O comunismo emotivo e lacrimejante, ou as lágrimas de crocodilo do senhor António Figueiredo e Silva

Winston Churchill escreveu:

“Tentar manter boas relações com um comunista é como fazer festas a um crocodilo. Nunca sabemos se devemos afagá-lo debaixo do queixo ou bater-lhe por cima da cabeça. Quando abre a boca, nunca sabemos se está a sorrir ou a preparar-se para nos comer.”

Está hoje na moda uma espécie de “comunismo emotivo e lacrimejante” em que, em vez de sorrir, o comuna chora-nos o coração; mas sorrindo ou chorando, o comuna prepara-se sempre para nos comer.

Há quem pretenda confundir “emoção” e “poesia/literatura”. Outro reaccionário — graças a Deus ! — escreveu o seguinte:

“O que se escreve a partir da emoção, é retórica. Os poemas forjam-se a frio”

Nicolás Gómez Dávila 

Portanto, tentar apelar-nos para “um mundo onde não há desigualdades” é retórica de comunista lacrimante. É tentar enganar o leitor, utilizando a lágrima no olho. É estratégia manipuladora de filho-de-puta.


«O vício inerente ao capitalismo é a distribuição desigual de benefícios; a virtude inerente ao socialismo é a distribuição equitativa de desgraças.» — Winston Churchill


O texto do senhor António Figueiredo e Silva em PDF

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