The nuclear family of the Left. pic.twitter.com/KDaDfaldhZ
— James Woods (@RealJamesWoods) November 27, 2022
Esquerda
A Esquerda declarou guerra ao povo português através dos me®dia
O Partido Socialista do monhé ganhou as últimas eleições com maioria absoluta em função do medo que incutiu na sociedade — a Formação de Massa que resultou do alarmismo artificialmente causado pela “pandemia” do “vírus” globalista. Mas a propaganda esquerdista do “medo mentiroso covideiro” teve como efeito (nomeadamente, não só mas também) o aumento da votação no CHEGA de 1, para 12 deputados.
Mas esta Esquerda não aprende com a experiência — porque é liderada por psicopatas: uma das características dos psicopatas é a de que não aprendem com a experiência. E se continuarem com a política de propagação do medo pela sociedade, veremos o CHEGA a crescer ainda mais — porque, ao contrário do que a Esquerda e a Direita Socialista (PSD) pensam, o povo português não é tão burro quanto o pintam.
Desesperada, a extrema-esquerda (Bloco de Esquerda, LIVRE, PAN) lançou mão do argumento político milenarista do “fim-do-mundo” aquecimentista: “vem aí o fim do mundo e a destruição do planeta por culpa do capitalismo nacional”.
Esta narrativa política escatológica e tremendista é apoiada pelo Partido Socialista do Monhé das Cobras através (nomeadamente) do seu (deste) Ministro da Educação — ou seja, temos claramente uma aliança estratégica entre o Bloco de Esquerda e o Partido Socialista do monhé, no sentido da manipulação ideológica tremendista dos estudantes adolescentes e imberbes. 
Quando a polícia cumpriu a ordem de retirar meia-dúzia de estudantes bloquistas e (tremendistas) de dentro de uma faculdade lisboeta, surgiu a retaliação vinda dos me®dia coordenados e financiados pela Esquerda (através do Orçamento de Estado) e pela Direita Socialista: o canal de televisão SIC (do Bilderberger Pinto Balsemão) e a revista Visão (que pertenceu ao Pinto Balsemão) lançaram uma Fatwa contra a polícia portuguesa em geral.
O que está (aqui e agora) em causa é a continuação de uma política de Formação de Massa através da propagação concertada do medo difuso na sociedade — estratégia esta que já vinha da pandemia. Os filhos-de-puta ganharam-lhe o gosto, e pretendem seguir na mesma senda utilizando também o conceito milenarista e escatológico do “Fim-do-mundo que vem aí!”.
O deputado Rui Tavares é sustentado financeiramente pelo criminoso internacional George Soros
¿Por que razão a Esquerda ganha quase sempre as eleições? Porque mente apaixonadamente !
A Direita, em juízo universal e por motivos culturais, tem mais dificuldade em mentir (politicamente) do que a Esquerda.
A Direita (propriamente dita) não é prometaica — é esta uma das razões por que o IL (Iniciativa Liberal), sendo um partido de índole utopista e transumanista (“Os Amanhãs Que Cantam” da pseudo-ciência), não é um partido de direita.

Quando o Carlos Fiolhais (por exemplo) diz que apoia o Lula da Silva porque este defende a ciência (afirmando, pelo contrário e literalmente, que o Jair Bolsonaro não apoia a ciência), o que ele está a fazer é transformar a ciência em ideologia.
“A ciência adapta a teoria à realidade, ao passo que a ideologia adapta a realidade à teoria.” — (Mathias Desmet, “The Psychology of Totalitarianism“, 2022, página 44).
A partir do momento em que o Carlos Fiolhais continua a afirmar a importância das ditas “vacinas” COVID-19 (que não vacinam nada nem ninguém), quando se verificou já o descalabro que estas causaram nas sociedades ocidentais, constatamos que gente como o Carlos Fiolhais transforma a ciência em pura ideologia.
«O totalitarismo é, em última análise, o corolário lógico de uma obsessão generalizada com a ciência, a crença na criação artificial de um paraíso na Terra: “A ciência tornou-se em um ídolo que curará, magicamente, os males da existência [humana] e transformará a natureza do ser humano” [‘As Origens do Totalitarismo’, Hannah Arendt]» — idem, página 48.
O Carlos Fiolhais é uma vergonha. O rei vai nu.
A “Psicologia do Totalitarismo” (de Mathias Desmet) : um livro que eu recomendo
Para que as pessoas possam compreender o actual radicalismo de Esquerda e o Wokeísmo politicamente correcto (marxismo cultural) por um lado, e a colaboração estreita da plutocracia globalista com os caciques da política local de extrema-esquerda, por outro lado — aconselho veementemente a leitura do livro do professor universitário de psicologia (belga) Mathias Desmet, com o título “The Psychology of Totalitarianism”.

O livro pode ser comprado na WOOK.PT por 25 Euros, em língua inglesa, e demora cerca de 10 dias a ser entregue em casa (vem de Inglaterra); não há tradução para a língua portuguesa, nem nunca haverá porque o sistema editorial português está tomado pelos globalistas. 
Não nos esqueçamos das palavras de G. K. Chesterton:
“You do not know a tyranny until it is on top of you; until it has you in a trap. The tyrant is not present until he is omnipresent.”
Para memória futura: os principais responsáveis pela implementação da Ideologia de Género nas escolas portuguesas

Isabel Moreira, Eurico Brilhante Dias, Miguel Costa Matos, Edite Estrela, Pedro Delgado Alves, Porfírio Silva, Susana Amador, Alexandre Quintanilha, Alexandra Leitão, Maria Begonha, Carla Sousa, Miguel Rodrigues, Eunice Pratas, Eduardo Alves, Francisco Dinis, Tiago Soares Monteiro, Joana Sá Pereira, Pedro Anastácio, Lúcia Araújo Silva, Anabela Real, Paulo Araújo Correia, Rosa Venâncio, Marta Freitas, Francisco Oliveira, Rosário Gamboa, Patrícia Faro, Catarina Lobo, Pompeu Martins, Palmira Maciel, Ana Isabel Santos, Maria João Castro.
Lista daqui.
Serão julgados como criminosos; ou pela História, ou pelos tribunais.
Em relação à Esquerda Neanderthal: tolerância zero, porrada neles!
“A invasão da Ucrânia pela Rússia está a levar a Europa para uma encruzilhada da qual será difícil sair, sendo uma das saídas uma guerra motivada pela escassez de recursos básicos como a alimentação e a energia. O único empecilho é a possibilidade de uma guerra nuclear que o mundo tem sempre evitado porque sabe quais são as terríveis consequências depois do horror de Hiroxima e Nagasaki. Nem os EUA nem a NATO se atreverão a correr o risco e Putin sabe disso.”

1/ Desde o aparecimento do Euro que eu sou um crítico acérrimo do leviatão da União Europeia; mas eu seria tresloucado se, nas condições actuais de agressão russa, defendesse o desmantelamento da União Europeia.
Nas actuais circunstâncias, defendo uma maior união dos povos da Europa contra a agressão russa.
2/ Em uma guerra convencional com a O.T.A.N., a Rússia não tem a mínima hipótese de sucesso (como se está a verificar na Ucrânia). E se a Rússia optar pela guerra nuclear, Putin, o seu povo, e os seus amigos, também irão fazer tijolo.
3/ A política eco-fascista e delirante da Esquerda Neanderthal europeia (que pretende suprimir totalmente a fontes fósseis de energia e a energia nuclear) tem que ser reprimida à bastonada; e gente como Catarina Martins tem que ir parar à prisão — porque o que está em causa é a sobrevivência básica dos povos da Europa.
O Ludwig Krippahl e a “confusão de géneros”
No canal História, existia um programa que fazia a defesa da existência de extraterrestres; normalmente, o narrador começava os programas (mutatis mutandis) assim:
“¿Será que existem extraterrestres? E, se existem extraterrestres, ¿não é razoável e racional que eles nos visitem, aqui, no planeta Terra? Por isso é que é perfeitamente racional aceitar, como verdadeiras e válidas, as opiniões de pessoas que dizem que viram extraterrestres. E mais: existindo, os extraterrestres fazem parte da nossa realidade.”
Repare-se como o narrador começa como uma hipótese muito imprecisa (“¿Será que existem extraterrestres?”), e depois, baseando-se nessa hipótese, desenvolve um argumento afirmativo, e parte depois para a construção de uma certeza ou de uma verdade (“os extraterrestres existem”). Quando nos damos conta, o discurso do narrador afirma já a existência de extraterrestres.
É assim que funciona o Ludwig Krippahl, neste texto.
Começa por especular acerca do conceito de “género” — quando sabemos que é incorrecto falar em “género masculino” ou “género feminino” no sentido biológico. Quando nos referimos ao homem (YX) e à mulher (XX), devemos falar em “sexo masculino” e “sexo feminino”.
Para mais informação, caro leitor, veja o que significa “género”.
Assim como o canal História diz que é perfeitamente racional e válida a existência de extraterrestres (que, objectivamente, nunca ninguém viu), assim o Ludwig Krippahl diz que é perfeitamente racional e válida a existência de “géneros” que se fundamentam em pura subjectividade — e exactamente porque os “géneros” são subjectivos, é que existem muitas dezenas de “géneros”.
Todo o “raciocínio” do Ludwig Krippahl enferma da confusão de “géneros” — sendo que o “género” não passa de uma categoria gramatical e linguística modelada culturalmente pelas diferenças biológicas entre os dois sexos (em juízo universal).
Em alguns idiomas (por exemplo, em África, entre os Macuas), nem sequer existem géneros linguísticos e, portanto, a noção de “género” é desconhecida.
A Isabel Moreira, e a “presidenta” da república em “top-less”

O liberal, em primeiro lugar, degrada o valor dos símbolos (neste caso concreto: degrada-se o valor do símbolo do Chefe de Estado); para depois poder nivelar por baixo.
“Onde o terrorismo e a pornografia prosperam, o liberal rende-lhes homenagem em nome da liberdade de consciência.” — Nicolás Gómez Dávila
Ó Moedas (dá cá o troco!): ¿Para quando uma estátua a António de Oliveira Salazar?
O problema do PSD (desde Durão Barroso, e com a ajuda preciosa do José Pacheco Pereira) é este: é condescendente com o radicalismo de Esquerda.
Em Lisboa, já existe uma rotunda Hugo Chavez; e agora, o Moedas (Dá Cá o Troco!) apoia a inauguração de uma estátua a Vasco Gonçalves. Não tarda muito, com o Moedas (Dá Cá o Troco!) em Lisboa vamos ter uma Rua José Estaline.
Em contraponto e em compensação, quando o PSD apoiar a construção de uma estátua a António de Oliveira Salazar, talvez (não é certo) eu pondere o voto nesse partido.


