O Carlos Fiolhais já tem falta de vitamina B12, o que lhe causa raquitismo intelectual

burro-com-oculos-300-webO Carlos Fiolhais apoia tacitamente o reitor coimbrinha que proibiu o consumo de carne nas cantinas universitárias, o que é um exemplo do Imbecil Colectivo que promove vigorosamente o raquitismo intelectual na academia politicamente correcta.

Atentemos ao que escreveu aqui (e bem!) a Cristina Miranda:

« Há nutrientes insubstituíveis que só se encontram na carne, no peixe e seus derivados como é o caso da vitamina B12 e que nem os suplementos conseguem suprir eficazmente essa lacuna. A carência desta vitamina – importante para a formação de células vermelhas, essencial para o sistema nervoso central, que previne o risco de quebras nos cromossomas, evita anemia megaloblástica – encolhe o cérebro que como já foi provado, cresceu na nossa evolução até ao que é hoje graças ao consumo de carne.»

O que o Carlos Fiolhais e o reitor coimbrinha promovem é o encolhimento activo dos cérebros constituintes da futura ruling class  e/ou elite política — o que, aliás já está a acontecer em Inglaterra, e de lá nos vem o exemplo.

Continuamos a copiar o pior que existe na estranja.

A ideia desonesta segundo a qual “a selva da Amazónia é o pulmão do planeta”

A ideia segundo a qual “a selva da Amazónia é o pulmão do planeta” não passa de um conceito desonesto vindo de gente como o Carlos Fiolhais que dizem representar a “ciência” — trata-se de uma ideia que pretende impedir o desenvolvimento económico do Brasil e, por isso, garantir a perpetuação da Esquerda no Poder no Brasil por intermédio da manutenção da pobreza.

A Esquerda necessita da pobreza, como a boca precisa de pão.


Pela primeira vez desde Karl Marx, a Esquerda defende hoje um retrocesso económico das sociedades.

Até há pouco mais de 25 anos, a Esquerda defendia os alegados “direitos do trabalhador” (o operário e/ou o campesino) e “o direito a melhores condições de vida do povo”.

Mas a Esquerda actual — por exemplo, o Bloco de Esquerda, ou o PAN (Pessoas-Animais-Natureza) — defende que o nível de vida dos trabalhadores deve regredir (também através da eliminação da classe média), e em nome de um alegado “Aquecimento Global Antropogénico” que a ciência não verificou  (ver o que significa “verificação”, neste contexto), de facto.

Quando a gentalha da laia do Carlos Fiolhais e do Rerum Natura vier dizer que “a Amazónia é o pulmão do planeta”, respondam-lhes da seguinte maneira:

1/ 85% do oxigénio da atmosfera tem origem no plâncton dos oceanos (e não na “selva da Amazónia”);

2/ a quantidade de plâncton nos oceanos tem vindo a aumentar devido ao aumento de partes-por-milhão de CO2 na atmosfera (vemos como o plâncton estabelece a ligação entre o CO2 e o oxigénio na atmosfera).

A agenda política de um fascismo à escala global

Eu tenho o maior desprezo possível pelos editores do blogue Rerum Natura, nomeadamente Carlos Fiolhais, David Marçal, António Piedade e Helena Damião. E eu fundamento esse desprezo, desta vez, neste artigo da Helena Damião:

« O risco de se formar mais um “apartheid” – uma separação entre pessoas – com base na crise climática é real e está iminente. Esta é a principal conclusão do relatório elaborado pelo Conselho de Direitos Humanos da ONU e que será apresentado na próxima sexta-feira.

Os muito ricos escaparão do calor e da seca em redutos do planeta e continuarão a fazer a sua vida de luxo, o resto da população estará (está) condenada a migrar e a empobrecer até limites extremos.

Os direitos básicos à vida, a um lugar na terra, a água, a comida, tornar-se-ão impossíveis para um crescente número de empobrecidos, abandonados à sua sorte, condenados à fome, a doenças e perseguições. Os direitos civis e políticos enfraquecerão. As revoltas, provocadas pela crescente desigualdade, serão inevitáveis; crescerá o nacionalismo, a xenofobia e o racismo. »

a certeza do futuro

Obviamente que a Helena Damião dirá que se limitou a transcrever uma “notícia” do “jornal” Púbico; mas a verdade é que se trata de uma transcrição acrítica (ela não faz a crítica do texto transcrito) e, por isso, é condescendente (diz o povo: “quem cala, consente”).

  • Esta visão apocalíptica do futuro da vida na Terra é um autêntico veneno ideológico concebido por estúpidos do calibre da Helena Damião e sequazes da nova Esquerda identitária;
  • esta “certeza do futuro” é de uma imbecilidade a toda a prova (ler: a mente revolucionária);
  • e quando bestas daquela índole colocam o patriotismo (nacionalismo) na mesma categoria conceptual do “racismo” e da “xenofobia” (seja o que for o que “xenofobia” signifique), verificamos como as elites globalistas e multimilionárias se aliam à Nova Esquerda com o intuito de instalar um fascismo à escala global (sinificação).

Só não tenho a certeza se a Helena Damião é uma idiota útil ou uma grande besta. Mas, para o caso, pouco importa saber.

Um recado do professor James Tour para o Carlos Fiolhais

O professor de Química Orgânica na Universidade de Rice, James Tour, passa (no vídeo abaixo) um atestado de ignorância ao Carlos Fiolhais, David Marçal, e demais sequazes do blogue Rerum Natura incluindo o Desidério Murcho.

O caso de David Marçal consegue ser o mais grave, porque se trata de um professor universitário de bioquímica. Em Portugal entra-se para o quadro docente universitário com uma grande “cunha” — como se pode constatar pelo caso do David Marçal, que foi “cunhado” pela Esquerda com um “tacho” à medida.


A instrumentalização da ciência por parte da ideologia; ou a estupidez do Mealha Estrada



“¿Acreditas no que os teus olhos mentirosos vêem, ou naquilo que eu te digo?”

(Groucho Marx)


Vemos aqui um texto de um tal Miguel Mealha Estrada (nome alentejano, aposto) que é o exemplo da manipulação da ciência por parte de uma ideologia política — assim como o conceito nazi de “Untermensch” é pura manipulação ideológica da ciência.

O Mealha Estrada é um “nazi ao contrário”.

A existência de ideologias perigosas e desumanas não justifica que se escamoteie ou que se suprima a verdade científica.

O Mealha Estrada fala em “eugenia”. Vemos, por exemplo, um caso de uma mulher britânica a quem o Estado impôs o aborto contra a vontade da própria:

“London, England, Jun 21, 2019 / 11:15 am (CNA).- A British judge has authorized doctors to perform an abortion on a pregnant Catholic woman with developmental disabilities and a mood disorder, despite the objections of the woman’s mother and the woman herself. The woman is 22 weeks pregnant”.

A “eugenia” é um fenómeno cultural que teve origem na “Esquerda progressista” (defensora de um Estado plenipotenciário) e no puritanismo esquerdopata — desde os intelectuais puritanos progressistas ingleses do princípio do século XIX (por exemplo, Bernard Shaw era um eugenista confesso), até à escola filosófica de Margaret Sanger nos Estados Unidos que esteve na origem do Planned Parenthood.



O eugenismo é um fenómeno cultural de Esquerda.


A negação da existência de diferentes raças é tão psicótica quanto o é a afirmação inequívoca da superioridade de uma qualquer raça em relação a outras.

Por exemplo, as tribos Germânicas que invadiram e destruíram o império romano eram consideradas pelos romanos (por exemplo, por Santo Agostinho) “bárbaras e incivilizadas” — e, por isso, inferiores aos romanos. Mas foram os descendentes dessas tribos Germânicas (ditas “bárbaras”) que foram decisivos no desenvolvimento da ciência na Europa a partir do século XVIII (a partir do século XVII, o centro da Europa passou de Roma para Londres e Berlim).

Portanto, a ideia segundo a qual “uma determinada raça é superior a outra” é, no mínimo, discutível.

Mas que existem raças, é uma evidência irrefutável: só o Estrada Mealha não vê. Aliás, um dos dois cientistas responsáveis pela descoberta do ADN — o americano James Watsonfoi condenado na praça pública pelo politicamente correcto e por estúpidos da laia do Mealha Estrada, exactamente porque afirmou a realidade científica (genética, sociológica e cultural) das diferentes raças.

Ademais, aconselho a leitura do livroThe Bell Curve escrito pelos cientistas Richard J. Herrnstein e Charles Murray, em que se demonstra a diferença entre raças (o que não significa necessariamente “superioridade de uma raça sobre outra”).

O Mealha Estrada é o protótipo do estúpido esquerdopata que fala em nome da ciência.


O pensamento empedernido do galopim do carvalho

 

O galopim escreveu:

“Foram as pedras e os fósseis, que muitas delas trazem dentro, que nos deram a conhecer a origem e a evolução da Terra e da Vida, ao longo de centenas de milhões de anos (Ma). Foi nesta evolução que matéria inerte, como são os átomos de oxigénio, hidrogénio, carbono, azoto e outros como fósforo e enxofre, em muito menores percentagens, se combinou a ponto de gerar a vida e, através do cérebro humano, adquirir capacidade de pensar”.


Só uma pessoa com os neurónios enrijecidos e fossilizados, cristalizados no sistema ortorrômbico ou triclínico, pode afirmar que o cérebro humano adquiriu capacidade de pensar a partir das pedras e da matéria inerte.

O galopim tem um pensamento empedernido; da mente dele já não sai nada senão ideias fossilizadas.

O galopim faz lembrar o alemão Ernst Haeckel, que no século XIX afirmava que a célula viva era uma coisa muito simples e que surgia espontaneamente da lama depois de uma chuvada. Mas o Ernst Haeckel tinha atenuantes: no século XIX ainda não existia, por exemplo, a bioquímica — ao contrário do galopim que viveu a passagem do século XX para o XXI, e que é de facto um burro catedrático!

O galopim do carvalho é uma besta! Mas é solenemente citado por outras bestas alcandoradas na Academia coimbrinha, como é, por exemplo, o Carlos Fiolhais.

Mas reparem bem na besta: “Foi nesta evolução que matéria inerte, como são os átomos de oxigénio, hidrogénio, carbono, azoto e outros como fósforo e enxofre, em muito menores percentagens, se combinou a ponto de gerar a vida”.

Trata-se de um pensamento dogmático; trata-se de uma religião — a organização da matéria inerte é vista como detentora de um sentido metafísico que tem por objectivo final a geração da inteligência humana.

O galopim é tão burro (quase tão estúpido quanto é o Carlos Fiolhais ) que, na sua saga contra a metafísica, não consegue ver que ele próprio defende uma espécie de religião.


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