A opinião de José Pacheco Pereira acerca de Hitler

“O espectáculo com a invocação da morte de Hitler é um bom exemplo de como isto está. Tudo o que escrevi antes aconteceu e acontece, para nossa vergonha colectiva. Ou se é a favor, branco, ou contra, preto. E se é branco em 1924, preto em 1933, mais preto ainda aquando de 1939, não se pode ser branco em 2021. Se mantivéssemos as cores todas, não havia necessidade deste `monoclorismo` e talvez compreendêssemos melhor o homem.”

A máquina da cor-de-burro-a-fugir de Pacheco Pereira

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A estratégia de branqueamento da conduta de Otelo Saraiva de Carvalho

1/ Uma das estratégias da Esquerda (e dos idiotas úteis) de branqueamento da figura do figurão Otelo, é a invocação do seu papel de “capitão de Abril”, ou seja, de co-autor do golpe-de-estado de 25 de Abril de 1974.

A bitola da conduta de vida dos capitães de Abril (por exemplo, capitão Salgueiro Maia [╬], capitão Vasco Lourenço, capitão Luís Macedo [╬], capitão Andrade da Silva, capitão Sousa e Castro, entre outros) é medida pela conduta do capitão Otelo Saraiva de Carvalho — o que é um insulto para os outros capitães, em geral, a quem não podemos assacar responsabilidades pessoais em crimes de sangue.

Ou seja, a Esquerda “mete” os capitães de Abril todos “no mesmo saco”, para assim supostamente branquear os crimes de Otelo Saraiva de Carvalho.

2/ Outra forma de “branquear” Otelo é o uso e abuso da figura jurídica (e ética) de “intenção”.

Por exemplo, no Direito Positivo, a intenção prévia à pratica de um acto (com consequências puníveis por lei), pode ser atenuada (ou agravada) em função da intenção do perpetrador — o assassínio por negligência, por exemplo, tem a atenuante da “intenção”, ou da “falta de intenção”.

Porém, no Direito como na ética, a intenção tem que ser objectivamente comprovada; não chega que se invoque subjectivamente a “intenção” para que o acto criminoso seja jurídica- e/ou eticamente atenuado.

Otelo, a audácia de mandar (matar e roubar)

Era suposto eu não dizer mais nada acerca do Otelo, mas este artigo (ver ficheiro PDF) de Eugénio Lisboa, publicado pelo Carlos Fiolhais (que devia ter um pouco de vergonha na cara) causou-me náuseas.

Especialmente dedicada ao professor Eugénio Lisboa, aqui vai a lista dos crimes do “herói Otelo”:

Sequência cronológica dos atentados


1980

  • Março – Formação da coligação Força de Unidade Popular;
  • 20 de Abril – Apresentação pública da organização Forças Populares 25 de Abril com o rebentamento por todo o país de dezenas de engenhos explosivos de fraca potência contendo o documento “Manifesto ao Povo Trabalhador”;
  • 3 de Maio – Assalto simultâneo a dois bancos no Cacém, Banco Totta e Açores e Crédito Predial Português que resulta na morte do soldado da GNR Henrique do Nascimento Hipólito, durante a confrontação com elementos da organização; Neste assalto foi roubado 5.141.982$00.
  • 9 de Maio – Assalto ao Banco Espírito Santos em Paço de Arcos e colocação de uma bomba- relógio contra o administrador da fábrica Alfa. Esta bomba não chegou a deflagrar.
  • 13 de Maio – Morte do militar da GNR Agostinho Francisco Ferreira, por tiros de pistola metralhadora, durante a detenção de elementos de um comando da organização em Martim Longo, Algarve;
  • 9 de Julho – Assalto ao Banco Borges e Irmão na Cruz de Pau. Neste assalto foram roubados 1.340.207$00;
  • Julho – Destruição por incêndio de viaturas da PSP;
  • 22 de Julho – Assalto à Conservatória do Registo Civil de Vila Nova de Gaia tendo sido roubados impressos para bilhetes de identidade;
  • 30 de Julho – Assalto ao Caixa Geral de Depósitos em Xabregas. Neste assalto foram roubados 113.500$00;
  • 12 de Setembro – Rebentamento de explosivos no consulado e na embaixada do Chile respectivamente no Porto e em Lisboa;
  • 4 de Outubro – Rebentamento de explosivos nas sedes dos ex-Comandos em Faro e Guimarães e Porto; esta associação era considerada pelas FP-25 como a tropa de choque das desocupações de terras no Alentejo;
  • 6 de Outubro – Assalto simultâneo a dois bancos na Malveira na sequência do qual são mortos três pessoas: dois elementos da organização mortos durante a fuga, (Vítor Oliveira David e Carlos Alberto Caldas) um morto por tiros de caçadeira por um comerciante local e outro linchado pela população. Nesse assalto viria ainda a morrer um cliente de um dos Bancos (José Lobo dos Santos), baleado na cabeça quando tentava desarmar um dos terroristas, ficando ainda feridos dois elementos da população local; Neste assalto foram roubados 2.854.822$00;
  • 5 de Novembro de 1980 – Troca de tiros com PJ na Cova da Piedade;
  • 24 de Novembro de 1980 – Assalto ao Banco Pinto e Sotto Mayor no Fogueteiro. Neste assalto foram roubados 3.200.787$00;
  • 28 de Novembro de 1980 – Tentativa de assalto ao Banco Totta e Açores em São Roque da Lameira, Porto. Na troca de tiros com a PSP é morto o terrorista Carlos Pé Curto. Na fuga os terroristas atiram uma granada para baixo de um dos carros da PSP, provocando ferimentos graves em dois agentes e seis transeuntes.

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Recusei a vacina do COVID-19 e fui ameaçado pela funcionária do Centro de Vacinação

Telefonou-me uma funcionária do Centro de Vacinação do COVID-19, pedindo-me para lá comparecer para ser vacinado. Quando recusei a vacina, começaram as ameaças:

“ ¿O senhor tem a consciência de que vai ser impedido de entrar em super-mercados, centros comerciais, hospitais, restaurantes e transportes públicos?”

“O seu nome vai constar da base de dados dos que recusaram a vacina”.

Isto está bonito…está! Os xuxalistas andam a tramá-las! Trata-se de um culto. Para os comissários políticos do Totalitarismo de Veludo, a liberdade individual já é coisa do passado.

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