E o paspalho José Pacheco Pereira continua a dizer que “o marxismo cultural não existe”

O discurso marxista cultural é dissolvente, corrosivo — corrói e destrói o tecido cultural.


É um discurso alegadamente realizado em nome da “ciência”, mas que simultaneamente nega as categorias da ciência: é como se a ciência fosse reinventada de acordo com os paradigmas da ideologia.

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Vemos, por exemplo, um comentário no Twitter ao artigo do jornal Púbico (ver imagem abaixo): alegadamente, “quem concorda com a ideia de que existem cromossomas XX e XY, é ignorante”, e “deve ir aprender com a OMS” (Organização Mundial de Saúde).

Há aqui uma tentativa de fundamentar “cientificamente” a negação das categorias da própria ciência (neste caso, da biologia); e este tipo de atitude acientífica não é apenas popular: é oriundo da própria elite de ideólogos neomarxistas.

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A dissolução do espírito crítico em circulação na sociedade é um dos instrumentos essenciais para a construção de uma sociedade totalitária.


O médico psiquiatra Theodore Dalrymple escreveu o seguinte acerca do marxismo cultural:

“O politicamente correcto é propaganda marxista cultural em pequena escala.

Nos meus estudos acerca das sociedades marxistas, cheguei à conclusão que o propósito da propaganda marxista não era o de persuadir ou convencer, nem sequer informar, mas era o de humilhar; e, por isso, quanto menos ela (a propaganda) corresponder à realidade, melhor serve o seu propósito de humilhar.

Quando uma pessoa é obrigada permanecer em silêncio quando lhe dizem as mentiras mais óbvias e evidentes, ou ainda pior quando ela própria é obrigada a repetir as mentiras que lhe dizem, ela perde, de uma vez por todas, o seu senso de probidade.

O assentimento de uma pessoa em relação a mentiras óbvias significa cooperar com o mal e, em pequeno grau, essa pessoa personifica o próprio mal. A sua capacidade de resistir a qualquer situação fica, por isso, corrompida, e mesmo destruída. Uma sociedade de mentirosos emasculados é fácil de controlar. Penso que se analisarem o politicamente correcto ou marxismo cultural, este tem o mesmo efeito e propósito.”


Por exemplo, quando um cidadão olha para um pau e diz que é uma pedra — porque a elite de ideólogos marxistas (em que se inclui o José Pacheco Pereira) o conseguiu convencer de que “1 pau = 1 pedra”, negando a própria ciência que demonstra que um pau não é uma pedra, — esse cidadão já perdeu o sentido da sua própria dignidade; esse cidadão está pronto a ser controlado pelo Estado totalitário inspirado pelo Bloco de Esquerda (com o apoio ideológico do PSD de José Pacheco Pereira).

Quando os ideólogos marxistas culturais sentenciam (por exemplo) que “um homem é uma mulher” (e/ou vice-versa), e que os cromossomas não têm qualquer valor de categorização da realidade sexual — o que fazem é tentar impôr ao cidadão uma estimulação contraditória que causa exactamente a humilhação do cidadão (um sentimento de vergonha que o indivíduo sente face à autoridade ontológica exercida pela ideologia marxista cultural sobre ele próprio) de que nos fala Theodore Dalrymple; e assim o cidadão é forçado a negar a própria realidade objectiva e auto-evidente: esta estimulação contraditória  tem como consequência a dissonância cognitiva do cidadão que nega a própria realidade que está a ver.


E depois, o paspalho José Pacheco Pereira vem dizer que “o marxismo cultural não existe”.

O racismo existe, e vai aumentar de intensidade

Vivemos numa sociedade em que não basta afirmar que 1 mais 1 é igual a 2; temos que demonstrar essa afirmação; e, ainda assim, estamos sujeitos a que nos chamem de “fassistas”.

Vivemos numa sociedade em que a classe política, em geral, se escandaliza (por exemplo) porque “a Escócia está cheia de brancos!”, e que, por isso, “é uma sociedade racista”. O mesmo critério se aplica a qualquer outro país da Europa: parece que “há brancos a mais”.


Um tal Gabriel Mithá Ribeiro escreveu, entre outras coisas, o seguinte:

“(…) a alienação anti-racista constitua uma das manifestações mais perturbantes da patologia social da relação com o tempo histórico.”

Não, senhor!, não é “patologia social”! Como dizia Napoleão, “não atribuamos à sociopatia o que pode ser justificado pela malícia”. E a malícia, neste caso, é determinada por uma certa ideologia.

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Ora, é a negação desta ideologia que está agora na moda: convém (aos ditos “intelectuais”) dizer que “essa ideologia não existe”, porque esta coloca em causa a racionalidade da guerra ontológica em curso contra a cultura europeia, ou seja, contra o europeu autóctone.

É neste contexto que o José Pacheco Pereira afirma (e jura!) que “o marxismo cultural não existe” — como se Gramsci, Lukacs, a Escola de Frankfurt, os pós-modernistas marxistas franceses, etc, nunca tivessem existido: convém sempre esconder a ideologia, para que esta seja mais eficaz.

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O texto do Gabriel Mithá Ribeiro enquadra-se na mesma lógica do José Pacheco Pereira de negação da ideologia — quando tenta fazer de conta que não se trata de uma ideologia, mas antes de uma “alienação” ou de uma “patologia social”.

Convém sempre esconder a ideologia, para que esta seja mais eficaz.

Para autorizarmos o niilismo (a utopia negativa), temos que fazer de conta que este não existe — porque, de outra forma, caímos no ridículo.

O “racismo intocável” — que é o racismo contra os brancos, o racismo bom, politicamente correcto — é palpável, concreto, e faz parte de uma determinada ideologia a que se convencionou chamar de “marxismo cultural”.

Pessoas como o José Pacheco Pereira, Daniel Oliveira, Isabel Moreira, etc., fazem o policiamento constante e auto-crítico da ideologia; são os “fiscais da ideologia”, que zelam pela sua pureza, por um lado, e pela sua eficácia, por outro lado.

Pessoas como o Gabriel Mithá Ribeiro perceberam a importância da fiscalização da ideologia; e neste sentido, ele defende a ideia segundo a qual o “racismo intocável” não existe, porque, alegadamente, “o racismo, em geral, já não existe”.

Esta (a do Gabriel Mithá Ribeiro) é outra forma de se chegar à “negação da ideologia” que caracteriza o José Pacheco Pereira — é, porém, uma forma mais inteligente, porque se baseia na necessidade da exigência de uma teoria de autenticidade que fundamente a ideologia: por outras palavras, para que valha a pena falsificar notas (falsificar a racionalidade da constatação dos factos), é necessária a existência de uma emissão legal.

O José Pacheco Pereira é constrangedoramente patético

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Alguma vez, alguém no seu perfeito juízo ¿poderá estabelecer qualquer semelhança entre o Observador, por um lado, e o Breitbart co-fundado por Steve Bannon?!

¿Como é possível àquele burro fazer esta comparação?!!

¿Comparar o Observador com a Fox News?!!!! Interpretação delirante! Ou o tipo está a ficar senil.

O José Pacheco Pereira diz que “os factos que não me interessam, não existem”

«EL máximo error moderno no es anunciar que Dios murió, sino creer que el diablo ha muerto.»

→ Nicolás Gómez Dávila

Razão tinha o mestre Nicolás Gómez Dávila: se as pessoas se convencem de que o diabo não existe, isso dá muito jeito à acção diabólica.

JPP-ZAROLHOTal como ao diabo lhe dá jeito ocultar a sua acção (através da divulgação da sua morte), ao José Pacheco Pereira também lhe convém que o marxismo cultural não exista; mas ele não é o primeiro burro que nega as evidências de uma doutrina a que os mais comedidos e prudentes lentes em filosofia chamam de “Utopia Negativa”.

É uma questão de semântica. Por exemplo, o termo “interseccionalidade” é muito usado hoje nos Estados Unidos para para traduzir a “práxis” (a prática política) marxista cultural que tem (entre outros conceitos) como base o conceito de “tolerância repressiva” de Marcuse.

Se o José Pacheco Pereira diz que “o marxismo cultural não existe”, então induzo eu a teoria segundo a qual ele também pensa (¿será que ele pensa?!) que Gramsci e Lukacs não existiram; ou então o Pacheco “pensa” que Gramsci e Lukacs não eram marxistas; e que ambos não insistiram na instrumentalização da cultura na acção política (em vez da acção política de classes do marxismo clássico).

É claro que “marxismo cultural” é um conceito abrangente: representa uma corrente política e ideológica que “se desviou”, por assim dizer, do marxismo clássico, seja através da Escola de Frankfurt, seja através de Gramsci e Lukacs.

Caros leitores: o José Pacheco Pereira é uma fraude intelectual. O rei vai nu!.

Porém, ele tem uma virtude: assim como o bom carioca consegue escrever um samba partindo do simbolismo de uma casca de amendoim, assim o Pacheco escreve um longo texto a partir de uma merda qualquer. É obra desenganada!

Eu não vou aqui entrar na crítica que o Pacheco fez a um determinado texto de Nuno Melo, pela simples razão de que não li o texto deste último. Porém, seja qual for a pertinência da crítica do Pacheco ao Nuno Melo, não se lhe dá o direito ao burro de afirmar que “o marxismo cultural não existe”. É burrice. Ou truculência política e desonestidade intelectual.

O José Pacheco Pereira e o Argumentum ad Trumpum (1)

O José, da Porta da Loja, publica aqui a opinião do José Pacheco Pereira acerca daquilo que é considerado um “facto”, pelos me®dia politicamente correctos internacionais: a ideia segundo a qual um homem morreu porque seguiu as alegadas indicações que Donald Trump (Argumentum ad Trumpum) terá dado no sentido de ingestão de um determinado extracto de quinino que é normalmente utilizado para limpeza de aquários.

Acontece que a polícia americana está a investigar a esposa do homem morto (a mulher é de Esquerda e militante do partido Democrata) por homicídio.

Mas este novo facto (o de que a polícia está investigar o homicídio do homem) é cuidadosamente escondido pelos me®dia mafiosos de que o José Pacheco Pereira faz parte activa.

Vou mantendo aqui os leitores sobre o desenrolar das investigações policiais americanas sobre este assunto.

O José Pacheco Pereira a esquerdar; as boas intenções do ideólogo da geringonça, e a “politização da dor”

É preciso ter muita falta de vergonha para afirmar que a crítica à libertação de criminosos (sob pretexto uma alegada crise sanitária do covid19 nas prisões) é “populismo” — ao mesmo tempo que se apoia incondicionalmente a política de protecção do Lumpemproletariado do governo da geringonça.

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É claro que a ideia do Pacheco da promoção social do Lumpemproletariado tem “boas intenções” (até que o povo se dê conta de que está a ser futricado) : alegadamente, e segundo aquela besta quadrada, a soltura de criminosos serve para evitar “a pena-de-morte para os mais velhos”, para prevenir “doenças infecciosas para todos” e uma “pena de tortura”.JPP-ZAROLHO

Uma coisa parecida se passa em Espanha, com a geringonça espanhola: em nome de “boas intenções” de combate às “fake news”, a geringonça espanhola pretende limitar a liberdade de expressão.

“A intenção é boa”… dizem eles. Mas neste caso já não é “populismo”!

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Quando a geringonça espanhola acusa a Direita da morte de velhinhos, não é populismo; quando a geringonça marxista espanhola diz defender a liberdade restringindo a opinião pública, não é populismo. Quando o monhé diz que “não falta nada” e que “não haverá austeridade”, não é populismo.

É caso para dizer: “ó Pacheco!: “populismo” é a puta-que-pariu!”

A iliteracia económica do José Pacheco Pereira

“Quando se ouve alguém colocar a ênfase no funcionamento da economia em detrimento da saúde pública estamos no domínio da pura política. O mesmo se passa com os mecanismos dos apoios e recursos disponíveis, que podem favorecer os de cima ou os de baixo.”

José Pacheco Pereira

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A narrativa (crítica) segundo a qual “a avozinha tem que morrer para se salvar a economia” é a “sineta do leproso” do iletrado em economia [os leprosos traziam consigo sinetas para chamar à atenção para a sua (deles) presença, e para atrair a dádiva de esmolas].

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A lógica absurda do José Pacheco Pereira

“As matanças democráticas pertencem à lógica do sistema; e as antigas matanças ao ilogismo do Homem”

— Nicolás Gómez Dávila


politicamente-correcto-grafico-300-webO José Pacheco Pereira é de opinião de que, se a eutanásia existe “escondida”, então é hipocrisia não a legalizar. É a lógica da estupidificação do espírito e da terraplanagem do Direito.

«Qualquer pessoa que conheça a realidade dos hospitais e de doentes com médicos que são seus amigos sabe que há muito mais eutanásia escondida do que se imagina».

A “lógica” do Pacheco pode também ser aplicada ao tráfico de drogas pesadas: “se o tráfico existe, então o comércio de heroína deve ser legalizado”. É o Pacheco do PSD a concordar sistemicamente com o Bloco de Esquerda; é a mesma “lógica” que presidiu à legalização do aborto: “se o aborto existe, então tem que ser legalizado”; é a adequação jurídica da norma ao facto isolado; é o fim do Direito abstracto e geral.

E, seguindo a mesma “lógica”, não vejo por que razão o infanticídio não possa ser legalizado, uma vez que, em Portugal, a mulher que mata o filho nascido já não apanha pena de prisão superior a três anos (salvo em caso de reincidência).

Esta gentalha serve-se de tudo para justificar a “lógica” da defesa do absurdo.


«LIBERTÉ, égalité, fraternité.

O programa democrático cumpre-se em três etapas: 1/ etapa liberal, que fundou a sociedade burguesa, sobre cuja índole nos remetemos aos socialistas; 2/ etapa igualitária, que funda a sociedade soviética, sobre cuja índole nos remetemos à nova esquerda; 3/ etapa fraternal, que é o prelúdio dos alienados que copulam em amontoados colectivos.»

→ Nicolás Gómez Dávila

Aquilo a que chamamos “democracia” já não faz sentido.

Hoje já não existe diferença assinalável entre aquilo a que se convencionou chamar de “Esquerda moderada”, por um lado, e “Esquerda Radical”, por outro lado.

O conceito de “Esquerda Radical” já não faz sentido, uma vez toda a Esquerda se radicalizou (no sentido de “jacobinização” da política). Basta vermos o que se passa hoje com a Esquerda do partido Democrático nos Estados Unidos, ou com a Esquerda britânica sob os auspícios de Corbyn.

Dizer que existe hoje uma “Esquerda moderada” é equivalente a dizer que existe hoje um “Islamismo moderado”. É um oxímoro.

JPP-ZAROLHOExistem excepções individuais na Esquerda — que são apenas excepções aparentes.

Por exemplo, o José Pacheco Pereira, ou o Daniel Oliveira: são indivíduos de esquerda que fazem (circunstancialmente) a crítica em relação à Esquerda, nos casos em que a acção política do esquerdalho é de tal forma histriónica e absurda que há a necessidade de alguém vir a terreiro tentar “salvar a honra do convento” esquerdista. Estes indivíduos (entre outros) fazem parte da categoria dos “esquerdistas espertalhões”.

Por exemplo: a crítica dos “esquerdistas espertalhões” a Joacine “Vai-te Katar” Moreira e ao partido LIVRE, ou a crítica ao desavergonhado Ferro “Estou-me Cagando” Rodrigues.

Trata-se, da parte dos espertalhões, de uma estratégia política de controle de danos: perante o radicalismo histriónico evidente da actual Esquerda, os ditos espertalhões definem a orientação política da camada exterior da cebola do totalitarismo de veludo vigente (segundo o conceito de Hannah Arendt) .

É neste contexto que o presidente da assembleia da república, o Ferro “Estou-me Cagando” Rodrigues, não só censura o discurso de um deputado legitimamente eleito, como ameaça publicamente tirar-lhe a palavra de forma arbitrária.

Aquilo a que chamamos “democracia” já não faz sentido.