O José Pacheco Pereira a esquerdar; as boas intenções do ideólogo da geringonça, e a “politização da dor”

É preciso ter muita falta de vergonha para afirmar que a crítica à libertação de criminosos (sob pretexto uma alegada crise sanitária do covid19 nas prisões) é “populismo” — ao mesmo tempo que se apoia incondicionalmente a política de protecção do Lumpemproletariado do governo da geringonça.

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É claro que a ideia do Pacheco da promoção social do Lumpemproletariado tem “boas intenções” (até que o povo se dê conta de que está a ser futricado) : alegadamente, e segundo aquela besta quadrada, a soltura de criminosos serve para evitar “a pena-de-morte para os mais velhos”, para prevenir “doenças infecciosas para todos” e uma “pena de tortura”.JPP-ZAROLHO

Uma coisa parecida se passa em Espanha, com a geringonça espanhola: em nome de “boas intenções” de combate às “fake news”, a geringonça espanhola pretende limitar a liberdade de expressão.

“A intenção é boa”… dizem eles. Mas neste caso já não é “populismo”!

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Quando a geringonça espanhola acusa a Direita da morte de velhinhos, não é populismo; quando a geringonça marxista espanhola diz defender a liberdade restringindo a opinião pública, não é populismo. Quando o monhé diz que “não falta nada” e que “não haverá austeridade”, não é populismo.

É caso para dizer: “ó Pacheco!: “populismo” é a puta-que-pariu!”

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