A referendofobia do comissário político Daniel Oliveira

ODaniel Oliveira (um dos comissários políticos do Totalitarismo de Veludo que se vai instalando entre nós) tem uma notória aversão aos referendos políticos. Mas não só ele: outros comissários políticos (do regime autoritarista que floresce por entre a bonomia sorridente manifesta do monhé), como por exemplo o José Pacheco Pereira, têm horror aos referendos — porque a prática dos referendos políticos coloca em causa o conceito politicamente correcto e esquerdóide de “ditadura da democracia representativa”, que substitui actualmente o conceito estalinista de “democracia popular”.

“Existe, nos sectores mais conservadores da sociedade, a convicção de que são guardiões da moral e que nem os eleitos têm legitimidade para pôr em causa as suas convicções. Sempre que um tema os incomoda, seja a interrupção voluntária da gravidez ou o casamento entre pessoas do mesmo sexo, exigem referendos.”Daniel Oliveira

Para os comissários políticos do Totalitarismo de Veludo, a democracia representativa legitima a imposição da vontade arbitrária das elites (mediante a coerção política e através da força bruta do Estado) sobre o povo, sem que este tenha qualquer meio circunstancial de defesa. O conceito (propositadamente) enviesado de “democracia representativa” é utilizado (pelo Totalitarismo de Veludo) para promover a “evolução da opinião pública” no sentido de uma cada vez maior concentração de Poder no Estado, retirando progressivamente ao povo qualquer tipo de alvedrio.

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Este é o novo CEO do Twitter

Chama-se Parag Agrawal, é indiano, e o Twitter segue o exemplo da Google que também contratou um indiano (Sundar Pichai) para ser seu CEO.

Uma das características dos indianos alcandorados a lugares de chefia é a de que não discutem as ordens dos maiorais esconsos que os manobram na sombra.


Vemos, na imagem em baixo, uma mensagem no Twitter do tal Parag Agrawal, em que este compara os muçulmanos (que são pessoas que seguem uma determinada religião, ou ideologia), por um lado, e as pessoas de raça branca (que são pessoas que não têm culpa da sua cor da pele, porque já nasceram assim), por outro lado.

Por aqui verificamos o nível intelectual da Esquerda alcandorada a cargos de decisão empresarial — quando um CEO de uma empresa não sabe a diferença entre um seguidor de uma determinada religião, e uma pessoa com uma determinada cor de pele, então temos todo o direito de exigir que a referida empresa não tome decisões políticas que discriminem os seus consumidores.

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A Esquerda está literalmente a destruir os Estados Unidos

O que está a acontecer, nos Estados Unidos, é uma tempestade perfeita.

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Por um lado, a radicalização (no sentido marxista) do Partido Democrata de Joe Biden; por outro lado, o aumento da impunidade da corrupção perpetrada por uma certa “elite”, em geral, (no sentido de corrupção generalizada da “ruling class”) que inclui o corrupto Joe Biden e a sua (dele) família.

Esta combinação (nos Estados Unidos) da predominância política da aliança entre o marxismo e a corrupção das elites (compostas por uma aliança tácita entre marxistas e corruptos plutocratas), é explosiva; é uma manifestação de uma tendência para a afirmação de uma cultura do Terceiro Mundoexactamente o que aconteceu em Portugal com o regime político do monhé manhoso, em que Portugal se transformou em uma espécie de “Venezuela da Europa”.

Ou seja: sob a égide de Joe Biden, os Estados Unidos “viraram” uma espécie de “país da América Latina”.

Enquanto isto, a China ameaça (impudicamente) invadir a ilha Formosa (Taiwan), e ameaça aberta- e publicamente a Austrália com um bombardeio nuclear; os britânicos enviam tropas para a Ucrânia (alegadamente para defender este país de uma eventual invasão russa) porque já chegaram à conclusão de que os Estados Unidos estão militarmente inoperantes.

A economia americana está nas lonas, com a inflação média já na casa dos 10% e com tendência a subir ainda mais — inflação causada, em grande parte, pela própria elite corrupta do país, quando esta destruiu as fontes de produção e de distribuição de combustíveis fósseis.

A Justiça, que deve ser independente do sistema partidário, já é praticamente inexistente nos Estados Unidos — ou seja, os criminosos ligados ao Partido Democrata são já inimputáveis: a violência e a “acção revolucionária” criminosa são justificadas (e até recomendadas!) não só pela minoria marxista que controla o Poder, mas também pela elite corrupta que se aproveita da confusão ideológica e política para enriquecer desmesurada- e ilicitamente.

Com a Esquerda de Joe Biden no Poder, as desigualdades sociais aumentaram em menos de um ano. As perspectivas para o próximo futuro, nos Estados Unidos, são negras. Devemos estar preparados para o pior.

Os “jovens” de Lisboa em acção: a nova classe revolucionária

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A população de “jovens”, na área de Lisboa, está a aumentar — e uma das razões principais desse aumento é a de que a Esquerda (que inclui o Partido Socialista do Monhé das Cobras) pretende a criação de um Lumpemproletariado importado de África, para substituir a classe operária portuguesa que praticamente já não existe porque foi transferida para a China comunista.

A Esquerda adora estes “jovens”, porque o aumento intencional da criminalidade é política da Esquerda; e quantos mais “jovens” chegarem, importados, mais vigoroso é o Lumpemproletariado que passa a ser a nova classe revolucionária.

Os exemplo da política “ecológica” alemã que Portugal devera seguir: meia dúzia de bicicletas e “um mundo melhor”

A cidade alemã de Berlim é controlada politicamente pelo partido ecologista “Die Gruenen”, que resolveu mandar cortar 61 árvores de uma determinada rua da cidade, com o intuito de ali construir uma pista “ecológica” para bicicletas.

Depois de os “ecologistas” mandarem cortar as árvores, chegaram à conclusão de que não era necessário construir a pista para as bicicletas.

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Ora, este é um bom exemplo que o Rui Moreira deveria seguir na cidade do Porto: não há nada mais “ecológico” do que cortar as árvores das ruas da cidade para construir pistas de ciclismo achinesadas por todo o lado.

Por exemplo, o ecologista Rui Moreira destruiu a beleza da rua Conde de Avranches, no Porto, para construir uma ciclovia por onde passam meia dúzia de bicicletas por dia! “Seis bicicletas por dia, e um mundo melhor …!”

O caso Selminho transformou o Rui Moreira em um “ecologista”, da noite para o dia. Ele há milagres do diabo…!

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O monhé vai ter que mudar a Constituição, por causa da disciplina obrigatória de “Educação para a Cidadania”

«Diz a Constituição:

Os pais têm o direito e o dever de educação dos filhos.” E acrescenta: “Incumbe ao Estado para protecção da família cooperar com os pais na educação dos filhos” – não são os pais a agachar-se diante do Estado, é o Estado a cooperar com os pais.

A Constituição reforça o dever de o Estado garantir a protecção da família, de pais e mães, “na realização da sua insubstituível acção em relação aos filhos, nomeadamente quanto à sua educação”. O dever é de protecção, não é de agressão. »

2021-22, o ano da liberdade de educação, por José Ribeiro e Castro

O monhé vai te que pedir à Isabel Moreira que elabore uma reforma da Constituição que retire o poder paternal aos pais das crianças, para que se consume a ideia de “Educação para a Cidadania” marxista cultural.


A ler : Aulas de Cidadania. Tribunal dá razão parcial a família de Famalicão

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O conceito de “equidade”, segundo a Esquerda

Para a Esquerda, equidade é uma corruptela do conceito de “equidade” segundo Aristóteles.


Uma vez que o princípio de justiça não pode ser uma igualdade aritmética — não se pode pretender o nivelamento de todas as condições — o problema que se põe é o da distribuição social equitativa dos constrangimentos, dos fardos, dos privilégios e das honrarias.

A equidade não é igualdade: antes, é o equilíbrio, conformidade e justa medida da Justiça.

A aplicação do conceito aristotélico de “Equidade”, distingue-se do “direito” comum porque consiste na correcção da lei positiva mediante a consideração da lei natural, nos casos em que a sua aplicação pudesse contribuir para uma maior e melhor justiça.

Segundo Aristóteles, a equidade é a Justiça que diz mais respeito ao espírito, do que à lei, e que pode mesmo moderar ou rever esta última, na medida em que se mostre insuficiente devido ao seu carácter geral.


Para a Esquerda, “equidade” é o resultado de uma relação de soma-zero entre pessoas (ou entre determinados grupos de pessoas) — em que o ganho de uma pessoa (ou grupo de pessoas) representa, necessariamente e sempre, uma perda para outra pessoa ou grupo de pessoas.

Para a Esquerda, para que o negro ganhe seja o que for, o branco tem necessariamente que ser prejudicado.
Meus amigos: isto vai ter que acabar — a bem ou a mal!

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Em 2020, o branco Kyle Rittenhouse baleou três criminosos (negros) em legitima defesa; teve que pagar 2 milhões de US Dollars de fiança depois de vários meses na pildra, e nenhum advogado quis representá-lo.

Há poucos dias, o negro Timothy Simpkins levou uma arma de fogo para a escola, baleou 4 pessoas brancas incluindo um professor, foi libertado com uma fiança de 25 mil US Dollars em menos de 24 horas depois do crime.