A linguagem globalista (do Fórum Económico de Davos) do papa fantoche

bbb-papa-usurpador-web

O termo “build back better” foi referido, pela primeira vez, pelo globalista e trans-humanista Klaus Schwab no seu livro ‘Shaping the Future of The Fourth Industrial Revolution’.

Recentemente, o João Bidé adoptou o slogan “build back better” para a sua campanha eleitoral. E, depois, o papa usurpador adoptou o slogan no intuito de destruir o que resta da Igreja Católica.

chico - great reset web

Quando a opinião dos me®dia pretende fazer a realidade

Não interessa saber se existiu fraude massiva nas eleições recentes nos Estados Unidos: o que interessa é que a opinião — a propaganda — dos me®dia pretende fazer a realidade. E se a propaganda me®diática diz que não houve fraude eleitoral, então segue-se que o Joe Bidé ganhou “limpinho” as eleições.

“Não é quem vota que conta, mas quem conta os votos” (Estaline)

globalismo-davos-webEstaline volta a estar na moda: ele sabia bem o que dizia: o que interessa é quem conta os votos; a democracia que vá à bardamerda!

E, entretanto, o sistema democrático nos Estados Unidos está ferido de morte; não sei se será possível, à democracia representativa americana, recuperar da fraude globalista que assola os Estados Unidos.

A partir do momento em que a fraude eleitoral é promovida pela Esquerda — aliada à plutocracia globalista — como um meio de anular qualquer tipo de oposição (e até é justificada pela Esquerda como um meio “legítimo” para afastar Donald Trump do Poder), a força bruta e arbitrária do Estado contra os cidadãos passa a ser também “legítima”.

Esta força bruta pode ser praticada pelo Estado socialista contra os “deploráveis” dos povos do mundo; mas, em contraponto, também pode passar a ser legítima a utilização da força bruta em actos de terror, por parte do povo organizado, contra o Estado socialista (sinificação), por um lado, e contra os agentes da propaganda socialista e suas famílias (por exemplo, jornalistas), por outro lado.

O jornalismo tomou partido a favor dos plutocratas globalistas, e contra os povos. Os jornalistas irão certamente pagar a factura dos actos que cometem.


Nota: não seja estúpido: não confunda “globalismo”, por um lado, e “globalização”, por outro lado. São coisas diferentes.

O Twitter diz que tenho a minha conta bloqueada, mas não me diz por que razão

twitter-conta bloqueada-web

Provavelmente, a censura da minha conta no Twitter tem a ver com este artigo que publiquei:

benford

O resultado do apuramento dos votos em Joe Biden viola a lei matemática de Benford.

Ora, tudo isto está a deixar nervosa a Esquerda, em geral: a pretexto de um qualquer argumento racional contra a ideia que eles têm da realidade, entram em dissonância cognitiva e desatam aos tiros (como dizia Goering: “quando ouço falar em cultura, saco logo da pistola”).

Provavelmente não irei voltar ao Twitter. Estou mais virado para o Parler.

O patriota Donald Trump é considerado o diabo em pessoa

Eu estou de acordo, no essencial, com o que foi escrito aqui acerca de Donald Trump.

trump-cancro-webIronizando, diria que agora sei por que razão o Rui Tavares (o tal que era do Bloco de Esquerda e passou para o Livre da Joacine “Vai-te Katar” Moreira) foi viver para os Estados Unidos: um dia destes, os Estados Unidos de Donald Trump expulsam o diabrete Tavares para que este possa ir fazer inferno para outro lado.

Uma das razões por que os me®dia diabolizam Donald Trump tem a ver com a propriedade da esmagadora maioria dos meios de Comunicação Social, não só nos Estados Unidos mas também na Europa.

Os me®dia propalam “a voz do dono” (utilizando uma expressão da Mariana Mortágua). E os donos dos meios de Comunicação Social são maioritariamente plutocratas globalistas (literalmente no sentido de “governo global”, através de um processo de sinificação política dos continentes).
Ora, Donald Trump não simpatiza com a ideia globalista, e por isso merece a hostilidade dos “donos da voz” me®diática.

Este globalismo plutocrata apoia e sustenta o chamado Complexo Militar-industrial — e por isso é que nem o Obama, que se dizia de Esquerda, conseguiu acabar com as guerras americanas inglórias e intermináveis.

Este globalismo plutocrata é a base da Comunicação Social privada portuguesa, também — por exemplo através do Bilderberger Pinto Balsemão (um dia destes saberemos com que dinheiro emprestado o Pinto Balsemão montou a SIC).

Ademais, existe a afinidade entre a ideia globalista plutocrata, por um lado, e o internacionalismo militante (trotskista, também) de uma certa Esquerda caviar, por outro lado (PSD, Partido Socialista, Bloco de Esquerda, Livre, PAN, etc. — e o CDS que fecha a Esquerda, à direita).

Juntaram-se a fome (a plutocracia globalista) e a vontade de comer (o internacionalismo neo-marxista) contra o Estado-Nação e contra a democracia: e o patriota Donald Trump é que paga o pato.

Fernando Pessoa y El Internacionalismo Militante

fernando-pessoa-web«La primera verdad de la sociología es que “la humanidad” no existe. Existe, eso si, la “especie humana” pero en un sentido meramente zoológico: la especie humana, como la especie canina.

Además, la expresión “humanidad” solo puede tener un sentido religioso — lo de que seamos hermanos en Dios, o en Cristo.

En la realidad social, solo existen dos entes reales –- el individuo, por que es vivo de verdad, y la nación por que es la única manera como eses entes vivos, a que llamamos individuos, se pueden agrupar socialmente de un modo estable y fecundo.

La base mental del individuo es el egoísmo; ese egoísmo es lo de la Patria, en lo que nos reintegramos a nosotros por intermedio de los demás, fuertes de lo que no somos.

La humanidad no existe sociológicamente, no existe frente a la civilización.

Considerar la humanidad como un Todo es, virtualmente, considerarla como una nación; pero una nación que deja de ser nación se vuelve absolutamente su propio entorno. Ahora bien, un cuerpo que resulta absolutamente perteneciendo al entorno en que vive es un cuerpo muerto.

La muerte es eso – la absoluta entrega de si proprio al exterior, la absoluta absorción en lo que lo cerca. Por eso, el “humanitarismo” y el “internacionalismo” son conceptos de muerte, sólo las mentes nostálgicas de lo inorgánico pueden concebirlos agradablemente.

Todo el internacionalista debería ser fusilado para que obtenga lo que pretende: la integración verdadera en el entorno a lo que tiende a pertenecer. Solo existen naciones, no existe humanidad


(Fernando Pessoa, “Obras em Prosa”, “Sobre Portugal”, III Volume, Edição do Círculo dos Leitores, 1987, página 316) – Tradução da minha lavra

Se for necessária a violência contra os iconoclastas e contra os indigenistas, teremos que a utilizar

1/ Quando — há dias — Nigel Farage fez uma analogia no Twitter entre os Black Lives Matter, por um lado, e os talibãs, por outro lado — foi censurado pela estação de rádio privada londrina LBC que lhe retirou a emissão diária que ele tinha.

A censura de opinião já está a atingir a “caça grossa”; já não são só os pequenos que são vítimas dela.

2/ Há pouco tempo, o Twitter censurou (apagou) uma opinião do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

Vemos aqui como uma empresa privada — e privilegiada, do ponto de vista do enquadramento legal americano — se dá ao luxo de dizer ao presidente dos Estados Unidos aquilo que ele pode, ou não, expressar como opinião política.

Chegamos já a um ponto em que uma empresa privada — o Twitter — manda calar o presidente dos Estados Unidos.

3/ O programa de televisão Tucker Carlson Tonight, da Fox News, é um dos programas com maior audiência na televisão por cabo nos Estados Unidos.

Exactamente no dia (ontem) em que os índices de audiência excederam positivamente todas as expectativas, vários patrocinadores abandonaram o programa — e isto porque o Tucker Carlson criticou a violência do movimento político marxista Black Lives Matter.

4/ Hoje, qualquer crítica à violência dos grupos marxistas Antifa e Black Lives Matter é alvo imediato de censura, vinda da parte de empresas privadas (e já nem se fala da censura vinda de instituições do Estado).

Porém, não se trata apenas de censura: as grandes empresas privadas multinacionais, como por exemplo a NIKE e a ADIDAS (entre dezenas de outras), estão neste momento a financiar directamente (e a patrocinar) a violência do grupo marxista Black Lives Matter.

o-pior-da-censura-web

O caso do programa Tucker Carlson Tonight revela que as grandes empresas capitalistas multinacionais globalistas privadas preferem apoiar a Esquerda marxista/COMUNISTA, em vez de procurar o lucro.

Isto significa que o grande capital privado globalista apoia claramente a sinificação do mundo — ou seja, apoiam a aliança entre o grande capital globalista, por um lado, e a Esquerda marxista, por outro lado — no sentido da criação de um fascismo global à imagem do sistema político chinês.

5/ Lá dizia o velho António: “em política, o que parece, é!”

E parece que a acção violenta (da Antifa e do Black Lives Matter) é politicamente mais eficaz do que os votos pacíficos em urna da maioria dos cidadãos.

Chegamos a um ponto em que a violência é politicamente mais conveniente e eficaz do que o voto.

Por isso, se for necessário recorrer à violência para responder à violência aliada dos puritanos iconoclastas e dos selvagens indigenistas, devemos estar preparados para tal.

The Times They Are A-Changin’

Um tal Bernardo Blanco, ligado ao IL (Iniciativa Liberal), passou a “seguir-me” no Twitter; e — por uma questão de reciprocidade e não porque concorde com as ideias dele — coloquei-o na minha lista de “seguimento”.

Nisto estávamos, quando eu deixei de fazer parte da lista “tuiteira” do Blanco. Fui ver a página do IL (Iniciativa Liberal) no Twitter e deparei-me com este desenho infantil:

il-lgbt-web

Logo a seguir, deparei-me com esta notícia:

il-amn-web

É o desespero do Blanco e dos seus amig@s, que reflecte a realidade da contra-cultura no Ocidente.

CONTRA-CULTURA-web