Não é possível imaginarmos o Islão sem a violência da Jihad

Podem ver aqui um texto da Helena Matos (em PDF): “¿Quem vai ajoelhar diante das vítimas do terrorismo islâmico?”.

A Helena Matos trata (de certa forma) a maleita do Islamismo na Europa, mas ela não entra no âmago do problema: ¿é possível a religião islâmica sem o conceito de “Jihad”?

A Jihad faz parte da essência do Islamismo.

Isto significa que é praticamente impossível conviver pacificamente com o Islão. A essência do Islão é a submissão.

E enquanto não chegarmos todos a esta conclusão, continuará a haver gente degolada na Europa, e a Helena Matos continuará a escrever textos comedidos de crítica ao politicamente correcto.

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Manuel Linda: este homem é muito perigoso

Chama-se a isto “inversão da culpa” ou “inversão do sujeito-objecto”. Olavo de Carvalho falou nisto: segundo a mente revolucionária, a culpa não é do carrasco sanguinário: em vez disso, a culpa é das vítimas dos actos sanguinários.

manuel linda islao webMesmo quando o islamita entra numa igreja católica, mata três fiéis e fere muitos outros, a besta diz que essa violência não é do Islão contra o Cristianismo.

A mentalidade do Manuel Linda não difere muito da do assassino islâmico: as vítimas da violência islâmica não foram assassinadas: em vez disso, suicidaram-se, porque pertencem a um estrato da população com determinadas características.

Ou seja, a acção violenta do Islamismo é impessoal, isenta de culpa ou de quaisquer responsabilidades morais ou legais nos actos criminosos que comete.

Este homem é perigoso por causa da posição social que ocupa (Bispo do Porto). É tempo de o povo católico começar a expulsar estes vendilhões do templo. É preciso refazer a Igreja Católica.

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A União Europeia que temos: as igrejas fechadas até Junho, mas o Ramadão islâmico pode ser celebrado

Em França, o “liberal” Macron (de acordo com o Chico do Vaticano) mandou fechar as igrejas católicas até Junho; mas o Ramadão pode ser celebrado nas mesquitas sobre pretexto de que “os muçulmanos podem visitar-se uns aos outros”.


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Escolher uma mulher para liderar a União Europeia foi um erro que pagaremos muito caro

É óbvio que uma regra (normalmente) tem excepções, e por isso é que é uma regra; e é comummente aceite (como regra ou juízo universal) que as mulheres são mais eficientes na gestão das políticas locais (nas autarquias), mas muito menos eficazes na condução de políticas a nível superior da governança.

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Depois de ter tido um alcoólico inveterado a dirigir a União Europeia, as elites políticas globalistas — que mandam nos Estados da Europa — escolheram uma mulher para presidente do leviatão europeu.

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A posição da União Europeia em relação à declarada hostilidade da Turquia em relação à Europa, é de uma clara submissão política em relação a um ditador islamita ; faz lembrar a submissão canina do primeiro-ministro inglês Chamberlain em relação a Hitler.

O Islão é uma religião satânica

O Carlos Fiolhais publica aqui um trecho de um livro da autoria de um francês, acerca da violência dos militantes do Estado Islâmico. Estão implícitos no trecho alguns erros comuns de análise, por exemplo:

maome1/ o francês parte do princípio de que as religiões são todas essencialmente iguais — o que é um erro de palmatória;

2/ o francês parte do princípio de que o “secularismo” (entendido como “oposição à religião”) não é uma manifestação peculiar de religiosidade — o que é um erro de burrinho;

3/ o francês não consegue perceber que o Islão é uma religião niilista  (é uma religião negativa); e, neste sentido, é uma religião satânica (do ponto de vista do Cristianismo) — assim como a Esquerda, em geral, tem como base ideológica um niilismo que defende a destruição do status quo humano em nome da “construção do Homem Novo”; e assim como o nazismo se baseou no niilismo de mentes doentes como a de Nietzsche (ou Goethe) para defender a ontologia de um super-homem.

É neste sentido que se se tem construído, no Ocidente, a aliança entre Karl Marx e Maomé.

Perante uma religião satânica (por exemplo, o Islamismo; ou o maoísmo), ou seja, perante uma ideologia niilista, o ser humano equilibrado e normal sente-se impotente e confuso — porque o arquétipo mental do islamista está (literalmente) nos antípodas da mentalidade ocidental herdeira do Cristianismo.

A endogamia (defendida pelo próprio Maomé) é a chave do sucesso do niilismo islâmico: o casamento sistémico entre familiares próximos, ao longo de séculos, marcou o actual baixo nível de QI no mundo islâmico; e este baixo QI do muçulmano médio é essencial para a manutenção da religião satânica islâmica.

Um monge budista afirmou o seguinte acerca do Islão:

“O muçulmano é como a perca africana: primeiro destrói o habitat em que vive, eliminando as outras espécies; e depois de ter eliminado as outras espécies, dedica-se religiosamente a destruir os indivíduos da sua própria espécie”.

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Quem semeia ventos, colhe tempestades

Walter Lübcke foi o político “conservador” e de “direita” alemão que afirmou (várias vezes) nos me®dia que “os cidadãos alemães que não gostam da imigração islâmica em massa são livres de abandonar a Alemanha” (ver vídeo).

Walter Lübcke apareceu ontem, morto, no jardim da sua casa, com um balázio na tola.

A Alemanha gastou mais em dois anos com os “refugiados” do que o empréstimo da Troika a Portugal

 

Quando, entre 2009 e 2012, Portugal necessitou de um empréstimo da União Europeia (leia-se, da Alemanha) para salvar a economia portuguesa e resgatar a Banca, os portugueses foram alvo de um chorrilho de insultos vindos da parte dos políticos alemães e dos seus acólitos do norte da Europa.

Germany spends record 23 billion euros on refugees

Ora, aproximadamente o montante que a Alemanha da Angela Merkel emprestou a Portugal (não foi dinheiro dado! Foi dinheiro emprestado com taxa de juro alta!), cerca de 23 mil milhões de Euros, foi gasto pela Alemanha só e apenas no ano passado (2018), com os chamados “refugiados” islâmicos amigos da Angela Merkel.

Já no ano de 2017, a Angela Merkel gastou 21 mil milhões de Euros com os “refugiados” Maome(r)danos — o que perfaz uma despesa de 44 mil milhões de Euros apenas nos últimos dois anos.

Ora, se os portugueses necessitassem de um empréstimo (não é dinheiro oferecido! Falo de empréstimo a juros!) desse valor, teríamos o ministro das Finanças da Alemanha a insultar os portugueses.

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O Islão é uma religião satânica

 

A possibilidade de uma pessoa se auto-explodir diminui drasticamente quando ela come carne de porco.


« He wanted to maximize the carnage; his god promised Paradise for those who “kill and are killed” for him (Qur’an 9:111), so he might have thought he could increase the reward he would receive by killing as many people as possible.»

Sri Lanka: Jihad murderer Mohamed Azzam Mohamed blew himself up in busy Easter Sunday hotel buffet line