A médica romena que tem curado 100% dos seus doentes de COVID-19, e que por isso é perseguida pela “ciência”

A ciência funciona a partir de um qualquer paradigma (v. Thomas Kuhn); se o paradigma está (mais ou menos) errado, segue-se que a ciência está errada; mas, ainda assim (e metendo a ciência e a técnica no mesmo saco), as elites consideram os “cientistas do paradigma” (os médicos, que são técnicos e não propriamente “cientistas”) como uma espécie de deuses do Olimpo.

Acontece que os paradigmas da ciência são hoje ditados e impostos pela grande concentração do capital globalista (a plutocracia globalista)1, e os médicos (entendidos aqui em juízo universal) não passam de meros técnicos que cumprem estritamente ordens emanadas dos grandes laboratórios farmacêuticos multinacionais.

Naturalmente que os médicos, entendidos enquanto indivíduos, deveriam estar abertos a novas experiências científicas; mas as instituições que coordenam os médicos adoptam uma postura dogmática em relação ao Diktat “científico” estabelecido pelos paradigmas que servem os interesses inconfessáveis da plutocracia globalista. Estes interesses não são só económicos e financeiros: são também interesses políticos (e ideológicos) que pretendem transformar o mundo em uma espécie de China — são os interesses políticos que pretendem instalar um fascismo a nível global.

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O fascismo chinês é hoje o sistema político adoptado — e imposto em todo o mundo — pela plutocracia globalista que se diz “liberal”.

Tal como acontece os físicos, os médicos têm (mutatis mutandis) uma espécie de “livro de receitas” que lhes permite — até a um médico medíocre! — fazer um trabalho de boa qualidade no consultório. Portanto, o médico pode utilizar este “livro de receitas” sem ter em consideração toda a problemática filosófica e científica do seu campo de trabalho. O médico é um trabalhador, e não um pensador (salvo raras excepções).


pneumonia-atipica-covid19-web

flavia-grosan-webFlavia Grosan é uma pneumologista romena que tem tratado com sucesso2 100% dos seus doentes de COVID-19; e exactamente porque tem salvo todos os seus doentes da morte, a dra. Flavia Grosan tem vindo as ser criticada e mesmo perseguida pelas instituições médicas subordinadas caninamente ao grande capital multinacional globalista, por um lado, e que, por outro lado, servem os interesses políticos para-totalitários de filhos-de-puta aprendizes de ditador, como, por exemplo, o cabrão do monhé.

A dra. Flavia Grosan trata o COVID-19 como uma “pneumonia atípica” (sic, nas palavras dela); ora, uma médica que trata o COVID-19 como uma “pneumonia atípica” tem que ser perseguida politicamente pela “ciência do Carlos Fiolhais”.

Em vez de investigar o método de tratamento de COVID-19 utilizado pela dra. Flavia Grosan, a “ciência” parte imediatamente para o dogma imposto pelos mais ricos e poderosos do mundo. A ciência actual, sancionada por interesses financeiros globalistas, está a matar seres humanos em massa e utilizando os próprios médicos (que não passam de meros técnicos) como agentes activos da matança, ao mesmo tempo que servem ideologias políticas totalitárias em nome do “liberalismo”.


Notas:

1. “Too much capitalism does not mean too many capitalists, but too few capitalists.” — G. K. Chesterton: ‘The Uses of Diversity’.

2. Em bom rigor, as doenças não se “curam”; em vez disso, “tratam-se com sucesso”.

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