¿O que é o “liberalismo”?

“Liberalismo” é um termo vago que actualmente caracteriza realidades diferentes ou misturadas.

Convém (de certa forma) distinguir entre liberalismo político, saído da filosofia dos “direitos naturais” (jusnaturalismo ) exposta por John Locke (principalmente na sua primeira fase ideológica), por um lado, e o liberalismo económico, por outro lado.

O primeiro — o liberalismo político — é a forma abstracta e racional de um individualismo moderado, proposto por Locke e ligado à oposição a qualquer tipo de absolutismo ou totalitarismo, e tem a sua expressão no “Espírito das Leis” de Montesquieu (1748) com a teoria da separação de poderes. O liberalismo político de Locke faz do sujeito individual um ser dotado de direitos inalienáveis (propriedade, liberdade, etc.) e a fonte e o centro das relações sociais.

Este liberalismo político de Locke foi criticado por Rousseau que insistiu que a liberdade civil é impossível sem igualdade económica (igualdade social).

Locke esteve na origem do liberalismo e Rousseau (através do conceito de “Vontade Geral“) esteve na origem do jacobinismo.


O liberalismo económico teve origem nos economistas britânicos e franceses do século XVII, também eles influenciados por Locke, e mais tarde sistematizado por Adam Smith e pela chamada Escola Escocesa.

A este liberalismo económico chamamos de “liberalismo clássico”: é um princípio associado ao liberalismo político, e segundo o qual as leis do mercado devem continuar a ser livres, pois são naturais (por exemplo, a lei da oferta e da procura), e dependem delas mesmas o equilíbrio entre a produção, a distribuição e o consumo (conforme Adam Smith: “Não é da benevolência do talhante, do cervejeiro ou do padeiro que nós esperamos o nosso jantar, mas do cuidado que eles têm com o seu próprio interesse” — “Riqueza das Nações”).

Em Adam Smith existia o sentido do dever (v. “Teoria do Direito”); o mundo das regras (tradicionais) e das leis era, para Adam Smith, o verdadeiro significante do mundo afectivo ligado ao fundamento da economia: as paixões humanas naturais. Ao contrário do que defendeu Kant (“A Paz Perpétua”), Adam Smith era céptico acerca da possibilidade de o comércio (por si só) abolir a guerra entre as nações (“Riqueza das Nações”), porque aquele que, na sociedade liberal, não tivesse outra coisa senão as suas mãos para trabalhar, não poderia viver a obrigação do “sobre-trabalho sem lucro” senão contrapondo-lhe a violência.

Adam Smith tinha preocupações sociais, nomeadamente mediante o seu conceito de “simpatia”.

Como podemos verificar, o liberalismo (tanto político ou económico) escorava-se no jusnaturalismo (Lei Natural). O liberalismo clássico limita o conceito de “igualdade” à igualdade dos direitos naturais: não se trata de igualdade social que supõe que o Estado intervém para “corrigir” o jogo livre da sociedade civil, o que é interpretado pelo liberalismo como sendo funesto para a liberdade.


Mas aquilo a que hoje se chama “liberalismo” não é liberalismo no sentido clássico, uma vez que o Direito Natural é negado pela maioria dos actuais “liberais”. Existe nestes liberais actuais uma forte preponderância para um Marginalismo radical que implica uma supremacia avassaladora do subjectivismo individualista, em total detrimento do bem-comum.

É no sentido do “liberal” actual que Olavo de Carvalho faz a sua crítica, na medida em que o chamado “liberalismo” actual (que advém de uma corruptela ideológica de Von Mises) acaba por ser “um momento do processo revolucionário que, por meio do capitalismo, acaba dissolvendo no mercado a herança da civilização judaico-cristã e o Estado de direito”.

O império do positivismo absoluto no Direito (tal como acontece com a esquerda radical), resulta que o Direito é (segundo o actual “liberalismo”) totalmente arbitrário e independente de quaisquer fundamentos metajurídicos (por exemplo, as tradições de uma sociedade, ou do jusnaturalismo).
Neste sentido, e tal como acontece com a Esquerda, o “liberalismo” actual segue o princípio da “Vontade Geral” de Rousseau, e já não o liberalismo político de Locke.

A Angela Merkel continua a tratar bem os seus (dela) “pedaços de ouro”

 

Já aqui mostrei um novo complexo habitacional para os imigrantes Maome(r)das amigos da Angela Merkel — os “pedaços de ouro”, como ela os chama — em Hamburgo.

Vemos aqui em baixo um novo complexo habitacional para os Maome(r)das amigos da Angela Merkel em Düsseldorf, num total de 98 apartamentos para 250 Maome(r)das (isto num país que tem 1,2 milhões de alemães sem-abrigo).

 

O atraso cognitivo ou a malícia da Angela Merkel

 

Na Alemanha existem 1 milhão e 200 mil sem-abrigo — alemães autóctones que não têm casa, dormem na rua ou nas estações de Metro.

Uma cidadã alemã filmou a miséria na cidade socialista de Hanôver: alemães sem-abrigo deitados na sujidade e no gelo da rua, enquanto a Angela Merkel manda construir apartamentos novinhos para os imigrantes Maome(r)das.

 

A grande recepção das autoridades alemãs a doutorados

 

Vemos neste vídeo (em baixo) vários neurocirurgiões, investigadores em biologia, e engenheiros, amigos da Ângela Merkel vindos do Afeganistão, que chegam à Alemanha para desenvolver a ciência atrasada alemã — e vemos como as autoridades alemãs estão entusiasmadas com a sua chegada, e prepararam uma grandiosa recepção a tão ilustres figuras.

 

Mais cientistas e técnicos altamente especializados a caminho da Europa

 

O enriquecimento cultural da Europa continua, com o “ouro humano” da Angela Merkel que são os cientistas e técnicos especializados oriundos do norte de África — incluindo a música, que pede meças a Mozart, Haydn, Chopin, ou Bach: perante este tipo de música harmoniosa, não podemos deixar de nos sentir perto do paraíso e das 72 virgens dadas pelo Alá.