O empresário Mike Lindell demonstra a fraude eleitoral dos Estados Unidos

Este vídeo foi censurado por todos os canais intrinsecamente ligados ao Tecno-fascismo globalista.

Só o GAB permitiu a publicação do vídeo da autoria do empresário Mike Lindell que, com recurso a factos concretos e objectivos, denuncia e demonstra a enorme fraude das últimas eleições nos Estados Unidos.

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O que é assustador é a aliança antidemocrática entre os neocons globalistas, por um lado, e a Esquerda radical trotskista, por outro lado — em Portugal, mutatis mutandis, corresponde à aliança evidente entre o Pinto Balsemão e o Francisco Louçã —, no sentido de instituir a mais rigorosa censura política e uma “lei da rolha” que faria corar o Mussolini.


Os trotskistas definem de modo restrito e economicamente a burguesia, para nos ocultar o facto de que pertencem a esta.

O mundo burguês trata de modo diferente os seus dois principais inimigos: vomita para cima dos indivíduos da Direita tradicionalista, e absorve e recupera os da Esquerda. A actividade revolucionária do jovem utopista é o rito de passagem entre a adolescência e a burguesia (Maio de 1968, por exemplo).


Por maioria de razão, se uma determinada teoria está supostamente errada, não há nenhuma razão para proibir a sua defesa; o ser humano, por inerência, tem direito ao erro.

O que é surpreendente é o facto de as elites demonstrarem medo em relação à divulgação de uma determinada teoria (por mais errada que ela seja) que coloque em causa a justeza das últimas eleições nos Estados Unidos.

A democracia na América tem a sua morte anunciada.

A partir de agora, vale tudo — incluindo o recurso à força bruta necessária para apoiar o povo contra a aliança elitista entre neocons globalistas e trotskistas. Por isso é que a tomada de posse do João Bidé teve a presença de 26 mil tropas em Washington que colocaram a cidade em um autêntico estado-de-sítio. Quem deve, tem muito a temer!

A morte anunciada da democracia na América

1/ Há mais de dez anos, eu fiz referência, neste espaço, ao conceito de “sinificação”. Naquela altura, muita gente se riu daquilo a que chamou de “teoria da conspiração”. Hoje, verificamos como o fascismo chinês tende a ser copiado (pelas elites) não só na Europa, mas também nos Estados Unidos.

2/ O popular Barack Hussein Obama, nas duas eleições que ganhou (2008 e 2012), teve um máximo de cerca de 66 milhões de votos.

¿Alguém, no seu bom juízo, acredita que o João Bidé ganhou as eleições de 2020 com 80 milhões de votos?!

3/ Os me®dia portugueses têm ocultado cuidadosamente os factos relevantes do processo político americano decorrido durante o ano de 2020.


“O mundo burguês trata diferentemente os seus inimigos: vomita nos da Direita e absorve os da Esquerda”
→ Nicolás Gómez Dávila

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4/ A plutocracia globalista (leia-se, “World Economic Forum”) aliou-se tacitamente à actual Esquerda internacionalista, contra o Estado-Nação.

É neste contexto, de uma aliança contra-natura entre a plutocracia globalista e a Esquerda internacionalista, que uma massiva fraude eleitoral foi gizada nos Estados Unidos para assim derrotar o último bastião mundial do patriotismo. O João Bidé é o produto dessa imensa fraude eleitoral que anuncia a morte da democracia na América.

a) Note o leitor de que não estou aqui a falar de pequenos incidentes de fraude eleitoral, normais em qualquer processo de eleições: existem, confirmados, dezenas de milhar de testemunhos prestados sob juramento que denunciam uma massiva fraude eleitoral, principalmente nos chamados “swing states” (Wisconsin, Pensilvânia, Arizona, Nevada, Michigan).

b) Hoje, pelo menos metade da população americana já não acredita do regime político vigente dito “democrático”, e a grande maioria acredita que o voto se vai tornando irrelevante — porque é a elite (a ruling class) que determina o resultado das eleições, a bem ou a mal, e utilizando métodos mais ou menos ilícitos e/ou ilegítimos.

c) A actual Esquerda desligou-se da classe trabalhadora; ou seja, sacrifica os interesses dos trabalhadores nacionais em nome de um internacionalismo aventureiro que entrega o Poder político aos plutocratas globalistas.

Por sua vez, os plutocratas globalistas financiam os movimentos de Esquerda que, através de acções mais ou menos violentas, causam intencionalmente instabilidade na economia americana.

d) O que se passa actualmente nos Estados Unidos, mutatis mutandis, é uma guerra movida pela plutocracia globalista — e com o apoio da Esquerda —, contra o proletariado americano.

Quem defende hoje a classe trabalhadora americana é a Direita.


« LIBERTÉ, égalité, fraternité.

O programa democrático cumpre-se em três etapas: etapa liberal: que fundou a sociedade burguesa, sobre cuja índole nos remetemos aos socialistas; etapa igualitária: que funda a sociedade soviética, sobre cuja índole nos remetemos à nova esquerda; etapa fraternal: que é o prelúdio dos drogados americanos que copulam em amontoados colectivos.»

→ Nicolás Gómez Dávila

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5/ O “World Economic Forum” — leia-se, “o capitalismo desligado dos povos” —, congeminou em Junho de 2020, na sua reunião em Davos (Suíça), o conceito de “Great Reset” — com o apoio nomeadamente da ONU do Guterres, das maiores empresas multinacionais (plutocracia), do papa Chico, entre outros —, tirando assim proveito do vírus saído do laboratório chinês de Wuhan a que chamamos de “COVID-19”.

6/ Em resumo: o “Great Reset” pretende aproveitar a crise económica artificial criada pelo vírus chinês COVID-19, para promover uma agenda política global radical de esquerda nas chamadas “alterações climáticas” (as mãos dos plutocratas lavam, assim, as mãos da Esquerda) — como se o clima nunca tivesse mudado desde que há atmosfera na Terra —, promoção da governança mundial plutocrata (não democrática: as mãos da Esquerda lavam, assim, as mãos dos plutocratas), de políticas anti-demográficas (por exemplo, “inclusão” LGBTQPBBQ+ ou/e promoção cultural do aborto até aos 9 meses de gravidez, e da eutanásia a pedido do freguês), entre outras políticas radicais e elitistas contra a Natureza Humana.

«O Absolutismo, seja intelectual ou político, é o pecado capital contra o método hierárquico. É a usurpação, por um dos termos do sistema, das liberdades dos outros.»
→ Nicolás Gómez Dávila

7/ Pelo menos desde Platão que os “intelectuais” defendem a ideia de que o povo deve ser governado por uma elite (gnóstica), e independentemente da vontade popular — não obstante Karl Popper ter bastamente demonstrado que, ao longo da História, os povos têm errado menos do que as elites governantes.

Platão chamou a esse Poder absoluto e praticamente discricionário, desligado da vontade popular, de Poder do “Rei-Filósofo”. Porém, a História demonstra-nos claramente que governar é tarefa que excede a capacidade de uma elite.

Quando a opinião dos me®dia pretende fazer a realidade

Não interessa saber se existiu fraude massiva nas eleições recentes nos Estados Unidos: o que interessa é que a opinião — a propaganda — dos me®dia pretende fazer a realidade. E se a propaganda me®diática diz que não houve fraude eleitoral, então segue-se que o Joe Bidé ganhou “limpinho” as eleições.

“Não é quem vota que conta, mas quem conta os votos” (Estaline)

globalismo-davos-webEstaline volta a estar na moda: ele sabia bem o que dizia: o que interessa é quem conta os votos; a democracia que vá à bardamerda!

E, entretanto, o sistema democrático nos Estados Unidos está ferido de morte; não sei se será possível, à democracia representativa americana, recuperar da fraude globalista que assola os Estados Unidos.

A partir do momento em que a fraude eleitoral é promovida pela Esquerda — aliada à plutocracia globalista — como um meio de anular qualquer tipo de oposição (e até é justificada pela Esquerda como um meio “legítimo” para afastar Donald Trump do Poder), a força bruta e arbitrária do Estado contra os cidadãos passa a ser também “legítima”.

Esta força bruta pode ser praticada pelo Estado socialista contra os “deploráveis” dos povos do mundo; mas, em contraponto, também pode passar a ser legítima a utilização da força bruta em actos de terror, por parte do povo organizado, contra o Estado socialista (sinificação), por um lado, e contra os agentes da propaganda socialista e suas famílias (por exemplo, jornalistas), por outro lado.

O jornalismo tomou partido a favor dos plutocratas globalistas, e contra os povos. Os jornalistas irão certamente pagar a factura dos actos que cometem.


Nota: não seja estúpido: não confunda “globalismo”, por um lado, e “globalização”, por outro lado. São coisas diferentes.

O sistema de voto democrático está ferido de morte; resta-nos ganhar o Poder utilizando a força

“Hopeful thought for today: the regime has secured a short term victory at a terrible price, by shattering the illusions of free speech, fair process, and political impartiality that sustain liberalism.

Many institutions that used to carefully shroud their true views, at least for form’s sake, are now openly cheering the regime. The temptation of victory proved too great, and the result has been the self-undermining of the regime’s legitimacy. In the long term that is more important than anything that happens in the next few years.”

Cornelius Adrian Comstock Vermeule, professor de Direito na universidade de Harvard.

O patriota Donald Trump é considerado o diabo em pessoa

Eu estou de acordo, no essencial, com o que foi escrito aqui acerca de Donald Trump.

trump-cancro-webIronizando, diria que agora sei por que razão o Rui Tavares (o tal que era do Bloco de Esquerda e passou para o Livre da Joacine “Vai-te Katar” Moreira) foi viver para os Estados Unidos: um dia destes, os Estados Unidos de Donald Trump expulsam o diabrete Tavares para que este possa ir fazer inferno para outro lado.

Uma das razões por que os me®dia diabolizam Donald Trump tem a ver com a propriedade da esmagadora maioria dos meios de Comunicação Social, não só nos Estados Unidos mas também na Europa.

Os me®dia propalam “a voz do dono” (utilizando uma expressão da Mariana Mortágua). E os donos dos meios de Comunicação Social são maioritariamente plutocratas globalistas (literalmente no sentido de “governo global”, através de um processo de sinificação política dos continentes).
Ora, Donald Trump não simpatiza com a ideia globalista, e por isso merece a hostilidade dos “donos da voz” me®diática.

Este globalismo plutocrata apoia e sustenta o chamado Complexo Militar-industrial — e por isso é que nem o Obama, que se dizia de Esquerda, conseguiu acabar com as guerras americanas inglórias e intermináveis.

Este globalismo plutocrata é a base da Comunicação Social privada portuguesa, também — por exemplo através do Bilderberger Pinto Balsemão (um dia destes saberemos com que dinheiro emprestado o Pinto Balsemão montou a SIC).

Ademais, existe a afinidade entre a ideia globalista plutocrata, por um lado, e o internacionalismo militante (trotskista, também) de uma certa Esquerda caviar, por outro lado (PSD, Partido Socialista, Bloco de Esquerda, Livre, PAN, etc. — e o CDS que fecha a Esquerda, à direita).

Juntaram-se a fome (a plutocracia globalista) e a vontade de comer (o internacionalismo neo-marxista) contra o Estado-Nação e contra a democracia: e o patriota Donald Trump é que paga o pato.