André Ventura teria obrigação de RECUSAR entrevistas aos Gouchas, Cristinas Ferreiras, e merda quejanda

“O problema é que para o Carlos Cruz ele parece ter sido fofinho, enquanto com o André Ventura o Goucha foi agressivo, mal educado e muito grosseiro! O Goucha, tal como toda essa gente que apresenta esses programas idiotas do “day-time” é só mais uma peça da engrenagem globalista e do marxismo-cultural. Valem todo o mesmo, ou seja valem [zero]!“.

Maria Vieira ataca Goucha: com o Carlos Cruz foi “fofinho”, com o André Ventura foi “mal educado”

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Karl Popper não tinha razão, em relação ao bi-partidarismo

Karl Popper defendeu acerrimamente o sistema bi-partidário na democracia representativa — como acontece, por exemplo, em Inglaterra, nos Estados Unidos e na Austrália. O argumento de Karl Popper era o de que o sistema de apenas dois partidos (que se alternam no Poder) dá maior estabilidade política e governabilidade — aliás, este foi um dos temas de uma conferência realizada em Lisboa por Karl Popper, a convite do então P.M. Mário Soares (não me lembro agora da data, mas foi na década de 1980).

imperio mundial do dinheiro webPorém, o sistema bi-partidário (definido pelo sistema de votação) fazia muito sentido na década de 1980, mas já não faz tanto sentido hoje, como podemos ver no que se está a passar em países como a Austrália, a Nova Zelândia, Reino Unido e mesmo nos Estados Unidos, quando os dois partidos do regime estão de acordo em relação à construção de um regime político repressivo, em que grande parte dos anseios da maioria da população são ignorados.

A aproximação do PSD de Rui Rio (e de Pacheco Pereira) ao Partido Socialista do monhé Costa está, em tudo, relacionada com uma tentativa de “australização” do regime político português; mas essa “australização” saiu “furada” com o aparecimento do partido CHEGA.
Resta agora ao Rui Rio e ao monhé alterar o sistema de votação português.

Nos países chamados de “anglo-saxónicos” (Reino Unido, Estados Unidos, Austrália, Canadá Nova Zelândia), caracterizados por sistemas de votação que favorecem o bi-partidarismo (de alternância no Poder), os dois partidos de Poder estão totalmente controlados pelos agentes do globalismo plutocrata — ou, como diz Olavo de Carvalho, pelos agentes do “império mundial do dinheiro”.

Neste sentido, Donald Trump foi considerado persona non grata pelo próprio partido republicano americano; Donald Trump ganhou as eleições com o voto do povo, mas não com o apoio das elites do seu próprio partido.
De facto, nos Estados Unidos, o partido republicano, por um lado, e o partido democrata, por outro lado, estão de acordo em quase tudo — incluindo na política de ausência de fronteiras e imigração massiva e sem qualquer controle fronteiriço.

Na Austrália, os dois partidos de alternância no Poder chegaram a um acordo, que consiste em instituir um regime orwelliano e submetido caninamente ao “império mundial do dinheiro”, em substituição da democracia representativa propriamente dita. O mesmo se passa (em graus diferentes) na Nova Zelândia, e mesmo no Reino Unido.

Depois da ditadura sanitária — ou seja, depois da ditadura do controlo sanitário covideiro —, virá o controle monetário que gerará a rarefacção ou mesmo desaparecimento do dinheiro vivo em circulação; depois virá o controlo de acesso à Internet por intermédio da identificação numérica individual. No fim da linha repressiva, só restará ao povo o recurso à violência contra a classe política, para defender a liberdade.

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Em Portugal, o fenómeno do “encolhimento” eleitoral do Bloco de Esquerda (e previsível “encolhimento” da facção da Isabel Moreira no Partido Socialista de Sócrates, da Fernanda Câncio, do Ascenso Simões e do monhé Costa) tem a ver com a tentativa de afastamento do Cristianismo da praça pública, para se instituir “um regime que se lambuza gostosamente na merda e no mijo” da ética e da moralidade. É a isto que chamamos (também) de “marxismo cultural”.

O método de Hondt português permite o fácil aparecimento de novos partidos que contrariem o monopólio bi-partidário do Poder , como é o caso do partido CHEGA.

A Europa está a ser governada por alienados

1/ Neste texto ficamos a saber que o comportamento de um aerogerador, ao longo do tempo, é independente da evolução das “mudanças climáticas”, que afectam tudo excepto o negócio das chamadas “energias renováveis”.

“Assim, o preço do MWh de energia eólica vai depender muito mais dos custos do que da produção, porque a produção de um aerogerador é bastante previsível ao longo dos anos de vida útil e dos dados de vento do local da instalação.”

Tratando-se das eólicas, o vento passa a ser “previsível”, e, por isso, a imprevisibilidade causada pelas “mudanças climáticas” não existe.

Paradoxalmente, aqueles que são contra o chamado “Aquecimento Global Antropogénico”, contra o petróleo, e a favor das “energias renováveis”, são simultaneamente contra a energia nuclear.

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As ciclovias de Lisboa e Porto não são concebidas para recreio!: são mesmo para obrigar o povão a ir para o trabalho montado à moda do chinês da década de 1950.

2/ Na Alemanha pós-Merkel, as estações de televisão já entraram numa campanha de mentalização dos alemães para o facto de que irão ser obrigados a passar frio em suas casas, no Inverno que vem aí (como aconteceu recentemente no Texas, com apagões recorrentes).

Depois de ter fechado as centrais nucleares (por pressão política da Esquerda), a Angela Merkel passou a importar gás natural da Rússia para substituir a energia nuclear— o que é um perfeito absurdo, se ligarmos um facto ao outro. E o preço do gás natural têm subido astronomicamente…!

Mas mais absurdo é o facto de a Alemanha estar a construir uma nova super central eléctrica alimentada a carvão, perto da cidade de Dortmund, depois de ter fechado TODAS as centrais nucleares…!

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3/ Vindo da Esquerda, não podemos esperar nada (absolutamente nada!) de coerente. Vindo da Esquerda, só podemos esperar ideologia. Enquanto as pessoas não ganharem consciência disto, o nível de vida das populações irá sempre piorar.

4/ Entretanto, as redes sociais (por exemplo, o YouTube) já anunciou que irá censurar as opiniões de quem é céptico em relação à eficácia das “energias renováveis”. Os cépticos das eólicas são os novos “negacionistas”.

5/ Quando há cada vez menos chineses a andar de bicicleta, as elites europeias criam vias específicas para bicicletas, nas cidades — mas não são vias de ciclismo para recreio do burguês: são mesmo vias para o cidadão ir pedalar para o trabalho, deixando livres as ruas para os automóveis das elites.

As ciclovias de Lisboa e Porto não são concebidas para recreio!: são mesmo para obrigar o povão a ir para o trabalho montado à moda do chinês da década de 1950.

Let’s go Brandon !

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«A proposta de Orçamento do Estado para 2022 prevê que os operadores de serviços de televisão por assinatura passem a pagar uma taxa semestral de dois euros por subscritor, que se traduzirá numa taxa anual de quatro euros. Até agora, os operadores — MEO, NOS, NOWO e Vodafone — pagavam uma taxa anual de dois euros que revertia a 100% para o Instituto do Cinema e do Audiovisual.»

Via

Mais Teorias da Conspiração acerca das vacinas do COVID-19

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Os jornais que publicam este tipo de notícia deveriam ser todos fechados; deviam mandar a tropa, comandada pelo contra-almirante Gouveia e Melo, e prender aqueles jornalistas todos.


NOTA: vivemos em um tempo em que as únicas pessoas que merecem realmente penas de prisão, são aquelas que escrevem coisas consideradas “desagradáveis” e politicamente incorrectas na Internet.

Por este andar, o Rui Moreira vai construir canteiros especiais, nas ruas do Porto, para os “jovens” “arrearem a jiga” ecologicamente

Tirei hoje esta fotografia (em baixo) em uma rua da cidade do Porto. Vemos nela três trotinetas eléctricas utilizadas pelos jovenzinhos, e largadas nos passeios, “por aí”. Ao longo da mesma rua, poderíamos ver dezenas de trotinetas largadas, nos passeios. pelos jovenzinhos electrificados.

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Cada trotineta destas custa entre 400 e 500 euros.

Em vez de se preocupar com os salários de miséria dos motoristas da STCP (Sociedade de Transportes Colectivos do Porto, SA), o progressista Rui Moreira preocupa-se ecologicamente com o transporte individual dos jovenzinhos electrificados.

É o que fez o caso “Selminho”: o Moreira faz tudo o que a Esquerda caviar e “progressista” quiser.

Ó Abreu!: ¿o que é um “negacionista”?!

Temos aqui um Abreu a “tocar rabecão”, alegadamente contra os “negacionistas” — mas fico sem saber o que é um “negacionista”, na medida em que, ao Abreu, não lhe interessam as definições: a rabeca do Abreu pauta-se pelo toque de caixa da ideologia.

E mais, pergunto eu ao Abreu: ¿o que é a “extrema-direita”?

Sem estas noções bem claras nos nossos espíritos, ficamos todos — apenas e só — nos conceitos abstractos que (aparentemente) conduzem ideologicamente o Abreu.

pass-auf-ao-burro-webEsta coisa de dizer das pessoas, com quem nós não concordamos, que são da “extrema-direita” ou que são “fassistas”, é próprio de indigentes intelectuais.
Mas tratando-se de um professor universitário, a coisa assume um contorno muito mais grave. Naturalmente que, para o referido “lente”, quem discorda da mundividência dele deve ser interditado — começa a estar na moda, entre as “elites” na Europa, o modus operandi do Estaline que mandava internar em psiquiatria os dissidentes políticos.

A culpa não é dele: a culpa é de quem o fez professor universitário. Infelizmente, há muita merda como esta, por aí…

Napoleão dizia, e com razão, que “não devemos atribuir à psicopatia o que pode ser explicado pela malícia”.

Mas isso era o Napoleão, que tinha dois dedos de testa. Com “professores” destes, e em barda, estamos todos futricados. A criatura não consegue distinguir o insulto, por um lado, e a manifestação política entendida em si mesma, por outro lado — o que é sinal de cegueira ideológica asinina.

É perfeitamente possível realizar uma Manif política sem que os manifestantes incorram em ataques pessoais (insultos); mas o asno julgador confunde propositadamente as duas coisas — porque, no arquétipo mental do referido lente jumentil, a dissensão em relação a um qualquer intérprete do actual regime político é, em si mesma, entendida como um ataque ad Hominem.

É claro que quem insultou deve ser punido pela lei; mas não deve ser punido porque se manifestou publicamente contra o que o Ferro Rodrigues representa politicamente! — ora, o que aquela cavalgadura defende é que se puna o manifestante anónimo, por delito de opinião. Quando eu falo em “Totalitarismo de Veludo”, é também disto que se trata. Grande besta!

A mentira das elites acerca do COVID-19 (I)

Se um canalizador afirmar que a água corre pela colina acima, desafiando as leis da gravidade e sem intervenção de uma bomba de água — qualquer pessoa minimamente inteligente se questiona acerca da razão por que o canalizador mente. Mas deve haver uma razão, ou várias razões, que levam o canalizador a mentir.

Uma das mentiras que (as elites) nos querem meter pelos olhos adentro, é a seguinte:

«se conseguirmos a imunidade de grupo (vulgo “imunidade de rebanho”) através da vacinação em massa, podemos fazer extinguir totalmente o espaço de manobra do vírus do COVID-19».

É a chamada “estratégia COVID-ZERO”.

predistigitar-covid19-webPorém, os dados epidemiológicos actuais são claros: as pessoas completamente vacinadas não só apanham o vírus, como também o transmitem. Claramente, a vacinação massiva não fará desaparecer o vírus.
Só uma mente com graves deficiências cognitivas (como é o caso da do António Lobo Xavier) não se apercebe do ridículo a que chegaram as elites com esta mentira.

Pela experiência acumulada com outros tipos de “vírus de corona” (semelhantes ao COVID-19), muito antes, até, de sabermos da existência do actual COVID-19, sabíamos já que era 100% inevitável e 100% previsível que não seria possível erradicar este tipo de vírus, por um lado, e por outro lado, que seria difícil atingir uma imunidade de grupo durável (porque este tipo de vírus muda constantemente).

Mais grave: os confinamentos, por um lado, e a vacinação em massa, por outro lado, criaram um conjunto de circunstâncias que interferem com a capacidade do nosso sistema imunitário de nos proteger contra outros tipos de vírus que afectam e atacam o sistema respiratório.
Tanto os confinamentos radicais, como a vacinação massiva, propiciam a evolução do vírus do COVID-19 através de mutações que podem ser mais perigosas, tanto para vacinados como para não-vacinados.

Em suma: confinamentos, vacinações em massa, e os complementos de vacinação (vulgo “boosters”), nunca foram capazes de cumprir as promessas feitas, pelas elites, ao povo.


A indústria farmacêutica americana (só a americana!) tem um “roll-over” anual de 1,3 biliões de Euros (ou 1,3 triliões de Euros, no Brasil) — e este número não inclui os lucros dessas empresas multinacionais.


A promessa (por parte das elites) de se atingir o “COVID-ZERO” é deliberadamente desonesta, e obedece a uma estratégia de estabelecimento de uma dependência farmacêutica na vida dos povos do mundo inteiro — e tira partido, de uma forma cínica e desumana, do desconhecimento geral do público nesta matéria.

Os confinamentos radicais, e a vacinação em massa em relação a este tipo de vírus, pretende instituir uma infindável política de vacinações sucessivas (injecções mensais, ou semanais até!), intencionalmente concebidas para substituir a imunidade natural contra os vírus respiratórios que surgem naturalmente dos abraços e dos apertos-de-mão, e das crianças que brincam juntas na escola.
As elites estão a fazer de nós, tolos.

Para além da força imensa do negócio das farmacêuticas, existem personagens sinistras (a aliança política entre os globalistas e os trotskistas) que se aproveitam da situação de medo generalizado, criado no público pelos Me®dia, para tentar restringir a liberdade política dos cidadãos — como está a acontecer, por exemplo, na Austrália, na Nova Zelândia, em Itália, no Vaticano, ou em França.
Estamos em presença da tentativa, por parte de políticos psicóticos, de uma sinificação do mundo, através de criação de Estados policiais.

Porém, o “Leitmotiv” da mentira das elites é, sem dúvida, o negócio das farmacêuticas — como podemos constatar, por exemplo, com a corrupção, por parte da PFIZER e da AstraZeneca, da primeira-ministra do estado de Nova Gales do Sul, na Austrália.

Estamos em presença de um truque de prestidigitação que subjaz a uma engenharia social a nível global, financiada pelas multinacionais farmacêuticas.

Era uma vez… a primeira-ministra corrupta e covideira da Nova Gales do Sul, Austrália

A criatura dá pelo nome de Gladys Berejiklian — a julgar pelo nome, e pela fronha, é de origem arménia — e foi até anteontem a primeira-ministra (de Esquerda) do estado australiano de Nova Gales do Sul.

cara-de-cua-webEla foi a responsável por mandar a polícia “dar porrada de criar bicho” em tudo o que é povo — pela simples razão de haver gente que não usava máscara na via pública. Ao povo australiano não faltou porradinha policial todos os dias.

E mais: ela conseguiu que os trabalhadores que recusassem a vacina covideira fossem despedidos de empresas privadas; criou um passe sanitário que impedia que pessoas não-vacinadas entrassem em qualquer tipo de estabelecimento comercial (desde cabeleireiros, restaurantes, super-mercados, locais de diversão, pubs, cafés, ginásios, etc.), e o mesmo se aplica aos serviços públicos.

A vida de uma pessoa não-vacinada, no estado australiano de Nova Gales do Sul, é um inferno.

A referida senhora (com cara de cu) preparava-se, há dias, para criar autênticos campos de concentração para os não-vacinados.

Felizmente, não conseguiu criar estes campos de concentração, porque entretanto descobriu-se que ela estava a ser paga pela PFIZER e pela AstraZeneca para promover a vacinação coerciva, e já existe uma investigação criminal em curso.

É claro que a senhora corrupta e cara-de-cu demitiu-se de primeira-ministra do estado de Nova Gales do Sul.

Já agora: ¿será que o Tóno Lobo Xavier é advogado de uma ou várias farmacêuticas em Portugal?