O Monhé das Cobras, o amigo do peito do “Pacheco MRPP”

O José, do Porta da Loja, chama-lhe “manhoso(“O lar de Reguengos e o inquérito que nunca existiu”).

Eu penso que ele é mesmo “monhé”. Aliás, não há monhé que não seja manhoso, faz parte do ADN da besta.

Dizer que “o monhé é manhoso”, é uma redundância.

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Com a ascensão do monhé Costa, os políticos portugueses ficaram capados

A excepção é André Ventura.

“O deputado único do Chega entregou esta sexta-feira um projecto de resolução no Parlamento para revogar a decisão do Conselho de Ministros de declarar a situação de contingência em todo o país a partir de 15 de Setembro”.

André Ventura contra estado de contingência a partir de 15 de Setembro


O único deputado com colhões é André Ventura; o resto é tudo uma cambada de capados que não se atreve a desafiar o monhé — incluindo o Marcelo Rebelo de Sousa, que se converteu num castrato e agora pia fininho.

Rui Rio é o capado-mor: quando o monhé berra, o Rio assobia.

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O discurso político kafkiano do governo de António Costa

antonio-costa-wc-webDesde 2015 que eu venho aqui chamando à atenção para a periculosidade política de António Costa — não é por acaso que o José Pacheco Pereira o apoia quase incondicionalmente.

António Costa tem um discurso melífluo, mascarado de tolerante mas que esconde um ressentimento endógeno em relação ao português comum. Comparado com António Costa, José Sócrates é (ideologicamente) um menino de coro.

Quando a Ministra-Filha-do-Vieira-da-Silva se propõe “monitorizar o discurso de ódio na Internet”, o que o governo do António Costa pretende é instituir — na cultura portuguesa e com implicações no ordenamento jurídico — e legitimar politicamente a “armadilha kafkiana”.


Na sua obra “O Processo”, Franz Kafka relata a estória de um homem que é acusado de crimes que nunca são especificados e definidos pela acusação.

E mais: quando o referido arguido nega que tenha praticado os tais “crimes não-especificados”, a acusação conclui “logicamente” que a negação da prática desses crimes (não-especificados) é sinal “evidente” de culpa que decorre naturalmente de ele ter — de facto — praticado esses “crimes” (não-especificados).

Ou seja: a negação da prática de um crime (não-especificado) é a prova necessária da sua prática.

Chama-se a isto, em Retórica, a “armadilha kafkiana”. Ou, neste caso, a “armadilha do Costa”. Estamos fodidos!

Depois da repressão policial, vem a censura do governo da geringonça