A frugalidade desgrenhada do Pacheco

Na sua qualidade de maoísta inconfesso e envergonhado, o Pacheco segue o princípio da frugalidade de Mao Tsé Tung que se vestia sempre da mesma maneira, mas que se peidava sonora- e desalmadamente nas reuniões do Partido Comunista Chinês.

mao tse pacheco web

A frugalidade do Pacheco manifesta-se, tonitruante, contra a civilização (à boa maneira de Rousseau).

A civilização, e a “densidade dos símbolos” que caracteriza qualquer civilização digna desse nome, são objecto de repúdio por parte do Pacheco. Em contraponto à monarquia britânica, o Pacheco prefere a sobriedade do maoísmo do “grande-salto-em-frente” que liquidou largas dezenas de milhões de chineses.

funeral da rainha web

Para o Pacheco, “a densidade de símbolos com a parafernália de encenações, vestuários, rituais” da monarquia britânica não são para levar a sério: para ele, vale mais a farda cinzenta do Grande Líder da revolução cultural que solta, audível-, pública- e ostensivamente, os gases do seu corpinho gorducho — e mandou matar dezenas de milhões de concidadãos.

A civilização europeia é hoje uma espécie de palácio barroco invadido por uma multidão desgrenhada, de que o Pacheco faz parte.

Já sinto saudades de um futuro em que o Pacheco não exista.

O totalitarismo endógeno do José Pacheco Pereira

“O negacionismo é uma atitude política que deve ser tratada politicamente. Ele é um dos traços do actual populismo, que vive da desconfiança com os “poderosos”, incluindo os cientistas e o saber.”

José Pacheco Pereira, referindo-se à vacina do COVID-19 que não vacina nada nem ninguém.

O Pacheco chegou a defender o isolamento profiláctico dos não-vacinados e a sua restrição da liberdade, à semelhança do que está a acontecer na China comunista.

jpp-vesgo-web


Agora, vamos aos factos:


Mortes oficialmente reconhecidas devido à administração das vacinas tipo mRNA (“vacinas” que  não imunizam nada nem ninguém!), na União Europeia e até 29 de Novembro de 2021:

Moderna: 2.283 mortes confirmadas (ver ficheiro PDF)

PFIZER
: 1.653 mortes, idem

AstraZeneca
: 695 mortes, ibidem

Janssen
:  284 mortes, ibidem

TOTAL: 4915 mortes confirmadas. 

Este número TOTAL refere-se apenas a mortes confirmadas pela burocracia da União Europeia — estima-se que os números reais de mortos sejam muito maiores.


Para informações diárias sobre as mortes devido às vacinas mRNA, é seguir o canal

https://t.me/Covid_Vaccine_Deaths_Worldwide

no Telegram.

Ficaria bem ao Pacheco uma retractação em relação à merda que escreveu.

O psicopata Marcelo recusa a experiência

É espantoso como as “elites” politicamente correctas — por exemplo, o José Pacheco Pereira, ou o Marcelo — consideram que qualquer tipo de entrave à imigração desbragada é uma manifestação de “racismo”. A julgar por aqueles dois, qualquer tipo de disciplina ou critério na admissão de estrangeiros em Portugal, é “racismo” e “xenofobia”.

marcelo e fidel web

Exmo. Senhor Marcelo:

Já estamos cansados de aturar V. Exª.!

Pergunte ao povo português — excluindo os militantes dos partidos que controlam o regime — o que pensa da imigração descontrolada. Quando a merda atingir a ventoinha, você já não vai estar disponível para ser julgado; mas a sua memória será vilipendiada, se Deus quiser!

A dignidade da pessoa humana” é a pata que o pôs, senhor presidente! A “dignidade da pessoa humana” também se aplica aos portugueses…. ¿entendeu?!, seu estafermo!

Temos um presidente da república que trabalha paradoxal- e afincadamente para a destruição da nação a que preside — porque, ao contrário do que ele diz, o problema da imigração desbragada não é principal- e propriamente de “raça”, mas antes é de “cultura”. A raça é apenas um epifenómeno.

Num momento em que os líderes de muitos países da Europa já reconhecem que o multiculturalismo não beneficia os seus países, temos um proeminente burro em Portugal que segue canina- e asininamente as instruções multiculturalistas da plutocracia globalista.

Diz, o asno, que “não se deve generalizar” — quando a ciência, por exemplo, é feita de generalizações baseadas em factos.

Quando os factos nos induzem em determinado sentido, devemos (sim!) generalizar! Não há uma só generalização sociológica que não pareça inadequada àquele que aspira a uma utopia, ou a quem tem intenções cobiçosas de glória e/ou dinheiro.

Portugal está a ser (literalmente) invadido por culturas diferentes da nossa, o que vai ter, a breve trecho, sérias repercussões na coesão social: é tempo de aprendermos com a experiência dos outros países da Europa — e não seguir as opiniões do psicopata Marcelo que, do alto da sua torre de marfim, se recusa a aprender com a experiência.

A Preta Matumba da Sorbona

A matumbice não impede que se tire um doutoramento em filosofia na Sorbona. Hoje, qualquer preta matumba, que pense da forma considerada “correcta” e imposta pelas elites plutocratas mundialistas, tira vários doutoramentos na Sorbona. É o caso da Luísa Semedo. Hoje, um doutoramento é um alvará da sapiência politicamente correcta.

Neste texto, está muito aquilo que deve ser combatido. Por exemplo, a ideia de que é possível — e até desejável — existir democracia sem liberdade. “Democracia sem liberdade” é matumbice pós-modernista, coisa “desconstrucionista” própria dos “filósofos” pós-modernistas da moda.

evolucao da esquerda web


A Preta Matumba quer-nos impôr coercivamente a liberdade dela, proibindo a nossa liberdade. É assim que a matumbice concebe a “liberdade”.

Por isso é que ela diz que o “branquelas” não é “atingido pelo opróbrio” como “preto” ou “monhé” — ela lê pela cartilha do “racismo ao contrário” de tipo “Mamadou Ba”: só falta à Preta Matumba defender que “os brancos deveriam ser todos mortos” (e depois, os jornalistas branquelas e bloquistas vêm dizer que “essa afirmação é apenas simbólica”).

Para a Preta Matumba da Sorbona, o “progresso” é uma lei da Natureza, por um lado, e o “progresso” opõe-se à liberdade, por outro lado — mas, ainda assim, este “progresso” da matumbice, alegadamente, é sinónimo de “democracia”. É a Preta Matumba da Sorbona no seu melhor; é a ideia fascista (que está na moda) segundo a qual o “progresso” não se coaduna com a liberdade: é a utopia da matumbice.

Qualquer crítica à matumbice da preta é concebida como um acto de “racismo” e de “afirmação de supremacia branca”.

A Preta Matumba não pode ser criticada nas suas ideias, porque o “opróbrio branquela” é unívoco: é apenas o que vitimiza sistemicamente os “não-brancos”.

Nós, aqui em Portugal, começamos a ficar saturados da matumbice bloquista e dos “Mamadous” desta vida — mesmo quando os matumbos são branquelas, o que ocorre na maior parte dos casos.


A ler:

Em terra de cegos, quem tem um olho é Pacheco

« O marxismo, que relativiza a moral dos outros, situa-se no plano da ética absoluta […]. Assim, a ideologia [marxista] coloca-se num trono auto-cêntrico, no lugar da Terra no sistema de Ptolomeu, no lugar do Sol no sistema de Copérnico.
Torna-se o centro de referência absoluto».

Edgar Morin (“Pour sortir du XX siècle”, 1981)


O Pacheco vê o perigo, e trata de avisar a malta (“o que faz falta, é avisar a malta”).

É uma das principais funções dos comissários políticos do regime: avisar a malta. É claro que ele [o Pacheco] vê o perigo que a esmagadora maioria dos seus compagnons de route não vê; e por isso é que ele é um dos comissários políticos do sistema (há outros, por exemplo, Daniel Oliveira).

[Segundo os comissários do sistema] o Totalitarismo de Veludo deve ter uma agenda de aplicação/implementação discreta; deve ser inteligente e preguiçoso; deve ir amarrando paulatinamente a liberdade à moda de Gramsci, mas já não à moda de Lenine.

Porém, a actual Esquerda, em geral — a que adopta os tiques da moda americana —, é míope (incluindo grandes franjas do Partido Socialista, a ala esquerda do PSD, a totalidade do Bloco de Esquerda, o PAN – Pessoas-Animais-Natureza, o LIVRE, o IL [Iniciativa Liberal], e até uma parte “moderna” do Partido Comunista): não enxerga as possíveis (ou mesmo prováveis) consequências nefastas (para a Esquerda e para o “progressismo”) do radicalismo politicamente correcto pós-modernista (ou marxista cultural).

Esta é uma das razões por que o Pacheco diz que “não existe tal coisa como ‘marxismo cultural’”: convém sempre negar que, aquilo que nos ameaça, possa existir — não por razão de uma dissonância cognitiva, mas antes por estratégia de prestidigitação no discurso político/ideológico.

O Pacheco diz que “o marxismo cultural não existe”, porque o reconhecimento público de que ele existe é dar munições à Não-esquerda, porque esse reconhecimento objectificaria a realidade política.

O que o Pacheco critica, neste momento e neste artigo, é uma certa forma radical do marxismo cultural “Made in USA”, que pode fazer com que a agenda política da Esquerda dê com os burros na água. [Segundo os comissários políticos do regime] É preciso ir com calma e devagar (como defendeu Gramsci), para não assustar a “caça” (o povo).

O Pacheco já viu que as “teorias identitárias” (um marxismo cultural mais radical, ou o chamado “Interseccionalismo”, na esteira ideológica do Homem Unidimensional de Herbert Marcuse), irá inexoravelmente arrebentar com a Esquerda: a atomização da sociedade que a Esquerda actual defende, a imigração em massa defendida pela Esquerda que pretende [claramente] destruir a coesão social (dividir para reinar), a celebração cultural do modus vivendi LGBTQPBBQ+ (não se trata de “tolerância”: o que se pretende é celebração cultural unanimista dos “direitos de braguilha”) que condiciona ou mesmo retira as defesas naturais de uma dada sociedade; e a anomia conduzida por esta nova Esquerda marxista cultural radical cunhada em Manhattan — como escreveu G. K. Chesterton:

“FOR the next great heresy is going to be simply an attack on morality; and especially on sexual morality. And it is coming, “not” from a few Socialists surviving from the Fabian Society, but from the living exultant energy of the rich resolved to enjoy themselves at last, with neither Popery not Puritanism not Socialism to hold them back….The madness of tomorrow is “not” in Moscow, but much more in Manhattan.”

→ G. K. Chesterton: ‘The Next Heresy,’ in “G.K.’s Weekly”, 19 de Junho de 1926.

O Pacheco sabe (ao contrário da maioria do esquerdalho, que não sabe) que a impossibilidade de prever o futuro histórico prende-se essencialmente com os fenómenos de retroacção das ideias-força (ideológicas) que podem conduzir a um resultado totalmente contrário ao da intenção original, e liga-se a uma certa “ecologia das ideias”, em que os sistemas de ideias funcionam como uma espécie de ecossistemas, que influenciam mas não determinam a cultura antropológica.

O Pacheco sabe disto. E por isso é que ele nega que o marxismo cultural exista, por um lado, e por outro lado, só agora ele vem a terreiro criticar a estratégia [que já tem décadas) desta nova Esquerda marxista cultural — a de Marcuse e de Wilhelm Reich.

Em terra de cegos, quem tem um olho é Pacheco.

JPP-ZAROLHO

As análises políticas do José Pacheco Pereira e o brasileirismo da língua

fala de cavaco webA utilização do substantivo “fala”, no contexto supracitado, não é incorrecto; mas é incomum em Portugal, onde se utiliza — naquele contexto — o substantivo “discurso”.

Em Portugal, seria mais comum que se escrevesse “O discurso de Cavaco Silva sobre a política do PS”.


Quanto ao conteúdo do artigo, aplica-se ao José Pacheco Pereira esta frase de Eric Voegelin:

“Quando a episteme está destruída, as pessoas não páram de falar em política; mas agora só se expressam em forma de doxa”.

As análises políticas do José Pacheco Pereira são uma forma de doxa, no sentido em que se assemelham aos comentários cochichados pelas mulheres do solheiro nas aldeias de Portugal.

O Pacheco diz que uma largada de touros é uma espécie de assassínio em série americano

Os comunistas trocaram o proletariado pelo ambientalismo e animalismo, na costumeira e ávida procura de concentração de Poder.

O José Pacheco Pereira diz aqui que uma largada de touros é a mesma coisa que uma tourada de arena — na medida em que ele coloca a largada popular de touros (por exemplo, as largadas à corda dos Açores) na mesma categoria das touradas de arena.

Colocar uma tourada (de arena), por um lado, e uma largada de touros, por outro lado, em uma mesma categoria, só pode vir de um estúpido.

largada

Aliás, a comparação estúpida que o Pacheco faz só revela o radicalismo puritano da criatura: se dependesse dele, todo o espectáculo popular que desse prazer aos espectadores seria proibido — tal como escreveu Thomas B. Macaulay:

“os puritanos [ingleses, da segunda metade do século XVII] detestavam os combates de ursos, não porque esses jogos causassem sofrimento aos ursos, mas porque davam prazer aos espectadores”.

Mas o estúpido vai mais longe: compara (coloca em uma mesma categoria de análise) a morte de um jovem de 16 anos causada por um touro em uma largada na Moita e às 2 horas da madrugada, por um lado, com os assassínios em série com armas de fogo que se vão tornando normais nos Estados Unidos, por outro lado.

E é esta besta que diz que “os outros é que são os demagogos e populistas !”.

Com quem defende abertamente a censura em relação ao que se não concorda, não devemos ter pejo, nós próprios, de censurar. O Pacheco deveria ser censurado na Comunicação Social.