A morte anunciada da democracia na América

1/ Há mais de dez anos, eu fiz referência, neste espaço, ao conceito de “sinificação”. Naquela altura, muita gente se riu daquilo a que chamou de “teoria da conspiração”. Hoje, verificamos como o fascismo chinês tende a ser copiado (pelas elites) não só na Europa, mas também nos Estados Unidos.

2/ O popular Barack Hussein Obama, nas duas eleições que ganhou (2008 e 2012), teve um máximo de cerca de 66 milhões de votos.

¿Alguém, no seu bom juízo, acredita que o João Bidé ganhou as eleições de 2020 com 80 milhões de votos?!

3/ Os me®dia portugueses têm ocultado cuidadosamente os factos relevantes do processo político americano decorrido durante o ano de 2020.


“O mundo burguês trata diferentemente os seus inimigos: vomita nos da Direita e absorve os da Esquerda”
→ Nicolás Gómez Dávila

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4/ A plutocracia globalista (leia-se, “World Economic Forum”) aliou-se tacitamente à actual Esquerda internacionalista, contra o Estado-Nação.

É neste contexto, de uma aliança contra-natura entre a plutocracia globalista e a Esquerda internacionalista, que uma massiva fraude eleitoral foi gizada nos Estados Unidos para assim derrotar o último bastião mundial do patriotismo. O João Bidé é o produto dessa imensa fraude eleitoral que anuncia a morte da democracia na América.

a) Note o leitor de que não estou aqui a falar de pequenos incidentes de fraude eleitoral, normais em qualquer processo de eleições: existem, confirmados, dezenas de milhar de testemunhos prestados sob juramento que denunciam uma massiva fraude eleitoral, principalmente nos chamados “swing states” (Wisconsin, Pensilvânia, Arizona, Nevada, Michigan).

b) Hoje, pelo menos metade da população americana já não acredita do regime político vigente dito “democrático”, e a grande maioria acredita que o voto se vai tornando irrelevante — porque é a elite (a ruling class) que determina o resultado das eleições, a bem ou a mal, e utilizando métodos mais ou menos ilícitos e/ou ilegítimos.

c) A actual Esquerda desligou-se da classe trabalhadora; ou seja, sacrifica os interesses dos trabalhadores nacionais em nome de um internacionalismo aventureiro que entrega o Poder político aos plutocratas globalistas.

Por sua vez, os plutocratas globalistas financiam os movimentos de Esquerda que, através de acções mais ou menos violentas, causam intencionalmente instabilidade na economia americana.

d) O que se passa actualmente nos Estados Unidos, mutatis mutandis, é uma guerra movida pela plutocracia globalista — e com o apoio da Esquerda —, contra o proletariado americano.

Quem defende hoje a classe trabalhadora americana é a Direita.


« LIBERTÉ, égalité, fraternité.

O programa democrático cumpre-se em três etapas: etapa liberal: que fundou a sociedade burguesa, sobre cuja índole nos remetemos aos socialistas; etapa igualitária: que funda a sociedade soviética, sobre cuja índole nos remetemos à nova esquerda; etapa fraternal: que é o prelúdio dos drogados americanos que copulam em amontoados colectivos.»

→ Nicolás Gómez Dávila

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5/ O “World Economic Forum” — leia-se, “o capitalismo desligado dos povos” —, congeminou em Junho de 2020, na sua reunião em Davos (Suíça), o conceito de “Great Reset” — com o apoio nomeadamente da ONU do Guterres, das maiores empresas multinacionais (plutocracia), do papa Chico, entre outros —, tirando assim proveito do vírus saído do laboratório chinês de Wuhan a que chamamos de “COVID-19”.

6/ Em resumo: o “Great Reset” pretende aproveitar a crise económica artificial criada pelo vírus chinês COVID-19, para promover uma agenda política global radical de esquerda nas chamadas “alterações climáticas” (as mãos dos plutocratas lavam, assim, as mãos da Esquerda) — como se o clima nunca tivesse mudado desde que há atmosfera na Terra —, promoção da governança mundial plutocrata (não democrática: as mãos da Esquerda lavam, assim, as mãos dos plutocratas), de políticas anti-demográficas (por exemplo, “inclusão” LGBTQPBBQ+ ou/e promoção cultural do aborto até aos 9 meses de gravidez, e da eutanásia a pedido do freguês), entre outras políticas radicais e elitistas contra a Natureza Humana.

«O Absolutismo, seja intelectual ou político, é o pecado capital contra o método hierárquico. É a usurpação, por um dos termos do sistema, das liberdades dos outros.»
→ Nicolás Gómez Dávila

7/ Pelo menos desde Platão que os “intelectuais” defendem a ideia de que o povo deve ser governado por uma elite (gnóstica), e independentemente da vontade popular — não obstante Karl Popper ter bastamente demonstrado que, ao longo da História, os povos têm errado menos do que as elites governantes.

Platão chamou a esse Poder absoluto e praticamente discricionário, desligado da vontade popular, de Poder do “Rei-Filósofo”. Porém, a História demonstra-nos claramente que governar é tarefa que excede a capacidade de uma elite.

Quando a opinião dos me®dia pretende fazer a realidade

Não interessa saber se existiu fraude massiva nas eleições recentes nos Estados Unidos: o que interessa é que a opinião — a propaganda — dos me®dia pretende fazer a realidade. E se a propaganda me®diática diz que não houve fraude eleitoral, então segue-se que o Joe Bidé ganhou “limpinho” as eleições.

“Não é quem vota que conta, mas quem conta os votos” (Estaline)

globalismo-davos-webEstaline volta a estar na moda: ele sabia bem o que dizia: o que interessa é quem conta os votos; a democracia que vá à bardamerda!

E, entretanto, o sistema democrático nos Estados Unidos está ferido de morte; não sei se será possível, à democracia representativa americana, recuperar da fraude globalista que assola os Estados Unidos.

A partir do momento em que a fraude eleitoral é promovida pela Esquerda — aliada à plutocracia globalista — como um meio de anular qualquer tipo de oposição (e até é justificada pela Esquerda como um meio “legítimo” para afastar Donald Trump do Poder), a força bruta e arbitrária do Estado contra os cidadãos passa a ser também “legítima”.

Esta força bruta pode ser praticada pelo Estado socialista contra os “deploráveis” dos povos do mundo; mas, em contraponto, também pode passar a ser legítima a utilização da força bruta em actos de terror, por parte do povo organizado, contra o Estado socialista (sinificação), por um lado, e contra os agentes da propaganda socialista e suas famílias (por exemplo, jornalistas), por outro lado.

O jornalismo tomou partido a favor dos plutocratas globalistas, e contra os povos. Os jornalistas irão certamente pagar a factura dos actos que cometem.


Nota: não seja estúpido: não confunda “globalismo”, por um lado, e “globalização”, por outro lado. São coisas diferentes.

O sistema de voto democrático está ferido de morte; resta-nos ganhar o Poder utilizando a força

“Hopeful thought for today: the regime has secured a short term victory at a terrible price, by shattering the illusions of free speech, fair process, and political impartiality that sustain liberalism.

Many institutions that used to carefully shroud their true views, at least for form’s sake, are now openly cheering the regime. The temptation of victory proved too great, and the result has been the self-undermining of the regime’s legitimacy. In the long term that is more important than anything that happens in the next few years.”

Cornelius Adrian Comstock Vermeule, professor de Direito na universidade de Harvard.

O patriota Donald Trump é considerado o diabo em pessoa

Eu estou de acordo, no essencial, com o que foi escrito aqui acerca de Donald Trump.

trump-cancro-webIronizando, diria que agora sei por que razão o Rui Tavares (o tal que era do Bloco de Esquerda e passou para o Livre da Joacine “Vai-te Katar” Moreira) foi viver para os Estados Unidos: um dia destes, os Estados Unidos de Donald Trump expulsam o diabrete Tavares para que este possa ir fazer inferno para outro lado.

Uma das razões por que os me®dia diabolizam Donald Trump tem a ver com a propriedade da esmagadora maioria dos meios de Comunicação Social, não só nos Estados Unidos mas também na Europa.

Os me®dia propalam “a voz do dono” (utilizando uma expressão da Mariana Mortágua). E os donos dos meios de Comunicação Social são maioritariamente plutocratas globalistas (literalmente no sentido de “governo global”, através de um processo de sinificação política dos continentes).
Ora, Donald Trump não simpatiza com a ideia globalista, e por isso merece a hostilidade dos “donos da voz” me®diática.

Este globalismo plutocrata apoia e sustenta o chamado Complexo Militar-industrial — e por isso é que nem o Obama, que se dizia de Esquerda, conseguiu acabar com as guerras americanas inglórias e intermináveis.

Este globalismo plutocrata é a base da Comunicação Social privada portuguesa, também — por exemplo através do Bilderberger Pinto Balsemão (um dia destes saberemos com que dinheiro emprestado o Pinto Balsemão montou a SIC).

Ademais, existe a afinidade entre a ideia globalista plutocrata, por um lado, e o internacionalismo militante (trotskista, também) de uma certa Esquerda caviar, por outro lado (PSD, Partido Socialista, Bloco de Esquerda, Livre, PAN, etc. — e o CDS que fecha a Esquerda, à direita).

Juntaram-se a fome (a plutocracia globalista) e a vontade de comer (o internacionalismo neo-marxista) contra o Estado-Nação e contra a democracia: e o patriota Donald Trump é que paga o pato.

A “gangsterização” dos partidos políticos nos Estados Unidos

O fenómeno da gangsterização da política americana foi iniciado pelo Partido Democrata (pela Esquerda), através da tentativa (feita por este partido) de recuperação política da extrema-esquerda marxista: o Partido Democrata partiu do princípio politicamente correcto segundo o qual é possível agarrar num cagalhão pela sua parte mais limpa.

Foi neste processo de gangsterização agit-prop da política, adoptada pelo Partido Democrata, que criaturas extremistas, lunáticas e radicais da estirpe de Alexandria Ocasio-Cortez foram acolhidas no seio do partido; ou que uma criatura perfeitamente amoral, como é Kamala Harris, foi escolhida para candidata à vice-presidência dos Estados Unidos.

Como cereja no topo do bolo, foi escolhido pelo Partido Democrata um candidato demente à presidência dos Estados Unidos: o concurso político de Joe Biden tem apenas o intuito de salvar o seu (dele) filho (Hunter Biden) da pendente denúncia de corrupção perpetrada por este (com o apoio político do pai) na Ucrânia durante o consulado de Obama.

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O massivo financiamento de movimentos de extrema-esquerda (marxistas radicais e terroristas), como por exemplo o Black Lives Matter e os Antifa, tem vindo a ser investigado pelo Dept. de Justiça da administração Trump; porém, esta investigação revela-se extremamente difícil, porque a própria estrutura dirigente do FBI serve claramente os interesses do Partido Democrata — a polícia federal não é politicamente neutra, e já não segue a letra da lei.

O sistema político americano já foi desvirtuado através da gangsterização do Partido Democrata: os Estados Unidos caminham a passo largo para uma terceiro-mundização, em que o poder político passa a depender mais do nepotismo da ruling class do que da própria estrutura da lei.

O Partido Democrata e a ruling class americana (Hollywood, universidades, os plutocratas) colocaram o país na antecâmara de um golpe-de-estado (intervenção das Forças Armadas).

bilionarios-pandemia-webPara que se tenha uma ideia do problema da relação promíscua entre o globalismo plutocrata defendido pelo Partido Democrata, por um lado, e a Esquerda radical e marxista — apenas durante a actual pandemia do COVID-19, a fortuna de Bezos (o dono da Amazon e do Washington Post) aumentou em 76 mil milhões de US Dollars; a fortuna do Zuckerberg (dono do FaceBook) aumentou em 42 mil milhões de US Dollars; e a fortuna de Bill Gates aumentou em 16 mil milhões de US Dollars (estamos a falar de apenas cinco meses). Entretanto, cerca de 40 milhões de pessoas correm o risco de perder as suas casas e passar a viver em tendas.

Para os mais ricos do mundo, o COVID-19 veio mesmo a calhar!

A gangsterização política do Partido Democrata, através da utilização discricionária da violência pública e do assassinato de opositores políticos (Black Lives Matter e Antifa), irá conduzir (mais cedo do que tarde) a uma reacção congénere da parte do Partido Republicano. Paradoxalmente, é o próprio Donald Trump que tenta impedir uma radicalização do Partido Republicano (ou da maioria branca), através de um discurso político de conciliação rácica — que é exactamente o oposto do que o Partido Democrata tem feito até agora.

Porém, parece-me que a constituição de grupos clandestinos armados e bem organizados, oriundos da maioria branca, será inevitável. E quando isso acontecer, criaturas como o Soros, Gates ou Bezos (entre muitos outros) passarão a ser sérios candidatos a defuntos.