A “gangsterização” dos partidos políticos nos Estados Unidos

O fenómeno da gangsterização da política americana foi iniciado pelo Partido Democrata (pela Esquerda), através da tentativa (feita por este partido) de recuperação política da extrema-esquerda marxista: o Partido Democrata partiu do princípio politicamente correcto segundo o qual é possível agarrar num cagalhão pela sua parte mais limpa.

Foi neste processo de gangsterização agit-prop da política, adoptada pelo Partido Democrata, que criaturas extremistas, lunáticas e radicais da estirpe de Alexandria Ocasio-Cortez foram acolhidas no seio do partido; ou que uma criatura perfeitamente amoral, como é Kamala Harris, foi escolhida para candidata à vice-presidência dos Estados Unidos.

Como cereja no topo do bolo, foi escolhido pelo Partido Democrata um candidato demente à presidência dos Estados Unidos: o concurso político de Joe Biden tem apenas o intuito de salvar o seu (dele) filho (Hunter Biden) da pendente denúncia de corrupção perpetrada por este (com o apoio político do pai) na Ucrânia durante o consulado de Obama.

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O massivo financiamento de movimentos de extrema-esquerda (marxistas radicais e terroristas), como por exemplo o Black Lives Matter e os Antifa, tem vindo a ser investigado pelo Dept. de Justiça da administração Trump; porém, esta investigação revela-se extremamente difícil, porque a própria estrutura dirigente do FBI serve claramente os interesses do Partido Democrata — a polícia federal não é politicamente neutra, e já não segue a letra da lei.

O sistema político americano já foi desvirtuado através da gangsterização do Partido Democrata: os Estados Unidos caminham a passo largo para uma terceiro-mundização, em que o poder político passa a depender mais do nepotismo da ruling class do que da própria estrutura da lei.

O Partido Democrata e a ruling class americana (Hollywood, universidades, os plutocratas) colocaram o país na antecâmara de um golpe-de-estado (intervenção das Forças Armadas).

bilionarios-pandemia-webPara que se tenha uma ideia do problema da relação promíscua entre o globalismo plutocrata defendido pelo Partido Democrata, por um lado, e a Esquerda radical e marxista — apenas durante a actual pandemia do COVID-19, a fortuna de Bezos (o dono da Amazon e do Washington Post) aumentou em 76 mil milhões de US Dollars; a fortuna do Zuckerberg (dono do FaceBook) aumentou em 42 mil milhões de US Dollars; e a fortuna de Bill Gates aumentou em 16 mil milhões de US Dollars (estamos a falar de apenas cinco meses). Entretanto, cerca de 40 milhões de pessoas correm o risco de perder as suas casas e passar a viver em tendas.

Para os mais ricos do mundo, o COVID-19 veio mesmo a calhar!

A gangsterização política do Partido Democrata, através da utilização discricionária da violência pública e do assassinato de opositores políticos (Black Lives Matter e Antifa), irá conduzir (mais cedo do que tarde) a uma reacção congénere da parte do Partido Republicano. Paradoxalmente, é o próprio Donald Trump que tenta impedir uma radicalização do Partido Republicano (ou da maioria branca), através de um discurso político de conciliação rácica — que é exactamente o oposto do que o Partido Democrata tem feito até agora.

Porém, parece-me que a constituição de grupos clandestinos armados e bem organizados, oriundos da maioria branca, será inevitável. E quando isso acontecer, criaturas como o Soros, Gates ou Bezos (entre muitos outros) passarão a ser sérios candidatos a defuntos.

Eu não sei se é uma agenda política (dos me®dia), ou pura estupidez natural

“Todos os dias, depois de engolirem impávidos e serenos tudo o que o poder e a DGS lhes digam ou o contrário, os pobres diabos dos telejornais têm dois pequenos momentos obtusos sobre o Brasil e os EUA. O conteúdo é planeado e escrito por uma combinação de imbecis e chicos-espertos.”

A horinha dos imbecis


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O José Pacheco Pereira e o Argumentum ad Trumpum (1)

O José, da Porta da Loja, publica aqui a opinião do José Pacheco Pereira acerca daquilo que é considerado um “facto”, pelos me®dia politicamente correctos internacionais: a ideia segundo a qual um homem morreu porque seguiu as alegadas indicações que Donald Trump (Argumentum ad Trumpum) terá dado no sentido de ingestão de um determinado extracto de quinino que é normalmente utilizado para limpeza de aquários.

Acontece que a polícia americana está a investigar a esposa do homem morto (a mulher é de Esquerda e militante do partido Democrata) por homicídio.

Mas este novo facto (o de que a polícia está investigar o homicídio do homem) é cuidadosamente escondido pelos me®dia mafiosos de que o José Pacheco Pereira faz parte activa.

Vou mantendo aqui os leitores sobre o desenrolar das investigações policiais americanas sobre este assunto.

O jornaleco “Observador” e o Argumentum ad Trumpum

Como toda a gente sabe — excepto o jornaleco Observador  (o artigo do pasquim não está assinado) —, as ondas ultravioletas são (há bastante tempo) utilizadas para descontaminar biologicamente superfícies fechadas (por exemplo, o interior de aviões, ou de espaços restritos em hospitais).
Mas quando o Donald Trump se referiu aos raios ultra-violetas para desinfectar os vírus, caiu o Carmo e a Trindade nos me®dia, e “Aqui d’El Rei que o homem é ignorante!”.

Temos aqui mais um exemplo do Argumentum ad Trumpum.


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Depois, para os jornaleiros dos me®dia cognitivamente deficientes (incluindo os do Observador, em juízo universal), uma pergunta feita por Donald Trump é sempre uma afirmação peremptória.

Se, por hipótese, Donald Trump perguntar: “¿Será que é possível ir ao Sol de noite?” — os jornaleiros dos me®dia que temos irão publicar: “Donald Trump disse que é possível ir ao Sol de noite!”.

Ora, uma pergunta, por mais estúpida que nos possa parecer, não é uma afirmação. Confundir uma afirmação e uma pergunta só pode vir de um liberal retardado (passo a redundância).

Eu tenho mais respeito pelo pasquim Público do que pelo jornaleco Observador — desde logo porque o Público não segue o Acordo Ortográfico, ao passo que o Observador seguiu as ordens dos neoliberais “progressistas” e globalistas, no que diz respeito à cultura e língua portuguesas; e depois porque o pasquim Público não engana ninguém, ao contrário do jornaleco Observador que passa a vida a fingir que é de Direita.

A Turquia é um Estado terrorista, e como tal deve ser tratado

A posição “acagaçada” da União Europeia, em relação à política externa da Turquia, dá razão à posição de Donald Trump de pretender retirar as tropas americanas da Síria.

Ou seja, os políticos europeus detractores da decisão de Donald Trump de abandonar os curdos na Síria, perdem a razão quando se acobardam perante o Estado terrorista que é a Turquia.