O patriota Donald Trump é considerado o diabo em pessoa

Eu estou de acordo, no essencial, com o que foi escrito aqui acerca de Donald Trump.

trump-cancro-webIronizando, diria que agora sei por que razão o Rui Tavares (o tal que era do Bloco de Esquerda e passou para o Livre da Joacine “Vai-te Katar” Moreira) foi viver para os Estados Unidos: um dia destes, os Estados Unidos de Donald Trump expulsam o diabrete Tavares para que este possa ir fazer inferno para outro lado.

Uma das razões por que os me®dia diabolizam Donald Trump tem a ver com a propriedade da esmagadora maioria dos meios de Comunicação Social, não só nos Estados Unidos mas também na Europa.

Os me®dia propalam “a voz do dono” (utilizando uma expressão da Mariana Mortágua). E os donos dos meios de Comunicação Social são maioritariamente plutocratas globalistas (literalmente no sentido de “governo global”, através de um processo de sinificação política dos continentes).
Ora, Donald Trump não simpatiza com a ideia globalista, e por isso merece a hostilidade dos “donos da voz” me®diática.

Este globalismo plutocrata apoia e sustenta o chamado Complexo Militar-industrial — e por isso é que nem o Obama, que se dizia de Esquerda, conseguiu acabar com as guerras americanas inglórias e intermináveis.

Este globalismo plutocrata é a base da Comunicação Social privada portuguesa, também — por exemplo através do Bilderberger Pinto Balsemão (um dia destes saberemos com que dinheiro emprestado o Pinto Balsemão montou a SIC).

Ademais, existe a afinidade entre a ideia globalista plutocrata, por um lado, e o internacionalismo militante (trotskista, também) de uma certa Esquerda caviar, por outro lado (PSD, Partido Socialista, Bloco de Esquerda, Livre, PAN, etc. — e o CDS que fecha a Esquerda, à direita).

Juntaram-se a fome (a plutocracia globalista) e a vontade de comer (o internacionalismo neo-marxista) contra o Estado-Nação e contra a democracia: e o patriota Donald Trump é que paga o pato.

Uma figueira que não dá frutos tem que ser cortada

No Evangelho de hoje, a Parábola da Figueira (Lucas 13, 6 – 9) aplica-se à actual Igreja Católica do papa Chico. É uma igreja que não dá frutos, mesmo que lhe deitemos adubo.

À semelhança da figueira que não dá frutos, a igreja privada do Chico terá que ser cortada.

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O papa Chico e a divisão na Igreja Católica

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17 Mas, conhecendo seus pensamentos, Jesus disse-lhes:

Todo reino dividido contra si mesmo será destruído; e cairá casa sobre casa. 18 Ora, se Satanás também está dividido contra si mesmo, ¿como há-de manter-se o seu reino? Pois vós dizeis que é por Belzebu que eu expulso os demónios. 19 Se é por meio de Belzebu que eu expulso demónios, ¿por quem os expulsam os vossos discípulos? Por isso, eles mesmos serão os vossos juízes. 20 Mas, se eu expulso os demónios pela mão de Deus, então o Reino de Deus já chegou até vós.”

(…)

23 “Quem não está comigo, está contra mim. E quem não junta comigo, dispersa.”

(Lucas, 11, 17- 23)

O governo de Esquerda procura a cura para a morte, para depois nos garantir a liberdade

O governo do Partido Socialista do António Costa (e do Bloco de Esquerda da Catarina Martins) admite seguir a linha política do governo esquerdista da Califórnia: os confinamentos e as restrições à liberdade do povo só acabarão quando se descobrir a cura para a morte.

Neste sentido, e enquanto não se descobre a cura para a morte, pelo menos o governo assegura (com as restrições à liberdade e os confinamentos policiados) que os cidadãos irão (felizmente) morrer cheios de saúde.

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Escrever merda não é “argumentar”

Os anglo-saxónicos utilizam o termo “troll”, que em português “correcto” significa “escrever merda”.

troll-webA Wikipédia define assim: “o comportamento do escrevinhador de merda pode ser encarado como alguém que busca constantemente atrapalhar o discurso racional”.

Normalmente utiliza-se o seguinte argumento de merda: “eu sou de Direita, e por isso posso escrever qualquer tipo de comentário num blogue de Direita”.

Em primeiro lugar, ninguém é de Direita apenas por diz de si mesmo que “é de Direita”; e depois, aplica-se (aos escrevinhadores de merda da “Direita”) a seguinte proposição de G. K. Chesterton:

“Oponho-me veementemente a argumentos errados vindos do lado certo da contenda. Acho que me oponho a estes mais do que aos argumentos errados vindos do lado errado.”

Eu admito perfeitamente que alguém possa ter uma opinião diferente da minha; aliás, eu “alimento-me” (intelectualmente) das opiniões diferentes das minhas.

O que eu não admito (nem compreendo, nem à Direita, nem à Esquerda) é a opinião (doxa) que pretende ou tende a atrapalhar o discurso racional”.

Fernando Pessoa y El Internacionalismo Militante

fernando-pessoa-web«La primera verdad de la sociología es que “la humanidad” no existe. Existe, eso si, la “especie humana” pero en un sentido meramente zoológico: la especie humana, como la especie canina.

Además, la expresión “humanidad” solo puede tener un sentido religioso — lo de que seamos hermanos en Dios, o en Cristo.

En la realidad social, solo existen dos entes reales –- el individuo, por que es vivo de verdad, y la nación por que es la única manera como eses entes vivos, a que llamamos individuos, se pueden agrupar socialmente de un modo estable y fecundo.

La base mental del individuo es el egoísmo; ese egoísmo es lo de la Patria, en lo que nos reintegramos a nosotros por intermedio de los demás, fuertes de lo que no somos.

La humanidad no existe sociológicamente, no existe frente a la civilización.

Considerar la humanidad como un Todo es, virtualmente, considerarla como una nación; pero una nación que deja de ser nación se vuelve absolutamente su propio entorno. Ahora bien, un cuerpo que resulta absolutamente perteneciendo al entorno en que vive es un cuerpo muerto.

La muerte es eso – la absoluta entrega de si proprio al exterior, la absoluta absorción en lo que lo cerca. Por eso, el “humanitarismo” y el “internacionalismo” son conceptos de muerte, sólo las mentes nostálgicas de lo inorgánico pueden concebirlos agradablemente.

Todo el internacionalista debería ser fusilado para que obtenga lo que pretende: la integración verdadera en el entorno a lo que tiende a pertenecer. Solo existen naciones, no existe humanidad


(Fernando Pessoa, “Obras em Prosa”, “Sobre Portugal”, III Volume, Edição do Círculo dos Leitores, 1987, página 316) – Tradução da minha lavra