Interceção, intercessão e interseção: o absurdo do Acordo Ortográfico

Dantes, em vez de “interceção” (com o segundo “e” fechado) conforme o Aborto Ortográfico, escrevíamos “intercepção” que vem do verbo “interceptar” (e não do verbo “intercetar”, porque o segundo “e” é aberto). Eu leio literalmente e pronuncio “interceptar” com o “p”.

Já “intercessão” vem do verbo “interceder”, e portanto a grafia está correcta, sendo que o segundo “e” é fechado.

“Interseção” é uma corruptela acordita de “intersecção” que vem do verbo “interseccionar” — em que os dois “cc” abrem a vogal “e” imediatamente anterior.

A língua portuguesa está a ser destruída por intelectuais de merda.

O papa Leão XIV diz “um nascituro é uma espécie de assassino”

O papa Leão XIV diz que quem defende a pena-de-morte para um assassino, não tem legitimidade moral para criticar o aborto de um nascituro.

Ou seja, para o Leão, um assassino tem o mesmo valor ontológico de um nascituro: ele (o Leãozinho) é incapaz de diferenciar a pena-de-morte que retira a vida a um criminoso assassino, por um lado, e o aborto que assassina um ser inocente, por outro lado.

Eu também não concordo com a pena-de-morte, mas por outras razões. É um absurdo diabólico comparar a pena-de-morte de um assassino e o aborto de um nascituro.

A Igreja Católica já entrou no grau zero da filosofia, da ética e da teologia. Eu penso que a Igreja Católica já não tem salvação.

O putedo concentrado

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O putedo mostrou cartazes ligando Jair Bolsonaro ao assassinato da comunista lésbica Marielle, quando até o ditador esquerdista do Supremo Tribunal de Justiça brasileiro, Alexandre de Moraes, reconheceu que Bolsonaro não teve nada a ver com o crime.

Este putedo não tem o mínimo de escrúpulos; são putas de alto coturno.

O caça F-35 é um buraco financeiro e estratégico

f35 webA manutenção de 1 F-35 custa 3 vezes mais do que a manutenção de 1 F-16, e 5 vezes mais do que a manutenção de 1 Saab JAS 39 Gripen já com a nova propulsão da Rolls Royce.

Ademais, Donald Trump foi muito claro: os aliados europeus (com excepção do Reino Unido) não terão as actualizações normais e previstas do F-35 — ou seja, os europeus compram os F-35 mas ficarão com os modelos ultrapassados, sendo-lhes negada pelos Estados Unidos as principais actualizações do avião de caça.

Não nos podemos esquecer que os Estados Unidos, hoje, já não são um aliado da Europa: são adversários da Europa. A aproximação de Donald Trump ao Reino Unido serve também para dividir os aliados europeus. Quem não vê isto, é cegueta.

Infelizmente temos nas Forças Armadas em Portugal uma casta de generais ceguinhos de todo, como podemos ver pelo general Agostinho Costa.

Os novos radares desenvolvidos na União Europeia (na Suécia e na Alemanha, para além da Turquia) já detectam o F-35; por isso é que os Estados Unidos estão a desenvolver um novo avião, o F-47. O F-35 já se torna demasiado caro para o efeito que diz trazer. Para além de ser um buraco financeiro, o F-35 já é um buraco estratégico porque não cumpre o efeito de camuflagem de que vem rotulado.

Na Europa, temos três caças de fabrico europeu: o Eurofighter Typhoon, o Rafale, e o Saab JAS 39 Gripen. Seria conveniente que o ministro Nuno Melo não se deixasse levar pelos generais mentecaptos que temos, e afastasse definitivamente a compra dos F-35.

O Partido Socialista de Isabel Moreira é um partido radical de Esquerda

Marcos Perestrello — e outras figuras moderadas do Partido Socialista, como por exemplo António José Seguro ou Sérgio Sousa Pinto — já “toparam” que gente como Isabel Moreira atrasa o Partido Socialista, ou seja, é altamente improvável que o Partido Socialista volte a ser governo com protagonistas de relevo como Isabel Moreira, Ascenso Simões, Ana Gomes, Pedro Delgado Alves, Alexandra Leitão ou Pedro Nuno Santos. O próprio Brilhante Dias subiu a pulso no partido no tempo da Geringonça.

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Os socialistas moderados — que se situam no grupo dos “liberais de Esquerda” segundo a nomenclatura anglo-saxónica — têm (ou tinham) duas vertentes práticas (práxis) essenciais: 1/ a protecção especial das pessoas vulneráveis, e 2/ a promoção da igualdade social.

O actual Partido Socialista já não é “liberal de Esquerda”: em vez disso, é um partido radical de Esquerda que se identifica, por exemplo, com o Bloco de Esquerda e com o LIVRE — deixando ao PSD a janela política para ocupar o espaço do socialismo liberal.

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Um exemplo de uma pessoa “liberal de Esquerda” é a autora inglesa J. K. Rowling que se opõe à Ideologia de Género para proteger as crianças e assegurar às mulheres os seus espaços privados.

Ademais, na sua qualidade de “liberal de Esquerda”, J. K. Rowling opõe-se também ao chamado “suicídio assistido”, por se preocupar com os riscos de coerção, por um lado, e por outro lado por causa da mensagem que a lei da eutanásia faz passar às pessoas mais vulneráveis.

O actual Partido Socialista é a antítese das posições éticas e políticas da liberal de Esquerda J. K. Rowling; o actual PS é o partido da Isabel Moreira: é um partido radical, ao nível do Bloco de Esquerda ou do LIVRE.

Demagogia elitista

“O ressentimento social que alimentou o Bloco e o PC e que actualmente alimenta o Livre e o Chega é um problema sério para quem quer que seja que governe.”

Henrique Pereira dos Santos

Quando alguém compara o Partido Comunista ou/e o Bloco de Esquerda, por um lado, e o CHEGA, por outro lado, e no que diz respeito ao “ressentimento social”, ou é estúpido ou demagogo. No caso do Henrique Pereira dos Santos, quero acreditar que seja demagogo.

O ressentimento social, ou é baseado na realidade concreta, ou é baseado na utopia.

O Henrique Pereira dos Santos, que não parece ser estúpido, mete tudo no mesmo saco.

Por exemplo, o combate à corrupção generalizada — defendido pelo CHEGA — é uma forma de manifestação de um ressentimento social racional baseado na política factível; já a construção de um paraíso na terra baseia-se em uma utopia que se alimenta de um ressentimento social irracional.

Ora, o Henrique Pereira dos Santos, que não parece ser estúpido, confunde os dois tipos de ressentimento social — e por uma razão claríssima: ele é capaz de se fazer de estúpido para assim poder defender a validade política da demagogia elitista e corrupta vigente.

O histrião espertalhão

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Primeiro, e em conluio com Marcelo Rebelo de Sousa (o palhaço-mor da república), combinam (pela calada da noite política, como bons ladrões que são) o chumbo da Lei dos Estrangeiros no Tribunal Constitucional.

Depois, face ao chumbo do Tribunal Constitucional, o histrião concorda publicamente com o CHEGA acerca da importância de manter os princípios e os valores da lei chumbada, e procurar reformular o texto da dita lei no sentido de a tornar politicamente palatável — tudo isto para o Zé Povinho ver e ser enganado.

Finalmente, o espertalhão histrião adoptou a atitude do Groucho Marx: se a Esquerda não gosta dos nossos princípios, temos outros para apresentar — renunciando ao espírito da lei formulada em conjunto com o CHEGA e cedendo em toda a linha à Esquerda, ao palhaço-mor da república (e à maçonaria).

E o mais grave foi a atitude professoral do bobo hipócrita que pretendeu dar lições de moral política a quem não concorda com o histrionismo da criatura, recomendando “respeitar o presidente da república” com quem combinou previamente o chumbo da lei previamente acordada com o CHEGA.

É (também) por isto que lhes está reservada a inexorável tumba política quando ainda pensam que o povo português é o mesmo de há 50 anos. O povo já atopou os palhaços do sistema.

O genocídio dos europeus programado pela Esquerda

Na primeira imagem (de Londres), aqui em baixo, vemos um convite público do governo britânico aos cidadãos brancos: “esterilizem-se, para que as cidades fiquem menos apinhadas de gente”.

Esta mensagem é passada como sendo virtuosa, e utiliza até, cinicamente, figuras de crianças brancas no cartaz.

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Porém, ao mesmo tempo que os governos europeus controlados pela Esquerda ("World Economic Forum", alguns magnatas como George Soros, Bill Gates, etc) pediam aos brancos para se suicidarem como etnia, importavam pretos aos magotes — como podemos ver na segunda imagem.

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Ou seja, para a Esquerda, os brancos são para eliminar, e os pretos são para entrar em barda.

O racismo da Esquerda é radical, no sentido em que defende o genocídio dos europeus como política de Estado.

Esta política demográfica genocida e anti-europeia é basicamente irracional: o único critério inteligível e lógico é o de quequalquer coisa é melhor do que a actual demografia com brancos em maioria”.

Para a Esquerda, e por razões puramente ideológicas, os brancos europeus representam o demónio; e, portanto, é preferível, até, a existência de marcianos em circulação do que de brancos.