O Insurgente Mário Amorim Lopes, que se diz de “Direita”

A maioria esmagadora dos indivíduos da Direita portuguesa andam a mamar nas tetas do Estado: por um lado, diabolizam o Estado (na esteira da linha ideológica de Passos Coelho); mas, por outro lado, são (um mais, outros menos) dependentes das prebendas do Estado.

insurgente-mal-webOu seja: por exemplo, o indivíduo do Insurgente que escreveu este tuite aqui ao lado é dos maiores hipócritas que existem na política portuguesa (apesar de tudo, reconheço que a Esquerda não é hipócrita quando pretende e defende para si as vantagens de um Estado ladrão).

Não sei como este Mário Amorim Lopes se alcandorou a “opinador” político influente na nossa praça da “Direita” — porque só um burro não consegue distinguir o Donald Trump enquanto indivíduo (com as suas idiossincrasias), por um lado, e a linha política que este defende, por outro lado.

Confundir o Donald Trump (enquanto pessoa), por um lado, e a linha ideológica herdada de Von Mises que Donald Trump segue, por outro lado — é próprio de um asno.

Eu posso não gostar pessoalmente de Donald Trump; mas não confundo o Donald Trump e a linha política adoptada por ele.

Ora, aquela cavalgadura do Terreiro do Paço, que se diz de “direita”, faz essa confusão — talvez para prestar vassalagem aos donos do Estado que lhe dá de mamar.

A chamada “Direita portuguesa” é política-, ideológica- e eticamente muitíssimo pobre.

É, em geral, composta por gente de muito inferior qualidade intelectual e ética, quando comparada com a gente de Esquerda.

O José Pacheco Pereira, o Islamismo “moderado”, e a Direita “moderada”

“O principal inimigo do Chega não é a esquerda, mas sim a direita moderada, o centro-direita e o centro-esquerda e em particular a social-democracia. O erro de uma aliança com o Chega é juntar dentro da mesma casa Abel e Caim”.

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maomerdas-moderado-400-web1/ Não me esquecerei dos remoques públicos e publicados da Isabel Moreira dirigidos à Assunção Cristas, e a obediência canina desta última em relação aos cânones ideológicos radicais da referida socialista. Ora, é esta “Direita moderada” — a do CDS da Assunção Cristas — que o radical marxista José Pacheco Pereira gosta.

Para o José Pacheco Pereira, a “Direita moderada” faz parte da Grande Esquerda — assim como no partido social democrata russo existiam várias facções (dentro do mesmo movimento político), nomeadamente os mencheviques e os bolcheviques.

Para o José Pacheco Pereira, a “Direita moderada” faz parte da estratégia de dialéctica política de radicalização da sociedade.

2/ Desta “Direita moderada” faz parte, por exemplo, o Macron francês — uma Direita disciplinada pela Esquerda. É esta “Direita moderada” que diz que existe um “Islamismo moderado” e um outro “Islamismo radical”, e pretende que acreditemos nisso.

A verdade é que um “islamita moderado” não é muçulmano; pode sê-lo de nome, mas não o é de facto — assim como a “Direita moderada” do José Pacheco Pereira não é a Direita propriamente dito: essa “Direita moderada” é apenas um apêndice da Esquerda.


A ler: Lei de O’Sullivan

Nem D. Pedro, nem D. Miguel: somos camponeses medievais indignados

Eu, que nunca simpatizei com o absolutismo monárquico (aliás, é uma das minhas “guerras” contra o Integralismo Lusitano), ao ler este texto quase que me senti tentado a adoptar as ideias António Sardinha.

bandeira-carbonaria-portuguesa-webAs pessoas não se dão conta de que a maçonaria que influenciou D. Pedro II não foi a mesma maçonaria anglo-saxónica que influenciou as revoluções inglesa e americana. A maçonaria não é toda igual. D. Pedro II foi clara- e directamente influenciado pela maçonaria europeia continental, mormente a francesa, que tem uma tradição cultural e ideológica muito diferente da maçonaria anglo-saxónica.

Ainda hoje a bandeira do Brasil contém o motus do Positivismo de Comte (“Ordem e Progresso”) — o que é verdadeiramente inacreditável! —, seguindo a tradição positivista da maçonaria francesa (não-regular) que marcou as ideias de D. Pedro.

A interpretação que aquele senhor escriba faz da História do século XIX português, é ideologicamente enviesada — por exemplo, quando ele diz que a culpa da queda da monarquia foi da “Direita”; seria como se disséssemos de que “a culpa da existência da violência do Black Lives Matter é da maioria do povo que não é violento”. Alegadamente e por analogia, a culpa da violência da Carbonária que assassinou o rei D. Carlos e o seu filho, foi da ”Direita”. Vê-se, naquela cabecinha, a influência da mente revolucionária que inverte os valores da moral e da relação entre sujeito e objecto.

Aquele senhor faz de conta de que não existiu a influência directa e activa da maçonaria francesa (não-regular, por definição) e da maçonaria italiana radical (a Carbonária) na destruição e corrosão do regime constitucional monárquico (num processo de corrosão cultural e política semelhante ao que o Bloco de Esquerda adoptou em relação ao actual regime).

O escriba daquele douto textículo esqueceu-se de mencionar o mal que os ditos “liberais” do século XIX fizeram à economia portuguesa, gerando fome e guerras civis, quando atacaram a cegamente Igreja Católica e (por exemplo) estatizaram os mosteiros (que ricos “liberais estatizantes”, aqueles!, iguaizinhos aos actuais), destruindo a economia de escala portuguesa. Os mosteiros católicos estatizados foram abandonados e a fome instalou-se em Portugal, graças aos “liberais” revolucionários que aquela criatura elogia.

«Chegado o 25 de Abril, não havia direita democrática em Portugal

Pelo que percebi do conceito de “direita democrática” daquele senhor, trata-se de uma Direita que se senta à mesa com o Partido Comunista e com o Bloco de Esquerda, em uma tertúlia e comensalidade amenas. É a mesma “Direita” que diz que o partido CHEGA é “fassista”; é a “Direita liberal” que defende o “casamento” gay e adopção de crianças por pares de invertidos, e que defende a eutanásia praticada pelo Estado. É a “Direitinha” educadinha e paneleira.

Reparem no que escreveu o ex-militante do Partido Comunista francês, Edgar Morin:

« (…) a lógica do liberalismo político leva-o a tolerar ideias ou movimentos que têm como finalidade destruí-lo. A partir daí, perante a ameaça, o liberalismo está condenado, quer a tornar-se autoritário, isto é, a negar-se ― provisória ou duradouramente ― a si mesmo, quer a ceder o lugar à força totalitária colocada no poder por meio de eleições legais (Alemanha, 1933) »

Portanto, nem D. Pedro nem D. Miguel. São ambos as duas faces da mesma (falsa) moeda. Não aceitamos esta falsa dicotomia histórica.

Em geral (salvo honrosas excepções), a mulher que se diz “de direita” é quase sempre de Esquerda

Quando o jornal Observador surgiu, confesso que senti alguma esperança no jornalismo português; mas depressa essa esperança se desvaneceu — não porque o projecto fosse má ideia, mas antes porque muitos dos protagonistas do projecto são de má qualidade.

Dou como exemplo da “má qualidade” que pulula no Observador, a “advogada” Inês Azevedo (¿será ela advogada, ou licenciada em Direito? São coisas diferentes).

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Desde logo, a idade média dos portugueses (segundo o censo de 2019) não é 46 anos (como diz a referida avantesma), mas antes é de 44 anos. E depois, a idade média dos portugueses é similar à da média da União Europeia que é de 43 anos de idade. E, ademais, a taxa de fertilidade portuguesa é de 1,41 (2019) filhos por mulher, e não de 1,3 (como escreve o estupor).

Eu aposto que o referido estupor não tem filhos; e depois defende a importação de carne para canhão.

mlp-imigrationEstudos credíveis têm revelado que não existe uma ligação entre a imigração, por um lado, e o aumento da produtividade, por outro lado — a não ser que os imigrantes se sujeitem a condições de trabalho inumanas, como acontece em algumas áreas no sul dos Estados Unidos.

Pelo contrário!, quando os imigrantes são sujeitos às mesmas leis laborais dos autóctones europeus, a produtividade dos países europeus diminui — como acontece hoje, por exemplo, com a Suécia.

Na Alemanha, por exemplo, metade da população turca imigrante (cerca de 5 milhões) não trabalha e vive à custa do Estado alemão (ver ficheiro PDF). É isto que aquele estupor “causídico” defende para Portugal.

É-me muito difícil compreender a estrutura mental de estuporadas como a referida “advogada”. Normalmente, são as mulheres que defendem um aumento da imigração — quiçá, a procura subconsciente e ninfomaníaca de um pénis africano. Por razões desta ordem, eu defendo que as mulheres devem ter um acesso restrito na definição das políticas a seguir.

Em vez de defenderem medidas de incentivo à natalidade portuguesa — como está a fazer, por exemplo, a Hungria —, este tipo gentinha defende uma substituição da população europeia: é disto que se trata: a defesa da imigração não é um problema económico (nem pode ser, porque a imigração faz baixar a produtividade de um país), mas antes é um problema ideológico e político (o anti-europeísmo e a substituição da população europeia).

Só nos faltava esta… um submarino na presidência da república

Com Marcelo Rebelo de Sousa como Chefe de Estado, já não existe uma primeira-dama em Portugal; mas a propaganda do actual regime de Esquerda Goebbelsiana Me®diática quer ir mais longe: pretende instalar, na cultura antropológica portuguesa, a figura simbólica do “primeiro-damo”.

“This is the age of minorities; of groups that rule, rather than represent.”

~ G. K. Chesterton

Qualquer dia, o regime da Esquerda Goebbelsiana Me®diática transforma o palácio de Belém em um puteiro.

O Chefe de Estado não é apenas um símbolo político-partidário, simplesmente maioritário: deve ser, sobretudo, um símbolo cultural que represente a esmagadora maioria do povo português.

Sem uma cultura fundamental e universal, não há política coerente.

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A Maria João Marques é um dos píncaros da intelectualidade portuguesa de “direita”

Publico aqui em baixo um tuite do humorista Rui Cruz, em que podemos ver uma imagem da interacção da Maria João Marquês — uma escriturária do blogue da “direita liberal” Insurgente e do jornal de “direitinha” O Observador — com um indivíduo do sexo masculino, acerca do feminismo:

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Note-se que a Maria João Marques bloqueou-me no Twitter — não porque eu tivesse comentado qualquer coisa acerca dela no Twitter, mas sim pelo que eu escrevi neste blogue acerca das ideias dela (ver a categoria “Maria João Marques”).

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Contudo, é deste tipo de gente que se alimenta a “Direitinha” portuguesa — a “Direitinha” do PSD do Rui Rio e da “Aliança” do Pedro Santana Lopes; a “Direitinha” do Bilderberger Pinto Balsemão que tem sustentado o José Pacheco Pereira que afirma que “o PSD é de esquerda”; a “Direitinha” do CDS da Assunção Cristas, do gayzista Adolfo Mesquita Nunes e do espertalhão Michael Seufert que são a “quinta coluna” da Esquerda no CDS e que fecham a Esquerda à direita; ou a “Direitinha” do “Telmo Três Nomes” do Blasfémias, que se distingue de um qualquer militante do Bloco de Esquerda apenas porque aquele defende a propriedade privada dos meios de produção.

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É desta merda que é feita a Direita em Portugal.

A "Direitinha" não gosta do Trump; prefere o mangalho da Esquerda

Ilhan Omar Desta vez estou parcialmente de acordo com a “Direitinha” : Donald Trump atacou particularmente uma deputada radical islâmica, de seu nome Ilhan Omar — uma anti-semita primária, anti-israelita, uma radical islâmica defensora da implementação da Lei Islâmica (Sharia) nos Estados Unidos, uma criatura que desculpou os atacantes radicais islâmicos das torres gémeas de 11 de Setembro de 2001, uma vaca que casou com o seu próprio irmão para que este pudesse emigrar para os Estados Unidos, etc..

Naturalmente que a “Direitinha” do Observador tinha que defender a vaca islâmica e atacar o Donald Trump.

A minha relação com Trump é a seguinte: quando comecei a ver que a Esquerda toda, maila  Direitinha (incluindo o CDS da Assunção Cristas, que fecha a Esquerda à direita), atacavam sistematicamente o homem, percebi que talvez fosse melhor deixar o meu cepticismo de lado e passar a defendê-lo.

A Direitinha não gosta de Trump. Como se diz aqui : “com as sondagens a dar a esquerda perto dos 2/3 do parlamento necessários para uma revisão constitucional”, a “Direitinha” prepara-se para ser enrabada a sangue frio — e ainda por cima gosta, e pede mais mangalho esquerdista.

A Direitinha é paneleira.