A frugalidade desgrenhada do Pacheco

Na sua qualidade de maoísta inconfesso e envergonhado, o Pacheco segue o princípio da frugalidade de Mao Tsé Tung que se vestia sempre da mesma maneira, mas que se peidava sonora- e desalmadamente nas reuniões do Partido Comunista Chinês.

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A frugalidade do Pacheco manifesta-se, tonitruante, contra a civilização (à boa maneira de Rousseau).

A civilização, e a “densidade dos símbolos” que caracteriza qualquer civilização digna desse nome, são objecto de repúdio por parte do Pacheco. Em contraponto à monarquia britânica, o Pacheco prefere a sobriedade do maoísmo do “grande-salto-em-frente” que liquidou largas dezenas de milhões de chineses.

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Para o Pacheco, “a densidade de símbolos com a parafernália de encenações, vestuários, rituais” da monarquia britânica não são para levar a sério: para ele, vale mais a farda cinzenta do Grande Líder da revolução cultural que solta, audível-, pública- e ostensivamente, os gases do seu corpinho gorducho — e mandou matar dezenas de milhões de concidadãos.

A civilização europeia é hoje uma espécie de palácio barroco invadido por uma multidão desgrenhada, de que o Pacheco faz parte.

Já sinto saudades de um futuro em que o Pacheco não exista.

O PAN (Pessoas-Animais-Natureza) quer pôr automóveis eléctricos a puxar os andores das festas de Lamego

“O partido Pessoas-Animais-Natureza (PAN) mostrou-se esta quinta-feira contra o uso de bois na procissão do triunfo, um dos pontos altos das Festas em Honra da Nossa Senhora dos Remédios, em Lamego, que terminaram na passada sexta-feira, dia 9 de Setembro.”

Podemos ver, no vídeo em baixo, a procissão da Festa de Nª Sra. dos Remédios, em Lamego. Podemos verificar que passaram quatro juntas de bois, e em nenhum dos casos o peso dos andores era “extremamente pesado” (como diz o PAN).

O que preocupa o partido PAN (Pessoas-Animais-Natureza) não são os bois: é a tradição que os preocupa; é a felicidade do povo. O PAN tem ódio à felicidade do povo.

Aplica-se ao PAN a frase do aristocrata escocês Thomas B. Macaulay:

« Os puritanos detestavam os combates de ursos — não porque esses jogos causassem sofrimento aos ursos, mas porque davam prazer aos espectadores. »

Vem aí o fim-do-mundo, devido às “mudanças climáticas”! Arrependei-vos!

Hoje está a chover muito; é das “mudanças climáticas”. E passaram-se os últimos meses sem chover — o que se deve também às “mudanças climáticas”.

Se chove, é “mudanças climáticas”; se não chove, é “mudanças climáticas”. Se cai granizo, é “mudanças climáticas”; se cai neve, é “mudanças climáticas”.

Se faz frio, é “mudanças climáticas”; se faz calor, com certeza que é das “mudanças climáticas”.

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Se o monhé Kosta anda de caganeira, é das “mudanças climáticas”; se anda mal-disposto, é das “mudanças climáticas; se diz asneiras, é das “mudanças climáticas. O monhé está sempre desculpado.

Se a Catarina Martins diz que cidade de Almada vai ficar totalmente submersa devido ao derretimento dos aicebergues, é das “mudanças climáticas”.

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É tudo a “ciência” das “mudanças climáticas”, com a chancela “científica” do Carlos Fiolhais.

A luta continua! Abaixo o capitalismo!