O globalista Macron, a construção paulatina do leviatão da União Europeia, e a sovietização da política na Europa

O estudante de 19 anos que atirou um ovo ao Macron (que desperdício!) na passada Segunda-feira, em Lyon, foi internado compulsivamente em um hospital psiquiátrico.

Paulatinamente, a Europa (e o Ocidente, em geral) cada vez mais se parece com a defunta URSS.

Putin certamente que se ri com estes idiotas globalistas — e o idiota euro-federalista Paulo Rangel deve andar feliz e contente com o exemplo do Macron.

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“Um louco é alguém que perdeu tudo, excepto a razão” → (G. K. Chesterton)

“Fonseca e Castro foi suspenso pelo Conselho por manifestar-se nas redes sociais contra a pandemia e depois de interromper um julgamento por o procurador e o funcionário judicial se terem recusado a tirar as máscaras, no Tribunal de Odemira.

Fonseca e Castro começou por exigir que todos tirassem a máscara para se identificarem. “Com as caras tapadas não sei quem são”. Contrariados, acederam. Um dos conselheiros ainda ripostou, dizendo ao juiz que podia consultar o seu nome no site do CSM.”

o juiz Rui Fonseca e Castro enfrentou os seus carrascos sem medo

Iniciou-se a esterilização dos autóctones de Portugal

A esterilização em massa da sociedade portuguesa dará razão ao Monhé das Cobras, que defende a ideia segundo a qual é necessária a imigração em massa e, se possível, islâmica.

Estamos a assistir, ao vivo e a cores, à vitória das teses de Pinto Balsemão (e dos seus [dele] amigos de Bilderberg), que afirmou (na SICn, na primeira década do século XXI, aquando do segundo referendo do aborto) que “se Portugal tivesse metade da população, seria um país melhor”.

Porém, a nova tese “progressista” é a de que nem sequer se deve tolerar a existência de uma metade autóctone da população: é necessário arranjar um outro povo (imigrantes), se possível com um QI médio de 50 para que seja (pensam eles) mais facilmente manipulável.

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¿Querem saber a verdade acerca das “vacinas” COVID-19? Sigam o “The Covid Blog”

¿Querem saber a verdade acerca das “vacinas” COVID-19? Sigam o The Covid Blog.

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Não confiem minimamente nos me®dia! A comunicação social (os pasquins, as estações de televisão, e os “Big Tech”) existe para enganar o povo; nada mais faz do que enganar propositadamente as pessoas.

O novo feudalismo globalista

O novo feudalismo, que as elites globalistas estão a impôr ao mundo, é simultaneamente anárquico e tirânico; aliás, a anarquia ética e moral actual é a condição da nova tirania feudal.

feudalismoTal como aconteceu com a Revolução Francesa, o ataque à cultura (por parte das elites globalistas e internacionalistas) ocidental — a repressão política das tradições europeias, a criação de novos tabus e novos costumes (por exemplo, a imposição dos costumes da cultura de descarte humano de tipo LGBTQPBBQ+) em substituição dos tabus da cultura antropológica de origem cristã (porque uma cultura sem tabus é um círculo quadrado), a perseguição feroz em relação a todo o tipo de autoridade que escape do Poder do Estado (tal como defendeu Rousseau) — é essencial para a imposição de uma nova cultura de anarquia.

O processo político e cultural desenvolvido pelo liberalismo, desde a Revolução Francesa, culminou nesta nova anarquia destrutiva (que corrói a cultura e o tecido social) que é o fundamento da construção de um novo tipo de feudalismo a nível global.

A partir das ruínas da cultura ocidental, destruída pela Esquerda (apoiada pelos globalistas — como, por exemplo, os judeus George Soros, Bill Gates, ou Jeff Bezos, entre outros — em uma aliança tácita entre marxistas e a plutocracia ocidental), tende a emergir uma classe política tão poderosa e politicamente alienada quanto o fora a do extinto regime soviético, ou da actual China.

O novo feudalismo não tem propriamente uma nobreza, mas antes tem uma aristocracia constituída pelos caudilhos políticos locais (de cada país, ou zona do globo) coordenados pela plutocracia globalista — não é por acaso que todos os primeiro-ministros de Portugal têm que ir, em primeiro lugar, ao beija-mão às reuniões de Bilderberg.

E, o feudalismo actual tem um clero secular e ateísta, constituído por uma amálgama dita “intelectual” dos ideólogos da nova anarquia, e dos “jornalistas” do regime — o jornalismo do novo feudalismo já não informa o povo, como acontecia até há poucas décadas: em vez disso, o novo jornalismo tem a missão de instruir o povo, ou seja, de formatar ideologicamente o povo, à maneira da China comunista ou do regime soviético.

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E quem se atrever a colocar em causa a nova formatação ideológica compulsiva (não só através dos “jornaleiros” de serviço e dos polígrafos desta vida, mas também através da chamada “Big Tech”), é enviado para um novo tipo de Gulag: o Gulag digital, onde a sua existência apodrece, sem possibilidade de partilha de ideias com outros seres humanos.

E, finalmente, o novo feudalismo tem uma absoluta necessidade do seu Terceiro Estado e dos novos servos da gleba (o povo que verá a mobilidade social, defendida pelo liberalismo clássico, anulada pelas elites) — que são aqueles a quem a aristocracia e o clero secularista dizem garantir uma boa vida sem os incómodos da detenção de propriedade privada”, tal como é defendido nas reuniões de Bilderberg e de Davos: é o que está inscrito no ideário político dos conceitos de “Building Back Better” e de “Great Reset“: a criação dos novos descamisados do mundo (os novos Sem-Terra, desta vez criados com a cumplicidade da Esquerda), que são necessários à construção do novo feudalismo globalista.

O progresso animal na nossa política

MOÇÃO APRESENTADA NO CONGRESSO DO P.A.N.

“Precisamos de transitar para um novo modelo de Ser Humano: um modelo que nos faça descer do pedestal em que nos colocámos e nos devolva ao lugar de onde nunca deveríamos ter saído: sermos uma entre muitas espécies existentes num planeta vivo”.

Via


A nova assembleia da república, segundo o PAN.

JORNAL DO FUTURO web


“Onde houver culto e/ou veneração dos animais, haverá sempre sacrifícios humanos”

(G. K. Chesterton)

O empresário Mike Lindell demonstra a fraude eleitoral dos Estados Unidos

Este vídeo foi censurado por todos os canais intrinsecamente ligados ao Tecno-fascismo globalista.

Só o GAB permitiu a publicação do vídeo da autoria do empresário Mike Lindell que, com recurso a factos concretos e objectivos, denuncia e demonstra a enorme fraude das últimas eleições nos Estados Unidos.

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O que é assustador é a aliança antidemocrática entre os neocons globalistas, por um lado, e a Esquerda radical trotskista, por outro lado — em Portugal, mutatis mutandis, corresponde à aliança evidente entre o Pinto Balsemão e o Francisco Louçã —, no sentido de instituir a mais rigorosa censura política e uma “lei da rolha” que faria corar o Mussolini.


Os trotskistas definem de modo restrito e economicamente a burguesia, para nos ocultar o facto de que pertencem a esta.

O mundo burguês trata de modo diferente os seus dois principais inimigos: vomita para cima dos indivíduos da Direita tradicionalista, e absorve e recupera os da Esquerda. A actividade revolucionária do jovem utopista é o rito de passagem entre a adolescência e a burguesia (Maio de 1968, por exemplo).


Por maioria de razão, se uma determinada teoria está supostamente errada, não há nenhuma razão para proibir a sua defesa; o ser humano, por inerência, tem direito ao erro.

O que é surpreendente é o facto de as elites demonstrarem medo em relação à divulgação de uma determinada teoria (por mais errada que ela seja) que coloque em causa a justeza das últimas eleições nos Estados Unidos.

A democracia na América tem a sua morte anunciada.

A partir de agora, vale tudo — incluindo o recurso à força bruta necessária para apoiar o povo contra a aliança elitista entre neocons globalistas e trotskistas. Por isso é que a tomada de posse do João Bidé teve a presença de 26 mil tropas em Washington que colocaram a cidade em um autêntico estado-de-sítio. Quem deve, tem muito a temer!

A morte anunciada da democracia na América

1/ Há mais de dez anos, eu fiz referência, neste espaço, ao conceito de “sinificação”. Naquela altura, muita gente se riu daquilo a que chamou de “teoria da conspiração”. Hoje, verificamos como o fascismo chinês tende a ser copiado (pelas elites) não só na Europa, mas também nos Estados Unidos.

2/ O popular Barack Hussein Obama, nas duas eleições que ganhou (2008 e 2012), teve um máximo de cerca de 66 milhões de votos.

¿Alguém, no seu bom juízo, acredita que o João Bidé ganhou as eleições de 2020 com 80 milhões de votos?!

3/ Os me®dia portugueses têm ocultado cuidadosamente os factos relevantes do processo político americano decorrido durante o ano de 2020.


“O mundo burguês trata diferentemente os seus inimigos: vomita nos da Direita e absorve os da Esquerda”
→ Nicolás Gómez Dávila

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4/ A plutocracia globalista (leia-se, “World Economic Forum”) aliou-se tacitamente à actual Esquerda internacionalista, contra o Estado-Nação.

É neste contexto, de uma aliança contra-natura entre a plutocracia globalista e a Esquerda internacionalista, que uma massiva fraude eleitoral foi gizada nos Estados Unidos para assim derrotar o último bastião mundial do patriotismo. O João Bidé é o produto dessa imensa fraude eleitoral que anuncia a morte da democracia na América.

a) Note o leitor de que não estou aqui a falar de pequenos incidentes de fraude eleitoral, normais em qualquer processo de eleições: existem, confirmados, dezenas de milhar de testemunhos prestados sob juramento que denunciam uma massiva fraude eleitoral, principalmente nos chamados “swing states” (Wisconsin, Pensilvânia, Arizona, Nevada, Michigan).

b) Hoje, pelo menos metade da população americana já não acredita do regime político vigente dito “democrático”, e a grande maioria acredita que o voto se vai tornando irrelevante — porque é a elite (a ruling class) que determina o resultado das eleições, a bem ou a mal, e utilizando métodos mais ou menos ilícitos e/ou ilegítimos.

c) A actual Esquerda desligou-se da classe trabalhadora; ou seja, sacrifica os interesses dos trabalhadores nacionais em nome de um internacionalismo aventureiro que entrega o Poder político aos plutocratas globalistas.

Por sua vez, os plutocratas globalistas financiam os movimentos de Esquerda que, através de acções mais ou menos violentas, causam intencionalmente instabilidade na economia americana.

d) O que se passa actualmente nos Estados Unidos, mutatis mutandis, é uma guerra movida pela plutocracia globalista — e com o apoio da Esquerda —, contra o proletariado americano.

Quem defende hoje a classe trabalhadora americana é a Direita.


« LIBERTÉ, égalité, fraternité.

O programa democrático cumpre-se em três etapas: etapa liberal: que fundou a sociedade burguesa, sobre cuja índole nos remetemos aos socialistas; etapa igualitária: que funda a sociedade soviética, sobre cuja índole nos remetemos à nova esquerda; etapa fraternal: que é o prelúdio dos drogados americanos que copulam em amontoados colectivos.»

→ Nicolás Gómez Dávila

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5/ O “World Economic Forum” — leia-se, “o capitalismo desligado dos povos” —, congeminou em Junho de 2020, na sua reunião em Davos (Suíça), o conceito de “Great Reset” — com o apoio nomeadamente da ONU do Guterres, das maiores empresas multinacionais (plutocracia), do papa Chico, entre outros —, tirando assim proveito do vírus saído do laboratório chinês de Wuhan a que chamamos de “COVID-19”.

6/ Em resumo: o “Great Reset” pretende aproveitar a crise económica artificial criada pelo vírus chinês COVID-19, para promover uma agenda política global radical de esquerda nas chamadas “alterações climáticas” (as mãos dos plutocratas lavam, assim, as mãos da Esquerda) — como se o clima nunca tivesse mudado desde que há atmosfera na Terra —, promoção da governança mundial plutocrata (não democrática: as mãos da Esquerda lavam, assim, as mãos dos plutocratas), de políticas anti-demográficas (por exemplo, “inclusão” LGBTQPBBQ+ ou/e promoção cultural do aborto até aos 9 meses de gravidez, e da eutanásia a pedido do freguês), entre outras políticas radicais e elitistas contra a Natureza Humana.

«O Absolutismo, seja intelectual ou político, é o pecado capital contra o método hierárquico. É a usurpação, por um dos termos do sistema, das liberdades dos outros.»
→ Nicolás Gómez Dávila

7/ Pelo menos desde Platão que os “intelectuais” defendem a ideia de que o povo deve ser governado por uma elite (gnóstica), e independentemente da vontade popular — não obstante Karl Popper ter bastamente demonstrado que, ao longo da História, os povos têm errado menos do que as elites governantes.

Platão chamou a esse Poder absoluto e praticamente discricionário, desligado da vontade popular, de Poder do “Rei-Filósofo”. Porém, a História demonstra-nos claramente que governar é tarefa que excede a capacidade de uma elite.

A linguagem globalista (do Fórum Económico de Davos) do papa fantoche

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O termo “build back better” foi referido, pela primeira vez, pelo globalista e trans-humanista Klaus Schwab no seu livro ‘Shaping the Future of The Fourth Industrial Revolution’.

Recentemente, o João Bidé adoptou o slogan “build back better” para a sua campanha eleitoral. E, depois, o papa usurpador adoptou o slogan no intuito de destruir o que resta da Igreja Católica.

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