Com todo o respeito pelos cabo-verdianos…

… em Portugal, a língua oficial é o português.

E quem não está contente com a língua portuguesa, ou mesmo alguém que considere que a língua portuguesa é “fassista” e “culunialista”, é respeitosamente convidado a deixar o nosso país. O raio que os parta!

Quanto ao CDS e ao Partido Social-democrata: são partidos de Esquerda. A prova está neste cartaz eleitoral em Cascais.

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¿O que existe em comum entre o Pacheco e o PAN? São perigosos!

O absurdo tomou conta da nossa realidade política, social e cultural — e a tal ponto que se torna penoso, até, escrever sobre ela, na medida em que devemos ter a preocupação de sintetizar a mensagem escrita, não a tornando complexa em um mundo controlado pelo minimalismo do Twitter e/ou do FaceBook. Ora, não há nada mais absurdo do que sintetizar o absurdo.


O Miguel Sousa Tavares escreve acerca do PAN – Pessoas-Animais-Natureza (ler em PDF); raramente estou de acordo com ele mas, desta vez, assino por baixo.

“Um partido, dito animalista, cujo fanatismo e ignorância podem conduzir à extinção de espécies animais e ao empobrecimento do mundo rural, podem afastar as pessoas da natureza como ela é, tornar as suas vidas mais pobres e mais tristes, é um partido perigoso.”


Ora, é disto que o José Pacheco Pereira não fala; mas desata aos berros por causa de um cartaz de campanha eleitoral da social-democrata Susana Dias (ler em PDF). E a razão é simples: o José Pacheco Pereira tem um arquétipo mental totalitário — o puritanismo pós-modernista, o gnosticismo actualizado.

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Para o Pacheco, não é incomum ou anormal que a Esquerda pretenda proibir tudo e mais alguma coisa; pelo contrário, o espírito puritano do Pacheco acha até normal que se proíba tudo com o que ele não concorde (sem qualquer consulta popular directa; o Pacheco é contra os referendos; o Pacheco é o “Rei-filósofo”, segundo Platão.

O Pacheco, para além de ser um dos mais activos comissários políticos do Totalitarismo de Veludo, assume o papel de “consciência ideológica” do Partido Social-democrata.

“… quando alguém de uma candidatura autárquica da Amadora coloca noutro município um grande cartaz a dizer “No dia 26 de Setembro o sistema vai tremer“, este cartaz cujo conteúdo é tipicamente do Chega, mas não é do Chega, faz parte da natural liberdade de expressão que a democracia assegura. O problema é onde ele está: em frente da Assembleia da República. O “sistema” é aquilo que a Assembleia da República personifica, a democracia.”

Para o Pacheco, Democracia = Esquerda. São sinónimos.

jpp-marxTudo o que não seja da Esquerda é anti-democrático. Trata-se do maniqueísmo característico dos puritanos e gnósticos de todos os tempos — o maniqueísmo de que ele acusa a toda a gente que não é de Esquerda.

É surpreendente como aquela besta enganou tanta gente, durante tanto tempo. E não nos esqueçamos que foi o Cavaco Silva (acolitado pelo Pedro Santana Lopes) que o guindou na política.

Para o Pacheco, o “sistema” (que a Susana Dias critica) é a “democracia” que, por sua vez, é a “Esquerda”.

“Sistema” = Democracia = Esquerda.

Por isso, na visão míope do Pacheco, quem se atreve a criticar a Esquerda, está “tomaticamente” a condenar a própria “democracia”.

Há muito tempo que o Pacheco deveria ter sido sumariamente expulso do PPD/PSD — mas a cobardia política dos sucessivos dirigentes deste partido tem tido custos avultados, como podemos ver hoje com os números das intenções de voto.

O Pacheco, enquanto comissário ideológico do Politburo do P.S.D., pretende transformar este partido em uma espécie de “partido suplente do Partido Socialista” — e está a conseguir isso, através de uma estratégia de “agit-prop” repugnante.

Para o Pacheco, a democracia só existe se as diferenças ideológicas entre os vários partidos se resumem às diferenças de prioridades na acção política. Ou seja: “estamos todos de acordo, uns com os outros e em praticamente tudo — excepto no que diz respeito às prioridades na execução das várias políticas (com que todos concordamos)”. Para o Pacheco, é nisto que consiste a “democracia”.

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Quem não deve, não teme!, ó Pacheco!

¿Como foi possível que o Partido Social-democrata recrutasse um radical esquerdista como o José Pacheco Pereira?! Cavaco Silva e Pedro Santana Lopes têm culpas no cartório.

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Se lerem este texto, verificarão que pouca diferença existe entre o Luís Fazenda, ou o Mário Tomé, por um lado, e o José Pacheco Pereira, por outro lado. De facto, estão alinhados pelo mesmo diapasão ideológico; a diferença é que o último é mais dissimulado, e, por isso, muito mais perigoso.

O José Pacheco Pereira acusa, de facto, a Direita (qualquer Direita) de pretender restaurar uma ditadura corporativista em Portugal — exactamente no momento em que assistimos, em Portugal, à paulatina instauração de um Totalitarismo de Veludo por parte da Esquerda. E mais: para o José Pacheco Pereira, qualquer tipo de Direita é sempre “Direita radical” (não existe Direita que não seja “radical”).

Para o Pacheco, quem não condena radicalmente — em bloco e irracionalmente — o Estado Novo, é “fassista”; quem consegue vislumbrar alguma coisa de positivo — por coisa pouca que seja — nos 48 anos de ditadura de Salazar, é de “extrema-direita”.

Quem não deve, não teme!, ó Pacheco! E da maneira que apoia politicamente o Costa Manhoso, ele tem muito a temer.

O Francisco Sá Carneiro deve estar a dar voltas na tumba

O Rui Rio está a liquidar o Partido Social Democrata.

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O radicalismo revolucionário de Rui Rio afasta o PSD do Poder

«O PSD, Partido Social Democrata, tem como votantes, simpatizantes e militantes várias tendências. Personalistas, humanistas, liberais, populares e muitos Cristãos. O seu actual líder, Rui Rio, é um homem de rupturas, não agregador, que, em nosso entender, embora tenha ganho o partido, dificilmente ganhará parte significativa do país.

Tem todo o direito de ser agnóstico ou ateu mas terá de respeitar todos aqueles que, não sendo como ele, são Cristãos.

Na questão da eutanásia tomou partido semelhante aos radicais de políticas fracturantes da sociedade. Não respeitou as deliberações do último congresso do seu partido, não quis e não quer esclarecer o povo, não quer um referendo para ouvir os portugueses e, possivelmente, quer impor a eutanásia à força

Rui Rio e a Eutanásia

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Estamos a assistir ao estertor do Partido Social Democrata em câmera-lenta

“O PS ganhou, tranquilizando todos os velhinhos do país e o Dr. Rui Rio. Basta ouvir o seu discurso de viúva alegre, ontem à noite, para perceber o alívio”.

Pedro Picoito


JPP-ZAROLHOSem dúvida.

O Partido Socialista ganhou as eleições, e o Rui Rio ficou tranquilo e o José Pacheco Pereira muito feliz porque o PSD é (alegadamente) “um partido de esquerda”.

A missão de Rui Rio — e do actual ideólogo oficial do PSD (José Pacheco Pereira) — é a de desmantelar o Partido Social Democrata.

Se Rui Rio continuar no PSD por muito tempo — e oxalá continue! Quem nos dera! — o IL (Iniciativa Liberal) e o CHEGA irão sugar aquele partido até ao tutano.

Iremos assistir à parasitação do PSD, por parte do IL (Iniciativa Liberal) e do CHEGA; quando os militantes do PSD se derem conta, o “PSD de Esquerda” (o do José Pacheco Pereira) e “recentrado” (o do Rui Rio) será um mero partido satélite do Partido Socialista.