O novo feudalismo globalista

O novo feudalismo, que as elites globalistas estão a impôr ao mundo, é simultaneamente anárquico e tirânico; aliás, a anarquia ética e moral actual é a condição da nova tirania feudal.

feudalismoTal como aconteceu com a Revolução Francesa, o ataque à cultura (por parte das elites globalistas e internacionalistas) ocidental — a repressão política das tradições europeias, a criação de novos tabus e novos costumes (por exemplo, a imposição dos costumes da cultura de descarte humano de tipo LGBTQPBBQ+) em substituição dos tabus da cultura antropológica de origem cristã (porque uma cultura sem tabus é um círculo quadrado), a perseguição feroz em relação a todo o tipo de autoridade que escape do Poder do Estado (tal como defendeu Rousseau) — é essencial para a imposição de uma nova cultura de anarquia.

O processo político e cultural desenvolvido pelo liberalismo, desde a Revolução Francesa, culminou nesta nova anarquia destrutiva (que corrói a cultura e o tecido social) que é o fundamento da construção de um novo tipo de feudalismo a nível global.

A partir das ruínas da cultura ocidental, destruída pela Esquerda (apoiada pelos globalistas — como, por exemplo, os judeus George Soros, Bill Gates, ou Jeff Bezos, entre outros — em uma aliança tácita entre marxistas e a plutocracia ocidental), tende a emergir uma classe política tão poderosa e politicamente alienada quanto o fora a do extinto regime soviético, ou da actual China.

O novo feudalismo não tem propriamente uma nobreza, mas antes tem uma aristocracia constituída pelos caudilhos políticos locais (de cada país, ou zona do globo) coordenados pela plutocracia globalista — não é por acaso que todos os primeiro-ministros de Portugal têm que ir, em primeiro lugar, ao beija-mão às reuniões de Bilderberg.

E, o feudalismo actual tem um clero secular e ateísta, constituído por uma amálgama dita “intelectual” dos ideólogos da nova anarquia, e dos “jornalistas” do regime — o jornalismo do novo feudalismo já não informa o povo, como acontecia até há poucas décadas: em vez disso, o novo jornalismo tem a missão de instruir o povo, ou seja, de formatar ideologicamente o povo, à maneira da China comunista ou do regime soviético.

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E quem se atrever a colocar em causa a nova formatação ideológica compulsiva (não só através dos “jornaleiros” de serviço e dos polígrafos desta vida, mas também através da chamada “Big Tech”), é enviado para um novo tipo de Gulag: o Gulag digital, onde a sua existência apodrece, sem possibilidade de partilha de ideias com outros seres humanos.

E, finalmente, o novo feudalismo tem uma absoluta necessidade do seu Terceiro Estado e dos novos servos da gleba (o povo que verá a mobilidade social, defendida pelo liberalismo clássico, anulada pelas elites) — que são aqueles a quem a aristocracia e o clero secularista dizem garantir uma boa vida sem os incómodos da detenção de propriedade privada”, tal como é defendido nas reuniões de Bilderberg e de Davos: é o que está inscrito no ideário político dos conceitos de “Building Back Better” e de “Great Reset“: a criação dos novos descamisados do mundo (os novos Sem-Terra, desta vez criados com a cumplicidade da Esquerda), que são necessários à construção do novo feudalismo globalista.

A sinificação avança, de vento em popa (a “Idade Sem Nome”)

Eu revejo-me neste artigo:

“… não me peçam para ser mais um “aceitacionista” de uma clara campanha desinformativa, cujo intento principal não é a saúde das pessoas, mas o financiamento de um capitalismo selvagem e irresponsável de mega-empresas e a centralização de poder nas elites ocidentais.”

chesterton-imperialismo-webNote-se que não sou contra o capitalismo (como é evidente); sou é contra a extrema concentração de capital (independentemente do tipo de concentração: privado, estatal). G. K. Chesterton resumiu bem a ideia:

« “Demasiado capitalismo” não significa a existência de demasiados capitalistas, mas antes significa a existência de muito poucos capitalistas. » (“The Uses of Diversity.”)

Chesterton refere-se à excessiva concentração de capital (“demasiado capitalismo”). Quanto mais capitalistas, melhor. Mas o que estamos a assistir, hoje, é à “decapitação” em massa (a nível global) dos pequenos capitalistas.


Uma das principais características orgânicas do fascismo italiano foi a convergência política (por imposição de um Estado totalitário) entre os grandes latifundiários e grandes capitalistas, por um lado, e os sindicatos de operários, por outro lado.

Ora, é exactamente isto que está (hoje) a acontecer na China; e é este modelo chinês (sinificação) que está a ser imposto pelos plutocratas globalistas em todo o Ocidente, com a complacência da nossa classe política.

É claro que constatação de factos é hoje considerada (pelos me®dia que servem caninamente o Totalitarismo de Veludo), como sendo “teoria da conspiração”. Hoje, a “ciência” consiste na negação do método científico.

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A aliança entre o “Padre Trotskista” e o globalista “Chico dos Porsches”

Eu tenho muito menos respeito por Pinto Balsemão do que tenho por Mário Soares e sua memória — e a minha opinião acerca de Mário Soares não é grande coisa. Aliás: tenho mais respeito pelo comunista Jerónimo de Sousa do que tenho pelo Pinto Balsemão.

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Pinto Balsemão representa uma visão cínica do mundo, em que (na esteira de George Soros e da celebração do conceito de acto gratuito) o dinheiro justifica qualquer tipo de acção política.

A Helena Matos faz aqui a crítica do pregador trotskista, Francisco Louçã:

“Francisco Louçã, um dos políticos mais antigos de Portugal, entra-nos há anos pela casa dentro com aquele ar insuportável de inquisidor, graças a uma comunicação social que o ouviu muito e lhe perguntou pouco. Quantos anos mais vamos assistir a Francisco Louçã mentir, acusar e insinuar sem nada provar perante o sorrisinho cúmplice dos jornalistas?”

Porém, a Helena Matos esquece-se da cumplicidade do Chico dos Porsches (e do filho deste): as empresas jornaleiras do Pinto Balsemão (a SIC televisão e semanário Expresso) são o fojo dos animais da Esquerda mais radical. De modo semelhante, o jornal Público é um antro de comunistas abrigados pelos herdeiros do capitalista Belmiro de Azevedo.

O caso do Chico dos Porsches, por um lado, e do grupo SONAE, por outro lado, revelam uma clara estratégia em que o grande capital se alia à Esquerda dita “progressista” para criar um fascismo a nível global (sinificação).

O chamado “crime-de-ódio” é uma contribuição política para a transformação paulatina da União Europeia em uma espécie de “China” (sinificação)

gay-police-webNa Suécia, uma jornalista vai a tribunal por ter publicado na sua página da Internet um artigo de outra pessoa que questionava a probidade profissional dos muçulmanos proprietários de farmácias.

Em resumo: 1/ uma grande percentagem dos proprietários de farmácias na Suécia é constituída por muçulmanos; 2/ os muçulmanos, por princípio, obedecem à lei da Sharia que dá prioridade aos outros muçulmanos no fornecimento de medicamentos em caso de escassez no mercado; 3/ portanto, a pergunta é pertinente: em caso de escassez de medicamentos, ¿será que os proprietários muçulmanos das farmácias irão dar prioridade de fornecimento a outros muçulmanos?

Ora, a referida jornalista apenas publicou um artigo (que não era da autoria dela) que colocou em questão o problema da fidelidade dos muitos farmacêuticos muçulmanos em relação à lei da Sharia. E apenas por ter publicado esse artigo, foi acusada de “crime-de-ódio” e sujeita agora a dois anos de prisão.


É neste contexto de criminalização da opinião e restrição neomarxista da liberdade de expressão na União Europeia que se situa a escolha de Ursula von der Leyen para líder da União Europeia — eu assumo o meu enorme preconceito em relação às mulheres na política: a Margaret Thatcher foi uma excepção à regra, mas ainda assim foi uma defensora acérrima do aborto.

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A Ursula von der Leyen vem agora com uma putativa campanha contra os “crimes-de-ódio”, à moda da Suécia. Mas ela própria não sabe bem o que é um “crime-de-ódio”, nem interessa saber: o conceito de “crime-de-ódio” é apenas um pretexto para impôr condicionalismos culturais e tiques totalitários aos povos da Europa.

O carro eléctrico: a maior aldrabice do século XXI

Elon Musk é o exemplo acabado do super-charlatão do século XXI, uma espécie de Álvaro dos Reis globalista.

A grande mentira que os me®dia coniventes alardeiam é de que o carro eléctrico poderá substituir o carro a motor de combustível fóssil. E já nem falo nos aspectos ambientais!: talvez a maior aldrabice do politicamente correcto é afirmar que o carro eléctrico é mais amigo do ambiente do que o carro a combustível fóssil. Totalmente falso.

Por exemplo, para substituir os carros de combustível fóssil, apenas na Califórnia, por carros eléctricos, serão necessários:

  • 134% da produção mundial actual de cobalto;
  • 67% da produção total mundial de neodímio;
  • 50% da produção total mundial de lítio;
  • 34% da produção total mundial de cobre.

Isto é só para a Califórnia!

Agora imaginem o que é substituir os carros todos do mundo inteiro! A solução seria a crosta do planeta Terra totalmente esburacada com novas minas de cobalto, de lítio, de neodímio, e de cobre.

A substituição de todos os automóveis de combustível fóssil do mundo, por carros eléctricos, é absolutamente impossível.

A agenda política globalista — patrocinada pela extrema-esquerda caciquista que é financeiramente sustentada pelos plutocratas americanos — é a da restrição radical do automóvel privado: apenas os ricos e as elites terão acesso ao automóvel privado e à mobilidade facilitada.

O resto da população terá o estatuto do chinês circunscrito à sua cidade, a andar a pé ou de bicicleta, e ferozmente controlado pelo Estado.

É disto que se trata quando falamos do “progresso do carro eléctrico”.

Jornalismo é crime

Já não consigo ouvir / ver noticiários dos me®dia.

O enviesamento ideológico é de tal forma; o culto do ilógico e do anti-factual chegou a um tal ponto, que é impossível a alguém com um mínimo de inteligência ver (por exemplo) telejornais na TVI ou ouvir os noticiários da TSF.

A estupidez, nos me®dia, é hoje cultivada com requinte. O jornalismo actual é criminoso.

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Se for necessária a violência contra os iconoclastas e contra os indigenistas, teremos que a utilizar

1/ Quando — há dias — Nigel Farage fez uma analogia no Twitter entre os Black Lives Matter, por um lado, e os talibãs, por outro lado — foi censurado pela estação de rádio privada londrina LBC que lhe retirou a emissão diária que ele tinha.

A censura de opinião já está a atingir a “caça grossa”; já não são só os pequenos que são vítimas dela.

2/ Há pouco tempo, o Twitter censurou (apagou) uma opinião do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

Vemos aqui como uma empresa privada — e privilegiada, do ponto de vista do enquadramento legal americano — se dá ao luxo de dizer ao presidente dos Estados Unidos aquilo que ele pode, ou não, expressar como opinião política.

Chegamos já a um ponto em que uma empresa privada — o Twitter — manda calar o presidente dos Estados Unidos.

3/ O programa de televisão Tucker Carlson Tonight, da Fox News, é um dos programas com maior audiência na televisão por cabo nos Estados Unidos.

Exactamente no dia (ontem) em que os índices de audiência excederam positivamente todas as expectativas, vários patrocinadores abandonaram o programa — e isto porque o Tucker Carlson criticou a violência do movimento político marxista Black Lives Matter.

4/ Hoje, qualquer crítica à violência dos grupos marxistas Antifa e Black Lives Matter é alvo imediato de censura, vinda da parte de empresas privadas (e já nem se fala da censura vinda de instituições do Estado).

Porém, não se trata apenas de censura: as grandes empresas privadas multinacionais, como por exemplo a NIKE e a ADIDAS (entre dezenas de outras), estão neste momento a financiar directamente (e a patrocinar) a violência do grupo marxista Black Lives Matter.

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O caso do programa Tucker Carlson Tonight revela que as grandes empresas capitalistas multinacionais globalistas privadas preferem apoiar a Esquerda marxista/COMUNISTA, em vez de procurar o lucro.

Isto significa que o grande capital privado globalista apoia claramente a sinificação do mundo — ou seja, apoiam a aliança entre o grande capital globalista, por um lado, e a Esquerda marxista, por outro lado — no sentido da criação de um fascismo global à imagem do sistema político chinês.

5/ Lá dizia o velho António: “em política, o que parece, é!”

E parece que a acção violenta (da Antifa e do Black Lives Matter) é politicamente mais eficaz do que os votos pacíficos em urna da maioria dos cidadãos.

Chegamos a um ponto em que a violência é politicamente mais conveniente e eficaz do que o voto.

Por isso, se for necessário recorrer à violência para responder à violência aliada dos puritanos iconoclastas e dos selvagens indigenistas, devemos estar preparados para tal.