A Vida Custa
Estes são os “influencers” da nossa cultura: vai ser necessário restabelecer a censura nos me®dia
Em outros tempos, tínhamos a Lili Caneças, e pouco mais. Hoje, são mais do que muitas: a nossa “cultura” está infestada com esta merda. Pelo menos, a Lili Caneças tinha uma certa classe que esta gentinha agora não tem.

Não será isto o “ódio de brasileiro” em relação ao povo português?
Não tarda nada, veremos o Carlos Fiolhais defender a necessidade de eliminar o azoto da atmosfera
Na Holanda, o governo pretende reduzir a superfície arável do país em 50% até 2030 — alegando que pretende reduzir a utilização de óxido de azoto (não confundir com dióxido de azoto) nos fertilizantes agrícolas; mas, em boa verdade, do que se trata é de mais uma ladroagem da plutocracia mundialista que tenciona abarbatar as terras dos agricultores holandeses para constituir habitação em massa para alojar imigrantes ilegais e mão-de-obra barata.
Os mais ricos do mundo (os Bilderbergers) estão a utilizar o argumento da “poluição do azoto” para roubar as terras dos campesinos holandeses.
O azoto compõe cerca de 4/5 da atmosfera terrestre (cerca de 780.000 partes por milhão), e o oxigénio cerca de 209.000 partes por milhão.
Ora, o CO2 (dióxido de carbono) compõe apenas cerca de 411 partes por milhão da atmosfera, para além de ser um gás raro e essencial à vida na Terra, e de fazer parte do ciclo de renovação do oxigénio — o que poderá levar a que cientistas peregrinos, como o Carlos Fiolhais, venham a defender a necessidade de eliminar o azoto da atmosfera para “salvar o planeta”.
A Inteligência Artificial, e o Valor
O Ludwig Krippahl escreve aqui (ver PDF) acerca da identificação (ou negação da identificação) entre Inteligência Artificial, por um lado, e Consciência, por outro lado; e chegou a conclusões logicamente aceitáveis embora partindo de pressupostos imprecisos ou mesmo errados.
O Ludwig Krippahl parte para uma abordagem do conceito de “consciência” sem o definir — o que é extraordinário! Imaginem que alguém escreva um livro de mil páginas em letra miúda acerca da Consciência sem nunca definir o termo…
Eu tenho uma definição para “consciência”:
A consciência é uma experiência originária — comprovável a nível intersubjectivo — que antecede a experiência objectiva, tanto em termos lógicos como em termos existenciais.
O materialismo do Ludwig Krippahl impede-o de aceitar esta definição de “consciência”; e como ele não tem outra definição para “consciência”, ele omite, no texto, qualquer noção de “consciência”, por um lado, e prefere introduzir a noção de “algoritmo” para colmatar a lacuna da não-definição de “consciência”.
O Ludwig Krippahl define assim “algoritmo”:
“Um algoritmo é uma sequência abstracta de instruções que podem ser executadas de forma automática”.
Por um lado, o Ludwig Krippahl diz que “não há nada de sobrenatural ou imaterial acerca da consciência”; por outro lado, ele atira o conceito de “algoritmo” para a metafísica — quando ele diz que “a consciência não vem do algoritmo, que é abstracto, mas depende do suporte físico em que este for materializado [o cérebro]. Um algoritmo simples materializado num cérebro humano é executado de forma consciente”.
O Ludwig Krippahl reduz a consciência ao cérebro (epifenomenalismo); mas é obrigado, por obediência a princípios lógicos (os axiomas da lógica não são físicos), a remeter os “algoritmos” para o âmbito da metafísica (alegadamente, o algoritmo “materializa-se” no cérebro humano).
Diz o Ludwig Krippahl que “o algoritmo é abstracto”. Convém saber o que significa “abstracção”.
Um jardineiro só pode cuidar de cada uma das suas rosas, que ele cultiva, porque sabe — abstractamente — o que é uma rosa.
Ou seja, a “abstracção” é uma operação mental pela qual se distinguem as qualidades do seu suporte (neste caso, as qualidades da rosa) — seja este “real” ou “imaginário”, concreto ou já abstracto. Em última análise, a abstracção “ignora” (no sentido de “se abstrair”) a própria existência do suporte, para o considerar isoladamente — a abstracção aplica-se, de modo particular, à determinação dos termos de uma definição e dos quadros de classificação dos objectos da experiência. Neste sentido, o algoritmo é uma “ferramenta mental”, separada das modalidades a que se aplica, que possibilita e/ou facilita o conhecimento.
Por definição, o algoritmo é um termo matemático derivado da aglutinação entre o grego “arithmos” (que significa “número”), e o nome do cidadão persa (islâmico) Al-Kazremi — e que designa, desde o fim da Idade Média, todo o sistema de cálculo efectuado segundo um processo uniforme com vista à solução de um tipo igualmente uniforme de problemas.
Não podemos confundir — como o Ludwig Krippahl parece fazer — o conceito de “complexidade de um processo de Inteligência Artificial”, por um lado, com o conceito de “consciência”, por outro lado. Aliás, o inglês Turing esclareceu bem este problema já em finais da década de 1940: não há como confundir as duas coisas.
Ademais, também não podemos confundir “processo de Inteligência Artificial”, por um lado, e “Valor” por outro lado — só a consciência produz uma valorização (subjectiva) da realidade, sendo que o Valor é a noção que traduz a passagem do desejo para o conjunto doutrinário e prático que constitui uma moral: toda a moral está fundada num conjunto de valores que são também abstracções representando o que se tem por desejável. Por exemplo, o Sagrado, enquanto sentimento, é a expressão suprema do Valor.
INTERMEZZO
A Oikofobia característica da Esquerda actual, e o orgulho da Direita pela superioridade da cultura europeia
É tempo de os católicos compreenderem que o Anselmo Borges não representa o catolicismo
Em uma semana em que se celebrou o dia de Corpo de Deus, e em que o Cardeal Patriarca de Lisboa se manifestou publica- e veementemente contra a eutanásia — a coluna semanal do Anselmo Borges no Diário de Notícias aborda uma hipotética demissão do papa Chico.

Imaginem se existisse um “Troféu Raça Branca” …
“O Troféu Raça Negra é um prémio brasileiro que é entregue exclusivamente a indivíduos negros, e a grupos que contribuíram ou exibiram avanços para os afro-brasileiros”.
Agora, imaginem que alguém se lembrava de criar ou instituir um “Troféu Raça Branca”… seria o fim do mundo em cuecas…!, porque os negros são considerados uma raça superior e por isso têm direito a troféus que as outras raças não têm.

Os gueis são transfóbicos
As análises políticas do José Pacheco Pereira e o brasileirismo da língua
A utilização do substantivo “fala”, no contexto supracitado, não é incorrecto; mas é incomum em Portugal, onde se utiliza — naquele contexto — o substantivo “discurso”.
Em Portugal, seria mais comum que se escrevesse “O discurso de Cavaco Silva sobre a política do PS”.
Quanto ao conteúdo do artigo, aplica-se ao José Pacheco Pereira esta frase de Eric Voegelin:
“Quando a episteme está destruída, as pessoas não páram de falar em política; mas agora só se expressam em forma de doxa”.
As análises políticas do José Pacheco Pereira são uma forma de doxa, no sentido em que se assemelham aos comentários cochichados pelas mulheres do solheiro nas aldeias de Portugal.
