Èric Zemmour “levanta a lebre” da imigração islâmica

 

Èric Zemmour levou com uma multa de 10.000 € por ter proferido o discurso (em baixo) no simpósio da Convention de la Droite. E o referido discurso já foi proibido no YouTube, mas ainda se mantém no FaceBook e no Twitter.

Naturalmente que pessoas como o José Pacheco Pereira ou a Catarina Martins dirão que Èric Zemmour é um “fundamentalista radical da extrema-direita”. Chegará o tempo em que quem não concordar com o guru Pacheco será considerado “fassista”.

 

O Pacheco socialista faz parte do problema da corrupção nacional

jpp-marxO Pacheco Mao Tsé Tung vem aqui com uma ladainha para enganar tolos: “os que atacam a democracia usam a corrupção como pretexto”.

E ¿como é que o Pacheco socialista explica o facto de os países democráticos anglo-saxónicos — Reino Unido (12 em 198), Austrália (12 em 198), Canadá (12 em 198), Nova Zelândia (1 em 198), e mesmo os Estados Unidos (23 em 198) — terem um nível de corrupção muito inferior ao português (30 em 198)?

Quando o Luís Filipe Vieira espera 9 anos para que um tribunal decida um processo de litígio com o Estado, o presidente do Benfica nem sequer deveria ser acusado no actual processo! O Estado deveria ter vergonha!

Ou seja: o Estado prevarica e auto-corrompe-se; mas  o cidadão é que é o “corrupto”!

Não se admite, em um Estado de Direito, que um cidadão espere 9 anos por uma decisão judicial! E depois, o Pacheco Mao Tsé Tung vem responsabilizar o mundo do futebol pela corrupção que grassa em Portugal…

Por alguma razão é que Portugal e Espanha apresentam o mesmo nível de corrupção (30 em 198): o que ambos os países têm em comum é o tipo de burocracia estatal própria dos países socialistas.

O Estado socialista corrompe. E o Pacheco Mao Tsé Tung faz parte do problema da corrupção em Portugal.

Em terra de cegos, quem tem um olho é Pacheco Pereira

O António Balbino Caldeira resume aqui (definição  / noção ) o conceito de “Pós-modernismo”: ideologia marxista pós-moderna do politicamente correcto”.


Todos os ideólogos do pós-modernismo — a começar por Derrida e acabando em Foucault — eram marxistas assumidos (embora desiludidos com a experiência soviética). Todos. Mas, no entanto, o José Pacheco Pereira diz que “o marxismo cultural não existe”.

Podemos resumir (grosso modo) a substância ideológica do pós-modernismo em três factores essenciais (segundo o marxista Derrida):

  • não há Verdade (no universo = negação da ciência);
  • não há Sentido (na vida = negação da metafísica);
  • não há Certezas (= negação de uma ética universal).

Ora, a utopia negativa (ou marxismo cultural) foi a base ideológica que fundamentou o pós-modernismo — ou seja, o marxismo cultural (ou Escola de Frankfurt) está epistemológica- e inexoravelmente ligado ao pós-modernismo.

Quando o marxista José Pacheco Pereira diz que “o marxismo cultural não existe”, ou é burro, ou convém-lhe afirmar que “o diabo não existe”. A afirmação da inexistência do diabo é muito conveniente… para o próprio diabo.

De qualquer modo, parece-me evidente que, em terra de cegos, quem tem um olho é Pacheco Pereira.

JPP-ZAROLHO

O Francisco Sá Carneiro deve estar a dar voltas na tumba

O Rui Rio está a liquidar o Partido Social Democrata.

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¿Como é que os “iluminados” do regime não previram isto?!

«Para José Gil, a complexa equação que levou à subida de popularidade do Chega envolve o facto de o PS ter “integrado a extrema-esquerda no sistema” e de o PSD e o CDS terem “deixado de fazer oposição”. »

Ficarão para a História os reparos públicos censórios de Isabel Moreira em relação às opiniões de Assunção Cristas, e a subserviência da (então) líder do CDS/PP em relação à neurótica deputada do Partido Socialista, por um lado;

e, por outro lado, a formação da Geringonça (patrocinada pelo António Costa e pelo José Pacheco Pereira); e a noção prevalente — oriunda de José Pacheco Pereira, entre outros — de que tudo, na política portuguesa, faz parte de uma Enorme Esquerda (o Grande Partido), um pouco à semelhança do partido social-democrata russo que se dividia entre bolcheviques e mencheviques.

Criou-se na política portuguesa um unanimismo ideológico no que respeita aos aspectos fundamentais da gestão da pólis (política); e qualquer divergência da linha ideológica oficial — do Grande Partido da Grande Esquerda — estava sujeita à censura (mais ou menos violenta) do Totalitarismo de Veludo em vigor.

Tal como aconteceu com o regime do Estado Novo, o actual regime não admite refractários e divergências ideológicas fundamentais; e quem impõe a actual da lei-da-rolha são os auto-denominados “antifascistas” ideologicamente orientados por intelectualóides de urinol da estirpe do José Pacheco Pereira e/ou Daniel Oliveira.


Discordo (daquilo que li dele), quase na totalidade, das ideias de José Gil; este faz parte do actual problema nacional, e não apresenta quaisquer soluções.

Por exemplo, discordo do Gil quando este diz que “os partidos políticos não podem elevar-se contra um sistema a que pertencem”.

O que o Gil faz (talvez sem o saber) é invocar o teorema de Gödel (aplicado à metafísica) segundo o qual “é impossível (a um elemento componente do sistema) demonstrar a não-contradição desse sistema — bastante rico — pelos os seus próprios meios, ou mediante meios mais fracos”.

Porém, se um elemento do sistema estiver submetido à determinação de um outro elemento sistémico de ordem superior, as contradições do sistema em causa podem ser facilmente identificadas e, por isso, o sistema pode ser superado.

O Sérgio Barreto Costa (da Silva Papaeira) e a Introdução Geral acerca do marxismo cultural

O Sérgio Barreto Costa (da Silva Papaeira) escreve uma introdução geral em duas partes acerca da existência, ou não, do marxismo cultural. A introdução geral dele tem um duplo objectivo — aliás exarado logo no início do texto: o primeiro, o de sublinhar a opinião (dele) de que Nuno Melo é um normalíssimo político; e o segundo objectivo, o de se superiorizar a José Pacheco Pereira e a António Guerreiro que ele próprio considera serem “os mais importantes intelectuais públicos do país”.

António Sérgio escreveu um ensaio que foi publicado em 1952 (Cartas de Problemática, nº 4) que fala da tendência típica dos portugueses universitários (de tipo Sérgio Barreto Costa) para o discurso redondo e para as “introduções gerais”:

“Liga-se a este culto da sabichice estreme o portuguesíssimo apego às introduções gerais. Sempre que um típico intelectual lusitano tem por mira instruir-nos sobre determinado assunto — embrenha-nos na selva de uma introdução genérica, histórico-filosófico-preparatória, cheia de cipoiais onde se nos enreda o espírito e onde nunca se avista a estrada recta e livre.

Depois, quando já nos achamos cerca da orla da floresta, principiando-se a enxergar o bom caminho e o objectivo — pronto!, acaba-se o fôlego ao nosso autor e a nós próprios, exactamente no instante em que se ia abordar o tema.”

Caros amigos: não nos interessa saber se o Nuno Melo é um “normalíssimo político”, ou não; o que nos interessa é saber — de uma forma sucinta e sem introduções gerais — se ele tem razão, ou não. E Nuno Melo tem razão.

Comentar a Introdução Geral do Silva Papaeira seria incorrer no erro de laborar em uma nova Introdução Geral, desta feita de minha lavra; mas sempre podemos fazer uma ou outra crítica circunstancial, por exemplo, quando o Papaias confunde “cultura intelectual”, por um lado, e “cultura antropológica”, por outro lado; e essa confusão é levada a cabo através de uma sorite1:

«Assim sendo, e uma vez que, para Marx, “a classe que é a força material dominante da sociedade é, ao mesmo tempo, a sua força intelectual dominante”, é completamente impossível que a supremacia cultural esteja, neste momento, nas mãos da esquerda.»

Basta lermos os editoriais de praticamente todos os jornais portugueses para sabermos qual é a “força intelectual dominante” em Portugal. Só um burro não vê.

É claro que o José Pacheco Pereira é (aparentemente) um burro que se julga experto; o rei vai nu. Não seria necessário escrever uma Introdução Geral rebuscada para constatar um facto tão notório.

Em termos estritamente epistemológicos (deixemos de lado as interpretações subjectivistas), o Sérgio Barreto Costatem razão, isto é, constrói a História de forma correcta — por exemplo, quando fala em Lukacs e em Gramsci.

É claro que o Pacheco não leu Gramsci; ou se leu, entrou em dissonância cognitiva e em estado de negação.

Mas o Papaeira “esqueceu-se” de falar dos desenvolvimentos ideológicos a partir de Lukacs e de Gramsci: a Utopia Negativa (a Escola de Frankfurt, a Teoria Crítica, e o posterior desenvolvimento ideológico marcuseano), e o neo-estruturalismo ou Pós-modernismo.

O marxismo cultural não se restringe a Lukacs e a Gramsci. 


Notas

1. uma Sorite é um sofisma que consiste em acumular proposições que podem ser verdadeiras, mas cuja conclusão é ilegítima por falta de ligação entre as proposições. Por exemplo: “Sou o homem mais belo do mundo. Com efeito, Paris é a cidade mais bela do mundo, o meu colégio é o mais belo de Paris, o meu quarto é o mais belo do colégio; sou o homem mais belo do meu quarto. Por isso, sou o homem mais belo do mundo”. → Cyrano de Bergerac

2. “da Silva Papaeira”: ¿por que razão os “intelectuais” portugueses utilizam sempre três nomes?

O Pacheco e o seu auto-virtuosismo radical de Esquerda (gaba-te!, cesta!, que vais à vindima!), ou a pobreza do debate do Pacheco

Não esperemos, do Pacheco, qualquer crítica à corrupção manifesta e comprovada do candidato presidencial da Esquerda americana, Joe Biden — porque, para o marxismo cultural do Pacheco (e dos jornaleiros, em geral), tudo o que vem da Esquerda é bom, e tudo o que é de Direita é mau (tolerância repressiva).

Morra o Pacheco!, pim!


o debate do pacheco


Mas dizer que o “Trump é criminoso em matérias fiscais”, sem que o Trump tenha sido alguma vez condenado pela justiça americana, faz parte da narrativa da Esquerda radical própria do Bloco de Esquerda. E dizer que o Trump mata cidadãos, mas o António Costa já não mata, é próprio de uma mente estupidificada e serôdia.

¿Como é possível que o Pacheco se diga “militante do PSD”? ¿A que ponto chegou o PSD?!!

Morra o Pacheco!, pum!

JPP-ZAROLHO