O vírus COVID-19 é um produto laboratorial chinês

Segundo a médica e bióloga investigadora chinesa Li-Meng Yan (que conseguiu fugir da China comunista e vive hoje nos Estados Unidos), o COVID-19 é um produto do laboratório biológico da cidade chinesa de Wuhan — o que, aliás, eu já tinha defendido aqui em Março p.p..

O vírus COVID-19 não existia na Natureza antes de ser criado laboratorialmente pela China.

Li-Meng Yang web


A ler :

A “geração melhor preparada de sempre”, ou o Partido Socialista do Monhé das Cobras

Em um tuite entretanto apagado pelo próprio, o presidente da juventude socialista, Tiago Santos, escreveu o seguinte:

tiago-santos-tuite-web

“Relembrando que Trump perdeu nos votos, ou seja no voto popular. Xi JINPING é nomeado por diversos órgãos muitos democraticamente eleitos.

Acho que a definição de democracia vai para além da democracia representativa. E por muito que a democracia seja importante.”

É esta gente que critica e condena o CHEGA e o André Ventura.

monhe-das-cobras-web

Se os americanos não quiseram investir em Portugal, não podem agora reivindicar direitos de preferência

Quando o governo de Passos Coelho (2010 / 2011) quis privatizar a REN (Rede Eléctrica Nacional) e a EDP, nenhuma oferta credível foi feita a partir dos Estados Unidos (com excepção de uma oferta manhosa de uma EDGE FUND suspeita baseada em um OFF SHORE). Da União Europeia veio uma mão cheia de nada: ninguém credível se chegou à frente para comprar as referidas duas empresas portuguesas valiosas.

As únicas ofertas credíveis vieram da China: duas empresas que pertenciam ao Estado português passaram a pertencer ao Estado chinês.

marcelo-eua-webUma das razões por que Donald Trump foi eleito: Obama destruiu o capitalismo nos Estados Unidos — sendo que “capitalismo” não é a concentração da riqueza (de um país) em meia dúzia de plutocratas; isso é fascismo; ou, como escreveu G. K. Chesterton : “demasiado capitalismo não significa a existência de demasiados capitalistas, mas antes significa a existência de muito poucos capitalistas”.

Na Europa, o capitalismo (propriamente dito) foi destruído pela União Europeia, por duas vias: a primeira, o aumento desmedido das dívidas soberanas nacionais; a segunda, a espoliação dos capitais nacionais, ou seja, o favorecimento da fuga do capital nacional privado, dos diferentes países da União Europeia, para paraísos fiscais, devido ao aumento brutal de impostos.

O investimento (empresarial) dos Estados Unidos em Portugal é muito baixo; talvez o único país da União Europeia que tem recebido investimento americano considerável, é a Irlanda.

E as empresas americanas (em geral) não investem nos países da União Europeia porque, ou estão descapitalizadas (a descapitalização operada pela governança de Obama), ou as grandes empresas que não estão descapitalizadas estão nas mãos de uma dúzia de plutocratas “anti-Trump” que mantêm relações privilegiadas com o Estado chinês (Google, Microsoft, Amazon, Apple, etc.).

É neste contexto de “descapitalização do capitalismo” norte-americano que surge a eleição do “reaccionário” Donald Trump.

O problema é o de que duas das maiores empresas públicas portuguesas já foram vendidas à China. Ou seja, quem não “se chegou à frente” em 2011, não pode agora reivindicar direitos. Se os americanos não quiseram investir em Portugal em tempo de crise, não podem agora reivindicar direitos de preferência.

Os “desejos húmidos” totalitários e fascistas dos dignitários da União Europeia

Josep Borrell (espanhol, catalão), militante da actual geringonça esquerdopata espanhola de que foi ministro do Exterior (2018), eu-burocratas-400ex-presidente do parlamento europeu, o actual vice-presidente da Comissão Europeia e Alto Representante da União para os Negócios Estrangeiros e a Política de Segurança desde 2019 — é desta merda que a União Europeia se alimenta!

Numa conferência de embaixadores da Alemanha, realizada na Segunda-feira passada e a propósito da próxima presidência rotativa da União Europeia por parte da Alemanha que começa em Julho, a grande besta descreveu o COVID-19 como “o grande acelerador da História”, antes de anunciar “o fim do sistema liderado pelo Estados Unidos” e o advento do Poder glorioso da China.

O grande filho-de-puta esquerdopata afirmou que “aumenta a pressão para a União Europeia escolher entre os Estados Unidos e a China”.

O cabrão continua, depois, a esquerdar — afirmando que a União Europeia deve “mostrar disciplina colectiva” no sentido de se sintonizar com as políticas da China — porque, alegadamente, o modelo chinês é mais consentâneo com o futuro da União Europeia do que o modelo político americano (baseado na liberdade política e económica).

Bem sei que a referida cavalgadura, enquanto individuo, tem o direito à livre expressão da sua opinião; mas é intolerável que enquanto vice-presidente da Comissão Europeia, o-filho-de-uma-grandessíssima-alternadíssima se afirme partidário do sistema fascista chinês.

O senhor Guilherme Valente apazigua a China, na esperança de ser o último a ser comido

O senhor Guilherme Valente escreve aqui uma ode prosaica à China. Ou seja, temos um exemplo de um Valente que se acobarda perante o Poder chinês.


As ideias mestras do senhor Valente, em relação à China, são as seguintes:

1/ Os europeus são os culpados pelo regime comunista chinês.

2/ Se o Ocidente não chatear a China, o regime chinês evoluirá (“se não se sentir ameaçado”) — para uma coisa qualquer que o senhor Valente não diz o que é.

3/ A China, ao contrário do Ocidente, “não impõe aos outros os modos de viver próprios”.

4/ A Teresa de Sousa é ignorante porque critica a China.

5/ Na China, o sistema actual é “capitalista” (segundo o senhor Valente).


Tenho muita dificuldade em compreender o arquétipo mental do senhor Valente.

Por exemplo, quando o regime chinês patrocina e promove a recolha de órgãos (do corpo humano) a partir de cidadãos chineses ainda vivos, o senhor Valente provavelmente dirá que “a culpa é do Ocidente”.

Fico pior que estragado com estes “intelectuais” de merda!

E depois temos (no senhor que é Valente) a certeza do futuro — mesmo que os factos indiciem o contrário do que é desejado por ele: “o regime chinês vai evoluir”, diz o senhor Valente, mesmo sabendo que o regime chinês alterou recentemente a sua Constituição para albergar a figura de um líder vitalício.

Para o senhor Valente (que se acobarda), os factos não contam.

Basta ver o que se passa com a actual influência da China nos países africanos para percebermos que o senhor Valente (acobardado) não tem razão: a China impõe aos países africanos a forma chinesa/comunista de estar no mundo.

Finalmente, o distinto senhor Valente (que se apanasca, face à China) não percebeu a diferença entre um regime de cariz económico liberal/capitalista (por exemplo, os Estados Unidos), por um lado, e, por outro lado um regime fascista em que as empresas privadas são estritamente controladas pelo Estado (por exemplo, na Itália de Mussolini, ou na Alemanha de Hitler, ou na actual China).Churchil-Quote-Appeaser-web

Winston Churchill escreveu o seguinte: “um apaziguador é alguém que alimenta um crocodilo na esperança de ser comido (por este) em último lugar”. E parece que o senhor Valente é um apaziguador.

A cultura chinesa de colmeia

 

«Se a China tivesse reagido ao surto de Covid-19 três semanas antes, 95% dos casos de coronavírus poderiam ter sido evitados, segundo conclui um recente estudo da Universidade de Southampton.

E de acordo com Steve Tsang, director do SOAS China Institute da Universidade de Londres, “foi o encobrimento do Partido Comunista nos primeiros dois meses que criou as condições necessárias para gerar a pandemia global”.»

A perigosa armadilha oriental


A 11 de Março, escrevi o seguinte:

«Eu não tenho dúvidas nenhumas acerca do seguinte: o regime comunista chinês — ao contrário do regime russo, construído sobre uma sociedade de tradição cristã — não tem qualquer pejo em sacrificar milhões dos seus próprios cidadãos para causar um qualquer dano ao Ocidente.

Nós não devemos ver a China com os olhos da tradição cristã ocidental: a mente chinesa funciona de modo diferente da nossa


A cultura chinesa de colmeia tem origem no Confucionismo multi-milenar, que o Partido Comunista chinês aproveitou de uma forma primorosa.

cultura-colmeia-web

O vírus da China é uma arma biológica (2)

No dia 31 de Março escrevi aqui um artigo com o título “O Coronavirus ou “vírus da China” é uma arma biológica”; perguntaram-me se eu tinha base científica para afirmar que o vírus indicia engenharia humana. A resposta a essa pergunta vai-se construindo aos poucos, desta vez com o Nobel da medicina, Luc Montagnier:

“Pour Luc Montagnier, le Covid-19 serait sorti d’un laboratoire de Wuhan qui tentait de créer un vaccin contre le VIH.”

coronavirus-luc-montagnier-web

Obviamente que o reconhecimento da engenharia humana do vírus não significa que tenha sido construído propositadamente para ser uma arma biológica; mas a minha tese — “O Coronavirus ou “vírus da China” é uma arma biológica” — vai-se afirmando como plausível.

O Coronavirus ou “vírus da China” é uma arma biológica

«Researchers at DeCode genetics have found 40 mutations of the coronavirus in Iceland alone; one individual had been infected by two variants at the same time.»

Iceland has good and bad news about the Coronavirus

islandia-coronavirus-web

Investigadores descobriram que o chamado “vírus da China” sofreu (pelo menos) 40 mutações, e apenas na Islândia. Cada mutação do vírus corresponde a uma estirpe, ou a uma subespécie do vírus (variantes). Descobriram também que uma pessoa islandesa foi infectada simultaneamente por duas estirpes (duas variantes) do vírus da China.

Estas descobertas científicas permitem afirmar que o vírus da China não é um simples vírus: é uma arma biológica de origem chinesa — 40 variantes de um mesmo vírus, e apenas em um território minúsculo como é a Islândia, indiciam engenharia humana.

Imaginem a quantidade de variantes que o referido vírus pode assumir em um país com a população dos Estados Unidos… !

Há dias escrevi aqui o seguinte:

“A probabilidade de o vírus da China ter tido origem no laboratório (biológico) da cidade Wuhan é (pelo menos) tão credível como a narrativa jornaleira da probabilidade do mercado de animais.

Eu não tenho dúvidas nenhumas acerca do seguinte: o regime comunista chinês — ao contrário do regime russo, construído sobre uma sociedade de tradição cristã — não tem qualquer pejo em sacrificar milhões dos seus próprios cidadãos para causar um qualquer dano ao Ocidente.

Nós não devemos ver a China com os olhos da tradição cristã ocidental: a mente chinesa funciona de modo diferente da nossa.”

Para os dirigentes do Partido Comunista chinês, a morte de alguns milhões de chineses é um pequeno dano colateral na actual guerra fria contra os Estados Unidos.