Entre o romantismo de Ramalho Eanes e o funcionalismo público de António Costa

Ramalho Eanes apela aos mais velhos que cedam o ventilador a quem tem “mulher e filhos”; este é um exemplo do romantismo anético que é característico das elites políticas lisboeiras.

Em caso de necessidade de atribuição de ventiladores, o critério da escolha deve ser o da necessidade, e não o da idade (“¿Quem precisa mais?” — é a pergunta que se deve fazer); até um burro consegue perceber isto, mas o romântico Ramalho Eanes não vê: o romantismo é uma espécie de “utilitarismo virado do avesso”.

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A elite política é maioritariamente constituída por funcionários públicos, gente que sempre viveu à custa do Orçamento de Estado e, em muitos caos, gente que nunca soube o que é trabalhar. É este tipo de gente que manda fechar o país.

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