Putin foi longe demais

Eu estava à espera do reconhecimento unilateral da independência, por parte de Putin, das regiões de leste (de maioria étnica russa) na Ucrânia; esperava mesmo que as tropas russas entrassem na região do Donbass com o argumento de “proteger” a alegada independência dessas regiões; mas nunca me passou pela cabeça que Putin enviasse tanques para Kiev.

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Parece que a Rússia não aprendeu nada com a invasão do Afeganistão, na década de 1980 do século passado — só que, no caso da Ucrânia, a actual proliferação de armamento sofisticado ocidental, produzido para guerrilha urbana e guerrilha convencional, é incomparavelmente superior ao que existia no Afeganistão na década de 1980.

A Rússia está a meter-se em um lamaçal militar, e Putin é o responsável.

A Rússia vai ter o SWIFT cortado, o que significa um retrocesso económico e financeiro significativo do país. E qualquer país que apoie o esforço de guerra da Rússia, terá também o SWIFT cortado — com excepção da China, que verá necessariamente outro tipo de retaliação, dada a dependência extrema que os Estados Unidos e o Ocidente têm da indústria chinesa, resultado da transferência massiva de produção industrial do Ocidente para a China.

Emmanuel Macron vai ter morte macaca

O que se está a passar em França — mas que é escondido pelos me®dia e jornaleiros portugueses — é inacreditável, em um Estado de Direito.

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Os Estados Unidos já não são minimamente confiáveis

Eu desafio qualquer jornaleiro de merda a desmentir, com factos, a minha seguinte proposição:

“A península da Crimeia, desde o tempo dos primeiros czares russos, sempre pertenceu à soberania russa.”

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Em contraponto, a parte oriental da Ucrânia só passou a fazer parte da Rússia no século XVII na sequência da guerra entre a Rússia e a Polónia — e, mais tarde, já recentemente na era soviética, toda a Ucrânia foi absorvida pela URSS.

Ou seja, a história da Ucrânia não coincide com a história da Crimeia, por um lado; são realidades históricas muito diferenciadas. E, por outro lado, a população da Crimeia sempre foi maioritariamente russa (e não ucraniana).


Os Estados Unidos não aprendem com a História — porque este país está a ser governado por perigosos celerados: e não é só de agora: desde a presidência do Bush-pai que a percentagem de celerados foi aumentando na governança dos Estados Unidos, culminando com o actual facínora que ocupa a Casa Branca.

Em 1939, a Alemanha invadiu a Polónia Checoslováquia alegando a protecção da minoria alemã na região polaca dos sudetas. Ora, acontece que existe uma minoria étnica russa na parte oriental da Ucrânia (ver o mapa acima); e os Estados Unidos servem-se do argumento falacioso ad Hitlerum da protecção dos sudetas para dizer que os russos irão invadir a Ucrânia para proteger os russos da Ucrânia.

Os Estados Unidos estão a ser governados por uma elite política absolutamente sem escrúpulos, e é chegada a hora de os povos da Europa se unirem para denunciar a política belicista dos neocons americanos que estão a provocar uma guerra na Europa, para assim obnubilar a desgraça da política interna do psicopata João Bidé.

Os Estados Unidos (dos neocons aliados à Esquerda corrupta do João Bidé) não são minimamente confiáveis.

Os globalistas odeiam os europeus (ou os “Goyem”)

Imaginem que, em Portugal e em um futuro próximo, as elites globalistas comecem a discutir o significado de “Portugalidade”, mas sem a presença de um português de origem…

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É o que se passa na Inglaterra “inclusiva”: a discussão do conceito de “inglês” não inclui nenhum inglês — porque, no conceito de “britânico” cabe tudo; mas no conceito de “inglês” só cabem os ingleses… e este último facto chateia os globalistas!

Não me venham dizer que isto é “simples coincidência”

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A elite cria propositadamente os problemas; e depois invoca a necessidade de restrição da liberdade política para os resolver.

Seria absolutamente impensável — impossível! — que uma mulher da minoria branca, por exemplo, na África do Sul, pudesse ser nomeada “Miss África do Sul”; não há sequer a possibilidade política de se abrir uma excepção.

Porém, na Europa, o critério das elites políticas é exactamente o contrário: uma mulher que não seja branca está condenada a ser Miss Qualquer Coisa.

Ou seja, a mulher europeia, que pertence à maioria étnica e autóctone, tem vindo a ser desprezada pelas elites políticas globalistas que defendem a substituição populacional na Europa.

É este tipo de discriminação politicamente correcta que incentiva o potencial recrudescimento do racismo na Europa: o sentimento generalizado de injustiça.

Por isto é que as elites actuais (incluindo a Marine Le Pen, em França) defendem um Estado todo-poderoso e para-totalitário, com fortes restrições à liberdade política dos indivíduos: primeiro, a elite cria propositadamente os problemas, e depois invoca a necessidade de restrição de liberdade política para os resolver.

Iniciou-se a esterilização dos autóctones de Portugal

A esterilização em massa da sociedade portuguesa dará razão ao Monhé das Cobras, que defende a ideia segundo a qual é necessária a imigração em massa e, se possível, islâmica.

Estamos a assistir, ao vivo e a cores, à vitória das teses de Pinto Balsemão (e dos seus [dele] amigos de Bilderberg), que afirmou (na SICn, na primeira década do século XXI, aquando do segundo referendo do aborto) que “se Portugal tivesse metade da população, seria um país melhor”.

Porém, a nova tese “progressista” é a de que nem sequer se deve tolerar a existência de uma metade autóctone da população: é necessário arranjar um outro povo (imigrantes), se possível com um QI médio de 50 para que seja (pensam eles) mais facilmente manipulável.

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Une française de souche + En infödd svensk

Une française de souche

Os me®dia vem dizer que a senhora que pichou a Torre de Belém é “francesa”.

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Nenhuma destas duas senhoras teria liberdade de acção política nos seus países de origem. No entanto, ambas defendem a restrição da liberdade dos cidadãos autóctones dos diversos países da Europa.

Acontece que a senhora Leila Lakel nasceu na Argélia; desde logo, o argumento do “solo” não funciona a favor do atributo de “francesa” que os me®dia lhe dão; e muito menos funciona o argumento do “sangue”.

O caso de Leila Lakel é o exemplo acabado de que um imigrante dificilmente sentirá o país de acolhimento (ou a cultura europeia) da mesma forma que um cidadão autóctone sente o seu país histórico.

Existe, nesta senhora, ódio à Europa; ódio ao sucesso histórico da Europa, em contraponto ao fracasso enorme da cultura islâmica de onde ela é oriunda. Por isso é que o Islão e a Esquerda são aliados tácitos: ambos odeiam tudo o que a Europa significa e representa.

O Islão e a Esquerda vivem e alimentam-se de ódio.

En infödd svensk

O caso da senhora Nyamko Sabuni ilustra, de forma complementar, a ideia do poder político imenso granjeado pelas minorias imigrantes e anti-culturais, em uma Europa que vai perdendo as suas referências históricas.

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Esta senhora nasceu no Burundi e teve educação muçulmana (embora seja criticada por, alegadamente, ser anti-islâmica), e sabe-se lá por que razão, é a líder do partido liberal sueco (ainda iremos ver a Joacine “Vai-te Katar” Moreira a liderar partido IL – Iniciativa Liberal); e já se dá ao luxo de exigir a expulsão da Hungria cristã da União Europeia.

Nenhuma destas duas senhoras teria liberdade de acção política nos seus países de origem. No entanto, ambas defendem a restrição da liberdade dos cidadãos autóctones dos diversos países da Europa.