O relatório Matic adoptado pelo parlamento europeu

Este tipo de informação não passa nos me®dia portugueses, vendidos ao poder político globalista; e, mais grave: é sistemicamente escondido da opinião pública.


O relatório Matic, aprovado ontem pelo Parlamento Europeu, exige a promoção do aborto em todos os países da União Europeia, como sendo um direito humano fundamental — pasme-se! Abortar é agora um “direito humano fundamental”!

Mas não só: o parlamento europeu exige o acesso à contracepção sexual gratuita por parte de crianças a partir dos 12 anos de idade, e condena (e procura restringir, por via legal) a objecção de consciência (em relação ao aborto) por parte dos médicos.

Procurei saber a orientação dos votos dos deputados portugueses, mas esta informação está “escondida” da opinião pública: quem tem má consciência esconde a sua orientação de voto.


Adenda: a página em português do parlamento europeu está escrita na língua do Brasil (por exemplo: escreve “fato”, em vez de “facto”). Já não bastava termos alienado a nossa soberania; passamos agora, também, a ser obrigados a escrever e a ler em língua estrangeira.

A comissária europeia MijaTeVi, a defesa da degradação da cidadania, e a aliança entre o Francisco Louçã e o Pinto Balsemão

No seu livro “¿Por que falhou o liberalismo?” , o professor da universidade de Notre Dame, Patrick J. Deneen, tem um capítulo com o título “Degradação da cidadania”, em que ele descreve o processo — percorrido por aquilo a que se convencionou chamar de “liberalismo” — de retirada paulatina do poder político do cidadão e a concentração desse poder no Estado.

Naturalmente que Patrick J. Deneen faz a distinção entre “liberais clássicos”, por um lado, e “liberais progressistas”, por outro lado, mas também reconhece que essa distinção já não existe actualmente.

Um dos aspectos da “degradação da cidadania” é a sistemática transferência da autoridade moral do Estado nacional (por exemplo, o Estado português, ou Estado do Texas) para o super-estado do leviatão (por exemplo, a União Europeia, ou Washington).

A União Europeia começou com a política do “princípio da subsidiariedade”, para depois passar a impôr aos Estados as suas políticas internas.

A grande missão da União Europeia é a degradação das cidadanias nacionais da Europa.


MijaTeVi-web

A comissária MijaTeVi vomitou (literalmente) a cartilha ideológica do Bloco de Esquerda; trata-se de um discurso encomendado pela extrema-esquerda (trotskista internacionalista) que, em aliança com os “liberais” globalistas (para que se entenda melhor: é, metaforicamente, a aliança entre o Francisco Louçã e o Pinto Balsemão), controlam a União Europeia — numa altura em que a própria comunidade cigana vem reconhecer que o CHEGA tem razão: não se trata de racismo, mas antes de crítica a determinados comportamentos de grupo.

Este Leviatão, que é a União Europeia vendida aos ilogismos do “liberalismo” anti-nacional, tem que ser combatido com todos os meios possíveis.

Päivi Räsänen, vítima da polícia política dos panões

Um determinado comportamento individual não pode ser colocado na mesma categoria de uma determinada característica genética individual.

Por exemplo, o comportamento de um “roto” não pode ser comparado (ou colocados na mesma categoria) com a cor da pele de um negro.

Comparar um negro, por um lado, com um “abafador de palhinhas”, por outro lado, é insultuoso para o negro. A esmagadora maioria dos negros são bons pais de família.

Até hoje não há qualquer confirmação científica que demonstre que o comportamento de um “arrombado” é geneticamente transmitido. Não há tal coisa como um “gene guei”. Segundo a lógica darwinista, a transmissão genética do “apanascamento” é improvável: seria contra-natura — e contraditório em relação a teoria de Darwin — que o comportamento “invertido” se impusesse na selecção natural — embora haja uma teoria que diz que é possível transmitir geracionalmente a “viadagem” através da epigenética.


Paivi-Rasanen-webPäivi Räsänen é uma deputada ao parlamento finlandês pelo Partido Democrata-cristão finlandês, é médica e foi Ministra da Administração Interna da Finlândia entre 2011 e 2015.
Päivi Räsänen é cristã luterana. O marido de Päivi Räsänen é um pastor luterano, doutorado em teologia.

Em 2004, Päivi Räsänen escreveu um artigo que explicava (na opinião dela) a posição do cristianismo — e da Bíblia — em relação à ética sexual. Desde então, a polícia política finlandesa, coordenada pelo lóbi político guei, não a tem deixado em paz.

O ensaio de 2004 de Päivi Räsänen tem como título “Male and Female He Created Them: Homosexual relations challenge the Christian concept of humanity.”

A 2 de Março de 2020, Päivi Räsänen foi (mais uma vez) interrogada pela polícia política gayzista; o interrogatório durou cinco horas e meia. Ela já tinha sido interrogada e investigada pela polícia política gayzista no Outono de 2019 (interrogada durante quatro horas seguidas!), sendo que, naquela ocasião, a polícia política não conseguiu vislumbrar qualquer crime da parte de Päivi Räsänen.

Apesar de ter sido ilibada em 2019, o sistema político controlado pelos “panisgas” (à semelhança e imagem dos nazis) voltou a abrir um processo de investigação contra Päivi Räsänen, invocando novos dados de incriminação. Segundo Päivi Räsänen, ela será sujeita a — pelo menos — mais dois interrogatórios por parte da polícia política da “viadagem”, que poderão levar a um processo judicial por delito de opinião.

As ditas investigações “gayzistas” incluem a participação dela em um programa de televisão, durante o qual a Päivi Räsänen falou sobre a Bíblia, sobre Jesus Cristo, e sobre os conceitos cristãos de “pecado” e “graça”; e também um programa de rádio em que ela foi entrevistada sob o tema “¿O que Jesus Cristo pensaria acerca do movimento político guei?”. Ambas as entrevistas voltaram a ser (em 2020) alvo de investigação por parte da polícia política controlada pelos “rabolhos”.

Só em 2019, Päivi Räsänen foi sujeita a quatro interrogatórios policiais sob o pretexto de “discurso de ódio”.

Quem disser publicamente que “não concorda em tomar no cu”, incorre em “discurso de ódio”.

Isto significa que, para não incorrermos em “discurso de ódio”, temos todos que dizer que “gostamos de tomar no cu” — porque, de outro modo, a polícia política dos “rabolhos” abre um processo de investigação criminal. Somos todos obrigados (pela polícia política “rabeta”) a gostar de “tomar no cu”.

Não é possível discordar em relação ao comportamento dos “panilas”.

Segundo a Päivi Räsänen, esta perseguição política tem como finalidade “restringir a liberdade de expressão e de religião”, e é uma tendência de sinificação dos países da Europa. Trata-se de uma tentativa de instalação de um novo tipo de fascismo a nível europeu (União Europeia).


“O simples facto de existir um interrogatório policial acerca das minhas opiniões é uma ameaça às liberdades de expressão e de religião, funcionando como um meio de intimidação política.”
→ Päivi Räsänen

O caso de Päivi Räsänen é preocupante; mas, um dia destes, a conspiração “boiola” vira-se contra os conspiradores; e depois, os “arrombados” irão chorar baba e ranho, e berrar que “a Rússia de Putin e a Hungria de Orbán são fassistas!”.

As contradições dos soberanistas e dos europeístas

Portugal-no-Euro-webO Jaime Nogueira Pinto não pode ser soberanista, e simultaneamente ser contra atitudes soberanistas de alguns Estados da Europa. Ou melhor: poder, ele pode; mas não deve.

Eu não vejo por que razão os países que poupam e são comedidos nas suas contas orçamentais, devam ser responsabilizados pelos desmandos (pelos défices dos Orçamentos de Estado) dos gastos estatais de outros países.

Neste aspecto estou do acordo com o Telmo Três Nomes; mas o principal problema dos países do sul da Europa não é propriamente a dívida: em vez disso, o maior problema é o défice do Orçamento de Estado. A dívida pode ser até necessária para investimento, por exemplo. Mas se um país não tiver défice orçamental, pode ir pagando a dívida que tenha contraído.

A hipótese financeira dos “coronabonds” não é aceitável. Há outras formas de ajudar os países da União Europeia com necessidades especiais, sem se recorrer à mutualização da dívida dos Estados.

Porém, o Telmo Três Nomes também entra em contradição: não é possível ser-se europeísta (ser a favor da construção do leviatão da União Europeia, como ele parece ser), por um lado, e por outro lado defender a soberania financeira dos diversos Estados da União Europeia. Neste aspecto, e ao contrário dos liberais, os socialistas são coerentes.

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O enviesamento do blasfemo

Segundo o blasfemo, a rainha britânica não tem “legitimidade democrática”; mas quando o Supremo Tribunal de Justiça do Reino Unido se pronuncia (em termos práticos) contra os resultados válidos de um referendo, então já existe “legitimidade democrática” para colocar em causa a democracia — porque vale tudo (até arrancar olhos) para manter o Reino Unido na União Europeia.

Não passa pela cabeça do blasfemo que o Supremo Tribunal de Justiça britânico possa não ter a “legitimidade democrática” necessária para se pronunciar contra a suspensão do parlamento — porque o que está realmente aqui em causa é a “legitimidade democrática” do resultado do referendo do Brexit, que o Supremo Tribunal de Justiça do Reino Unido não aceita; mas o blasfemo é zarolho, porque só vê a União Europeia por entre os antolhos.

Viktor Órban, o primeiro-ministro da Hungria, esteve no santuário de Fátima

O primeiro-ministro da Hungria, Viktor Órban, esteve há poucos dias no santuário de Fátima.

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Os me®dia portugueses calaram a visita, e um primeiro-ministro de um país da União Europeia (a Hungria) não foi sequer recebido por um qualquer membro do governo português (nem que ele fosse recebido por um qualquer sub-secretário-de-estado!).

Quem semeia ventos, colhe tempestades

Walter Lübcke foi o político “conservador” e de “direita” alemão que afirmou (várias vezes) nos me®dia que “os cidadãos alemães que não gostam da imigração islâmica em massa são livres de abandonar a Alemanha” (ver vídeo).

Walter Lübcke apareceu ontem, morto, no jardim da sua casa, com um balázio na tola.

A Alemanha gastou mais em dois anos com os “refugiados” do que o empréstimo da Troika a Portugal

 

Quando, entre 2009 e 2012, Portugal necessitou de um empréstimo da União Europeia (leia-se, da Alemanha) para salvar a economia portuguesa e resgatar a Banca, os portugueses foram alvo de um chorrilho de insultos vindos da parte dos políticos alemães e dos seus acólitos do norte da Europa.

Germany spends record 23 billion euros on refugees

Ora, aproximadamente o montante que a Alemanha da Angela Merkel emprestou a Portugal (não foi dinheiro dado! Foi dinheiro emprestado com taxa de juro alta!), cerca de 23 mil milhões de Euros, foi gasto pela Alemanha só e apenas no ano passado (2018), com os chamados “refugiados” islâmicos amigos da Angela Merkel.

Já no ano de 2017, a Angela Merkel gastou 21 mil milhões de Euros com os “refugiados” Maome(r)danos — o que perfaz uma despesa de 44 mil milhões de Euros apenas nos últimos dois anos.

Ora, se os portugueses necessitassem de um empréstimo (não é dinheiro oferecido! Falo de empréstimo a juros!) desse valor, teríamos o ministro das Finanças da Alemanha a insultar os portugueses.

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