem qualquer pejo em sacrificar milhões dos seus próprios cidadãos para causar um qualquer dano ao Ocidente.

Nós não devemos ver a China com os olhos da tradição cristã ocidental: a mente chinesa funciona de modo diferente da nossa.

A Turquia é um Estado terrorista, e como tal deve ser tratado

A posição “acagaçada” da União Europeia, em relação à política externa da Turquia, dá razão à posição de Donald Trump de pretender retirar as tropas americanas da Síria.

Ou seja, os políticos europeus detractores da decisão de Donald Trump de abandonar os curdos na Síria, perdem a razão quando se acobardam perante o Estado terrorista que é a Turquia.

A caridade tem que cuidar da dignidade moral do pobre

El_Greco_St_Martin_of_Tours-webO Homem moderno — incluindo os cristãos actuais — já perdeu a noção cristã medieval de “caridade”; para o homem moderno, a caridade é dar (mas) sem cuidar da dignidade moral de quem recebe.

Na Idade Média, os mendigos andavam livres nas ruas das povoações; e quando pediam esmola a um rico burguês ou nobre que passava, quem lhes dava a esmola pedia em troca uma oração pela sua alma. Ou seja, a mendicidade medieval era uma profissão socialmente útil, porque quem dava a esmola ao pobre recebia qualquer coisa em troca.

A partir do momento em que a Reforma protestante retirou à penitência religiosa, por um lado, e à acção moral individual, por outro lado, a sua importância tradicional medieval, o Estado passou a controlar a acção altruísta dos indivíduos.

E como a mendicidade não acabava, o Estado protestante — Alemanha, Inglaterra — passou a restringir a liberdade dos mendigos naquilo a que Foucault chamou de “Grande Encarceramento”: os mendigos deixaram de ser úteis à sociedade, e passaram a ser reprimidos e encarcerados.

Através da rotulagem do “pobre” e de sinais distintivos afins, a caridade da Idade Média que se caracterizava por um modo de relação, transformava-se, no mundo moderno da Reforma e dos “direitos humanos”, em um modo de segregação.


Na imagem: S. Martinho partilha a sua capa com um pobre (pintura de El Greco).

Viktor Órban, o primeiro-ministro da Hungria, esteve no santuário de Fátima

O primeiro-ministro da Hungria, Viktor Órban, esteve há poucos dias no santuário de Fátima.

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Os me®dia portugueses calaram a visita, e um primeiro-ministro de um país da União Europeia (a Hungria) não foi sequer recebido por um qualquer membro do governo português (nem que ele fosse recebido por um qualquer sub-secretário-de-estado!).