A Vida Custa
Por isso é que a classe política do sistema actual protege os ciganos
Na actual sociedade do Estado progressista, as classes com interesses opostos já não são a burguesia e o proletariado, mas antes são a classe que paga impostos, por um lado, e, por outro lado, a classe que vive na chulice e à pala dos impostos pagos pela maioria.
Por isso é que os políticos da Esquerda (PSD incluído) protegem e respeitam o modus vivendi dos ciganos: comem todos da mesma gamela.
Lula da Silva é um espertalhão
Brasil envia módulo de veículo sub-orbital experimental à Alemanha em teste que prepara o país para o espaço. Simultaneamente, o Lula critica a União Europeia por apoiar a independência da Ucrânia contra a invasão da Rússia.
Quando é para criticar o Ocidente (Estados Unidos e União Europeia), o Lula da Silva está na primeira fila e apoia os BRIC’s contra o Ocidente; mas quando é para pedir apoio tecnológico, o Lula já não conhece a China nem a Rússia: prefere pedir apoio a um país da União Europeia.
A heterodoxia brasileira
No mundo anglo-saxónico, Al Pacino actuou na série cinematográfica “The Godfather”.
Em Portugal, traduzimos “The Godfather” para “O Padrinho” — que é a tradução literal.
No Brasil, resolveram chamar a essa série de filmes “O Poderoso Chefão”.

Em memória de Iryna Zarutska
Fugiu à guerra na Ucrânia para ser assassinada nos Estados Unidos.
As "alterações climáticas" são pirómanas; e os imigrantes apagam os fogos


Os cabrões dos gabinetes do Terreiro do Paço
A tentativa absurda de separar a modernidade e o fascismo
“Acredito que o mundo moderno é uma empresa de desnaturação do homem e da criação. Acredito na desigualdade entre os homens, na maldade de certas formas de liberdade, na hipocrisia da fraternidade. Acredito na força e na generosidade. Acredito em hierarquias que não sejam a do dinheiro. Acredito que o mundo está podre pelas suas ideologias. Acredito que governar é preservar a nossa independência e, depois, deixarmo-nos viver como quisermos.”
→ Maurice Bardèche, neofascista
O fascismo está tão profundamente mergulhado na modernidade quanto o está o comunismo marxista, ou o liberalismo. Um neofascista, como Maurice Bardèche, é uma espécie de Mariana Mortágua virada do avesso (mas o tecido é o mesmo).
As hierarquias do fascismo (de Mussolini) foram fortemente marcadas pelo dinheiro, nomeadamente pelos latifundiários italianos que fomentaram decisivamente a ideologia e o regime. Afirmar que, no fascismo, as hierarquias não foram “as do dinheiro”, é uma falácia.
O mundo moderno, ocidental e ocidentalizado, não nega a existência de desigualdades: apenas segue o Direito Natural, medieval e cristão, que atribuía uma igualdade ontológica (à nascença) a todos os seres humanos em uma determinada sociedade com uma cultura antropológica comum. Por isso é que o Direito Positivo, desprovido da influência do Direito Natural (os “princípios metajurídicos” do Direito), é uma aberração. O fascismo afasta-se do Direito Natural medieval, no sentido em que nega (implícita- ou explicitamente) o princípio da igualdade ontológica.
A par com o comunismo, não há movimento mais conspurcado pela merda modernista do que o fascismo — incluindo o nazismo nietzscheano, que é uma corruptela socialista do fascismo original italiano.
Afirmar que o fascismo não é produto de uma ideologia, como escreveu Maurice Bardèche, é afirmar o absurdo, é negar a própria essência do fascismo. É como se alguém dissesse: “Eu não sou eu”.
Uma coisa é a crítica salutar à modernidade (incluindo a crítica ao modernismo “progressista” católico); outra coisa, diferente, é afirmar que “o fascismo é contra a modernidade”. Não é. O fascismo é a favor de uma outra forma de modernidade, que não deixa por isso de ser moderna.
O fascismo é uma vergôntea do romantismo de Rousseau.
O homem tribal primitivo transformava objectos em sujeitos; o homem moderno transforma sujeitos em objectos — com especial ênfase para os sistemas comunista e fascista que se especializaram na arte de coisificar a pessoa.
Salazar era demasiado inteligente (e cristão) para se sujeitar a ser fascista.
Mariana Mortágua, a queixa e a revolta constantes
Vejam este vídeo de Mariana Mortágua no Twitter.
A Mariana Mortágua está sempre à espreita de apanhar qualquer coisa para se revoltar. “Se não é do cu, é das calças”, o que lhe provoca revolta. Ela está sempre atenta, à espera de uma qualquer razão para uma boa “revoltazinha”. Não há nada nem ninguém que possa apaziguar a Mariana Mortágua na sua constante demanda por uma revolta quentinha ou fresquinha, ad infinitum. A constante revolta é a razão de ser da Mariana Mortágua.
Sem uma boa revolta, a Mariana morre psicologicamente.
A revolta da Mariana Mortágua aumenta à medida que alguém pretende apaziguá-la. No mencionado vídeo, vemos toda a gente (na mesa) caladinha e em modo de apaziguamento, a escutar a douta senhora revoltada. E quanto maior é o apaziguamento à volta dela, mais se revolta e se exalta a criatura, quase entrando em um êxtase de indignação.
Em uma época em que está na moda a auto-vitimização, a revolta é a própria justificação da vitimização.
Por vezes, o sentimento de revolta é prazenteiro (a Mariana Mortágua quase entra em orgasmo, no seu discurso). O sentimento de revolta certifica que a pessoa revoltada tem uma moral superior, e que se preocupa com o estado do mundo.
A revolta da Mariana Mortágua concede-lhe uma vantagem psicológica sobre as outras pessoas em torno daquela mesa. As pessoas que escutam a Mariana Mortágua revoltada ficam com a ideia de alguma coisa de muito mal se passa no mundo e que esse mal lhes têm escapado; começam a experienciar um complexo de culpa, que é irracional por natureza.
A Mariana Mortágua revoltada assume-se mais sensibilizada em relação aos males e injustiças do mundo, em contraposição às outras pessoas na mesa que supostamente não estão sensibilizadas para tal.
Fica implícito, mediante o discurso revoltado da Mariana Mortágua, que as outras pessoas na mesa são complacentes em relação aos males do mundo, ou que são mesmo cúmplices desses males do mundo.
A Mariana Mortágua convida toda a gente a revoltar-se também, para que as pessoas não vivam numa atmosfera de constante acusação. O corolário da acção revoltada da Mariana Mortágua é a revolta geral, em que as pessoas acabam por seguir os tiques, os pensamentos, os sentimentos, os modos de expressão da Mariana Mortágua revoltada.
O Luís André continua a arrebentar afanosamente o FC Porto
Depois de ter contratado e despedido dois treinadores em apenas um ano, o Luís André pretende agora despachar nove jogadores da equipa principal do FC Porto. O processo de demolição do FC Porto, conduzido pelo Luís André e seus acólitos, continua a passo estugado.
O FC Porto nunca mais será campeão nacional enquanto lá estiver o Luís André: é a maldição de Pinto da Costa. E pelo andar da carruagem, o FC Porto não irá ficar entre os cinco primeiros da 1ª Liga, na próxima época.
