«Researchers at DeCode genetics have found 40 mutations of the coronavirus in Iceland alone; one individual had been infected by two variants at the same time.»
Investigadores descobriram que o chamado “vírus da China” sofreu (pelo menos) 40 mutações, e apenas na Islândia. Cada mutação do vírus corresponde a uma estirpe, ou a uma subespécie do vírus (variantes). Descobriram também que uma pessoa islandesa foi infectada simultaneamente por duas estirpes (duas variantes) do vírus da China.
Estas descobertas científicas permitem afirmar que o vírus da China não é um simples vírus: é uma arma biológica de origem chinesa — 40 variantes de um mesmo vírus, e apenas em um território minúsculo como é a Islândia, indiciam engenharia humana.
Imaginem a quantidade de variantes que o referido vírus pode assumir em um país com a população dos Estados Unidos… !
“A probabilidade de o vírus da China ter tido origem no laboratório (biológico) da cidade Wuhan é (pelo menos) tão credível como a narrativa jornaleira da probabilidade do mercado de animais.
Eu não tenho dúvidas nenhumas acerca do seguinte: o regime comunista chinês — ao contrário do regime russo, construído sobre uma sociedade de tradição cristã — não tem qualquer pejo em sacrificar milhões dos seus próprios cidadãos para causar um qualquer dano ao Ocidente.
Nós não devemos ver a China com os olhos da tradição cristã ocidental: a mente chinesa funciona de modo diferente da nossa.”
Para os dirigentes do Partido Comunista chinês, a morte de alguns milhões de chineses é um pequeno dano colateral na actual guerra fria contra os Estados Unidos.
É inacreditável como o comunista Daniel Oliveira continua a ser patrocinado pelo globalista (e Bilderberger) Pinto Balsemão que é, por sinal, o fundador do Partido Social Democrata.
No vídeo abaixo e em directo num programa da SICn, o referido comuna afirmou que “não lamentaremos morte de Bolsonaro por Coronavirus”.
Há coisas que podemos dizer num blogue, como é o meu caso; mas será difícil justificar que se digam num programa de televisão com audiência nacional.
Eu defendo aqui veementemente a ideia segundo a qual – à semelhança de milhões de portugueses — eu não lamentaria a morte do Daniel Oliveira, por Coronavirus ou por outra razão qualquer; e vou mais longe: eu até patrocinaria a morte dele, e contribuiria activamente para as festividades fúnebres que se seguissem a um tão fausto acontecimento.
O Insurgente João Cortez escreve um artigo com o título “Retrato do Bloco de Esquerda em Tempo de Crise”, com tuites do Bloco de Esquerda e outras imagens (convém clicar para ver), e remata o artigo da seguinte forma: “que este partido reúna cerca de 10% dos votos em Portugal é um mistério para mim”.
«Em oposição quer aos regimes tirânicos quer autoritários, a imagem mais adequada do governo e organização totalitários parece-me ser a estrutura de uma cebola, em cujo centro, numa espécie de espaço vazio, está situado o líder; o que quer que este faça — quer integre o corpo político como numa hierarquia autoritária, quer oprima os seus súbditos à maneira de um tirano — fá-lo a partir de dentro, e não de cima ou de fora.
Toda a extraordinária diversidade de partes deste movimento — as organizações e as várias agremiações profissionais, os membros do partido e a burocracia do mesmo, as formações de elite e os grupos de polícia — estão relacionadas de tal como que cada uma forma uma fachada numa direcção e o centro noutra, ou seja, desempenha o papel de um mundo normal exterior numa das faces, e o de um radicalismo extremo noutra.
A grande vantagem deste sistema é que, mesmo numa situação de governo totalitário, o movimento fornece a cada uma das suas camadas a ficção de um mundo normal e, ao mesmo tempo, consciência de ser diferente dele e mais radical.
Assim, os simpatizantes nas chamadas organizações de fachada, cujas convicções só em intensidade diferem das dos membros do partido, rodeiam todo o movimento e providenciam uma enganadora fachada de normalidade para o mundo exterior devido à sua ausência de fanatismo e de extremismo, ao mesmo tempo que representam o mundo normal para o movimento totalitário, cujos membros acabam por acreditar que as suas convicções só em grau diferem das crenças das outras pessoas e que, desse modo, nunca precisam de ser conscientes do abismo que separa o seu mundo do mundo que de facto o rodeia.
A estrutura em forma de cebola faz com que , do ponto de vista da organização, todo este sistema seja invulnerável à factualidade do mundo real. »
(Hannah Arendt, “Entre o Passado e O Futuro”, 2006, página 113)
A “casca da cebola” do partido Bloco de Esquerda dá uma aparência de um partido político benigno, igual aos outros, ou provavelmente igual ao Partido Socialista de António Costa. O Bloco de Esquerda passa a mensagem, nos me®dia, segundo a qual votar no Bloco de Esquerda não é muito diferente que votar no Partido Socialista.
É claro que a influência do Bloco de Esquerda na sociedade portuguesa, com os seus 10% de votos, ainda não atingiu um ponto de não-retorno (que é, numa primeira fase da revolução, o Estado de Polícia, em lugar do Estado de Direito), mas o apoio (ou, pelo menos, a abstenção crítica) de António Costa ao Bloco de Esquerda amplia a influência deste partido na sociedade portuguesa.
A Helena Matos escreve aqui acerca do “fachadismo geringonço”, que mais não é do que uma versão actualizada das cidades Potemkim da Rússia — com a agravante de o País Potemkimgeringonço estar longe de ser um mito: está mesmo a acontecer.
“O pior totalitarismo não é o estatal, nem o nacional; em vez disso, é o totalitarismo social: a sociedade como meta englobante de todas as metas” — Nicolás Gómez Dávila
O totalitarismo do Bloco de Esquerda não é nacional — porque o Bloco de Esquerda é internacionalista; também não é apenas um totalitarismo estatal — porque o Bloco de Esquerda defende (demagogicamente) a supremacia da “autonomia do indivíduo” como forma de afirmação do pior totalitarismo de todos: o totalitarismo social.
Para o Bloco de Esquerda, o conceito de “autonomia do indivíduo” é, em si mesmo, a afirmação exigente de um conformismo social.
A principal razão por que o nazismo foi um totalitarismo pior do que o comunismo, foi a de que o nazismo — para além de ser um totalitarismo estatal e nacional — foi um totalitarismo social: a alegada “pureza” da sociedade alemã (o eugenismo ariano) foi entendida, pelo nazismo, como uma “meta englobante de todas as metas”.
Na sociedade alemã nazi, o conformismo social (o totalitarismo social) fez com que o povo alemão se mostrasse insensível aos crimes do holocausto — mesmo sabendo de que esses crimes estavam a acontecer: acima do humanismo civilizacional da herança cultural cristã, estavam os valores do totalitarismo social impostos pela ideologia nazi.
O conceito de “autonomia do indivíduo”, entendido segundo o Bloco de Esquerda, conduz à atomização da sociedade e à anomia, o que é meio caminho andado para o totalitarismo social — o que, de forma semelhante, aconteceu na Alemanha com o advento do nazismo.
O individuo entendido como um “átomo” social, separado dos seus concidadãos por um conceito radical de “autonomia” (como é defendido pelo Bloco de Esquerda), é a condição necessária para a imposição de um totalitarismo social — em que os laços sociais são anulados para que a ideologia em vigor possa impôr na cultura um conceito de “sociedade como meta englobante de todas as metas”.
Para o Bloco de Esquerda, o conceito de “autonomia” é apenas uma forma de transformar a alegada autonomia em uma forma de conformismo social.
É nesta aparentecontradição (entre a alegada “autonomia”, por um lado, e o conformismo social, por outro lado) que consiste a perversidade da nova forma de totalitarismo social que o Bloco de Esquerda nos quer impôr.
Durante duas décadas, a Esquerda (incluindo o PSD, e a cobardia do CDS) defendeu uma política anti-natalidade em Portugal.
Os anticoncepcionais e o aborto passaram a ser grátis e pagos pelo Estado. As mães solteiras passaram a pagar menos impostos do que as mães casadas. O apoio do Estado às famílias numerosas praticamente desapareceu.
Toda a política da Esquerda, nas últimas duas décadas, foi contra a família natural.
Agora chegou o tempo de colher os frutos do niilismo político esquerdista.
Com uma população envelhecida — com pouca gente jovem —, a Esquerda recorre à eutanásia dos velhos para tentar remendar o mal que fez, mas adoptando um outro mal ainda pior.
Esta gente vai ter que pagar isto com língua de palmo.
A reboque de um incidente em um estádio de futebol — que ainda está sob investigação policial e, por isso, ainda sem conclusões objectivas dos factos —, os me®dia portugueses causam já um alarme social e a tal ponto que os portugueses são considerados racistas (ler este artigo no Porta da Loja): por exemplo, quando a vergonha do grupo SONAE — o jornal Público, na voz do seu director — afirma que “há comportamentos racistas arreigados na sociedade portuguesa”.
¿O que é que está em causa, com esta campanha me®diática patrocinada pela extrema-esquerda e apoiada caninamente pela Não-esquerda?
1/ um país — democrático — com uma cultura homogénea é de mais difícil controlo discricionário por parte do Estado.
Num país democrático (repito: democrático), o nível de abuso do Poder do Estado sobre os cidadãos é directamente proporcional à “diversidade cultural”. A chamada “diversidade cultural” — que é, basicamente, o multiculturalismo — é fonte de conflitos culturais e étnicos que tornam imprescindível a existência de um Estado omnipresente e omnisciente.
O multiculturalismo — ou a chamada “diversidade cultural” — conduz inexoravelmente a um reforço desmesurado da discricionariedade do Poder do Estado.
2/ a alternativa ao multiculturalismo e ao consequente aumento brutal da discricionariedade do Poder do Estado, é a negação da democracia por parte das elites — o que, por enquanto, ainda não é abertamente admitido pela ruling class.
3/ A imposição coerciva do multiculturalismo, em uma sociedade culturalmente homogénea, tem a grande vantagem de aumentar desmesuradamente o Poder discricionário do Estado sem colocar (aparentemente) em causa o formalismo da democracia parlamentar.
Podemos verificar que, em países como a Suécia, a discricionariedade do Poder do Estado atingiu actualmente níveis próprios de um Estado autoritarista — embora o sistema político sueco e as suas elites sublinhem veementemente o formalismo democrático do regime político. Na Suécia, por exemplo, estamos em presença de uma democracia apenas formal, e que já não o é na sua substância.
Dez porcento da população da Suécia é já proveniente de países exóticos. E a corrente imigratória continua.
Imigração na Suécia
Para que o povo português aceite passivamente uma imigração massiva que é pretendida pelas “elites”, pretende-se convencer as pessoas de que “os portugueses são todos uma cambada de racistas”, aumentando brutalmente os níveis de dissonância cognitiva na sociedade — por forma a inibir qualquer tipo de reacção à imposição coerciva de um Estado plenipotenciário por via do aumento fabricado de conflitos culturais e étnicos.
4/ como eu já tenho escrito aqui — e o Jaime Nogueira Pinto também já escreveu sobre isso — a ruling class (dos países europeus, em geral) é controlada pela aliança entre a plutocracia globalista, por um lado, e os seus caciques locais e nacionais, por outro lado (a aliança entre George Soros e a Esquerda, que conduz paulatinamente à sinificação, mais ou menos literal, dos países da Europa).
O aumento desmesurado do Poder discricionário do Estado é uma imposição da plutocracia globalista que é francamente aceite pelaruling class portuguesa.
5/ para que o projecto de destruição da homogeneidade cultural portuguesa — e consequentemente, o projecto de fortalecimento desmesurado e discricionário do Poder do Estado sobre os cidadãos e a destruição da nação portuguesa — siga em frente, a ruling class portuguesa (patrocinada pela plutocracia globalista) tem que promover a importação massiva de imigrantes provenientes de culturas de fora da Europa.
Os imigrantes que Portugal já tem são ainda muito poucos. É preciso invadir Portugal de imigrantes, tendo como limite mínimo os dez porcento da população. Para a classe política portuguesa, o número a atingir (a curto/médio prazo) seria o de 2 a 3 milhões de imigrantes provenientes de países culturalmente exóticos.
E para que o povo português aceite passivamente essa imigração massiva que é pretendida pelas “elite” política, pretende-se convencer as pessoas de que “os portugueses são todos uma cambada de racistas”, aumentando brutalmente os níveis de dissonância cognitiva na sociedade — por forma a inibir qualquer tipo de reacção à imposição coerciva de um Estado plenipotenciário por via do aumento fabricado de conflitos culturais e étnicos.