“Fact-check” de "Fake News" sobre a “vacina” da PFIZER, propalados pelos me®dia portugueses

Os me®dia portugueses — todos, desde o Diário de Notícias ao Observador — têm publicado “Fake News” acerca de uma putativa aprovação, por parte da FDA (Food and Drug Administration), da vacina da PFIZER.

Os me®dia portugueses — como sempre fazem — mentem ao povo português. Os me®dia portugueses são desonestos e até criminosos.

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Se lerem bem o comunicado da FDA (Food and Drug Administration), este organismo informa que 1/ apenas procedeu à revisão da Autorização do Uso de Emergência da referida “vacina”, e 2/ o estudo da segurança da dita “vacina” só estará completo em Maio de 2023!

Caro leitor!: Não confie na merda dos me®dia!


Vejam aqui um vídeo que entrevista o dr Robert Malone, o inventor das vacinas mRNA. Naturalmente que — segundo o Totalitarismo de Veludo — o dr Malone é negacionista… e reaccionário.

Hoje, ser jornalista é ser criminoso

Para a aliança entre a Esquerda e os Neoliberais, os muitos milhares de mortos devido a “vacinas” não passam de “danos colaterais”.

Nos Estados Unidos, dados da VAERS publicados na passada Sexta-feira revelam um total de cerca de 600 mil reacções adversas graves e cerca de 13 mil mortos devido às “vacinas” do COVID-19.

Os meios de comunicação social — vulgarmente chamados de me®dia — são os veículos de insensibilização da população em relação às mortes devidas às ditas “vacinas”.

Hoje, ser jornalista, em geral, é ser criminoso.

¿Querem saber a verdade acerca das “vacinas” COVID-19? Sigam o “The Covid Blog”

¿Querem saber a verdade acerca das “vacinas” COVID-19? Sigam o The Covid Blog.

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Não confiem minimamente nos me®dia! A comunicação social (os pasquins, as estações de televisão, e os “Big Tech”) existe para enganar o povo; nada mais faz do que enganar propositadamente as pessoas.

“Vacina” vem de “vaca” (do latim “vaccum”), ou da puta que a pariu

Em Inglaterra (por exemplo), mais de 90% dos novos doentes (e mortes) de COVID-19 (independentemente da idade das vítimas) dizem respeito a pessoas previamente vacinadas. E depois vem esta estúpida, de seu nome Mafalda Anjos, dizer que quem não se vacina é “pendura”.

Aquela grande besta pretende dizer que a vacina impede a contracção do COVID-19 — o que é absolutamente falso; interrogo-me se ¿aquela merda é jornalista, ou é ideóloga?

As mutações do vírus não têm necessariamente a ver com as vacinas; o vírus muda (independentemente das vacinas) porque (ele próprio) pretende sobreviver — porque se o vírus mata o hospedeiro, também (ele próprio) morre no acto da morte do hospedeiro; por isso, as mutações do vírus tendem a ser menos mortíferas, independentemente das vacinas, porque o vírus pretende sobreviver e infectar sucessivamente as vítimas.

Isto são factos que um qualquer cabrão (ou vaca) jornalista não deveria ignorar.

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A defesa da obrigatoriedade legal e política da vacina deixou já o argumentário científico, e passou a ser um instrumento de acção ideológica e política — para a vaca Mafalda, August Landmesser foi um “pendura”, porque recusou o seguidismo político.

Admira-me o facto de aquela vaca ser directora de um jornal; ou já nada me admira neste mundo.

O que aquela vaca defende é pura ideologia, e não ciência; mas defende uma ideologia (alegadamente) em nome da ciência (cientismo) — o que está na moda, com o advento do pós-modernismo.

É o mesmo tipo de ideologia que defendeu, em princípios do século XX, o eugenismo nos Estados Unidos em nome da ciência — a esterilização obrigatória das mulheres, alegadamente porque “se provou cientificamente” que elas não eram dignas de se reproduzirem.

Estamos a lidar com gente muito perigosa que se alcandorou a posições de influência social.

O que os me®dia portugueses se recusam a noticiar: austríaco amputa uma perna depois de tomar a vacina do COVID-19

Três semanas depois de ter tomado a vacina da COVID-19, o senhor Goran D., austríaco, sofreu uma embolia pulmonar e uma trombose venosa profunda na perna direita.

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Para os cabrões vendidos, da maioria dos “jornaleiros” portugueses, isto não é notícia: o que é importante é andarem caladinhos, para receberem os 15 milhões de Euros oriundos do governo globalista do Monhé das Cobras.

E, com jeitinho, o Mentígrafo ainda vai dizer que a notícia é “fake news”…

A aliança entre o “Padre Trotskista” e o globalista “Chico dos Porsches”

Eu tenho muito menos respeito por Pinto Balsemão do que tenho por Mário Soares e sua memória — e a minha opinião acerca de Mário Soares não é grande coisa. Aliás: tenho mais respeito pelo comunista Jerónimo de Sousa do que tenho pelo Pinto Balsemão.

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Pinto Balsemão representa uma visão cínica do mundo, em que (na esteira de George Soros e da celebração do conceito de acto gratuito) o dinheiro justifica qualquer tipo de acção política.

A Helena Matos faz aqui a crítica do pregador trotskista, Francisco Louçã:

“Francisco Louçã, um dos políticos mais antigos de Portugal, entra-nos há anos pela casa dentro com aquele ar insuportável de inquisidor, graças a uma comunicação social que o ouviu muito e lhe perguntou pouco. Quantos anos mais vamos assistir a Francisco Louçã mentir, acusar e insinuar sem nada provar perante o sorrisinho cúmplice dos jornalistas?”

Porém, a Helena Matos esquece-se da cumplicidade do Chico dos Porsches (e do filho deste): as empresas jornaleiras do Pinto Balsemão (a SIC televisão e semanário Expresso) são o fojo dos animais da Esquerda mais radical. De modo semelhante, o jornal Público é um antro de comunistas abrigados pelos herdeiros do capitalista Belmiro de Azevedo.

O caso do Chico dos Porsches, por um lado, e do grupo SONAE, por outro lado, revelam uma clara estratégia em que o grande capital se alia à Esquerda dita “progressista” para criar um fascismo a nível global (sinificação).

A desonestidade do jornal Observador

A desonestidade do jornal Observador consegue ser mais grave do que a do jornal Púbico — porque ao jornal Púbico já toda a gente lhe viu o cu, ao passo que o jornal Observador exibe uma aura de isenção jornalística que, de facto, não tem.

No caso concreto, refiro-me a uma “notícia” do Observador assinada por um tal Rui Pedro Antunes. A forma como a “notícia” é apresentada é perfidamente insidiosa:

“Obama e Trump em lados diferentes de guerra política que se joga através do basebol”

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O referido jornaleiro criou aqui uma falsa dicotomia, uma vez que Donald Trump defende o status quo (no basebol) que a maioria do povo americano defende também — ou seja, é defensor da situação (no basebol) que existia antes de a Esquerda americana (Obama e seus muchachos) desatar a proibir jogos de basebol por motivos políticos.

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Para além desta falsa dicotomia, o referido jornaleiro incorre em uma mentira, sem vergonha:

“Liga de Basebol decidiu retirar o jogo das estrelas de Atlanta depois de estado aprovar lei que cria obstáculos à participação eleitoral.”

Presumo que o jornaleiro Rui Pedro Antunes é contra a apresentação de um documento de identificação para se poder votar nas eleições portuguesas — a não ser que (segundo o referido jornaleiro) as regras eleitorais vigentes em Portugal não se devam aplicar aos Estados Unidos.

Aquilo a que o jornaleiro chama de “obstáculos à participação eleitoral” é uma nova lei no Estado da Geórgia que exige que os eleitores se identifiquem com o Cartão de Cidadão para poderem votar — o que não acontecia até agora.

Esta mentira jornaleira, insidiosa e pérfida — “lei que cria obstáculos à participação eleitoral” — , é de uma filha-da-putice de difícil qualificação, como se a exigência de identificação dos votantes fosse sinónimo de “criação de obstáculos à participação eleitoral”.