O Poder, no Portugal socialista do Monhé das Cobras, está em roda livre.

A política dissimulada do monhé faz lembrar o acordo que José Sócrates fez com o povo português: o povo podia criticá-lo à vontade e, em contrapartida, o José Sócrates fazia tudo o que queria.

A diferença entre o Sócrates e o monhé é a de que o primeiro não era tão dissimulado quanto é segundo…

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O jornaleco “Observador” transformou-se em (mais um) bastião do politicamente correcto.

Vejamos uma parangona do pasquim: Família iraquiana chegou hoje e será acolhida em Loures”.

Em boa verdade, trata-se de três homens em idade militar, embora (alegadamente) da mesma família — não obstante saibamos nós, antecipadamente, que os ditos “refugiados” dizem sempre que são “todos da mesma família”.

Vamos dar de barato que os três iraquianos são da mesma família, e que são mesmo “refugiados”. Antes de mais, vamos definir “refugiado”: a Wikipédia diz o seguinte:

Refugiado é toda pessoa que, em razão de fundados temores de perseguição devido à sua raça, religião, nacionalidade, associação a determinado grupo social ou opinião política, encontra-se fora de seu país de origem e que, por causa dos ditos temores, não pode ou não quer regressar ao mesmo, devido a grave e generalizada violação de direitos humanos, é obrigado a deixar o seu país de nacionalidade para buscar refúgio em outros países”.

Se dermos como boa esta definição de “refugiado”, ficamos sem saber bem por que razão, dos 632 refugiados acolhidos por Portugal no âmbito da ACNUR, 253 chegaram do Egipto (presume-se que são egípcios) e 378 da Turquia (presume-se que são turcos), que são dois países onde não existe qualquer tipo de guerra que justifique que Portugal acolha gente daqueles países.

E mesmo que os referidos refugiados não sejam nem egípcios nem turcos, ficamos sem saber por que razão não foram acolhidos nos países limítrofes aos seus países de origem e com quem partilham a mesma cultura islâmica.

Não é por acaso que os “refugiados” que Portugal do monhé está a acolher são (presumivelmente) todos de cultura islâmica.

A política socialista eurofóbica do Monhé das Cobras passa por minar (a partir de dentro) a cultura portuguesa, por um lado, e por outro lado criar instabilidade política de origem islâmica à semelhança da que existe, por exemplo, actualmente em França.

Não é possível imaginarmos o Islão sem a violência da Jihad

Podem ver aqui um texto da Helena Matos (em PDF): “¿Quem vai ajoelhar diante das vítimas do terrorismo islâmico?”.

A Helena Matos trata (de certa forma) a maleita do Islamismo na Europa, mas ela não entra no âmago do problema: ¿é possível a religião islâmica sem o conceito de “Jihad”?

A Jihad faz parte da essência do Islamismo.

Isto significa que é praticamente impossível conviver pacificamente com o Islão. A essência do Islão é a submissão.

E enquanto não chegarmos todos a esta conclusão, continuará a haver gente degolada na Europa, e a Helena Matos continuará a escrever textos comedidos de crítica ao politicamente correcto.

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Manuel Linda: este homem é muito perigoso

Chama-se a isto “inversão da culpa” ou “inversão do sujeito-objecto”. Olavo de Carvalho falou nisto: segundo a mente revolucionária, a culpa não é do carrasco sanguinário: em vez disso, a culpa é das vítimas dos actos sanguinários.

manuel linda islao webMesmo quando o islamita entra numa igreja católica, mata três fiéis e fere muitos outros, a besta diz que essa violência não é do Islão contra o Cristianismo.

A mentalidade do Manuel Linda não difere muito da do assassino islâmico: as vítimas da violência islâmica não foram assassinadas: em vez disso, suicidaram-se, porque pertencem a um estrato da população com determinadas características.

Ou seja, a acção violenta do Islamismo é impessoal, isenta de culpa ou de quaisquer responsabilidades morais ou legais nos actos criminosos que comete.

Este homem é perigoso por causa da posição social que ocupa (Bispo do Porto). É tempo de o povo católico começar a expulsar estes vendilhões do templo. É preciso refazer a Igreja Católica.

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Èric Zemmour “levanta a lebre” da imigração islâmica

 

Èric Zemmour levou com uma multa de 10.000 € por ter proferido o discurso (em baixo) no simpósio da Convention de la Droite. E o referido discurso já foi proibido no YouTube, mas ainda se mantém no FaceBook e no Twitter.

Naturalmente que pessoas como o José Pacheco Pereira ou a Catarina Martins dirão que Èric Zemmour é um “fundamentalista radical da extrema-direita”. Chegará o tempo em que quem não concordar com o guru Pacheco será considerado “fassista”.

 

O chamado “crime-de-ódio” é uma contribuição política para a transformação paulatina da União Europeia em uma espécie de “China” (sinificação)

gay-police-webNa Suécia, uma jornalista vai a tribunal por ter publicado na sua página da Internet um artigo de outra pessoa que questionava a probidade profissional dos muçulmanos proprietários de farmácias.

Em resumo: 1/ uma grande percentagem dos proprietários de farmácias na Suécia é constituída por muçulmanos; 2/ os muçulmanos, por princípio, obedecem à lei da Sharia que dá prioridade aos outros muçulmanos no fornecimento de medicamentos em caso de escassez no mercado; 3/ portanto, a pergunta é pertinente: em caso de escassez de medicamentos, ¿será que os proprietários muçulmanos das farmácias irão dar prioridade de fornecimento a outros muçulmanos?

Ora, a referida jornalista apenas publicou um artigo (que não era da autoria dela) que colocou em questão o problema da fidelidade dos muitos farmacêuticos muçulmanos em relação à lei da Sharia. E apenas por ter publicado esse artigo, foi acusada de “crime-de-ódio” e sujeita agora a dois anos de prisão.


É neste contexto de criminalização da opinião e restrição neomarxista da liberdade de expressão na União Europeia que se situa a escolha de Ursula von der Leyen para líder da União Europeia — eu assumo o meu enorme preconceito em relação às mulheres na política: a Margaret Thatcher foi uma excepção à regra, mas ainda assim foi uma defensora acérrima do aborto.

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A Ursula von der Leyen vem agora com uma putativa campanha contra os “crimes-de-ódio”, à moda da Suécia. Mas ela própria não sabe bem o que é um “crime-de-ódio”, nem interessa saber: o conceito de “crime-de-ódio” é apenas um pretexto para impôr condicionalismos culturais e tiques totalitários aos povos da Europa.

Em geral (salvo honrosas excepções), a mulher que se diz “de direita” é quase sempre de Esquerda

Quando o jornal Observador surgiu, confesso que senti alguma esperança no jornalismo português; mas depressa essa esperança se desvaneceu — não porque o projecto fosse má ideia, mas antes porque muitos dos protagonistas do projecto são de má qualidade.

Dou como exemplo da “má qualidade” que pulula no Observador, a “advogada” Inês Azevedo (¿será ela advogada, ou licenciada em Direito? São coisas diferentes).

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Desde logo, a idade média dos portugueses (segundo o censo de 2019) não é 46 anos (como diz a referida avantesma), mas antes é de 44 anos. E depois, a idade média dos portugueses é similar à da média da União Europeia que é de 43 anos de idade. E, ademais, a taxa de fertilidade portuguesa é de 1,41 (2019) filhos por mulher, e não de 1,3 (como escreve o estupor).

Eu aposto que o referido estupor não tem filhos; e depois defende a importação de carne para canhão.

mlp-imigrationEstudos credíveis têm revelado que não existe uma ligação entre a imigração, por um lado, e o aumento da produtividade, por outro lado — a não ser que os imigrantes se sujeitem a condições de trabalho inumanas, como acontece em algumas áreas no sul dos Estados Unidos.

Pelo contrário!, quando os imigrantes são sujeitos às mesmas leis laborais dos autóctones europeus, a produtividade dos países europeus diminui — como acontece hoje, por exemplo, com a Suécia.

Na Alemanha, por exemplo, metade da população turca imigrante (cerca de 5 milhões) não trabalha e vive à custa do Estado alemão (ver ficheiro PDF). É isto que aquele estupor “causídico” defende para Portugal.

É-me muito difícil compreender a estrutura mental de estuporadas como a referida “advogada”. Normalmente, são as mulheres que defendem um aumento da imigração — quiçá, a procura subconsciente e ninfomaníaca de um pénis africano. Por razões desta ordem, eu defendo que as mulheres devem ter um acesso restrito na definição das políticas a seguir.

Em vez de defenderem medidas de incentivo à natalidade portuguesa — como está a fazer, por exemplo, a Hungria —, este tipo gentinha defende uma substituição da população europeia: é disto que se trata: a defesa da imigração não é um problema económico (nem pode ser, porque a imigração faz baixar a produtividade de um país), mas antes é um problema ideológico e político (o anti-europeísmo e a substituição da população europeia).

A União Europeia que temos: as igrejas fechadas até Junho, mas o Ramadão islâmico pode ser celebrado

Em França, o “liberal” Macron (de acordo com o Chico do Vaticano) mandou fechar as igrejas católicas até Junho; mas o Ramadão pode ser celebrado nas mesquitas sobre pretexto de que “os muçulmanos podem visitar-se uns aos outros”.


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Escolher uma mulher para liderar a União Europeia foi um erro que pagaremos muito caro

É óbvio que uma regra (normalmente) tem excepções, e por isso é que é uma regra; e é comummente aceite (como regra ou juízo universal) que as mulheres são mais eficientes na gestão das políticas locais (nas autarquias), mas muito menos eficazes na condução de políticas a nível superior da governança.

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Depois de ter tido um alcoólico inveterado a dirigir a União Europeia, as elites políticas globalistas — que mandam nos Estados da Europa — escolheram uma mulher para presidente do leviatão europeu.

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A posição da União Europeia em relação à declarada hostilidade da Turquia em relação à Europa, é de uma clara submissão política em relação a um ditador islamita ; faz lembrar a submissão canina do primeiro-ministro inglês Chamberlain em relação a Hitler.