Não me venham dizer que isto é “simples coincidência”

miss england 2021miss ireland 2021miss france

A elite cria propositadamente os problemas; e depois invoca a necessidade de restrição da liberdade política para os resolver.

Seria absolutamente impensável — impossível! — que uma mulher da minoria branca, por exemplo, na África do Sul, pudesse ser nomeada “Miss África do Sul”; não há sequer a possibilidade política de se abrir uma excepção.

Porém, na Europa, o critério das elites políticas é exactamente o contrário: uma mulher que não seja branca está condenada a ser Miss Qualquer Coisa.

Ou seja, a mulher europeia, que pertence à maioria étnica e autóctone, tem vindo a ser desprezada pelas elites políticas globalistas que defendem a substituição populacional na Europa.

É este tipo de discriminação politicamente correcta que incentiva o potencial recrudescimento do racismo na Europa: o sentimento generalizado de injustiça.

Por isto é que as elites actuais (incluindo a Marine Le Pen, em França) defendem um Estado todo-poderoso e para-totalitário, com fortes restrições à liberdade política dos indivíduos: primeiro, a elite cria propositadamente os problemas, e depois invoca a necessidade de restrição de liberdade política para os resolver.

Iniciou-se a esterilização dos autóctones de Portugal

A esterilização em massa da sociedade portuguesa dará razão ao Monhé das Cobras, que defende a ideia segundo a qual é necessária a imigração em massa e, se possível, islâmica.

Estamos a assistir, ao vivo e a cores, à vitória das teses de Pinto Balsemão (e dos seus [dele] amigos de Bilderberg), que afirmou (na SICn, na primeira década do século XXI, aquando do segundo referendo do aborto) que “se Portugal tivesse metade da população, seria um país melhor”.

Porém, a nova tese “progressista” é a de que nem sequer se deve tolerar a existência de uma metade autóctone da população: é necessário arranjar um outro povo (imigrantes), se possível com um QI médio de 50 para que seja (pensam eles) mais facilmente manipulável.

marine-le-pen-imigra-web

Une française de souche + En infödd svensk

Une française de souche

Os me®dia vem dizer que a senhora que pichou a Torre de Belém é “francesa”.

leila-lakel-web

Nenhuma destas duas senhoras teria liberdade de acção política nos seus países de origem. No entanto, ambas defendem a restrição da liberdade dos cidadãos autóctones dos diversos países da Europa.

Acontece que a senhora Leila Lakel nasceu na Argélia; desde logo, o argumento do “solo” não funciona a favor do atributo de “francesa” que os me®dia lhe dão; e muito menos funciona o argumento do “sangue”.

O caso de Leila Lakel é o exemplo acabado de que um imigrante dificilmente sentirá o país de acolhimento (ou a cultura europeia) da mesma forma que um cidadão autóctone sente o seu país histórico.

Existe, nesta senhora, ódio à Europa; ódio ao sucesso histórico da Europa, em contraponto ao fracasso enorme da cultura islâmica de onde ela é oriunda. Por isso é que o Islão e a Esquerda são aliados tácitos: ambos odeiam tudo o que a Europa significa e representa.

O Islão e a Esquerda vivem e alimentam-se de ódio.

En infödd svensk

O caso da senhora Nyamko Sabuni ilustra, de forma complementar, a ideia do poder político imenso granjeado pelas minorias imigrantes e anti-culturais, em uma Europa que vai perdendo as suas referências históricas.

sabuni-web

Esta senhora nasceu no Burundi e teve educação muçulmana (embora seja criticada por, alegadamente, ser anti-islâmica), e sabe-se lá por que razão, é a líder do partido liberal sueco (ainda iremos ver a Joacine “Vai-te Katar” Moreira a liderar partido IL – Iniciativa Liberal); e já se dá ao luxo de exigir a expulsão da Hungria cristã da União Europeia.

Nenhuma destas duas senhoras teria liberdade de acção política nos seus países de origem. No entanto, ambas defendem a restrição da liberdade dos cidadãos autóctones dos diversos países da Europa.

O Macron vai obrigar os não-vacinados a andar com a sineta de leprosos

Tal como acontecia na Idade Média com os leprosos, Macron irá certamente obrigar os não-vacinados do COVID-19 a andar com uma sineta, para avisar os seres humanos puros e saudáveis da proximidade de outros, alegadamente impuros e pútridos.

Enquanto isso, um imigrante ilegal que tinha posto fogo na catedral de Nantes, não foi expulso do país — porque, a julgar pelo regime de Macron, é o povo autóctone francês que tem que ser reprimido e oprimido, e não os imigrantes ilegais. E esse mesmo imigrante ilegal ruandês, não sendo nem preso nem deportado, acabou por assassinar um Padre católico.

Para o Macron, o problema francês são os novos leprosos que andam  por aí sem sineta — porque a matança do povo e a destruição da sua  cultura antropológica, às mãos de imigrantes ilegais, não passa (para ele) de um dano colateral no esforço globalista de destruição sistemática do Estado-Nação.

sineta-do-leproso-web

A situação de guerra civil iminente em que a Esquerda e os “liberais” colocaram a França

macron-uniao-europeia-islamismoSer “liberal” é hoje exactamente o oposto do defendido pelo  liberalismo clássico; e a mudança de paradigmas, do liberalismo para o “progressismo” actual, começou exactamente com o “liberal”  John Stuart Mill.

Hoje, ser liberal, é defender o reforço do poder do Estado sobre os cidadãos — o que está nos antípodas ideológicos do defendido, por exemplo, por John Locke.

“O mundo burguês — os actuais liberais — trata de modo diferente os seus principais inimigos: vomita para cima dos da Direita tradicionalista, e absorve e recupera os da Esquerda”.

Nicolás Gómez Dávila 

A situação actual de potencial desintegração da unidade territorial de França, causada pela massiva imigração islâmica incentivada pela Esquerda e pelos “liberais”, levou a que 20 generais franceses (e 80 outros oficiais das Forças Armadas de França) escrevessem uma carta aberta ao povo francês, alertando para a eventual falência do Estado de Direito democrático se nada for feito pela governança francesa.

Os “liberais” andam a brincar com o fogo; e a fazer o jogo político da Esquerda marxista.

globalismo-macron-web

A existência de pessoas de raça branca personifica o próprio “Mal”

A maioria da população de Londres (e de Birmingham!) já não é inglesa — a maioria já é composta pelos chamados “britânicos” imigrantes, mas que não são ingleses autóctones.

Weißen Vernichtung  web

Porém, os globalistas (apoiados pela extrema-esquerda marxista!) ainda não estão satisfeitos: querem estender o processo político de Vernichtung do povo autóctone, a todo o território inglês.

A grande inimiga do globalismo Neocon e do internacionalismo da extrema-esquerda, é a existência das culturas autóctones da Europa. Os brancos serão erradicados da Terra e a sua cultura de origem cristã será destruída — como preconizou o comunista Gramsci, com a bênção de George Soros.