“OMO lava mais branco”: alegadamente, o Partido Comunista e o Bloco de Esquerda são agora “social-democratas”

O Daniel Oliveira diz que o Partido Comunista e o Bloco de Esquerda são partidos social-democratas.

daniel-oliveira-be-pcp-webAliás, esta tese é compartilhada pelo José Pacheco Pereira, que (em 2015) defendeu publicamente a aliança (oficiosa) entre o Partido Socialista, por um lado, e o Partido Comunista e Bloco de Esquerda, por outro lado — a chamada “Geringonça”.

Um dia destes, se Deus quiser, o Daniel Oliveira irá dizer que o MRPP pertence a uma “direita moderada”.
Seguindo o “raciocínio” do Daniel Oliveira, agora percebo por que razão o CHEGA é classificado (pela Esquerda) de “nazi”!

Chama-se a isto: “baralhar e tornar a dar”.

Baralhando a opinião pública, os agentes do neomarxismo (ou do Totalitarismo de Veludo) vão tornando a ideologia marxista agradável ao paladar ideológico da populaça — desta vez, não através das ideias (entendidas em si mesmas), mas sim pela normalização (na cultura antropológica) de conceitos vagos e genéricos que sirvam a causa neomarxista.

Pessoas como o José Pacheco Pereira, Daniel Oliveira, Isabel Moreira, ou Fernanda Câncio, são exemplos de “comissários políticos” do Totalitarismo de Veludo que se faz sentir em Portugal.

Por exemplo: ¿alguma destas “comissariadas” criaturas se pronunciou contra a ilegalidade do confinamento obrigatório? Claro que não! Desde que seja para proteger o Totalitarismo de Veludo, o silêncio é de ouro! Esta gente é muito perigosa!

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A Messalina do bas-fond me®diático português

¿A Fernanda Câncio é uma “figura pública”?

f-cancio-sangue-menstrual-webUm tribunal de Lisboa — dirigido pelo juiz Afonso Nunes — cedeu miseravelmente a sua dignidade e independência ao lóbi político radical de Esquerda, ao não reconhecer o estatuto de “figura pública” à ex-amante do ex-primeiro-ministro José Sócrates.

Uma criatura que foi amante do primeiro-ministro e que foi com este (várias vezes) passar férias no estrangeiro, não pode ser outra coisa senão uma figura pública.


Desde logo, convém ter uma noção de “figura pública”.

Uma “figura pública” é uma pessoa que adquiriu uma determinada posição social em função de uma notória visibilidade e influência social que lhe é concedida pela população em geral e pelas elites em particular.


Esperamos que o jornalista José António Saraiva recorra de uma sentença pusilânime, cobarde, ilógica e politicamente enviesada, que o condenou penalmente por dizer a verdade.

No ordenamento jurídico da Common Law (não só nos Estados Unidos, mas também), uma qualquer figura pública só ganha uma demanda judicial — alegadamente por difamação ou por devassa da vida privada — se a informação publicada for falsa.

Como é auto-evidente, a cidadã Fernanda Câncio, ex-amante do primeiro-ministro José Sócrates, é uma figura pública (embora, em minha opinião, pelas piores razões).

Porém, o juiz Afonso Nunes acobardou-se e enfeudou a sua dignidade pessoal a uma certa Esquerda radical que os portugueses já estão cansados de aturar. Por isso, esperamos que o jornalista José António Saraiva recorra (para a instância superior) de uma sentença pusilânime, cobarde, ilógica e politicamente enviesada, que o condenou penalmente por dizer a verdade.

Isto já não vai com palavreado

O António Balbino Caldeira aborda aqui a temática da censura de informação, sob o pretexto de “fake news”.


censorship-webTal como no tempo de Salazar havia um alinhamento ideológico “politicamente correcto”, que justificava o “lápis azul” (a censura do Estado Novo), assim os mentores do politicamente correcto actual (o “totalitarismo de veludo”) criaram um sistema de purga da informação incómoda em relação ao sistema político vigente.

Este sistema censório tem origem nos me®dia internacionais, em primeiro lugar, que defendem os interesses da plutocracia globalista que os controla (ideológica- e financeiramente); e são os me®dia — CNN, MSNBC, ABC, NBC, BBC, CBC, etc. — que impõem o filtro censório à ruling class  em geral.

Em Portugal, pessoas da laia da Fernanda Câncio ou do Daniel Oliveira são comissários políticos do Totalitarismo de Veludo, e que fazem parte da classe dos caciques locais esquerdistas que servem a estratégia política da plutocracia globalista (só assim se entende que o Bilderberger globalista Pinto Balsemão, por um lado, e trotskista Daniel Oliveira, por outro lado, andem tacitamente alinhados).

As publicações “online” locais (nacionais) que não pertençam ao clube ideológico sancionado pelo Totalitarismo de Veludo, são sinalizadas pelos comissários políticos que se encarregam de recomendar a sua ostracização dos motores de busca, tornando “invisíveis” essas publicações censuradas.

De nada vale o relambório racional que faça a crítica da censura do Totalitarismo de Veludo: os comissários políticos do sistema politicamente correcto em vigor têm o poder na mão, e não há argumentos racionais que façam qualquer diferença.